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Seguro-desemprego é corrigido; parcelas vão até R$ 1,8 mil

  • 16 Jan 2020
  • 17:02h

(Foto: Reprodução)

O valor máximo das parcelas do seguro-desemprego passou a ser de R$ 1.813,03 desde o último dia 11. O benefício máximo aumentou em R$ 77,74 em relação ao valor antigo (1.735,29) e será pago aos trabalhadores com salário médio acima de R$ 2.666,29.Os novos valores do seguro-desemprego estão valendo desde a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2019 na semana passada, que ficou em 4,48%.Os valores valem para os benefícios que ainda serão requeridos e também para os que já foram liberados - nesse caso, serão corrigidas as parcelas que faltam e que forem emitidas a partir da entrada em vigor do reajuste.O valor recebido pelo trabalhador demitido depende da média salarial dos últimos três meses anteriores à demissão. No entanto, o valor da parcela não pode ser inferior ao salário mínimo vigente (R$ 1.039). Veja abaixo:

(Foto: Editoria de Arte/G1)

Calendário PIS-Pasep 2019-2020: pagamento de abono salarial para nascidos em janeiro e fevereiro começa nesta quinta

  • 16 Jan 2020
  • 13:09h

(Foto: Reprodução/TV Globo)

Começa a ser pago nesta quinta-feira (16) o abono salarial PIS do calendário 2019-2020, ano-base 2018, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em janeiro e fevereiro. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal. Também será liberado o Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, para quem tem final da inscrição 5. Quem nasceu nos meses de julho a dezembro ou tem número final de inscrição entre 0 e 4 recebeu o benefício ainda no ano de 2019. Já os nascidos entre janeiro e junho e com número de inscrição entre 5 e 9 receberão no primeiro trimestre de 2020. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2020, prazo final para o recebimento. O valor do abono varia de R$ 87 a R$ 1.039, dependendo do período trabalhado formalmente em 2018.

(Foto: Reprodução/DOU)

FGTS: adesão ao saque-aniversário deve ser feita no mês de aniversário do trabalhador

  • 16 Jan 2020
  • 11:05h

(Foto: Reprodução)

Os trabalhadores nascidos em janeiro têm até o fim deste mês para aderir ao saque-aniversário para receber um percentual do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ainda neste ano. Da mesma forma, os beneficiários devem informar sua escolha até o fim do mês de seu aniversário para receber no mesmo ano de adesão. Quem perder o prazo pode fazer a adesão, mas só passará a receber no ano que vem.O saque-aniversário começa em abril deste ano. Por essa modalidade, o trabalhador poderá fazer uma retirada por ano de parte do valor das contas do Fundo de Garantia de acordo com o mês em que nasceu. Veja calendário abaixo:

  • Nascidos em janeiro e fevereiro – saques de abril a junho de 2020;
  • Nascidos em março e abril – saques de maio a julho de 2020;
  • Nascidos em maio e junho – saques de junho a agosto de 2020;
  • Nascidos em julho – saques de julho a setembro de 2020;
  • Nascidos em agosto – saques de agosto a outubro de 2020;
  • Nascidos em setembro – saques de setembro a novembro de 2020;
  • Nascidos em outubro – saques de outubro a dezembro de 2020;
  • Nascidos em novembro – saques de novembro de 2020 a janeiro de 2021;
  • Nascidos em dezembro – saques dezembro de 2020 a fevereiro de 2021;
  • A partir de 2021, o saque ocorrerá no mês do aniversário do trabalhador.

 

