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Pagamento do PIS começa hoje (22)

  • 22 Jul 2015
  • 09:15h

(Foto: Ilustração)

O pagamento do abono salarial do PIS/Pasep começa a ser feito nesta quarta-feira (22) para quem não é correntista da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil e fazem aniversário em julho. Atualmente, o dinheiro é pago a quem tenha exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias consecutivos ou não, no ano, mas o governo queria limitar o pagamento a quem tivesse trabalhado ao menos seis meses. A mudança, no entanto, foi derrubada no Congresso.

 

Como receber
Os trabalhadores inscritos no Programa de Integração Social (PIS) recebem o abono salarial nas agências da Caixa – no caso de correntistas, o crédito é feito na conta. Os inscritos no PIS que tiverem o Cartão do Cidadão com senha cadastrada também podem fazer o saque em lotéricas, caixas de autoatendimento e postos do Caixa Aqui. Os inscritos devem apresentar um documento de identificação e o número do PIS. No início deste mês, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) decidiu que metade dos benefícios do Abono Salarial que seriam pagos este ano só serão concedidos em 2016. A mudança segue orientação do Ministério da Fazenda, como parte do ajuste fiscal. Segundo o Codefat, a primeira parte dos benefícios será paga mensalmente, de julho a dezembro deste ano. O restante será concedido de janeiro a março de 2016. Desta forma, o governo irá economizar R$ 10 bilhões este ano. Antes, a previsão era que todos os benefícios fossem pagos até outubro de 2015. Os pagamentos feitos em 2016 já levarão em conta o salário mínimo aprovado para o próximo ano. O Ministério do Trabalho e Emprego afirmou que a mudança pretende "garantir a saúde financeira do Fundo e proteger um patrimônio dos trabalhadores". "Mais pessoas, nos últimos 12 anos, ingressaram no mercado de trabalho, saltando de 23 milhões para 41 milhões de [trabalhadores] formais. Isso passou a exigir um aumento progressivo e concentrado do desembolso do FAT para atender ao benefício", informou a pasta. Como o FAT já está no vermelho, caso o calendário fosse mantido, seriam necessários quase R$ 18 bilhões adicionais. O abono salarial é uma espécie de 14º salário para uma faixa específica de trabalhadores. O benefício, que equivale a um salário mínimo, é pago anualmente aos trabalhadores que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos.

Orçamento
Mais cedo, o Codefat já havia aprovado a proposta de orçamento do fundo para 2016, de R$ 76,48 bilhões. Para isso, seria necessário um aporte do Tesouro Nacional de cerca de R$ 4,02 bilhões. Do Fundo de Amparo ao Trabalhador saem os recursos para o pagamento do Seguro-desemprego e do Abono Salarial dos brasileiros. A proposta ainda será avaliada pelo governo federal, podendo sofrer cortes. A previsão é de que serão gastos R$ 17,12 bilhões com pagamento do Abono Salarial a 23,4 milhões de trabalhadores e R$ 34,88 bilhões com o Seguro-desemprego para um total de 7,9 milhões de trabalhadores em 2016. O FAT tem previsão de repassar R$ 22,3 bilhões ao BNDES, por força do artigo 239 da Constituição – que destina 40% da arrecadação do FAT ao Banco.

CORRENTISTAS DA CAIXA

NASCIDOS EM

CRÉDITO EM CONTA

JULHO

14/07/2015

AGOSTO

18/08/2015

SETEMBRO

15/09/2015

OUTUBRO

14/10/2015

NOVEMBRO

17/11/2015

DEZEMBRO

15/12/2015

JANEIRO/FEVEREIRO

12/01/2016

MARÇO/ABRIL

11/02/2016

MAIO/JUNHO

15/03/2016

 

NAS AGÊNCIAS DA CAIXA (NÃO CORRENTISTAS)

NASCIDOS EM

RECEBEM A PARTIR

RECEBEM ATÉ

JULHO

22/07/15

30/06/2016

AGOSTO

20/08/15

30/06/2016

SETEMBRO

17/09/15

30/06/2016

OUTUBRO

15/10/15

30/06/2016

NOVEMBRO

19/11/15

30/06/2016

DEZEMBRO

17/12/15

30/06/2016

JANEIRO/FEVEREIRO

14/01/16

30/06/2016

MARÇO/ABRIL

16/02/16

30/06/2016

MAIO/JUNHO

17/03/16

30/06/2016

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Receita paga hoje R$ 2,3 bilhões em restituições do 1º lote de restituição do Imposto de Renda

