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Brumado: Governo libera saque do PIS/Pasep para trabalhadores de todas as idades

  • 14 Ago 2018
  • 09:07h

(Foto: Reprodução)

Os trabalhadores de todas as idades que tiverem direito a cotas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) já podem sacar o benefício. O governo federal liberou a retirada a partir desta terça-feira (14) até o dia 28 de setembro.Segundo informações da Agência Brasil, desde o dia 8 de agosto, o crédito está sendo feito automaticamente para correntistas da Caixa e do Banco do Brasil. Agora, todas as pessoas poderão sacar seus recursos corrigidos. Mas quem perder esse prazo, só poderá receber as quantias dos dois fundos nos casos previstos pela Lei 13.677/2018. Para ter direito ao saque, a pessoa deve ter trabalhado com carteira assinada antes da Constituição de 1988. Essas cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores que foram criadas entre 1971, ano de criação do PIS/Pasep, e 1998, quando foi promulgada a Constituição. Assim, para conferir o saldo e confirmar se tem direito ao benefício, o trabalhador deve consultar os sites do PIS e do Pasep. No primeiro caso, os cotistas que tiverem o Cartão Cidadão também podem contatar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição. Já no caso do Pasep, a outra opção de consulta deve ser feita através do Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Bancos liberam novo pagamento de cotas PIS/PASEP esta semana

  • 13 Ago 2018
  • 12:52h

(Foto: Reprodução)

Na terça-feira (14), a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BB) começarão a liberar as cotas do PIS/Pasep para pessoas de todas as idades, que trabalharam formalmente de 1971 a 1988. Os trabalhadores da iniciativa privada que quiserem saber se têm algo a receber devem consultar a páginawww.caixa.gov.br/cotaspis. O banco responde somente pelas cotas do PIS. No caso de servidores públicos, que fazem jus ao Pasep pago pelo Banco do Brasil, a verificação pode ser feita em www.bb.com.br/pasep. O dinheiro estará disponível nas agências bancárias. Será preciso apresentar um documento de identidade com foto.

Prazo para agendar revisão de benefícios do INSS termina nesta segunda-feira (13)

  • 13 Ago 2018
  • 09:07h

Termina nesta segunda-feira (13) o prazo para agendar a perícia de revisão do auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Nesta etapa, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) convocou 178.935 pessoas para a revisão. Quem não agendar, pode ter o pagamento do benefício suspenso. A partir da suspensão, o beneficiário tem até 60 dias para marcar o exame. Se não procurar o INSS neste prazo, o benefício será cancelado. Quem marcar a perícia e não comparecer também perde o benefício.O agendamento da perícia é obrigatório para todos os convocados e deve ser feito pelo telefone 135.  Ao ligar, tenha em mãos o número do CPF (ou do PIS/Pasep) do segurado, o número do benefício, documentos pessoais (como RG), além de papel e caneta para fazer anotações.

