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Após semana com preço estável, Petrobras volta a baixar gasolina

  • 23 Jul 2018
  • 12:02h

Foto: Brumado Urgente

A Petrobras anunciou a redução de 0,94% no preço da gasolina comercializada em suas refinarias. A partir de amanhã, o combustível passará a custar R$ 1,9426 por litro. A estatal mantinha o preço do litro da gasolina em R$ 1,9611 desde o dia 18 de julho. Depois de chegar a R$ 2,0527 por litro no dia 12 de julho, o combustível teve quatro reduções de preço e voltou a um patamar semelhante ao registrado em 30 de junho, quando era comercializado a R$ 1,9486. Apesar disso, os valores diminuidos não devem ir diretamente ao bolso do consumidor, já que as oscilações de valores tem sido constantes, os postos de combustiveis tem mantido uma base de preço em relação a um determinado período. Em Brumado, o preço, em média tem sido de R$4,94. 

Equipe econômica reduz para 1,6% previsão de crescimento do PIB

  • 21 Jul 2018
  • 16:04h

A greve dos caminhoneiros e a demora na recuperação econômica fizeram a equipe econômica reduzir a estimativa de crescimento da economia para este ano. Segundo o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado hoje (20) pelo Ministério do Planejamento, a estimativa caiu de 2,5% para 1,6%. A estimativa de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentou de 3,4% para 4,2%. De acordo com a equipe econômica, a alta do dólar e o impacto da paralisação dos caminhoneiros contribuíram para aumentar a projeção de inflação oficial. Divulgado a cada dois meses, o Relatório de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento para o restante do ano. Apesar de o documento ser de autoria do Ministério do Planejamento, os parâmetros para a economia são elaborados pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Para 2019, a estimativa para o crescimento econômico de 2019 caiu de 3,3% para 2,5%, disse o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Fábio Kanczuk. Segundo ele, a queda de 0,9 ponto percentual na projeção para o PIB de 2018 deve-se a três motivos: 0,2 ponto deve-se à greve dos caminhoneiros, 0,35 ponto deve-se à diminuição da liquidez internacional decorrente da perspectiva de aumento de juros nos Estados Unidos e 0,35 ponto restante tem origem no agravamento das incertezas internas. O secretário disse que alguns indicadores de junho, como consumo de papelão e de energia elétrica, mostram que a economia está se recuperando na margem (em relação a maio), apesar de a previsão para o ano inteiro ter sido reduzida. "Na margem, estamos observando uma melhoria. É sinal de que o governo fazendo trabalho fiscal e reduzindo incerteza, podemos ter números melhores para o ano que vem", declarou. A estimativa da Fazenda coincide com a do Banco Central (BC). No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho, o BC reduziu de 2,6% para 1,6% a estimativa de crescimento para o PIB em 2018. A previsão da equipe econômica, no entanto, está mais otimista que a do mercado financeiro. Na última edição do Boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a projeção de crescimento dos analistas de mercado caiu de 1,53% para 1,5% este ano. A previsão para o IPCA também coincide com a do último Relatório de Inflação do BC,que aponta que o índice fechará o ano em 4,2%. A projeção está próxima da estimativa do mercado financeiro. Na edição mais recente do Boletim Focus, os analistas projetam inflação oficial de 4,15%.