  • 15 Jun 2015
  • 08:20h

(Foto: Ilustração)

A Receita Federal libera nesta segunda-feira (15), na rede bancária, os valores do primeiro lote de restituições do IRPF 2015 (Imposto de Renda Pessoa Física 2015). Ao todo, 1.495.850 contribuintes terão direito à restituição neste lote, com correção de 1,9%, totalizando mais de R$ 2,3 bilhões. Saiba se você tem direito à grana no site da Receita Federal. Os contribuintes idosos, com doença grave ou deficiência física, que não tenham cometido erros ou omissões na hora de enviar os dados, são a maioria no lote. Serão liberadas também restituições dos exercícios de 2008 a 2014 que foram retiradas da malha fina, elevando para R$ 2,4 bilhões o valor total de liberações.  As informações sobre o primeiro lote estão disponíveis na página da Receita na internet ou por meio do Receitafone 146. Por meio de aplicativo para tablets e smartphones com sistemas Android e iOS também é possível consultar o lote. O supervisor do Programa do Imposto de Renda, Joaquim Adir, tem alertado para que os contribuintes que não são listados nos lotes de restituição verifiquem sempre o extrato da declaração para ver se não há pendência ou inconsistências no documento enviado à Receita e realizar a correção para evitar cair na malha fina. O procedimento pode ser feito no Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC). Se não for cadastrado, é só informar os números dos recibos de entrega das declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (Dirpf) dos exercícios referentes às declarações ativas das quais o contribuinte seja titular. A restituição ficará disponível durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio do Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF, na página da Receita Federal na internet. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800 729 0001 (demais localidades) e 0800 729 0088 (telefone especial exclusivo para pessoas com deficiência auditiva), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Desde o sábado, 6, tarifas de água e esgoto estão mais caras

  • Mirian Neto I ConquistaUrgente
  • 08 Jun 2015
  • 11:30h

(Foto: Ilustração)

Os consumidores baianos passam a pagar 9,97% a mais pela água e esgoto neste sábado (6). No dia 1º de maio, a Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (Agersa) divulgou resolução que autoriza o reajuste anual das tarifas de água e esgoto da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Com o reajuste, a tarifa residencial social terá um aumento de 90 centavos, passando de R$ 9,40 para R$ 10,30. Já o valor para a residência intermediária subirá de R$ 18,40 para R$ 20,20 e a tarifa da residência normal será elevada de 20,90 para R$ 23. Os novos valores passarão a valer a partir do dia seis de junho. A resolução será publicada no Diário Oficial do Estado no dia seis de maio. De acordo com a Agersa, o reajuste se dá com base na variação da inflação e outros parâmetros de elevação de custos fixos, como energia elétrica, que sofreu, pelo menos, dois aumentos em menos de seis meses. Além disso, o consumidor está pagando, desde fevereiro, a tarifa extra da bandeira vermelha. As bandeiras tarifárias entraram em  vigor em janeiro de 2015 e custam R$ 5,50 para cada 100 quilowate consumido. O primeiro reajuste autorizado pela Aneel, de 5,4%,  foi em 2 de março. Foi um reajuste extraordinário para cobrir custos com a geração de energia por usinas térmicas. Com o novo aumento, uma residência que consumia 100 kWh por mês e pagava uma conta de R$ 50,79 vai passar a pagar algo em torno de R$ 56,05 - uma diferença de R$ 5,25. Caso o consumo seja de 300 kWh, o gasto com energia, que era de R$ 156,91, pula para R$ 173,14, aumento médio de R$ 16,23. 

Onde e como investir em 2015?

  • Felipe Miranda | Empiricus Research
  • 19 Abr 2015
  • 17:01h

(Imagem: Reprodução)

Este é um conteúdo menos técnico do que o habitualmente fornecido aos assinantes da Empiricus. Fala de ideias. Transmite basicamente nossas principais convicções de investimento para 2015, de forma simples e direta, num tom de conversa. Como se pudéssemos, quase sem filtro, fazer com que os leitores entrassem dentro de nossas cabeças. São sete temas devidamente escolhidos. Poderiam ser oito ou seis. Nenhuma predileção específica pelo número - selecionei apenas aquelas de maior convicção. O objetivo maior é a proteção do patrimônio num ano para o qual temos prognóstico bastante desafiador.