Governo federal vai propor adiamento de reajuste de servidores para 2020

  • 11 Ago 2018
  • 17:09h

Foto: Ilustrativa

O presidente Michel Temer vai encampar a recomendação do Ministério do Planejamento segundo a qual não é possível dar aumento salarial ao funcionalismo em 2019. A sugestão de suspender o aumento, que beneficia diferentes categorias, foi levada ao presidente pelo ministro do Planejamento, Esteves Colnago. Segundo a Agência Brasil, o Palácio do Planalto já recebeu a proposta, que deverá ser transformada em Medida Provisória (MP). A medida será enviada em breve ao Congresso. A decisão final sobre o adiamento do reajuste para 2020 caberá ao Legislativo. Com o orçamento apertado, o governo sustenta que haverá cortes bilionários nos programas sociais no ano que vem se não houver a suspensão do aumento, previsto para ser pago em janeiro, quando o novo presidente já terá assumido o cargo. A medida acarretaria uma economia de até R$ 11 bilhões no orçamento de 2019, considerando todos os servidores, entre civis e militares. Se o reajuste for adiado apenas para os civis, o impacto seria de R$ 6,9 bilhões, informou o Planejamento. A previsão é que as despesas com pessoal da União em 2019, como salários e encargos, seja de R$ 322 bilhões. O ministro do Planejamento já informou, em entrevista recente, que, se o presidente concordasse com o adiamento do reajuste, uma proposição deveria ser enviada ao Legislativo antes do projeto do Orçamento de 2019, conhecido como Lei Orçamentária Anual (LOA 2019). Conforme a legislação, o governo precisa enviar até 31 de agosto a peça orçamentária para o ano seguinte. O governo também já decidiu que irá esperar o Congresso se posicionar sobre a proposta de aumento de 16% nos salários do Judiciário, apresentada nesta quinta-feira (9) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme antecipou a Agência Brasil, o reajuste irá onerar a folha de pagamento do Executivo em R$ 243 milhões. Se considerado o "efeito cascata" nos demais poderes e também nas unidades da Federação, as despesas podem aumentar em até R$ 4 bilhões, segundo projeções de técnicos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Somente no Judiciário, o impacto seria de R$ 717 milhões ao ano. Nesta sexta-feira, o Ministério Público Federal (MPF) também anunciou a mesma proposta de reajuste para procuradores.

Volume de vendas no varejo recua 0,3% de maio para junho

  • Agência Brasil
  • 10 Ago 2018
  • 17:09h

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro caiu 0,3% em junho deste ano, na comparação com o mês anterior. É a segunda queda consecutiva do indicador, que já havia recuado 1,2% em maio. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, o volume de vendas caiu 0,1% na média móvel trimestral, mas apresentou altas de 1,5% na comparação com junho de 2017, de 2,9% no acumulado do ano e de 3,6% no acumulado de 12 meses.  Na passagem de maio para junho, a queda foi provocada pelos setores de supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-3,5%), que interrompeu trajetória de dois meses em alta, e de combustíveis e lubrificantes (-1,9%), que registrou o segundo recuo seguido. Os cinco dos oito segmentos do comércio varejista tiveram alta no período, com destaque para móveis e eletrodomésticos (4,6%), equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (4,1%). Também cresceram os setores de outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,6%), tecidos, vestuário e calçados (1,7%) e artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (0,9%). O segmento de livros, jornais e papelaria manteve, em junho, o mesmo volume de vendas de maio. O varejo ampliado, que inclui também os segmentos de veículos, motos e peças e de materiais de construção, cresceu 2,5% de maio para junho, devido a altas de 16% no setor de veículos e de 11,6% nos materiais de construção. O setor também cresceu na comparação com junho de 2017 (3,7%), no acumulado do ano (5,8%) e no acumulado de 12 meses (6,7%). A receita nominal do comércio varejista apresentou alta 0,6% na comparação com maio, de 5,4% na comparação com junho de 2017, de 4,1% no acumulado do ano e de 3,4% no acumulado de 12 meses. A receita nominal do varejo ampliado também avançou nos quatro tipos de comparação: 3,4% em relação a maio, 6,7% em relação a junho do ano passado, 6,6% no acumulado do ano e 6,1% no acumulado de 12 meses

