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Abono Salarial 2017 chega a R$ 914,1 milhões na Bahia

  • 24 Set 2018
  • 12:14h

Os trabalhadores têm mais de R$ 914,1 milhões do Abono Salarial ano-base 2017 para saque na Bahia. O pagamento do terceiro lote do benefício – para trabalhadores da iniciativa privada nascidos em setembro e para servidores públicos com final de inscrição 2 – começou no dia (13) de setembro. No total, 1,1 milhão de trabalhadores ainda têm direito ao benefício no estado, segundo estimativa do Ministério do Trabalho (MTb). O valor disponível na Bahia é o quinto maior do País e o mais alto da Região Nordeste. Até o final de agosto, nos dois primeiros lotes, foram pagos R$ 182,1 milhões, para 232,8 mil trabalhadores baianos, o que representa 16,62% do total de mais de 1,4 milhão de beneficiários identificados no estado. O calendário dos pagamentos do Abono Salarial ano-base 2017 está disponível no site do Ministério do Trabalho

Nacional – O terceiro lote do Abono Salarial ano-base 2017 prevê o pagamento de R$ 1,4 bilhão para 1,9 milhão de trabalhadores em todo o País. Até o final deste ano, serão liberados os pagamentos para nascidos entre julho e dezembro. O saque para quem nasceu de janeiro a junho será feito no ano que vem. O prazo final para todos os trabalhadores é 28 de junho de 2019. No total, podem ser pagos R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores.

Quem tem direito – Tem direito ao abono salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 – com remuneração mensal média de até dois salários mínimos – e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). A quantia concedida é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de 1/12, e assim sucessivamente Trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726 02 07. Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.

Preço da gasolina bate recorde e chega ao maior valor em dez anos

  • 23 Set 2018
  • 15:50h

O preço da gasolina nos postos brasileiros chega às vésperas da eleição no maior patamar dos últimos dez anos, aumentando a pressão sobre a política de reajustes instituída pela Petrobras durante o governo Michel Temer. Um levantamento feito pelo Bahia Notícias mostra que o estado tem a gasolina mais cara do Nordeste e a sexta mais cara do país (veja aqui). Entre os principais candidatos à Presidência da República, é quase consenso que o modelo deve sofrer algum tipo de mudança. Apenas Jair Bolsonaro (PSL) apresenta em sua proposta uma fórmula parecida com a atual. Nesta semana, a gasolina foi vendida em média no Brasil a R$ 4,65 por litro, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), alta de 0,5% com relação à semana anterior. Desconsiderando picos provocados pelo desabastecimento durante a greve dos caminhoneiros, é o maior valor desde janeiro de 2008 (corrigidos pela inflação), quando a cotação do petróleo se aproximava dos US$ 100 (R$ 400, na cotação atual) por barril. Em junho daquele ano, chegou a bater em US$ 140 por barril (R$ 560). Nesta sexta (21), o petróleo Brent fechou a US$ 78,80 (cerca de R$ 315). Além do efeito da cotação do petróleo, a escalada dos preços em 2018 é fruto da valorização do dólar, uma vez que a política adotada pela Petrobras desde outubro 2016 determina que a venda do combustível no país deve acompanhar o valor do produto importado -o que inclui repassar a variação cambial. No ano, o reajuste acumulado do preço da gasolina nas refinarias da estatal soma 29%, já descontada a inflação do período. Nas bombas, o aumento acumulado é de 10%, também descontada a inflação. Quatro dos cinco candidatos com maiores intenções de votos segundo as pesquisas, defendem mudanças em relação ao modelo atual. A profundidade das mudanças varia, porém, de acordo com o posicionamento econômico das candidaturas. Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB) dizem que, se eleitos, manterão preços alinhados às cotações internacionais, mas propõem instrumentos para suavizar o repasse das variações ao consumidor. "O mercado de petróleo e o câmbio são livres", disse, em nota, a campanha de Marina. "No entanto, a economia interna não deve estar sujeita à tanta volatilidade". Ela propõe a adoção de um sistema de médias móveis, que podem ser trimestrais. Atualmente, a Petrobras usa sistema parecido na definição dos preços do gás de botijão de 13 quilos. A cada três meses, o valor é reajustado com base na variação das cotações internacionais e do câmbio nos doze meses anteriores. Essa metodologia foi adotada após a política anterior levar o preço do botijão às alturas e forçar 1,2 milhão de residências brasileiras a usar lenha e carvão para cozinhar. Em 2018, após três reajustes, o preço do gás nas refinarias acumula queda de 8% em relação ao fim do ano anterior. Alckmin defende reajustes com periodicidade fixa e alíquotas flexíveis para impostos federais e estaduais, medida que dependeria de acordo com os estados. "As alíquotas devem cair quando há alta no preço internacional ou desvalorização da moeda e subir no caso oposto", diz a campanha tucana. Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) propõem mudanças no cálculo dos preços, reduzindo o peso das cotações internacionais e do câmbio. "A política de preços de combustíveis da Petrobras será reorientada", diz o programa de governo do petista. "O mercado brasileiro é aberto a importações, mas isso não significa que o petróleo retirado no Brasil, aqui transportado e refinado, com custo bem menor que o internacional, seja vendido aos brasileiros segundo a nova política de preços da Petrobras do governo Temer", afirma o texto. Em seu programa de governo, Ciro propõe "a estabilidade de preços importantes, como o petróleo, no mercado interno (sempre resguardando a rentabilidade das empresas produtoras desses bens)", mas não dá maiores detalhes. Em entrevistas, o candidato tem dito que o cálculo dos preços deve considerar parcelas dos custos em real, ao invés das cotações internacionais em dólar. Sua campanha não respondeu ao pedido de entrevistas sobre o tema. Já o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, defende em seu programa o alinhamento aos preços internacionais com mecanismos de proteção financeira -conhecidos com hedge- para suavizar as flutuações de curto prazo, proposta parecida ao modelo praticado pela Petrobras hoje. Há duas semanas, a estatal anunciou a possibilidade de segurar os repasses por até 15 dias, usando mecanismos de hedge, que contemplam a compra e venda de contratos futuros de câmbio e combustíveis para se proteger das flutuações. O preço da gasolina em suas refinarias está congelado há dez dias, em uma indicação de que o mecanismo está sendo usado no momento. A empresa, porém, não confirma. Procurada, não quis comentar as propostas de mudança na política de preços. Em reuniões com representantes dos candidatos, porém, executivos da estatal têm defendido que a manutenção de preços alinhados ao mercado internacional é fundamental para o esforço de redução de seu endividamento. Em uma tentativa de blindar a política atual, a gestão da companhia colocou em estatuto no fim de 2017 cláusulas que obrigam o governo a ressarci-la em caso de concessão de subsídios. A avaliação é que, assim, mudanças abruptas terão que passar por assembleia de acionistas.