Grosso modo, a perspectiva de crescimento do PIB em 2015 tem momentum nulo, efeitos nocivos dos ajustes fiscais (corte de gastos, representando menor demanda agregada), uma crise política já existente derivada da Operação Lava Jato/Petrolão e um cenário externo adverso, marcado por futura subida dos juros nos EUA e queda no preço das commodities.


Esse é o panorama permeando as recomendações a seguir, que partem do mais simples para questões mais sofisticadas - não pretendo convencer o leitor a seguir cada uma das ideias. Há diferentes perfis de investimento, que podem se identificar com ideias diferentes, portanto. Meu objetivo com este texto é de que a implementação de um dos itens, seja ele qual for, já coloque o investidor numa posição melhor.


1. Dólar


Há uma coisa, em particular, que eu gostaria de convencer o leitor: de que o dólar deve ocupar parte relevante de suas economias. Primeiramente, por uma questão de diversificação e substancial diminuição do risco da carteira.


Se o sujeito compreende que deve diversificar entre os variados mercados brasileiros (ações, renda fixa, imóveis, etc), a lógica sugere também o entendimento da necessidade de diversificar entre moedas. Se o dólar vai mal, esse investimento em si, irá mal - mas significa que as coisas, no geral, vão bem; portanto, todo o resto da sua carteira vai andar bem. Dólar tem um caráter de hedge formidável para proteção de patrimônio.


Mas não é só isso. Há também o prognóstico de valorização propriamente dita.


Destarte, por uma razão trivial: a força da economia norte-americana - uma ilha de recuperação vigorosa entre os países desenvolvidos.


O Employment Report divulgado em 05/12 é emblemático nesse sentido. Foram criados impressionantes 321 mil postos de trabalho, com uma taxa de desemprego de 5,8% - a expectativa era de criação de 228 mil.

O dado é sinalização inequívoca da resiliência da economia dos EUA. Além da referência per se ser importante, sinaliza possível antecipação do ciclo de alta do juro básico norte-americano.


A diferença de política monetária entre EUA (restritiva) e Europa/Japão (expansionista) abre um claro prognóstico de apreciação da moeda norte-americana contra as principais moedas globais.


E para além do movimento global, os fundamentos econômicos domésticos também apontam uma moeda excessivamente apreciada. Segundo nossos cálculos, a taxa de câmbio de equilíbrio - grosso modo, aquela que equilibra as contas externas - está em R$ 3,50.


Havemos de lembrar que o déficit em transações correntes é superior ao Investimento Estrangeiro Direto, de tal sorte que estamos dependentes de capitais de curto prazo para fechar nosso balanço de pagamentos. O capital de curto prazo é muito volátil e sensível a qualquer soluço da economia mundial.


Em termos absolutos, o Brasil tem o terceiro maior déficit em transações correntes do mundo, inferior apenas àqueles de EUA e Reino Unido. Nos 12 meses até outubro, o saldo negativo montou a US$ 84,4 bilhões, equivalente a 3,73% do PIB. De janeiro a outubro, o déficit monta a US$ 70,7 bilhões.


Enquanto isso, o investimento estrangeiro direto monta a US$ 51,194 bilhões nos 10 primeiros meses do ano, representando 2,71% do PIB.


Note que mesmo pequenos investidores podem - e devem, no meu entendimento - ganhar exposição ao dólar, sobretudo através de fundos cambiais.


Os demais, sofisticados e com poupança mais robusta (> USD 100 k para investir lá fora), podem recorrer à abertura de contas no exterior e recorrer, por exemplo, a bons fundos de High Yield e outros ETFs.


Como devo fazer para descobrir os demais investimentos recomendados para 2015?


Simples. Tudo o que você deve fazer é receber nossa sequência de relatórios gratuitos em seu endereço de e-mail, preenchendo o cadastro no campo abaixo. Nós te enviaremos 5 relatórios, um a cada dia, sendo o primeiro de imediato, já contendo 2 outros investimentos que recomendamos fortemente, além do dólar, já exposto aqui.