Juros do cartão de crédito rotativo estão mais altos

  • Agência Brasil
  • 04 Ago 2018
  • 16:02h

As concessões do rotativo do cartão de crédito representaram cerca de 10% dos empréstimos liberados pelas instituições financeiras, em junho. Clientes devem ficar atentos à taxa de juros desse tipo de crédito, que subiu, em junho para quem que paga em dia pelo menos o mínimo da fatura, após entrar em vigor a regra que proíbe cobrar juros diferentes para adimplentes e inadimplentes. Se for considerada outra modalidade com taxa de juros alta, o cheque especial, sobe para 30,5% o percentual das concessões dos bancos, para pessoas físicas no crédito rotativo (cartão de crédito e cheque especial), em junho. “É um volume muito grande em linhas tão caras”, disse o diretor de Economia da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira. Para Oliveira, o uso dessas modalidades de crédito indica que o endividamento das famílias ainda está alto. “São linhas mais fáceis, pré-aprovadas. Os consumidores continuam usando mal o cartão e os bancos cobram taxas muito altas. Muita gente não olha a taxa de juros e isso custa muito caro”, destacou. A atenção tem que ser redobrada no caso do rotativo oferecido por financeiras ou por lojas, que costumam cobrar juros mais altos no rotativo. De acordo com ranking do Banco Central (BC), o custo médio do rotativo para consumidores adimplentes variou de 45,97% a 791,16% ao ano, entre as instituições financeiras, no período de cinco dias úteis encerrados em 18 de julho. Entre os cinco maiores bancos do país (Banco do Brasil, Caixa, Itaú-Unibanco, Bradesco e Santander), a taxa vai de 168,8% a 297,46% ao ano, nesse período. Segundo o BC, as taxas de juros diferem entre clientes de uma mesma instituição financeira e variam de acordo com fatores de risco envolvidos nas operações, como o valor, o histórico e a situação cadastral de cada cliente e o prazo da operação. Em junho, o consumidor adimplente (regular) pagou taxa média de 261,1% ao ano, com aumento de 18,1 pontos percentuais em relação a maio. Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) caiu 32,8 pontos percentuais, chegando a 313,3% ao ano. Ao divulgar o relatório sobre crédito de junho, no final do mês passado, o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, informou, sem citar os nomes, que duas instituições financeiras elevaram os juros do rotativo regular, o que aumentou a taxa média de todos os bancos pesquisados pelo BC. Os juros subiram mesmo com taxa básica de juros, a Selic, no menor nível histórico (6,5% ao ano) e inadimplência em queda. Rocha afirmou que o mercado é livre para definir os juros. “Estamos tratando aqui do mercado de crédito de taxas livres. É um mercado competitivo em que as taxas são fixadas pelas próprias instituições”, disse Rocha. Em junho, o total de concessões de crédito livre (empréstimos em que os bancos têm autonomia para aplicar dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros) para pessoas físicas chegou a R$ 150,8 bilhões. Desse total, R$ 15,260 bilhões foram do rotativo do cartão de crédito. A maior parte das concessões do rotativo é do crédito não regular: R$ 8,833 bilhões. No caso do cheque especial, as concessões chegaram a R$ 30,721 bilhões. A taxa do cheque especial chegou a 304,9% ao ano, em junho. O rotativo do cartão é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Desde junho, clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passaram a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Até a nova regra entrar em vigor, quem não pagava pelo menos o valor mínimo da fatura em dia caía na modalidade de rotativo não regular, com taxa de juros mais cara que a cobrada dos clientes adimplentes (regulares). Pela nova regra, a taxa de juros do rotativo passa a ser única, tanto para inadimplentes quanto para adimplentes. Mas as instituições podem cobrar multa e juros de mora, por atraso, como ocorre em qualquer outra operação de crédito, no caso de inadimplência.

Inflação para famílias com renda mais baixa cai para 0,25% em julho

  • 03 Ago 2018
  • 14:03h

O Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação da cesta de compras para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou 0,25% em julho. A taxa é menor que a junho: 1,52%. A informação foi divulgada hoje (3) pela Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro. Apesar disso, a inflação para famílias com renda mais baixa ficou acima da constatada pelo Índice de Preços ao Consumidor–Brasil (IPC-BR), que mede a variação de preços para todas as faixas de renda e que foi de 0,17% em julho. O IPC-C1 acumula 3,29% no ano e 3,53% em 12 meses. Em 12 meses, o indicador teve taxa menor que a registrada pelo IPC-BR (4,22%). Seis das oito classes de despesa que compõem o IPC-C1 tiveram queda na taxa de junho para julho, em especial o grupo alimentação, que passou de uma inflação de 2,31% em junho para uma deflação (queda de preços) de 0,45%. Outros grupos com queda foram habitação (de 2,36% para 1,4%), transportes (de 0,73% para -0,05%), vestuário (de 0,27% para -0,64%), educação, leitura e recreação (de 0,51% para 0,28%) e despesas diversas (de 0,23% para 0,16%). Ao mesmo tempo, dois grupos tiveram aumento na inflação: comunicação (de 0,15% para 0,29%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,15% para 0,20%).