Brasil gerou em agosto 110,4 mil empregos com carteira assinada

  • 21 Set 2018
  • 20:13h

Ministério do Trabalhoinformou nesta sexta-feira (21) que o Brasil gerou em agosto 110.431 empregos com carteira assinada. Este é o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos.De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ao todo, foram registradas 1,353 milhão de contratações e 1,242 milhão de demissões.No acumulado do ano, segundo o governo, foram criadas 568,5 mil vagas formais. Nesta quinta (20), o presidente Michel Temer já havia publicado uma mensagem no Twitter informando que o Brasil havia gerado mais de 100 mil vagas formais no mês passado. "Fui informado que o país criou mais de 100 mil empregos com carteira asinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação. #Caged", publicou o presidente. Em julho, segundo o governo federal, foram criados 47,3 mil empregosformais e em junho, foram fechadas 661 vagas.

Produção de frangos na Bahia aumenta cerca de 50%, mas perde posição no ranking nacional por causa da greve dos caminhoneiros

  • 21 Set 2018
  • 17:12h

Foto: Reprodução/TV Subaé

A produção de frango na Bahia tem se destacado no cenário nacional. Com 485 granjas e mais de 17 milhões de aves, as regiões do recôncavo e Feira de Santana concentram a maior parte do serviço. O censo agropecuário de 2017, em comparação ao de 2016, mostra que a Bahia aumentou o efetivo de aves em 48,5%, chegando a mais de 31 milhões de cabeças. Porém, o estado perdeu uma posição no ranking nacional, do 10º para o 11º lugar. Os maiores produtores na Bahia são Conceição da Feira (3,433 milhões de cabeças), Barreiras, com (2,149 milhões) e Feira de Santana (2,121 milhões). Esse ano, a produção sofreu uma grande perda durante a greve dos caminhoneiros. De acordo com a Associação Baiana de Avicultura, mais de 200 mil aves morreram de fome porque as empresas ficaram cerca de dez dias sem receber ração.