Apresentaremos também uma análise detalhada sobre o mercado imobiliário brasileiro no relatório que você receberá amanhã, caso se cadastre agora, para que saiba se estamos ou não em uma bolha imobiliária, bem como identifique boas oportunidades de compra e venda no setor.

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Economistas dizem que não dá para prever quanto dólar ainda pode subir

  • 14 Mar 2015
  • 17:17h

Foto: AFP

Os brasileiros que precisam comprar dólar para viajar ou para outros compromissos têm acompanhado com apreensão a valorização da moeda americana, principalmente nas últimas semanas. Apesar de ter subido também em relação a outras moedas, por conta de uma expectativa de aumento dos juros da economia americana, o que pode levar à redução do fluxo de capital para países emergentes, é na comparação com o real que o dólar apresenta uma de suas maiores altas.


Desde o início do ano, a moeda subiu cerca de 5% frente ao peso mexicano e ao peso chileno, 8% em relação ao rand, da África do Sul, e 13% sobre a lira, da Turquia. Na comparação com o real, a alta chegou a 22,2% em 2015, sendo 13,76% somente em março. Nesta semana, a valorização acumulou 6,3%, sendo 2,7% somente na sexta-feira (13).


O professor de economia de MBAs da Fundação Getulio Vargas (FGV), Mauro Rochlin, credita a “alta desmedida” do dólar ao receio de que o ajuste fiscal proposto pelo governo, de R$ 66 bilhões, não se concretize, o que poderia levar o país a perder seu grau de investimento e impactar a inflação. “Basicamente, eu resumiria essa disparada [do valor do dólar] como resultado do que a gente chama de aversão ao risco. A alta do dólar acaba refletindo essa maior aversão ao risco, esse medo de que as coisas fujam ao controle, e, então, o dólar parece ser um porto seguro diante disso”.


Segundo o economista da FGV, a alta mais acentuada da moeda americana nas últimas duas semanas está relacionada ao cenário político do país: manifestações nas ruas, divulgação da lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com nomes de parlamentares envolvidos em esquema de corrupção na Petrobras e crise entre poderes Executivo e Legislativo. “Tudo isso ajudou a formar um cenário muito mais turbulento, que gera a aversão ao risco. Depende muito de como os fatos vão se desenrolar em termos políticos para saber que impacto isso pode ter sob o câmbio. A questão política está em aberto”.

O economista Carlos Eduardo de Freitas, conselheiro presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-DF) e ex-diretor do Banco Central, explica que a alta do dólar tem uma vertente estrutural de realinhamento dos preços, reduzindo os custos de produção e aumentando a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional. Mas ele também acredita que a desconfiança sobre a implementação do ajuste fiscal anunciado, depois do Congresso devolver a medida provisória que tratava do assunto, gerou uma pressão maior nos últimos dias.


“Faltam um discurso e um comportamento do governo que tragam de volta essa credibilidade que foi arranhada. Essa desconfiança está evoluindo para uma incerteza, que é quando não se consegue medir os riscos, e aí há uma saída de capital”, disse Freitas.


Segundo ele, é natural que, num primeiro momento, o mercado exagere na especulação, retornando em seguida, mas o componente conjuntural de preocupação dificulta previsões sobre a trajetória da moeda. “Não dá para saber até que ponto subirá o dólar e onde ele encontraria o equilíbrio econômico. Acho que a alta está um pouco acentuada nos últimos dias, muito por força da insegurança com a posição do governo. Em economia, e na vida, a expectativa, às vezes, é mais importante até do que a ocorrência das coisas”.


Apesar de considerar a cotação atual, de R$ 3,24, “bastante elevada”, Rochlin, da FGV, também afirma que é difícil dizer qual é o novo patamar da moeda americana. “Não estou dizendo que hoje a gente viva um momento exatamente como esse, mas num momento de extrema incerteza a alta acaba estimulando novas altas e pode gerar mais procura. A pessoa fica vendo que o dólar só sobe e pode, daqui a pouco, achar que o dólar a R$ 3,28 está barato”.


Para Rochlin, à medida que o ambiente político melhorar, o governo conseguir provar coesão com a base aliada no Congresso, aprovar medidas de ajuste fiscal, se os números de inflação não forem tão ruins e o cenário se mostrar menos turbulento, a alta do dólar pode ser revertida.