Preço da gasolina sobe após seis semanas seguidas de queda

  • 21 Jul 2018
  • 09:09h

Foto: Brumado Urgente

Nesta sexta-feira (20), a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) divulgou que o preço da gasolina nas bombas subiu após seis semanas consecutivas de queda. Já o valor médio do diesel para o consumidor final caiu. Segundo a ANP, o preço da gasolina subiu 0,13% na semana, para R$ 4,50 por litro, em média. Já o custo do diesel nas bombas teve queda de 0,23% na semana, para R$ 3,38. De acordo com a publicação, no mesmo período, a Petrobras baixou o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,04, ou cerca de 1,8%, seguindo sua política de reajuste de preços com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. De acordo com a empresa, as decisões de subir ou baixar os preços nas refinarias dependem de fatores como o câmbio e o preço do barril de petróleo. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. Já o valor do diesel permanece congelado nas refinarias, conforme acordo feito para encerrar a greve dos caminhoneiros. Desde o dia anterior ao início dos protestos, o preço médio do diesel calculado pela ANP recuou R$ 0,21 até agora – ainda abaixo dos R$ 0,46 previstos pelo governo no acordo feito com os caminhoneiros para encerrar a greve. No ano, o preço médio da gasolina calculado pela ANP já acumula alta de 9,7% - uma variação bem maior que a inflação esperada para o ano, de 4,15%. Já o diesel tem alta acumulada de 1,6%. A ANP divulga semanalmente o preço médio por litro do diesel nos postos, com dados coletados em 459 municípios pesquisados. Os valores representam uma média calculada pela ANP. Os preços, portanto, variam de acordo com a região pesquisada. Na passada, o preço do etanol caiu 1,17%, para R$ 2,775, em média. Foi a sexta semana seguida de queda. Em 2018, o preço médio do etanol já caiu 4,7%. Da mesma maneira como ocorre com a gasolina e o diesel, o valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Já o preço do botijão de gás de cozinha ficou quase estável, com recuo de 0,01% na semana, para a média de R$ 68,68. No ano, há alta acumulada de 1,9%. As informações são do G1. 

Gratuidade de energia pode gerar impacto de R$ 742 milhões por ano

  • 15 Jul 2018
  • 18:00h

Foto: Ilustrativa

A gratuidade do pagamento da conta de luz para as famílias de baixa renda que consomem até 70 quilowatts-hora por mês pode gerar um impacto de R$ 742 milhões por ano, com aumento de 0,5% na conta de luz dos consumidores, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A isenção foi incluída por meio de emenda na Câmara dos Deputados a projeto de lei que viabiliza a privatização de seis distribuidoras de energia elétrica da Eletrobras na Região Norte. O projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Michel Temer para ter validade. A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) já tem a tarifa social. Caso a medida seja aprovada, os gastos por ano com a medida subirão de R$ 2,28 bilhões para R$ 3,02 bilhões. Atualmente, a tarifa social de energia estabelece descontos ao consumidor de baixa renda cadastrado no valor de 65% no consumo registrado de até 30 kWh/mês; de 40% na faixa de 31 kWh até 100 kWh/mês; e de 10% na faixa de 101 kWh até 220 kWh/mês. A isenção no pagamento, atualmente, atinge apenas índios e quilombolas. Outra emenda aprovada permite a pequenas centrais hidrelétricas com pelo menos uma unidade geradora (turbina) em funcionamento terem seu prazo de autorização contado a partir da operação comercial dessa unidade, exceto as que tiverem penalidade pela Aneel quanto ao cronograma de implantação. A Aneel informou que ainda está avaliando o impacto dessa emenda.

IBGE estima redução de 5,3% na safra de grãos deste ano

  • 10 Jul 2018
  • 17:00h

A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2018 com uma redução de 5,3% na comparação com a produção do ano passado. Segundo estimativa de junho do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), devem ser produzidos 227,9 milhões de toneladas de grãos no país este ano, 0,1% ou 230 mil toneladas abaixo do estimado em maio. Das três principais lavouras de grãos do país, apenas a soja deverá ter alta em relação a 2017, de 1,2%. As outras duas devem sofrer queda, de acordo com o IBGE: arroz, 7,2%, e milho, 15,9%. Assim como a soja, os demais cereais, leguminosas e oleaginosas pesquisados deverão ter alta na produção deste ano: caroço de algodão (23%), amendoim 1a safra (2%), amendoim 2a safra (14%), feijão 1a safra (3,1%), feijão 2a safra (3,2%), feijão 3a safra (1,8%), mamona (108,1%), aveia (23,7%), centeio (11,4%), cevada (49,2%), girassol (39,8%), trigo (33,6%) e triticale (9,6%).