Percentual de famílias com dívidas sobe pela primeira vez no ano

  • 02 Ago 2018
  • 20:09h

Foto: Ilustrativa

O percentual das famílias endividadas no Brasil cresceu 1 ponto em julho, quando passou de 58,6% para 59,6% de junho para julho. Foi a primeira alta do ano. Os dados constam da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (2), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar da alta entre junho e julho, o indicador fechou em queda na comparação anual porque, em julho do ano passado, ele atingiu 60,2% - índice 0,6 ponto percentual menor. A avaliação da economista da CNC Marianne Hanson, é que “o crescimento de junho para julho no percentual de famílias endividadas foi pontual, uma vez que o indicador permaneceu em patamar inferior ao do ano passado, refletindo ritmo menor de recuperação do consumo das famílias e maior cautela na contratação de novos empréstimos e financiamentos”. (Da Agência Brasil)

Após tombo em maio, produção industrial tem alta de 13,1% em junho, aponta IBGE

  • 02 Ago 2018
  • 18:01h

Foto: Divulgação

A indústria brasileira avançou 13,1% em junho frente a maio, na série com ajuste sazonal, eliminando as perdas provocadas pela greve dos caminhoneiros no mês anterior, divulgou nesta quinta-feira (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta foi a maior alta da série histórica, iniciada em 2002, destacou o IBGE. O resultado, entretanto, veio abaixo das expectativas. Economistas ouvidos pela Reuters esperavam, na média, alta de 14,1% na variação mensal. Em maio, a indústria tinha registrado um tombo de dois dígitos na comparação com abril, a maior queda desde dezembro de 2008. O IBGE revisou o resultado de maio, de uma queda de 10,9% para um tombo de 11%., quando a paralisação de caminhoneiros levou desabastecimento a empresas e residências de todo o país, além de perdas para a agricultura. Na comparação com junho de 2017, a indústria cresceu 3,5% em junho de 2018. No acumulado em 12 meses, a alta é de 3,2%, ante 3% no acumulado em 12 meses até maio, indicando retomada da trajetória de recuperação do setor. O ritmo, porém, segue abaixo do registrado nos 12 meses encerrados em abril, quando o avanço foi de 3,9%. No fechamento do 2º trimestre, o avanço é de 1,7% na comparação com a mesma etapa do ano passado. Já na comparação com o 1º trimestre, a indústria apresentou queda de 2,5%, após alta de 0,3% no 1º trimestre contra o 4º trimestre de 2017.