“Eu não digo reversão para R$ 2,80, mas talvez se estabilizando num patamar um pouco mais baixo, ao redor de R$ 3 ou R$ 3,10, que seja. Eu acho que isso é possível. Depende do desenrolar dos fatos”, disse Rochlin. Para quem terá compromissos em dólar em breve, então, o economista da FGV ressalta que o recomendável sempre é comprar aos poucos, ao longo de semanas e meses: “Assim, por mais que aumente o dólar, você terá comprado o dólar a um preço médio, diluindo os riscos”.

Brasil é o país que possui a tarifa de celular mais cara da América Latina

  • 10 Mar 2015
  • 16:02h

(Foto: Reprodução)

Já imaginou economizar R$ 49 por mês na tarifa de celular? 94,2% dos brasileiros poderiam economizar em sua fatura de celular ao trocar de plano. Esta e outras conclusões foram extraídas do Primeiro Estudo de Planos Celulares com foco nos usuários latino-americanos realizado pelo aplicativo espanhol Weplan, especializado em controlar e economizar no custo da tarifa de celular. Segundo um comparativo feito entre 8 países (Espanha, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México e Peru), os brasileiros pagam até R$ 1 mil mensais por uma tarifa de celular, um valor bastante alto se comparado com a Argentina, onde o preço máximo fica em torno de R$ 123. O estudo, realizado entre os 118 planos vigentes no Brasil, aponta que, atualmente, 79% dos consumidores contratam planos pré-pagos e apenas 21%, os pós-pagos.

Aneel aprova aumento de até 39% para contas de luz de 58 distribuidoras

  • 28 Fev 2015
  • 12:12h

(Foto: Reprodução)

A partir da próxima segunda-feira (2/2), a conta de luz vai ficar mais cara para consumidores atendidos por 58 concessionárias. A revisão tarifária extraordinária para essas empresas foi aprovada hoje (27) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e a previsão é de um aumento médio de 23,4%. Os maiores aumentos serão para as distribuidoras AES Sul (39,5%), Bragantina (38,5%), Uhenpal (36,8%) e Copel (36,4%). Os reajustes mais baixos serão aplicados para as distribuidoras Celpe (2,2%) e Cosern (2,8%). A distribuidora CEA, do Amapá, não solicitou a revisão tarifária. Já as empresas Amazonas Energia (AM), Boa Vista Energia e CERR (RR) não terão revisão tarifária porque não participam do rateio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e não estão no Sistema Interligado Nacional. A Ampla (RJ) também não passou pela revisão, porque seu processo tarifário ocorre em 15 de março, quando todos os efeitos serão considerados. Os impactos da revisão serão diferentes conforme a região da distribuidora.

Preço da gasolina subirá novamente em Abril

  • Informações do Tribuna da Bahia.
  • 21 Fev 2015
  • 11:10h

(Foto: Reprodução)

A gasolina deve subir de preço novamente. Dessa vez o valor deverá ultrapassar os R$ 3,70 a valer a partir do dia 1 de abril. Esse é o segundo aumento do ano, o primeiro aconteceu em fevereiro, quando o valor do combustível chegou a R$ 3,50 por conta de impostos federais. Dessa vez, o motivo será a elevação de 10% do ICMS, imposto estadual. “Teremos um aumento na carga tributaria, o que aumenta o valor de compra dos empresários, logo, eles vão vender mais caro e esse valor será repassado aos consumidores,” contou o presidente do sindcombustíveis, José Augusto Costa. A Bahia tem a gasolina mais cara do nordeste.”O nosso problema hoje é a carga tributaria, por isso em outros estados se acha mais barato. É por que lá se compra gasolina de R$ 2,50 e aqui de R$3,0, por isso o repasse é maior,” explicou Costa.