Até o dia 14 de janeiro, cerca de 1,8 milhão de pessoas haviam aderido ao saque-aniversário - a adesão começou no dia 1º de outubro do ano passado.O saque-aniversário não tem relação com o saque imediato de até R$ 500 e R$ 998, cujo pagamento vai até o dia 31 de março.O saque-aniversário só valerá para o trabalhador que comunicar à Caixa que quer receber os valores anualmente. Do contrário, ele só poderá sacar o FGTS nas situações previstas em lei, entre elas compra da casa própria, aposentadoria e demissão sem justa causa – veja aqui todas as situações.O trabalhador que optar pelo saque-aniversário continuará a ter direito à multa de 40% em caso de demissão, mas perderá o direito ao saque-rescisão, isto é, não poderá retirar o saldo total de sua conta do FGTS ao ser demitido.Ao optar pelo saque-aniversário, o trabalhador deverá escolher a data em que deseja que o valor seja disponibilizado: no 1º ou no 10º dia do mês de seu aniversário. A diferença é que, ao optar pelo 10º dia, a base de cálculo do valor a receber será acrescida de juros e atualização monetária do mês de saque.Os valores ficam disponíveis para saque por um período de três meses, a contar do primeiro dia útil do mês de nascimento. Por exemplo: se a data de aniversário for dia 10 de março, o trabalhador terá de 1º de março até o último dia útil de maio para efetuar o saque. Caso o trabalhador não saque esse recurso, ele volta automaticamente para a sua conta no FGTS.Em caso de arrependimento, o trabalhador poderá retornar ao saque-rescisão. Mas a migração só ocorrerá dois anos após a data da adesão ao saque-aniversário. Assim, se ele aderir nesta quarta-feira, ele poderá retornar ao saque-rescisão em 15 de janeiro de 2022 e terá direito aos valores depositados na conta no FGTS a partir do fim do período de carência da migração (do 25º mês em diante).Se o trabalhador for demitido enquanto está retirando o saque anual, a conta se torna inativa – o trabalhador não poderá sacar todos os recursos da conta referente àquele emprego, somente o valor da multa rescisória de 40% sobre o valor total da conta. Ou seja, o saque do valor total só será liberado de forma imediata para o trabalhador que for demitido se ele não aderir ao modelo de saque anual.Além disso, se o trabalhador estiver no saque-aniversário e for demitido poderá continuar sacando os valores do FGTS anualmente. E, se optar pelo saque-aniversário, continuará tendo direito à retirada o saldo do FGTS para a casa própria, em caso de doenças graves, de aposentadoria e de falecimento do titular e para as demais hipóteses previstas em lei para o saque.Quem preferir ficar no saque-rescisão e ter direito a sacar o saldo integral em caso de demissão não precisa fazer nada.

Bolsonaro anuncia reajuste, e salário mínimo passará de R$ 1.039 para R$ 1.045 em fevereiro

  • 15 Jan 2020
  • 07:10h

(Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (14) que o governo reajustará o valor do salário mínimo de R$ 1.039 para R$ 1.045. Segundo Bolsonaro, o valor valerá partir de 1º de fevereiro.O anúncio foi feito em uma entrevista coletiva na sede do Ministério da Economia, onde o presidente se reuniu com o ministro Paulo Guedes. Segundo Bolsonaro, o reajuste será feito via medida provisória, ato que tem força de lei imediatamente (leia detalhes mais abaixo). "Uma reunião tranquila, coordenada pelo Paulo Guedes. Tivemos uma inflação atípica em dezembro. Não esperávamos que ela fosse tão alta assim. Foi basicamente da carne, e tínhamos que fazer com que o valor do salário mínimo fosse mantido. Então, ele passa, via medida provisória, de R$ 1.039 para R$ 1.045 a partir de 1º de fevereiro", afirmou o presidente. O objetivo com a medida é evitar perdas inflacionárias. Isso porque, ao fixar o valor do salário mínimo em R$ 1.039, o governo se baseou na projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor do ano passado. O INPC serve de base para o cálculo do salário mínimo. Na semana passada, porém, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o INPC ficou em 4,48%, acima do percentual previsto. Com isso, na prática, o reajuste do mínimo para R$ 1.039 ficou abaixo da inflação. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor do salário mínimo serve de referência para 49 milhões de pessoas. Segundo o ministro Paulo Guedes, o "espírito" do anúncio desta terça-feira é garantir o poder de compra do salário mínimo. "O presidente manteve esse espírito. O presidente já tinha aumentado em R$ 2 em janeiro acima da inflação para pagar justamente um erro cometido no ano passado. A inflação veio um pouco acima também [do esperado] e [o salário mínimo] ficou R$ 2 abaixo no ano inteiro [de 2019]. Para não repetir isso, o presidente falou: 'Vamos já corrigir a partir de fevereiro'", declarou Guedes.

