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Confiança do Consumidor sobe 7,2 pontos em um ano

  • 24 Abr 2018
  • 16:00h

Mesmo com o recuo de 2,6 pontos de março para abril deste ano, o que fez com que o indicador caísse de 92 pontos para 89,4 pontos, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) aumentou 7,2 pontos em um ano (abril de 2017/abril de 2018) e se manteve positivo em médias móveis trimestrais. A informação do divulgada hoje (24), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Segundo os dados, tanto as avaliações sobre a situação atual como as expectativas em relação aos próximos meses pioraram. O Índice de Situação Atual (ISA) caiu 2,3 pontos, indo para 76,3 pontos e o Índice de Expectativas (IE) recuo 2,5 pontos, indo de 101,5 para 99 pontos. A queda de março para abril, segundo a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Seda Bittencourt, decorre do menor otimismo dos consumidores em relação à situação econômica. “A queda da confiança em abril é uma devolução de mais da metade da alta do mês anterior. Consumidores de todas as classes de renda se sentem menos otimistas em relação à situação econômica nos próximos meses, influenciados, em parte, pela redução das suas expectativas sobre o mercado de trabalho”, disse a economista.

Conta de luz: Reajuste médio de 16,85% na energia elétrica entra em vigor

  • 24 Abr 2018
  • 08:00h

O reajuste médio de 16,95% da tarifa de energia elétrica na Bahia, divulgado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na última terça-feira (17), passa a vigorar neste domingo (22). De acordo com a Coelba, para os clientes de baixa tensão, onde estão incluídos os clientes residenciais, a variação média será de 17,27%. Já os consumidores atendidos em alta tensão, clientes industriais e comerciais de médio e grande porte, terão as contas reajustadas em 16,17%.

Mercado reduz pela quarta vez a projeção de crescimento da economia

  • 23 Abr 2018
  • 18:00h

O mercado financeiro reduziu, pela quarta vez seguida, a projeção para o crescimento da economia este ano. De acordo com a pesquisa do Banco Central (BC) a instituições financeiras, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez, passou de 2,76% para 2,75%. Há quatro semanas, a estimativa estava em 2,89%. Para 2019, a expectativa permanece em 3% há 12 semanas seguidas. Os dados constam do Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central às segundas-feiras. Já a estimativa para a inflação subiu, após dez semanas consecutivas de redução. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) passou de 3,48% para 3,49%. A projeção segue abaixo do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. Para 2019, a estimativa para a inflação foi ajustada de 4,07% para 4%, abaixo do centro da meta (4,25%). Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Quando o Comitê de Política Monetária do BC (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. De acordo com a previsão do mercado financeiro, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano.

Prévia da inflação oficial fica em 0,21% em abril, aponta IBGE

  • 22 Abr 2018
  • 18:00h

Foto: Reprodução/ EPTV

índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, acelerou de 0,10% em março para 0,21% em abril, conforme divulgado nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta foi puxada pelos reajustes nos preços dos planos de saúde e medicamentos. Segundo o IBGE, a alta na passagem de março para abril foi influenciada pelo grupo que inclui itens de saúde e de cuidados pessoais. Ele teve a maior variação entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, de 0,69%, e foi que mais impactou no resultado geral. Os reajustes nos preços dos planos de saúde (1,06%) e dos remédios (0,63%) exerceram as principais pressões para o aumento dos preços deste grupo. Apesar da alta, o IBGE destacou que a taxa de 0,21% foi a mesma registrada em abril do ano passado e a menor para o mês desde 2006, quando ficou em 0,17%. Além disso, ressaltou que a variação acumulada no ano ficou em 1,08% em abril, o que representa o menor nível para os quatro primeiros meses do ano desde a implantação do Plano Real, em 1994. O acumulado dos últimos doze meses permaneceu em 2,80%, igual ao dos 12 meses imediatamente anteriores. A previsão do mercado para a inflação em 2018 passou de 3,53% para 3,48% na semana passada. Foi a décima primeira queda seguida no indicador. O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta central que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. Entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%. Dos nove grupos pesquisados, somente Comunicação apresentou queda de preços de março para abril.