Quaresma: Peixe já começa a ter aumento

  • 20 Fev 2015
  • 12:08h

(Foto: Reprodução)

Depois do Carnaval, muitos baianos voltam suas atenções para o início da Quaresma, que é o período de quarenta dias que antecedem a Páscoa, a principal celebração da Igreja Católica. Nesta época, um hábito muito comum dos adeptos é comer peixe, que faz parte da tradição e da vocação cristã. O costume é ligado a uma forma de praticar o jejum e a abstinência, uma típica prática recomendada pelo catolicismo. No entanto, muitos baianos já estão sentindo no bolso o aumento no preço de alguns desses produtos. Para se ter uma ideia, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses foi de 7,14%, os pescados ficaram, em média, 8,1% mais caro no Brasil. O peixe vermelho, que é um dos mais procurados para consumo nesta época do ano, teve um acréscimo de pouco mais de 50%, segundo consumidores.

Preço de referência da gasolina sobe pela segunda vez em 3 semanas

  • 19 Fev 2015
  • 14:27h

(Foto: Reprodução)

Bem no meio do Carnaval, na segunda-feira (16), o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) reajustou o preço de referência dos combustíveis (gasolina, álcool e óleo diesel). O valor, que é usado para definição de impostos e menor que o cobrado nos postos, subiu em 14 Estados e no Distrito Federal. Esta é a segunda vez em três semanas que o órgão do Ministério da Fazenda atualiza os preços de referências dos combustíveis. O último reajuste havia sido publicado no dia 23 de janeiro, quatro dias após o governo anunciar o aumento do Pis/Cofins e a retomada da Cide, ambos encargos que recaem sobre combustíveis. O Confaz não esclareceu por que subiu o preço de referência duas vezes num intervalo curto de tempo. Esses preços são bem mais baixos que os cobrados do consumidor na bomba de gasolina.

Após algumas reuniões Sindicato dos Comerciários X Sindlojas da Bahia chegam a acordo

  • 10 Fev 2015
  • 17:42h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Ficou estabelecido o novo piso da categoria de R$ 804,00 para os empregados com mais de 03 meses consecutivos na mesma empresa, que exerçam as funções de office-boy, faxineiro, carregador, copeiro, vigia, empacotador, entregador, servente; e R$ 814,00 para os demais empregados que exerçam qualquer outra função, com mais de 03 meses consecutivos na mesma empresa. Para os empregados que recebam acima do piso da categoria ficou estabelecido um aumento de 7% sobre o salário base de janeiro/2014. Não houve alterações nas clausulas já acordadas nas convenções anteriores.A Convenção Coletiva de trabalho vigora de 1º de Janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2015, mantida a data base para o dia 1 de janeiro, abrangendo os empregados no comercio em geral, farmácia, mercearia, supermercado, Loja de material de Construção, concessionária de veículos, varejo, atacado, conveniência e etc. Aproveitamos para informar que a segunda feira de carnaval é feriado devido à comemoração do dia do comerciário transferido do dia 30 de outubro para a segunda de carnaval, e a terça-feira é feriado nacional, retornando as atividades comerciais na quarta-feira de cinzas.

Anatel reduz preço de chamadas de fixo para móvel entre 12% e 22%

  • 06 Fev 2015
  • 06:50h

(Foto: Reprodução)

O preço das chamadas de telefones fixos para móveis terá uma pequena redução, no caso dos planos básicos oferecidos pelas concessionárias – Oi, Telefônica, Embratel, CTBC e Sercomtel. O ajuste é consequência direta da diminuição da tarifa de interconexão – medida aprovada pela Anatel ainda em 2013. As quedas variam entre 12% a 22%, a depender do tipo de chamada. A maior redução, de 22%, será aplicada nas ligações locais (dentro da cidade) de fixos para celulares. Na longa distância para o mesmo DDD - exemplo: São Paulo capital e outra cidade que use o DDD 11, como Garulhos, a tarifa ficará 14% menor. A redução será de 12% quando para um DDD diferente da origem (De São Paulo (11) para o Rio de Janeiro (21) ou de Brasília (61) para Minas Gerais(31). O impacto varia em cada uma das concessionárias.