VLI é eleita a melhor empresa de serviços de transporte do país

  • 15 Set 2018
  • 12:10h

A VLI, empresa de soluções logísticas que integra ferrovias, terminais e portos, foi eleita campeã na categoria “Serviços de Transporte” em ranking desenvolvido pela revista IstoÉ Dinheiro. A cerimônia de premiação, que está em sua décima-quinta edição, aconteceu na noite desta quinta-feira (13), em São Paulo.Primeiro lugar do setor de serviços de transporte, a VLI tem como missão transformar a logística do país. Desde 2014, foram investidos R$ 9 bilhões na ampliação de sua infraestrutura com o objetivo de implantar o conceito de logística integrada, conectando terminal, ferrovia e porto. O capital foi aplicado na construção de terminais intermodais de transbordo de carga, na ampliação da atuação portuária da companhia, na aquisição de locomotiva e vagões e na modernização das linhas férreas. Essa conexão entre modais possibilitou aumento expressivo na produtividade, o que gerou mais capacidade e eficiência no escoamento de cargas no país.Na publicação comemorativa além das notas da premiação destacam-se dois episódios recentes que reforçam a relevância da intermodalidade: a parceria da VLI com a Tereos, segunda maior produtora de açúcar do mundo, para o transporte de açúcar pela ferrovia até o litoral santista e ainda a chegada de 26 locomotivas a serem utilizadas na Ferrovia Centro-Atlântica. Os anos de 2017 e 2018 marcam a conclusão do plano de investimentos da VLI e a finalização da principal entrega, a ampliação do Tiplam. “Contamos com uma infraestrutura capacitada para atender o mercado. Vivenciamos o momento de dar cada vez mais eficiência ao sistema da VLI e amadurecer os ativos que construímos recentemente para extrair o máximo de valor para toda a cadeia logística”, ressalta Marcello Spinelli, presidente da VLI.De 2016 para 2017, a companhia registrou aumento de 27% na receita líquida, e 22% no EBITDA. Em relação ao volume transportado, a empresa passou de 48 milhões de TU para 57 milhões de TU, um salto de 19%.A edição de 2018 envolveu mais de mil das maiores empresas do país. É uma das únicas listas do gênero que analisa as companhias não apenas pelo seu desempenho financeiro, mas também pelos indicadores de gestão nas áreas de inovação, qualidade, responsabilidade social, recursos humanos e governança corporativa.

 

Emprego formal no primeiro semestre ficou 452% maior do que na primeira metade de 2017

  • Diário do Sertão
  • 14 Set 2018
  • 19:10h

(Foto: Reprodução)

O saldo de empregos do mercado formal deu um salto de 452,37% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Enquanto de janeiro a junho de 2017 a diferença entre admissões e demissões foi 71.050, nos mesmos meses de 2018 o número ficou em 392.461. Foram 321.411 novos empregos a mais. Dos oito setores da economia, sete tiveram saldo positivo nos primeiros seis meses deste ano. O que teve melhor desempenho foi o de Serviços, que chegou ao final do primeiro semestre com 279.130 postos criados, seguido pela Indústria de Transformação, com 75.726 postos a mais e a Agropecuária, que gerou 70.334 novas vagas. Somente o Comércio teve saldo negativo, com resultado de -94.839. Por faixa etária e gênero, a criação de novas vagas teve maior crescimento para os trabalhadores entre 25 e 39 anos e as mulheres. Em relação à escolaridade, saíram ganhando com a criação de vagas as pessoas que concluíram o ensino médio e as que entraram no superior. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Calendário PIS-Pasep 2018-2019: começa pagamento para nascidos em setembro

  • 13 Set 2018
  • 10:11h

Começa a ser pago nesta quinta-feira (13) o abono salarial PIS do calendário 2018-2019, ano-base 2017, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em setembro. No caso do Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, o pagamento começa para quem tem final da inscrição 2. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal. De acordo com o calendário, os nascidos nos meses de julho a dezembro receberão o PIS ainda no ano de 2018. Já quem nasceu entre janeiro e junho receberá o PIS no 1º trimestre de 2019. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento. O valor do abono varia de R$ 80 a R$ 954, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2017. Segundo o Ministério do Trabalho, mais de 22,8 milhões de trabalhadores têm direito a sacar R$ 17,3 bilhões do abono salarial. Do valor disponível nos bancos, já foram pagos cerca de R$ 1,2 bilhão a quase 1,3 milhão de trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e do serviço público (Pasep), o que corresponde a 6,86% do total.