Número de pessoas que não trabalham nem procuram vaga é recorde, aponta IBGE

  • 31 Jul 2018
  • 18:02h

O número de pessoas que não trabalham e nem procuram emprego bateu recorde no país. Apesar da taxa de desemprego ter desacelerado no segundo trimestre do ano, o contingente fora da força de trabalho chegou a 65,6 milhões, alta de 1,2% sobre o período anterior e o mais alto da série histórica do IBGE, informou o órgão nesta terça-feira (31). A taxa oficial de desemprego do país ficou em 12,4% no segundo trimestre. O resultado representa queda em relação ao verificado no primeiro do ano, quando a taxa foi 13,1%. Na comparação dos três meses encerrados em junho com igual período do ano passado, o emprego caiu também. Na ocasião, a taxa esteve em 13%. O contingente de desocupados, que são as pessoas que estão sem emprego, mas em busca de oportunidade, somou 12,9 milhões no segundo trimestre deste ano. O indicador registrou queda frente ao apurado no trimestre encerrado em março, quando 13,6 milhões estavam nessa condição. No total, 723 mil pessoas deixaram a fila do emprego na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano. Já o número de ocupados, que são pessoas que de fato estão em algum emprego, somou 91,2 milhões em junho, alta de 0,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Na passagem dos trimestres, 675 mil vagas foram geradas no país. A queda no emprego está baseada em movimento que tem se repedido no mercado de trabalho brasileiro. O aumento de vagas registrado no período esteve baseado principalmente na geração de vagas informais. O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada atingiu o menor nível da série histórica iniciada em 2012, ao registrar contingente de 32,8 milhões de pessoas. Já o contingente de pessoas no setor privado sem carteira assinada somou 10,9 milhões. Na passagem do trimestre encerrado em março para o trimestre encerrado em junho, 276 mil pessoas passaram a trabalhar sem carteira. No mesmo período, 113 mil pessoas passaram a trabalhar por conta própria.  O aumento do número de pessoas fora da força de trabalho – que são as pessoas em idade para trabalhar mas que não estão procurando emprego – também fez cair a taxa de desemprego. Na passagem dos trimestres, 774 mil pessoas ficaram fora da força, num contingente que somou 65,6 milhões no período. Parte das pessoas fora da força de trabalho estão nessa condição em razão do desalento, que é quando a pessoa desiste de procurar emprego depois de tentar se inserir no mercado sem sucesso.  O contingente de pessoas fora da força atingiu o maior nível da série histórica, iniciada em 2012.

Bandeira tarifária seguirá no patamar mais caro em agosto, informa Aneel

  • 28 Jul 2018
  • 18:03h

Foto: Ilustrativa

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (27) que manterá no mês de agosto a bandeira tarifária no patamar dois da cor vermelha, o mais caro. Isso significa que, para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos, haverá cobrança extra de R$ 5 na conta de luz. Agosto será o terceiro mês seguido com a bandeira tarifária no patamar mais caro. A cobrança extra de R$ 5 para cada 100 kWh começou em junho – em maio, a bandeira tarifária estava na cor amarela, cuja cobrança extra é de R$ 1 para cada 100 kWh.

Censo mostra aumento da área destinada à agricultura no país

  • Agência Brasil
  • 26 Jul 2018
  • 18:04h

O número de estabelecimentos agropecuários no Brasil caiu 2% no ano passado em relação a 2006, passando de 5,17 milhões para 5,07 milhões. Já a área total teve uma expansão de 5%, passando de 333,6 milhões de hectares para 350,2 milhões de hectares. Esse aumento corresponde a uma área de 16,5 milhões de hectares, quase o tamanho do estado do Acre. Os dados são preliminares, e fazem parte do Censo Agropecuário 2017, divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Censo Agro 2017, com informações mais detalhadas será divulgado somente em julho de 2019. O coordenador técnico do censo, Antonio Carlos Florido, ressaltou que a entrada desses 16,5 milhões de hectares de áreas novas no processo produtivo, ou que estavam paralisadas e voltaram a produzir, foi identificada em grande parte no Pará e no Mato Grosso. De todas as regiões brasileiras, somente o Nordeste apresentou redução do número e da área dos estabelecimentos agropecuários, com perda de 131.565 estabelecimentos e de 9.901.808 hectares. Em contrapartida, o Rio Grande do Sul, apesar de ter queda de 151.971 estabelecimentos, viu a área crescer em 1.082.517 hectares.