União Europeia embarga 20 frigoríficos de frango do Brasil

  • 20 Abr 2018
  • 12:00h

A União Europeia (UE) anunciou nesta quinta-feira (18) que vai descredenciar 20 plantas exportadoras da lista de empresas brasileiras autorizadas a vender carne de frango e outros produtos para os países que compõem o bloco econômico formado por 28 países. A informação foi confirmada pela Agência EFE. Ao todo, unidades de nove empresas serão afetadas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A medida foi tomada depois da detecção de deficiências no sistema de controle do Brasil sobre esses frigoríficos. A restrição será aplicada 15 dias depois da publicação no Diário Oficial da UE, o que ainda não ocorreu. Ao tomar conhecimento da decisão, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que cumpre agenda em Campo Mourão (PR), afirmou que o governo federal vai abrir painel na Organização Mundial do Comércio (OMC) para recorrer da medida. “Nossa reclamação é que a Comunidade Europeia diz que é uma questão de saúde, mas se o Brasil pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandar tudo como carne in natura, entra sem nenhum problema. Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou, segundo nota do Ministério da Agricultura. O painel na OMC, de acordo com o ministro, servirá para dirimir o protecionismo de mercado pelo bloco europeu. “Estamos sendo penalizados. Há uma proteção de mercado que a gente não quer mais aceitar. Vamos brigar pelo espaço conforme o mercado mundial preconiza, que deve ser livre entre os países.” O impacto da medida é considerável. De acordo com informações da ABPA, também confirmadas por Blairo Maggi, as unidades afetadas pelo embargo respondem por cerca de 30% a 35% da produção de frangos exportada para a União Europeia. A associação, que reúne as principais empresas produtoras de proteína animal do país, divulgou nota em que considera a decisão tomada pelos estados europeus como "infundada" e uma "medida protecionista que não se ampara em riscos sanitários ou de saúde pública".  "A decisão tomada hoje pela Comunidade Europeia é desproporcional e inconsistente diante das regras estabelecidas pelo Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC)", diz um trecho da nota da ABPA.  O Brasil é o segundo maior produtor de carne de frango do planeta, perdendo apenas para os Estados Unidos, mas ocupa a primeira posição entre os maiores exportadores do produto, com mais de 4,3 milhões de toneladas embarcadas e receitas anuais de US$ 7,2 bilhões, segundo a ABPA. A União Europeia é responsável por 7,3% do frango vendido pelo país ao exterior, em toneladas, e corresponde a uma receita total de US$ 775 milhões (11% do total), segundo dados de 2017.  

Petrobras anuncia alta de 0,35% para o diesel; preço da gasolina fica estável

  • 19 Abr 2018
  • 18:00h

A Petrobras anunciou que, com o reajuste que entrará em vigor na sexta-feira, 20, o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias será mantido na média atual de R$ 1,7199. Já o valor médio nacional do litro do diesel A subiu para R$ 1,9822, 0,35% maior que o de R$ 1,9752. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho de 2017. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Caixa reduz para 9% ao ano taxa de juros do crédito imobiliário

  • 16 Abr 2018
  • 16:00h

A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (16) redução das taxas de juros do crédito imobiliário e aumento do percentual do valor do imóvel financiado. As taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). As taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do SFH, e de 12,25% 11,25%, no SFI. Segundo o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário. “O objetivo da redução é oferecer melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, destacou, em nota. A última redução de juros feita pela Caixa ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do SFI.