Micro e pequenas empresas tem até a próxima sexta para aderir ao Simples Nacional

  • 24 Jan 2015
  • 18:07h

(Foto: Reprodução)

As micro e pequenas empresas que queiram alterar o regime de tributação ao qual estão submetidas para aderir ao Simples Nacional têm até a próxima sexta-feira (30/01) para fazer a mudança. Segundo informações da Agência Brasil, se o pedido for aceito, a adesão ao Simples retroagirá ao dia 1º de janeiro. Os empresários que perderem o prazo, só poderão fazer a migração no início de 2016. O Simples Nacional é um regime simplificado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos, destinado às micro e pequenas empresas. “Se essa empresa paga 5% de Imposto sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) fora do Simples Nacional, é vantajoso ele trocar se forem destinados 13% em salário ou pro labore(remuneração dos sócios) na conta. Ou seja, para cada R$ 100 de faturamento, ser forem destinados R$ 13, no caso. A partir daí, o Simples se torna mais vantajoso quanto maior for a mão de obra empregada”, explica o secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), Silas Santiago.

Brumado Urgente dá dicas para economizar na compra do material escolar

  • 06 Jan 2015
  • 08:17h

(Foto: Reprodução)

Muitas escolas da Bahia estão para retomar as suas atividades, dando início ao ano letivo de 2015. Uma boa notícia para os pais foi divulgada ontem pela Procuradoria de Defesa ao Consumidor da Bahia (Procon-BA) que divulgou uma lista de itens que estão proibidos de constar nas tradicionais listas que são fornecidas pelas escolas. Ainda assim, o material escolar é o custo obrigatório que costuma pesar e, muito, no bolso dos pais, ainda mais quando são mais de dois filhos. Mas um bom planejamento financeiro, pode fazer essa despesa alcançar um desconto de até 50%.  De acordo com especialistas da área não há grandes dificuldades para reduzir os gastos com o material educativo, desde que os pais ou responsáveis pelo aluno saibam se organizar previamente antes das compras. Quando isso não é feito, o maior desembolso é inevitável. Veja dicas: 

RECICLAGEM
Para pagar menos, adquirindo os mesmos produtos, Domingos propõe uma brincadeira com os filhos, como primeiro passo para eliminar despesas. “Proponha uma brincadeira com a criança, ao procurar pela casa todos os materiais que ele utilizou no ano anterior. Essa é uma forma de saber, já no primeiro momento, o que pode ser reaproveitado. O objetivo da brincadeira é fazer a lista de materiais diminuir, e já neste primeiro instante é possível economizar 20% do que seria desembolsado normalmente”, avaliou ele. 


As orientações posteriores são no ato da compra de materiais propriamente dita. Neste momento, um recurso que pode auxiliar os pais, de modo geral, são as compras coletivas, feitas no atacado. Mas, para quem prefere adquirir os materiais individualmente, as pesquisas de preço feitas previamente pela internet são fundamentais. Dessa forma, será possível sair de casa sabendo o valor médio dos produtos, e quais são os locais com mais possibilidade de ofertas.


“Uma forma de não perder tanto tempo procurando é dirigir-se aos locais nos quais há mais estabelecimentos especializados nos segmentos de produtos escolares, tal como as papelarias. Quando há mais lojas, certamente existe mais ofertas, pois elas concorrem entre si para conquistar o cliente”, explicou o terapeuta financeiro, aconselhando a nunca comprar o material sem conferir o preço deste nos outros estabelecimentos, e, se possível, evitar levar um filho pequeno ao ato da compra, para que ele não influencie nas escolha dos pais, ao pedir um produto mais caro.


Além disso, ser direto e prático com o vendedor na hora de fazer o pedido é outra boa forma de economizar tempo. “Quando estiver na loja, seja sincero e explique ao vendedor de forma clara o que você precisa, buscando sempre a melhor opção de pagamento. Sempre pergunte quanto aquele produto custa à vista? Isso proporcionará bons descontos. Se tiver que pagar a prazo, veja se as parcelas caberão no orçamento mensal”, aconselhou. 


Pais devem pesquisar o melhor preço

Muitas vezes ignorado, o diálogo familiar pode ser uma ferramenta para o filho que quer o caderno ou caneta mais “descolada”. Materiais personalizados – com desenhos de heróis ou filmes, por exemplo – geralmente custam mais do que os materiais sem estampas. “Um conselho é conversar com o filho e mostrar a ele, de maneira simples, que este dinheiro a ser economizado com a compra de um produto comum pode ser revertido em algo para o proveito dele mesmo, como um jogo de videogame, um dia de recreação em um parque temático, ou outras formas de lazer”, sugeriu. 