INSS vai convocar 7 mil militares da reserva para reduzir fila de processos, diz governo

  • G1
  • 14 Jan 2020
  • 19:07h

(Foto: Reprodução)

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, anunciou nesta terça-feira (14) que 7 mil militares da reserva vão reforçar o atendimento no INSS. A ideia é que o pacote seja implementado até abril e, com isso, a fila de quase 2 milhões de pedidos represados seja resolvida até setembro.O governo também quer restringir a cessão de servidores do INSS a outros órgãos, e instalar uma força-tarefa para a perícia dos 1.514 servidores que estão afastados do instituto. O anúncio foi feito após reunião do ministro da Economia, Paulo Guedes, com Marinho e a equipe econômica nesta segunda (13). "A ideia é que esses militares possam ingressar no atendimento, nos postos de atendimento, para permitir que os profissionais, que os funcionários do INSS nos ajudem na análise dos documentos, dos processos, e agilizem essa análise", declarou Marinho. Mesmo após setembro, segundo o secretário, não há expectativa de que o estoque de processos pendentes seja zerado por completo. A meta, diz Marinho, é que os casos não fiquem acumulados – ou seja, que o número de novos pedidos seja similar ao número de processos concluídos. "O estoque não será zerado. Você tem 988 mil pedidos que entram todos os meses, não dá para zerar estoque. O que a gente está dizendo é que pretende que todo mês, até setembro, outubro, a gente tenha aí esse número de requerimentos da mesma quantidade que temos capacidade de processar. É isso que a gente quer", explicou. O secretário informou, ainda, que o pacote de ações custará R$ 14,5 milhões por mês. O valor inclui a gratificação dos militares – que, por lei, equivale a 30% adicionais sobre a aposentadoria na reserva. Parte do custo, segundo Marinho, será compensada pela economia do governo com o fim da correção monetária gerada, justamente, por esses atrasos sucessivos. "Consideramos que esse custo será compensado com a correção monetária que o governo deve deixar de pagar com os empoçamentos." Hoje, quase 2 milhões de pedidos de brasileiros aguardam uma resposta do INSS para aposentadorias e outros benefícios, como salário-maternidade e auxílio-doença. Desses, 500 mil estão a espera de documentos que dependem do segurado, mas quase 1,5 milhão estão parados por falha no sistema.

Ministério diz que, se Bolsonaro der aval, mínimo vai para R$ 1.045

  • 14 Jan 2020
  • 17:12h

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (14) que o governo vê uma brecha para reajustar o salário mínimo pelo menos no mesmo índice da inflação de 2019.Inicialmente, o governo fixou o salário mínimo para 2020 no valor de R$ 1.039, o que representou um reajuste de 4,1%. O aumento ficou abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou alta de 4,48% em 2019. O Ministério da Economia informou que, se Bolsonaro autorizar, o valor do mínimo vai para R$ 1.045. Nessa conta entra não só o reajuste pelo INPC, mas também o repasse de resíduos de 2018 (os resíduos são a porcentagem que ficou faltando naquele ano para o mínimo repor o INPC). O presidente afirmou que vai ter uma conversa na parte da tarde com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema. "Vou me reunir com o Paulo Guedes agora à tarde. Eu acho que tem brecha para a gente atender. É porque a inflação de dezembro foi atípica, por causa do preço da carne. Então vai ser duas da tarde, tenho um despacho com o Paulo Guedes para decidir esse assunto", disse Bolsonaro a jornalistas na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada. Em seguida Bolsonaro, foi questionado se a ideia era recompor pelo menos o valor do INPC. O presidente respondeu que sim. "É, a ideia. No mínimo isso aí. Agora, cada R$ 1 no salário mínimo são mais ou menos R$ 300 milhões [de impacto] no Orçamento. A barra é pesada, mas a gente tem que... Apesar de ser pouco o aumento, R$ 4 ou R$ 5, tem que recompor", concluiu. O valor do mínimo inicialmente estipulado pelo governo, de R$ 1.039, foi proposto em uma medida provisória enviada ao Congresso. O valor ficou menor que o INPC porque, ao redigir a MP, no fim de dezembro, o governo usou como base uma previsão para a inflação de 2019, que ainda não estava consolidada. O resultado oficial saiu em janeiro. Uma das possibilidades para viabilizar o reajuste do salário mínimo acima da inflação é o governo propor ao Congresso uma alteração da medida provisória, que ainda não começou a tramitar no Legislativo. Os parlamentares estão de recesso e voltam ao trabalho no início de fevereiro.