Mercado financeiro aumenta projeção para a inflação pela oitava vez

  • 09 Jul 2018
  • 18:00h

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram pela oitava semana seguida a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 4,03% para 4,17%, neste ano. A informação consta da pesquisa Focus, publicação elaborada todas as semanas pelo BC, com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Essas estimativas estão abaixo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Neste ano, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a previsão é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente 6,5% ao ano. Para as instituições financeiras, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o final de 2018. Para 2019, a expectativa é aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Endividamento das famílias caiu em junho, divulga CNC

  • Agência Brasil
  • 05 Jul 2018
  • 18:00h

Foto: Ilustrativa

O ritmo mais lento de recuperação na economia levou o percentual de famílias endividadas a cair pelo terceiro mês consecutivo, informou hoje (5) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Os dados divulgados mostram que 58,6% das famílias tinham pelo menos uma dívida em junho, percentual que era de 59,1% em maio e de 59,4% em junho do ano passado. Das 18 mil pessoas ouvidas na pesquisa em todas as capitais do país, 13,4% declararam estar muito endividadas. A maior parte das dívidas continua sendo o cartão de crédito, responsável por 76,3% dos casos. Carnês são 15,2% dos casos e financiamento de carro, outros 11,2%.  A economista Marianne Hanson, da CNC, aponta que os consumidores estão mais cautelosos em contratar novos empréstimos e financiamentos, o que é reflexo da recuperação mais lenta na economia.  O percentual de famílias com dívidas e contas em atraso também caiu, de 24,2% em maio para 23,7% em junho. O movimento foi parecido com o de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso. O percentual desse grupo caiu de 9,9% em maio para 9,4% em junho.  Em junho do ano passado, 10,1% das famílias haviam declarado que permaneceriam inadimplentes, com suas contas em atraso, um patamar maior que o verificado neste ano. Apesar disso, o tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 63,6 dias em junho de 2018, acima dos 62,8 no mesmo período do ano passado. Entre as pessoas endividadas, 20,2% declararam ter mais da metade de sua renda comprometida com o pagamento de dívidas.

Aumento de 4,4% no preço do gás de cozinha começa a valer hoje

  • 05 Jul 2018
  • 09:00h

Foto: Brumado Urgente

A Petrobras anunciou, nesta quarta-feira (04), que aumentou em média 4,4% na refinaria o preço do gás de cozinha, referente a um botijão de 13 quilos de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). O novo preço, sem tributos, será de R$ 23,10 na refinaria. No acumulado do ano, o GLP 13 quilos acumula uma queda de 5,2% em relação a dezembro de 2017, informou a estatal. Os novos preços entraram em vigor à meia-noite desta quinta-feira (05). Pelo levantamento de preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos ao consumidor no Brasil é de R$ 68,28, sendo o maior preço de R$ 115 e o menor de R$ 50. O aumento é parte na regra de reajuste trimestral, adotada pela Petrobras após reclamaçõe sobre o preço do gás junto à estatal. O gás de cozinha começou a ter reajuste trimestral em janeiro deste ano, “para suavizar os repasses da volatilidade dos preços ocorridos no mercado internacional para o preço doméstico”, disse a Petrobras na época. Em nota no seu site, a empresa apontou como motivos para o aumento do preço o ajuste à alta da cotação internacional do GLP, que subiu 22,9% entre março e junho, período em que a desvalorização do real frente ao dólar foi de 16%. Segundo a Petrobras, o impacto ao consumidor brasileiro seria maior do que o concedido, mas foi diluído pela combinação entre o período de nove meses usado como base para o cálculo do preço, conforme definido na metodologia anunciada em janeiro, e do mecanismo de compensação que permitirá que eventuais diferenças entre os preços praticados ao longo do ano e o preço internacional sejam ajustadas ao longo do ano seguinte, conciliando a redução da volatilidade dos preços com os resultados da Petrobras.

Preço do diesel cai abaixo do valor prometido pelo governo

  • 26 Jun 2018
  • 18:00h

Foto: Ilustrativa

O preço médio do litro do combustível recuou R$ 0,43 nas últimas três semanas. O valor é abaixo dos R$ 0,46 prometidos pelo governo de Michel Temer para encerrar a greve dos caminhoneiros.  O valor do diesel, segundo levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), reduziu de R$ 3,828 para R$ 3,397 nas bombas. De acordo com informações do G1, o preço médio caiu R$ 0,03 na última semana. No acumulado do ano, o preço do diesel nas bombas tem alta de R$ 0,07 até a última semana.