Prazo para saque do abono salarial ano-base 2016 termina em 29 de junho

  • 16 Abr 2018
  • 14:00h

Trabalhadores com direito ao abono salarial ano-base 2016 têm até o dia 29 de junho deste ano para sacar o beneficio. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mais de 21,7 milhões de trabalhadores já realizaram os saques, que totalizaram R$ 16,1 bilhões. Ainda há mais de R$ 2 bilhões disponíveis para serem pagos a 2,7 milhões de pessoas. O Abono Salarial ano-base PIS/Pasep exercício 2017/2018 começou a ser pago em 27 de julho de 2017 e já foi acessado por 88,9% do total de trabalhadores com direito ao saque. O valor do beneficio é proporcional à quantidade de meses trabalhados em 2016 e varia de R$ 80 a R$ 954. Os recursos que não forem retirados até o prazo final vão voltar para Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e serão usados para o pagamento do Seguro-Desemprego e do Abono Salarial do próximo ano. Para ter direito ao abono salarial ano-base 2016, é preciso ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias naquele ano, ter remuneração média de até dois salários mínimos no período, estar inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e ter os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Para saber se tem direito ao benefício, é possível fazer uma consulta ao site do Ministério do Trabalho com o número do PIS ou do CPF e a data de nascimento. Também é possível obter informações nas agências bancárias ou ligando para o Alô Trabalho, 158. As ligações são gratuitas de telefone fixo em todo o país. Trabalhadores da iniciativa privada fazem o saque pela Caixa, enquanto os servidores públicos recebem pelo Banco do Brasil. A Caixa Econômica Federal fornece a informação aos beneficiários do PIS também pelo telefone 0800-726 02 07. O Banco do Brasil atende os beneficiários do Pasep no número 0800-729 00 01.

Dólar volta a ultrapassar R$ 3,42 e fecha no maior valor em 16 meses

  • 15 Abr 2018
  • 18:00h

Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no maior valor em 16 meses. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (13) vendido a R$ 3,426, com alta de R$ 0,018 (+0,53%). A cotação está no maior valor desde 5 de dezembro de 2016 (R$ 3,429). Esse foi o segundo dia seguido de alta do dólar, que começou a sexta-feira com pequena queda, mas inverteu a tendência no início da tarde e passou a subir. A divisa encerrou a semana com valorização de 1,72%. No mercado de ações, o dia foi de queda. O Índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 1,3%, fechando aos 84.334 pontos. O indicador interrompeu uma sequência de três dias de alta. Em meio à instabilidade do cenário político brasileiro, o mercado financeiro está influenciado por turbulências externas. Além das desavenças comerciais entre Estados Unidos e China, o agravamento do conflito na Síria, com a possibilidade de uma intervenção militar conjunta de potências ocidentais, aumentou a volatilidade nas negociações.

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.002 para o próximo ano

  • 13 Abr 2018
  • 13:00h

Pela primeira vez, o valor do salário mínimo ultrapassará R$ 1 mil. O governo propôs salário mínimo de R$ 1.002 para o próximo ano, o que representa alta de 5% em relação ao atual (R$ 954). O valor consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, apresentado hoje (12) pelos ministros do Planejamento, Esteves Colnago, e da Fazenda, Eduardo Guardia. Em 2019, a fórmula atual de reajuste será aplicada pela última vez. Pela regra, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de dois anos anteriores. Em 2017, o PIB cresceu 1%. Para a estimativa de inflação, o governo considerou a previsão de 4% para o índice de inflação que consta do Boletim Focus, pesquisa com mais de 100 instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central. A LDO define os parâmetros e as metas fiscais para a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Pela legislação, o governo deve enviar o projeto até 15 de abril de cada ano. Caso o Congresso não consiga aprovar a LDO até o fim do semestre, o projeto passa a trancar a pauta.

Mesmo com redução de 3,4%, safra de grãos é segundo recorde no país

  • 10 Abr 2018
  • 18:00h

Foto: Agência Brasil

A colheita de grãos da safra 2017/2018 deverá ser a segunda maior do país, com uma produção de 229,5 milhões de toneladas. Os números estão no 7º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado hoje (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o órgão, apesar da queda de 3,4% em comparação à safra passada, que chegou a 237,7 milhões de toneladas, o número é ainda bastante elevado se considerada a média de produção no Brasil em condições atmosféricas normais. Segundo o superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Aroldo Antônio de Oliveira Neto, a produção do milho é responsável pela redução total da safra. “Estamos em um processo de plantio do milho segunda safra, em uma janela mais curta, porque houve atraso de plantio da primeira safra. Isso faz com que o produtor reduza o pacote tecnológico para reduzir o risco [de perdas financeiras]”, disse, explicando o motivo pelo qual a produtividade do milho segunda safra é sempre menor. Também houve aumento da área plantada de soja, sendo estimado em 3,5% em relação ao ano passado, atingindo 35,1 milhões de hectares. A consequência é a redução da área plantada de milho, na primeira safra, 7,7% menor que a safra anterior (a menor área semeada desde 1976/77), e na segunda safra, redução de 5,6%. Como o milho tem maior produtividade que a soja, isso também leva a uma redução total da produção de grãos. A soja deve alcançar 114,9 milhões de toneladas, sendo 0,8% superior à safra passada. Com a proximidade do fim da colheita do milho primeira safra, a produção se confirma na casa dos 25,6 milhões de toneladas, 16% inferior à safra passada, segundo a Conab. Já o milho segunda safra, com a redução de 562,6 mil hectares em relação à safra passada, resulta em estimativa de produção de 63,02 milhões de toneladas, retração de 6,5% em relação à safra anterior. Por Agência Brasil.