Petrobras reduzirá em 3% preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias

  • 13 Jan 2020
  • 16:10h

(Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

A Petrobras reduzirá o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 3% a partir desta terça-feira (14), informou a companhia, após ter mantido os valores de ambos os combustíveis estáveis por semanas.A gasolina não sofria um reajuste desde 1º de dezembro, enquanto o diesel tinha a cotação estável desde 21 de dezembro, quando houve um aumento de 3%. Nos preços da gasolina, houve um aumento de 4% no dia 27 de novembro.A Petrobras tem reiterado que sua política de preços para a gasolina e o diesel segue o princípio da paridade de importação, formada pela cotação internacional dos produtos mais os custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, com impacto também do câmbio, destaca a Reuters.A redução do preço dos combustíveis nas refinarias ocorre após um acomodação dos preços internacionais do petróleo.O petróleo Brent (referência internacional) fechou abaixo dos US$ 65 por barril na sexta-feira (10) e registrou a primeira queda semanal (-5,3%) desde o final de novembro, em patamares inferiores aos registrados antes do início das tensões no Oriente Médio. No dia 6, o preço do barril do tipo Brent chegou a bater US$ 70, valor mais alto desde setembro.Nesta segunda-feira, os preços de referência da commodity caíam cerca de 1% no início da tarde.No dia 3, após os ataques dos Estados Unidos que mataram um comandante militar do Irã e elevaram a tensão no Oriente Médio, a Petrobras divulgou comunicado em que já afirmava que não faria um reajuste imediato nos preços dos combustíveis.A estatal destacou na ocasião que, "de acordo com suas práticas de precificação vigentes", não há periodicidade pré-definida para reajustes dos valores dos combustíveis nas refinarias."Os reajustes estão bem em consonância com o que aconteceu no mercado internacional. As cotações devolveram bastante depois do pico da crise no Oriente Médio, e eles (o mercado) já tiraram praticamente todo o risco do preço do petróleo", afirmou à Reuters o chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva."Na semana passada, a Petrobras já poderia ter reduzido o preço, mas eu acredito que eles esperaram a situação se acalmar, passar o fim de semana, para ver se não haveria nenhum repique na crise lá fora."Em meio a preocupações com os possíveis efeitos de tensões no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis, o governo federal tem estudado alternativas para aliviar repasses de altas do petróleo aos combustíveis.O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse durante na semana passada que o governo avalia utilizar recursos de royalties e participações especiais cobradas sobre a produção de petróleo para compensar eventuais impactos dos preços internacionais nas bombas.O presidente Jair Bolsonaro tem reiterado que seu governo não irá intervir na política de preços da Petrobras.

Com resultado do INPC de dezembro, reajuste do salário mínimo fica abaixo da inflação

  • 11 Jan 2020
  • 16:03h

(Foto: Reprodução)

salário mínimo de R$ 1.039 fixado pelo governo federal para este ano não repõe a inflação do ano passado. Como o mínimo do ano passado de R$ 998 aumentou em 4,1%, o ajuste para 2020 ficou abaixo do Índice Nacional de Preços ao Mercado (INPC) de 2019, de 4,48%, divulgado nesta sexta-feira (10).O INPC serve como base para correção do salário mínimo e é diferente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial e também foi divulgado nesta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, se levada em conta a variação do INPC, o salário mínimo deveria ter chegado pelo menos a R$ 1.042,70 em 2020. Para definir o valor de R$ 1.039, o governo federal usou a previsão do mercado financeiro para o INPC em dezembro do ano passado, que estava em 0,62%. O INPC, no entanto, acabou ficando acima do previsto. (Leia mais abaixo sobre o valor do mínimo e o INPC) A inflação oficial, também anunciada nesta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que:

Bancos e empresas poderão consultar informações do Cadastro Positivo a partir deste sábado

  • 11 Jan 2020
  • 11:09h

(Foto: Reprodução)

A partir deste sábado (11), bancos, comerciantes e empresas que emprestam dinheiro poderão consultar o Cadastro Positivo para decidir se concedem ou não crédito aos clientes.Por enquanto, o mercado poderá consultar cinco tipos de informações sobre o consumidor:

  • nota de crédito (score), utilizada pelas empresas para avaliar a capacidade de pagar o empréstimo;
  • índice de pontualidade de pagamento (quantidade de contas quitadas, vencidas ou canceladas);
  • índice de comportamento de gastos (principais gastos categorizados por tipo de crédito, como cartão, empréstimos, financiamentos, contas de consumo e outros);
  • quantidade de consultas que o CPF do consumidor tem, categorizada por segmento de empresas;
  • histórico consolidado de compromissos assumidos (que inclui valores e datas de pagamento de faturas de cartão de crédito, crediário, financiamentos e empréstimos, por exemplo), desde que tenha havido consentimento do consumidor.

As consultas só poderão ser feitas por empresas nas quais o consumidor buscar crédito.

Não podem ser acessados:

  • quais bens o consumidor comprou;
  • nome da instituição na qual ele tomou empréstimo;
  • informações de saldo em conta corrente ou investimentos.

Essas informações não serão enviadas nem mesmo aos gestores do banco de dados. A Serasa vai permitir os acessos já neste sábado. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) vai disponibilizar as consultas somente a partir da próxima quarta (15).

Fila do INSS: situação deve ser 'absolutamente regularizada' em seis meses, diz presidente

  • 11 Jan 2020
  • 09:09h

(Foto: Murillo Gomes)

O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Renato Vieira, afirmou nesta sexta-feira (10) que espera regularizar a situação do serviço nos próximos seis meses.O serviço não tem dado conta da demanda de requerimentos de benefícios. Hoje, cerca de 1,9 milhão de pedidos de aposentadorias e outros benefícios aguardam uma resposta do INSS há mais de 45 dias, prazo limite considerado normal. Renato Vieira disse não haver como fixar um prazo específico para que essa fila zerada e argumenta haver variáveis que não dependem apenas do instituto. O fluxo de requerimentos de benefícios, por exemplo, pode variar ao longo do ano. "A seguir o atual fluxo, a atual produtividade do INSS, que tem demonstrado resultados positivos, sobretudo no último semestre de 2019, nós esperamos que nos próximos 6 meses a situação esteja absolutamente regularizada", afirmou. Segundo o INSS, 500 mil pedidos aguardam a entrega de documentos complementares pelo segurado. Outros 1,3 milhão estão parados por falha no sistema do instituto. Todos os pedidos estão na mesma fila. Benefícios de assistência ao idoso, por incapacidade, para deficientes de baixa-renda, auxílio-doença, pensão por morte, além das aposentadorias, são ordenados apenas por ordem cronológica. O governo diz que tenta reduzir o estoque de pedidos encalhados, reconhece que isso está muito devagar, e argumenta que a fila única é para evitar o uso político. Em agosto de 2019 chegaram a ser anunciadas medidas para tentar reduzir a espera. Técnicos da Secretaria da Previdência do Ministério da Economia, do INSS e da Dataprev – estatal que processa os dados do INSS –estudam soluções que agilizem o serviço e já estejam adequadas às novas regras previdenciárias. À TV Globo, o secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que as propostas devem ser apresentadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta segunda-feira (13). A expectativa, afirma, é anunciar as medidas na quarta-feira (15). Marinho admite, no entanto, que a fila não será zerada antes de julho. A expectativa do próprio governo era zerar a fila até dezembro do ano passado. Era para o sistema estar pronto para atender à população já dentro das novas regras da previdência. A reforma da Previdência está valendo desde novembro. Com as mudanças nas regras das aposentadoria, a corrida pelo benefício cresceu quase 6% no ano passado na comparação com o ano anterior. O presidente do INSS defende a criação de uma estrutura permanente, que consiga atender à demanda de pedidos e não seja uma solução paliativa. "É importante buscar soluções permanentes e uma delas é a concessão automática de benefícios, é fazer com que o INSS conceda o benefício, analise um requerimento sem qualquer servidor. O próprio sistema faz o cálculo se o cidadão preenche os requisitos e concede o benefício já apresentando o valor que seja devido", explica Vieira. De acordo com o presidente do instituto, no ano passado 800 mil aposentadorias e outros benefícios foram concedidos automaticamente.