Preço médio da gasolina cai pela terceira semana no país, diz ANP

  • 26 Jun 2018
  • 11:20h

Foto: Brumado Urgente

O preço médio da gasolina nos postos de combustíveis brasileiros caiu pela terceira semana consecutiva. Na semana encerrada em 23 de junho, o preço médio ficou em R$ 4,538 por litro, ou seja, 0,74% mais barato do que na semana anterior (R$ 4,572). A informação foi divulgada hoje, no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desde a semana encerrada em 2 de junho, quando foi registrada a última alta, o combustível acumula queda de preço de 1,65%.

Desconto do diesel não chega na bomba em nenhum Estado

  • 21 Jun 2018
  • 15:00h

Um mês após o início das paralisações dos caminhoneiros, o corte no preço do diesel nas bombas ainda é pouco maior do que um terço do prometido pelo governo em acordo para por fim à paralisação. O Ministério da Justiça promete intensificar as fiscalizações, mas diz que sem colaboração dos Estados não será possível chegar aos R$ 0,46 por litro. Até agora, apenas sete estados reduziram o preço de referência utilizado para a cobrança de ICMS sobre o diesel: Alagoas, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia e São Paulo. O Rio aumentou o valor, mas reduziu a alíquota do imposto de 18% para 12%. "Sem baixar o ICMS, não chega aos R$ 0,46, infelizmente", diz Ana Carolina Caram, diretora do DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça). "Essa é uma decisão dos governadores e não do presidente da República. A gente não pode fazer nada." De acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o preço do diesel caiu em média R$ 0,16 por litro entre a semana anterior à greve, encerrada no dia 19, e a semana passada. Em nenhum Estado o corte chegou perto dos R$ 0,46 prometidos por Temer aos caminhoneiros. Caram disse que não poderia comentar a pesquisa, devido à especificidades de cada Estado, como a carga tributária. Mas disse que 3.330 postos já foram autuados por falta de informações sobre os preços praticados antes da subvenção e de repasses do desconto ao consumidor. Os revendedores terão um prazo para se defender, em processos administrativos movidos pelos Procons estaduais. A multa pode chegar a R$ 9,4 milhões. A DPDC abriu um canal para denúncias no WhatsApp. Todos os postos têm que indicar o preço vigente no dia 21 de maio, data de referência para o cálculo do repasse. A pesquisa mensal de preços da agência mostra que as distribuidoras baixaram seus preços, em média, em apenas R$ 0,13 por litro desde a semana encerrada em 19 de maio. Os postos encolheram as margens em R$ 0,03 por litro.  Procurada, a Plural, entidade que representa as maiores distribuidoras do país, reforçou o discurso de que o repasse integral vai depender da redução do ICMS pelos Estados. A ANP diz que a fiscalização está a cargo dos Procons, mas que está colaborando no esforço. Nesta quarta (20), a diretora do DPDC se reuniu com representantes dos Procons estaduais para avaliar medidas de reforço na fiscalização. O governo estima que a subvenção ao preço do diesel vai custar R$ 13,6 bilhões —incluindo subsídio a produtores e importadores e isenção de impostos federais. O esforço de fiscalização quer impedir que parte desse valor seja abocanhado pelas margens de lucros das empresas do setor. "Seria vantagem excessiva, prática abusiva de mercado e isso vai ser coibido de forma incisiva", diz Caram.

Preço de gasolina é reduzido em 0,53% nas refinarias

  • 20 Jun 2018
  • 17:00h

O preço da gasolina nas refinarias sofrerá redução de 0,53%. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (20) pela Petrobras. O litro passará a ser de R$ 1,8941. O novo valor começa a valer a partir desta quinta (21). A estatal já realizou 9 reduções e 2 aumentos no custo durante o mês de junho. A variação ocorre por conta da nova política de preços da empresa, adotada desde julho do ano passado. O combustível pode sofrer reajuste e reduções diárias.