Pessimismo entre empresários na Bahia aumenta em junho, mostra indicador

  • 25 Jul 2018
  • 19:04h

Foto: Ilustrativa

O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), índice que avalia as expectativas das entidades representativas do setor produtivo do estado, apresentou um quadro de maior pessimismo em junho, comparando com o mês anterior. O ICEB marcou -118 pontos no mês de junho, o que representa uma queda de 65 pontos em relação ao registrado em maio (-53 pontos). O número mantém expectativa geral do empresariado baiano na zona de Pessimismo Moderado por 22 meses consecutivos. O ICEB é calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A piora do nível de confiança em junho foi refletida todos os quatro grupamentos de atividades: agropecuária, indústria, serviços e comércio. A última vez que ele foi positivo foi em abril de 2013.

União arrecada R$ 110,855 bilhões em junho

  • 24 Jul 2018
  • 20:03h

A União arrecadou R$ 110,855 bilhões em junho, com crescimento real (descontada a inflação) de 2,01% comparado a igual mês do ano passado. É o maior valor para o mês desde 2015 (R$ 113,625 bilhões). No primeiro semestre, a arrecadação chegou a R$ 714,255 bilhões, com expansão de 6,88% em relação a igual período de 2017, informou hoje (24) a Receita Federal. Segundo o órgão, “o resultado pode ser explicado principalmente pela recuperação da atividade” e pelo aumento da arrecadação com programas de regularização tributária. Por outro lado, em junho, a Receita informou que houve influência da greve dos caminhoneiros nos resultados. O mês foi afetado pela queda de 6,67% na produção industrial, na comparação com o mesmo período de 2017, influenciando a arrecadação de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “Essa retração está diretamente relacionada com a paralisação dos caminhoneiros, em maio de 2018”, diz a Receita. Em junho, o IPI registrou queda de 14,28% na comparação com igual mês de 2017.

25% dos brasileiros preferem guardar dinheiro em casa

  • 24 Jul 2018
  • 18:03h

Vai uma, duas, milhares. Dia após dia, o porquinho vai engordando com a moeda que sobra do pão, do troco da passagem de ônibus, dos centavos esquecidos no porta-luvas do carro. Quando está cheio, o seu dono leva-o para o abate. Com a economia é possível investir na educação do filho e ajudar a quem precisa. Economizar é um hábito comum. Mais corriqueiro ainda tem sido guardar dinheiro na própria casa. O percentual de 25% dos poupadores prefere manter o dinheiro embaixo do próprio teto. É o que revela uma pesquisa feita pelo Indicador de Reserva Financeira do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Guardar em casa pode ser arriscado, por questões de segurança, mas quem faz garante: não sente falta no bolso e, no final, consegue tirar uma boa grana. O comerciante Juarez Luiz, 54, conseguiu, por exemplo, no início do ano, pagar a matrícula da filha de 13 anos e comprar todo o material didático. O dinheiro veio das moedinhas no valor de R$ 1 depositadas em um mealheiro que, no final das contas, foi capaz de comportar R$ 2 mil. O problema é que as moedinhas esquecidas no cofre não fazem render o investimento, diferente se fossem aplicadas, por exemplo, em uma conta poupança. Se Juarez optasse por aplicar os R$ 2 mil do seu mealheiro, em um ano, o seu rendimento seria de R$ 120. Embora a prática do cofrinho seja muito comum, depositar dinheiro na poupança ainda é a preferência dos entrevistados. O percentual de 65% pessoas respondeu aos pesquisadores que guardavam o dinheiro na conta. Outros 18% dos brasileiros ouvidos disseram depositar o rico dinheiro  na conta-corrente. Para o educador financeiro e colunista do CORREIO Edísio Freire, deixar o dinheiro no porquinho é fazê-lo desvalorizar, levando em conta as taxas de inflação do país com um histórico nada animador. “Não é apenas por uma questão de não fazer render o dinheiro. A cada mês que fico  com o dinheiro guardado embaixo do colchão, além de não estar ganhando nada com isso, eu estou desvalorizando. Daqui a um ano, o dinheiro que eu tinha hoje, não terá o mesmo valor, o mesmo poder de compra, porque a inflação está aí para desvalorizar a moeda”, explica o educador.