Porém, se há mais facilidade para comprar canetas, lápis, hidrocores, cartolinas e cadernos, os livros didáticos, costumam dar mais trabalho aos pais, pois, geralmente são os itens mais caros da lista. Neste sentido, o melhor a se fazer é buscar contato com outros pais, cujos filhos já passaram por aquela etapa, e que estão se desfazendo dos exemplares antigos. 


Mas, existe um fator preponderante para que todos os outros deem certo: a antecipação. “A maior parte das instituições de ensino dão início ao ano letivo em fevereiro. Portanto, é fundamental para os pais que fazem questão da economia já começarem seu planejamento ainda na primeira quinzena de janeiro. A grande maioria dos consumidores deixa as compras para última hora, e o que acontece é previsível: a demanda aumenta e o produto, em menor quantidade, ficará mais caro. Ou seja: não será possível escolher, e muito menos economizar”, alertou Domingos. 


Procon-Ba proibe 61 itens

Ontem, 5, o Procon-BA divulgou uma lista exemplificativa com 61 itens que não podem constar na relação de material escolar exigidos pelas instituições de ensino. As listas, que são elaboradas pelas escolas e repassadas aos pais e responsáveis dos alunos durante o período de matrícula, devem exigir apenas itens de uso individual e que serão utilizados conforme o projeto didático-pedagógico de cada instituição.


“O Procon-BA alerta também aos pais que as instituições de ensino não podem fazer exigências no que se refere a marcas e modelos de produtos, nem tampouco podem direcionar os consumidores para que adquiram o material escolar em determinados estabelecimentos comerciais, sob pena de configurarem práticas abusivas no mercado de consumo”, ressaltou o Superintendente do órgão, Ricardo Maurício Freire Soares.  


Neste sentido, os itens de uso coletivo, a exemplo de materiais de limpeza e de uso administrativo, são da responsabilidade única da escola, visto que o valor desses produtos já está inserido no custo das mensalidades escolares.


Dentre os materiais que integram a lista estão o álcool, o algodão, o papel higiênico, grampeador e grampos, giz branco e colorido, flanelas, pratos e copos descartáveis, fita durex, piloto para quadro branco, entre outros. A relação completa dos materiais vetados está disponível no Facebook, através do perfil oficial do órgão.  

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Lojas começam a discriminar impostos na nota fiscal

  • Agência Brasil
  • 04 Jan 2015
  • 10:55h

Lojas devem informar ao consumidor o valor dos impostos (Foto: Reprodução)

Válida desde quinta-feira (1°), a nova regra determinando discriminação na nota fiscal ou em local visível dos impostos incidentes sobre os produtos já é cumprida por estabelecimentos comerciais. O consumidor final deve ter a informação dos tributos em termos percentuais ou em valores aproximados. A reportagem da Agência Brasil percorreu lojas de um shopping da capital federal neste sábado (3) para ver como estava a aplicação da norma. Em uma loja de joias, a vendedora Elika Alquimim informou que a discriminação dos impostos começou a vir nas notas fiscais há algum tempo. Ela acredita que o departamento contábil tenha cuidado da alteração. "A gente não soube como foi, começou a vir automaticamente. Teve um cliente que se espantou. Ele perguntou 'isso tudo eu pago de imposto?", contou a funcionária. Em uma ótica, a gerente Flávia Oliveira de Luna contou que a empresa pediu à contabilidade para calcular o percentual de impostos incidente em cada produto. "Eu sei que para a lente é um, para a armação do óculos é outro. Parece que muda até de acordo com a região", comentou. Para ela, a alteração é benéfica. "O cliente fica mais satisfeito, porque sabe o que está pagando", acredita. O gerente de uma conhecida rede de produtos eletrônicos informou que as notas emitidas pela empresa já trazem o imposto discriminado, mas preferiu não se identificar. Em duas lojas de roupas, funcionários e gerentes disseram não ter conhecimento da nova exigência. A agente administrativa Joana Pereira, 51 anos, não sabia que as lojas agora são obrigadas a informar os impostos incidentes sobre os produtos. Informada sobre a nova regra, ela procurou a nota fiscal fornecida por uma loja de roupas e descobriu que, de R$ 45,90 da compra, R$ 5,51 foram relativos ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Se não fosse o imposto, eu teria pago cerca de R$ 40. Eu acho a mudança positiva. Com certeza é ótimo a gente saber pelo que está pagando.