Com bandeira vermelha, conta de luz deve ficar mais cara até dezembro

  • 20 Jun 2018
  • 14:00h

Foto: Divulgação

O consumidor deve preparar o bolso porque a conta de luz vai ficar mais cara nos próximos meses, reflexo das previsões de menos chuvas na região dos reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de geração de energia do país. Com isso, entra em vigor a chamada bandeira vermelha – mecanismo criado para sinalizar ao cliente eventuais reduções na oferta de energia. A bandeira tarifária vermelha nível 2, que já foi acionada em junho, acrescenta 5 reais às contas de luz a cada 100 kilowatts-hora consumidos. “Significa dizer que haverá um adicional de 1,5% no valor da tarifa”, calcula Guilherme Medeiros, responsável pela regulação e tarifas da Thymos Energia. De acordo com ele, o acréscimo deve ser pago pelos consumidores até novembro, quando começam as chuvas e as cobranças tendem a voltar para a bandeira verde. “Nós esperamos que a bandeira vermelha 2 continue até o fim do ano”, diz relatório do banco UBS. “Existe um certo consenso. Vários agentes de mercado estão indo nessa linha, até novembro com bandeira vermelha, por uma questão principalmente de hidrologia. Apesar de a carga não estar crescendo como se esperava, a hidrologia está ficando bem abaixo da média”, disse o presidente da comercializadora Copel Energia, Franklin Miguel. O sistema de bandeiras – verde, amarela, vermelha 1 e vermelha 2 – é usado para indicar o patamar tarifário da conta de luz. Exceto pela verde, na qual não há cobrança extra, a tarifa fica mais cara na vigência das demais. A medida é uma forma de compensar o acionamento das usinas termoelétricas, cuja operação é mais cara, em momentos em que os reservatórios estão em níveis baixos.

Frete tabelado pode tirar R$ 53 bi da economia

  • 19 Jun 2018
  • 18:00h

A alta de custos com o tabelamento do frete será da ordem de R$ 53,2 bilhões sobre o conjunto da economia, mais do que o País tem investido, por ano, em infraestrutura. Isso deve provocar uma elevação de 0,92 ponto porcentual na taxa de inflação e reduzir a massa salarial real em R$ 20,7 bilhões. As estimativas constam de petição da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) enviada ao Supremo Tribunal Federal. As duas entidades, que respondem por pelo menos 80% da comercialização de soja do País, pediram para entrar como parte interessada na Ação Declaratória de Inconstitucionalidade movida pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil contra o tabelamento do frete. O processo é relatado pelo ministro Luiz Fux, que marcou para quarta-feira, 20, uma audiência preliminar sobre o caso. Outras entidades, como a NTC Logística, a Associação Nacional para Difusão de Adubos e a Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga também pediram inclusão no processo. "O valor representa a receita que aumenta para os transportadores e caminhoneiros e que sai do resto da economia", disse o presidente da Abiove, André Nassar.

Saques do PIS/Pasep colocarão R$ 34,3 bilhões na economia

  • 18 Jun 2018
  • 18:00h

A partir de hoje (18), os brasileiros com mais de 57 anos, que são titulares de contas inativas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), poderão sacar esses recursos. Entre os dias 14 e 28 de setembro, a autorização será ampliada para todas as idades, diferentemente do que ocorria até então, quando o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completasse 70 anos, se aposentasse, tivesse doença grave ou invalidez ou fosse herdeiro de titular da conta. A mudança da regra ocorreu na última semana, quando o presidente Michel Temer assinou decreto que amplia as possibilidades de saque até o dia 28 de setembro. A estratégia do governo é impulsionar a economia, seguindo o modelo adotado na liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que representaram cerca de R$ 43 bilhões em movimentação. Pelas contas do governo, 28,7 milhões de pessoas serão beneficiadas. Em cifras, são R$ 34,3 bilhões disponíveis para saque no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. Isto porque 3,6 milhões de pessoas já resgataram R$ 5 bilhões em recursos dos dois programas.