Com inflação de 2019, defasagem da tabela do IR chega a 103%, dizem auditores da Receita

  • 10 Jan 2020
  • 17:12h

(Foto: Fernanda Zauli/G1)

Com o resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2019, uma alta de 4,31%, a defasagem da tabela do Imposto de Renda em relação à inflação chegou a 103% e superou a marca dos 100% pela primeira vez, segundo levantamento do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco).Entre 1996 e 2019, período considerado no estudo, a variação do IPCA somou 327,37%, muito superior aos reajustes realizados pelo governo nas faixas de cobrança do tributo, que ficaram em 109,63%. Isso gerou uma defasagem de 103,87% nos valores da tabela. O ano inicial do estudo é 1996 porque foi a partir de quando a tabela começou a ter os valores em reais.Nos últimos 23 anos, em apenas cinco as correções superaram a inflação: 2002, 2005, 2006, 2007 e 2009. A última atualização nos valores da tabela foi feita em 2015.

Com carne mais cara, cesta básica tem alta em 16 capitais em 2019

  • 09 Jan 2020
  • 17:10h

(Foto: Voz Comunicação/Divulgação)

O conjunto de itens da cesta básica subiu em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese) no ano passado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (9).As altas mais expressivas foram observadas em Vitória (23,64%), Goiânia (16,94%) e Recife (15,63%). Na outra ponta, Salvador (4,85%) e Aracaju (-1,89%) registraram os melhores resultados no ano passado.Levando-se em conta apenas o dado de dezembro as maiores altas foram observadas em todas as cidades, com destaque para Goiânia (13,64%), Rio de Janeiro (13,51%) e Belo Horizonte (13,04%).No mês passado, o maior custo da cesta foi apurado no Rio de Janeiro (R$ 516,91), seguido por Florianópolis (R$ 511,70) e São Paulo (R$ 506,50). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 351,97), Salvador (R$ 360,51) e João Pessoa (R$ 373,56).

Destaques de alta

Na análise por produtos, os destaques de alta no ano passado ficaram para a carne bovina de primeira, óleo de soja e feijão.O preço da carne bovina de primeira aumentou 12,05% em Aracaju e 47,45% em Vitória.“Este resultado deveu-se ao alto nível de exportação ao longo de 2019, principalmente para a China. Somou-se a isso, no segundo semestre, entressafra e maior custo de reposição dos bezerros, o que acarretou a elevação expressiva de preços”, informou o Dieese.Já o óleo de soja registrou a maior alta em Vitória (18,77%), Belém (18,51%) e Goiânia (16,13%).Por fim, o preço do feijão avançou em 16 capitais. O tipo carioquinha, pesquisado nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, em Belo Horizonte e São Paulo, registrou aumento de preço em todas as cidades, com destaques para Goiânia (71,31%) e Recife (25,81%).Já o feijão preto, pesquisado nas capitais do Sul, em Vitória e no Rio de Janeiro, acumulou alta de 6,96%, em Curitiba e de 14,26% no Rio de Janeiro.

Cesta x salário mínimo

Com base na cesta mais cara, que, em dezembro, foi a do Rio de Janeiro, o Diesee estima que o salário mínimo deveria ser de R$ 4.342,57 para a manutenção de uma família com quatro pessoas.Em novembro, eram necessários R$ 4.021,39.