Petrobras reduz o preço do gás de cozinha às distribuidoras

  • 05 Abr 2018
  • 08:00h

O preço do gás de cozinha, o GLP, foi reduzido pela Petrobras às distribuidoras. O botijão de 13 quilos (kg) foi reajustado para baixo em R$ 1,03, passando de R$ 23,16 para R$ 22,13. A redução passa a valer a partir desta quinta-feira (5), mas não leva em consideração os tributos e a margem de lucro na comercialização do produto. Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas filiadas à entidade foram comunicadas nesta quarta-feira (4) sobre os novos valores para os botijões de até 13 kg. “A redução oscilará entre 5,1% e 3,7%, de acordo com o polo de suprimento. Pelos cálculos do Sindigás, o ajuste anunciado deixa o preço praticado pela Petrobras para as embalagens de até 13 kg aproximadamente 2,2% acima do preço paridade internacional”, informa o sindicato. A Petrobras explicou, em sua página na internet, que o preço de venda às distribuidoras não é o único determinante do preço final ao consumidor. “Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final, que incorpora impostos e repasses dos demais agentes do setor de comercialização, como distribuidores e revendedores”. Por Agência Brasil.

Prévia da inflação oficial fica em 0,10% em março, aponta IBGE

  • 23 Mar 2018
  • 18:00h

O índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial, caiu de 0,38% em fevereiropara 0,10% em março, conforme divulgado nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, esta foi a menor taxa do indicador para um mês de março desde 2000, quando ficou em 0,09%. A queda em relação ao mês anterior foi puxada pela tarifas de telefone fixo, que sofreram redução de 0,94% em função da redução nas tarifas das ligações locais e interurbanas de fixo para móvel em vigor desde 25 de fevereiro. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, dois sofreram deflação em março: alimentação e bebidas, que caiu 0,07%, e Comunicação, com queda de 0,19% puxada sobretudo pelas tarifas de telefone fixo. A maior alta de preços foi observada no grupo de Saúde e cuidados pessoais, que avançou 0,54%. A pressão neste grupo, segundo o IBGE, partiu do reajuste em planos de saúde (1,06%). O grupo dos alimentos, que responde por cerca de 1/4 das despesas das famílias, registrou queda de -0,07%, puxada pela redução de 0,29% da alimentação no domicílio. Segundo o IBGE, vários produtos alimentícios tiveram deflação na passagem de fevereiro para março. Os maiores destaques foram as carnes, com redução de 0,66%, e do tomate, que caiu 5%.

Boletos acima de R$ 800 poderão ser pagos em qualquer banco

  • 16 Mar 2018
  • 15:00h

Boletos de cobrança com valor a partir de R$ 800 poderão ser pagos em qualquer banco a partir do dia 24 de março, sem erros nos cálculos de multas e encargos.O novo sistema de liquidação para os boletos bancários foi desenvolvido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em parceria com a rede bancária. O novo sistema permite a identificação do emissor e do pagador, com a indicação do CNPJ/CPF, o que facilita o rastreamento de pagamentos e redução das fraudes, fonte de preocupação permanente para todo o sistema bancário. O sistema ainda reduz a inconsistência de dados e evita pagamento em duplicidade. A informação é do site Gazeta do Povo.

Petrobras eleva preços de diesel e gasolina nas refinarias a partir de hoje (12)

  • 12 Mar 2018
  • 18:00h

A Petrobras elevará os preços do diesel em 1,6% e os da gasolina em 1,7% nas refinarias a partir de terça-feira, de acordo com comunicado no site da estatal. Com os reajustes, a cotação do diesel, combustível mais consumido no país, irá a 1,7583 real por litro, enquanto a da gasolina subirá para 1,5608 real por litro.