Tarifa do gás natural é reduzida pela Bahiagás

  • Bahia Notícias
  • 08 Jan 2020
  • 18:10h

(Foto: Divulgação/Bahiagás)

A Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) realizou, em um intervalo de dois meses, a segunda redução das tarifas do gás natural. Desde o dia 1º de janeiro de 2020, a taxa aplicada no estado está 8,15% menor. O reajuste decorre de um novo regramento de preços, definido no mais recente contrato firmado entre a Bahiagás e a Petrobras. Em decréscimo anterior, realizado em novembro de 2019, o percentual foi de 4,36%, consolidando o equivalente a 7,12% de redução na modalidade GNV (Gás Natural Veicular), utilizado no abastecimento de veículos automotivos.  De acordo com a Bahiagás,  o reajuste da tarifa de GNV é aplicado sobre o valor do energético comercializado pela concessionária aos postos de combustíveis e que cada um deles é livre para definir o preço que praticará aos seus respectivos consumidores, não tendo a companhia, ingerência sobre a definição de tal valor. 

O Irã parece estar recuando e ninguém ficou ferido, diz Trump em discurso

  • 08 Jan 2020
  • 16:14h

(Foto: Reprodução)

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (8) que após os ataques contra bases americanas, o Irã parece estar recuando. Em discurso na Casa Branca, Trump também disse que vai impor novas sanções econômicas ao país do Oriente Médio e que, enquanto estiver no poder, o Irã nunca poderá ter arma nuclear.

Veja o resumo do que Trump falou:

  • Nenhum americano ou iraquiano morreu durante os ataques de terça-feira (7) e os danos foram "mínimos";
  • As forças dos EUA estão "preparadas para tudo";
  • Ele vai impor novas sanções econômicas que vão continuar "até que o Irã mude seu comportamento";
  • Os países que ainda estão no acordo nuclear (Alemanha, China, Reino Unido, Rússia e França) devem abandoná-lo;
  • O Irã é o principal patrocinador de terrorismo no mundo, e a busca por armas nucleares ameaça o mundo civilizado;
  • Enquanto estiver no poder, nunca deixará o Irã possuir armas nucleares;
  • Qassem Soleimani, que os EUA mataram na semana passada, era responsável pelas piores atrocidades cometidas pelo regime iraniano e estava planejando novos ataques quando foi assassinado –"ele [Soleimani] deveria ter sido eliminado há muito tempo";
  • Vai pedir que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) tenha um papel mais ativo no Oriente Médio;
  • Que os EUA aumentaram a sua produção de óleo e gás, que o país é o maior do mundo nesse campo e que não depende mais tanto do Oriente Médio para esses recursos;
  • Os americanos e os iranianos têm um inimigo em comum, o Estado Islâmico, e os dois deveriam trabalhar em conjunto nessa e em outras prioridades

Preço do petróleo tem alta no mercado futuro, após Irã atacar bases dos EUA

  • G1
  • 08 Jan 2020
  • 09:06h

( Foto: AP Photo/Nasser Nasser)

O preço do petróleo subia no mercado futuro na noite desta terça-feira (7), depois que duas bases que abrigam forças americanas e iraquianas foram atingidas por mísseis disparados pelo Irã. O ataque também repercutia no mercado acionário dos EUA. Os principais índices futuros recuavam. Por volta das 22h (horário de Brasília), o petróleo dos Estados Unidos negociado para fevereiro subia mais de 4%, após recuar levemente na sessão regular desta terça. Os três principais índices acionários dos EUA - Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq - perdiam mais de 1% no mercado futuro. No mercado asiático, o mau humor também predominava entre os investidores. O índice Nikkei, do Japão, recuava mais de 2%.O mercado acionário global monitora a tensão entre Estados Unidos e Irã desde o fim da semana passada, depois que um ataque aéreo dos EUA no Iraque matou o comandante militar iraniano Qassem Soleimani, aumentando as preocupações sobre uma escalada nos conflitos no Oriente Médio e o possível impacto das tensões sobre o fornecimento de petróleo.

Impacto no Brasil

A equipe econômica tem monitorado o agravamento da crise entre Irã e Estados Unidos para dimensionar qual pode ser o impacto da alta do preço do petróleo nos combustíveis. Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com integrantes da equipe econômica. Uma das possibilidades em estudo é a criação de um mecanismo de compensação para proteger o mercado interno das variações do petróleo.