Receita libera consulta ao quarto lote da restituição

  • 10 Set 2018
  • 12:14h

A Receita Federal libera, nesta segunda-feira, a partir das 9h, a consulta ao quarto lote de restituição do Imposto de Renda 2018. O crédito para 2,6 milhões contribuintes será realizado no dia 17 de setembro, totalizando o valor de R$ 3,3 bilhões. O contribuinte pode acompanhar a consulta através do site da Receita. Esse grupo de contribuintes inclui 4.863 idosos acima de 80 anos, 36.308 entre 60 e 79 anos, 5.490 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave, além de 18.409 professores. Se a pessoa tiver sido incluído neste lote, mas o dinheiro não estiver creditado no dia 17 na conta indicada por ela, será preciso procurar uma agência do Banco do Brasil ou ligar para a central de atendimento da instituição por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Neste caso, o interessado poderá agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer outro banco. Nesta leva, também estarão incluídas devoluções residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

 

Agosto foi o melhor mês em produção de veículos dos últimos 4 anos

  • Agência Brasil
  • 08 Set 2018
  • 17:07h

As montadoras de veículos instaladas no país ampliaram a produção em 18,6% no último mês de agosto sobre o mês anterior e 11,7% na comparação com igual período do ano passado, com um total de 291,4 mil unidades. Esse dinamismo foi puxado, principalmente, pelos licenciamentos de veículos novos, que representam o escoamento ao mercado interno, e que atingiram 248,6 mil veículos, com alta de 14,3% sobre julho último e 14,8% em relação ao mesmo mês de 2017, no melhor desempenho mensal desde janeiro de 2015 (253,8 mil) e o maior volume de produção desde outubro de 2014. No acumulado do ano, as vendas foram 14,9% maior em comparação ao período de janeiro a agosto do ano passado. Ao anunciar os números, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, comemorou o resultado, salientando que, tradicionalmente, agosto é um mês de bons resultados ficando atrás apenas de dezembro, e neste, em especial, o número de dias úteis (23) favoreceu os negócios. As vendas externas alcançaram US$ 1,3 bilhão, 4,9% acima de julho e 7,8% maior do que de janeiro a agosto, porém teve um recuo de 11% sobre igual mês do ano passado. Em unidades, foram exportadas 56,1 mil, 9,2% maior do que em julho (51,3 mil em julho). Apesar dessa elevação, houve uma queda de 16,6% em relação a agosto de 2017 e de 4,6% no acumulado do ano. Segundo o presidente da Anfavea, o volume financeiro das exportações em US$ 11,08 bilhões é um recorde e supera o valor anterior (U$ 8,6 bilhões), principalmente com o nosso principal parceiro, a Argentina”.

Atividade econômica baiana avança 1,2% no segundo trimestre de 2018

  • Bahia Notícias
  • 05 Set 2018
  • 13:07h

Foto: Reprodução / EBC

O nível de atividade econômica na Bahia, também chamado de Produto Interno Bruto (PIB) Baiano, avançou 1,2% no segundo trimestre de 2018, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os dados foram divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Na comparação do segundo trimestre de 2018 com o trimestre imediatamente anterior, a variação em volume foi de 0,4%. A respeito do Brasil, os dados indicaram que houve expansão de 1% na comparação com o segundo trimestre de 2017. A Indústria e os Serviços cresceram 1,2%, enquanto a Agropecuária variou -0,4%. Na comparação com o primeiro trimestre de 2018 (ajuste sazonal) o país cresceu 0,2%. Ainda segundo os dados divulgados, o desempenho do PIB baiano no segundo trimestre de 2018 foi influenciado particularmente pelos bons números do setor agropecuário. Essa expansão é resultado do bom desempenho em culturas tradicionais e que tem grande peso na atividade econômica baiana no período, a exemplo da soja, que teve uma expansão de 12,3% na produção, assim como as culturas de algodão (37,1%), milho (18,3%) e cana de açúcar (44,8%). Já o setor industrial continua registrando retração. No segundo trimestre, o setor apontou retração de -1,9%, com destaque para o recuo de -1,2% na atividade da transformação, sendo influenciado pela queda na produção de importantes subsegmentos (minerais não metálicos e outros produtos químicos). A construção civil também registrou taxa negativa (-4,8%), sendo afetada, sobretudo, pelo baixo nível na oferta de novos empreendimentos imobiliários. A extração mineral recuou 1,4%, particularmente pela redução da produção, por parte da Petrobras, de petróleo e gás. A alta foi verificada apenas na atividade de eletricidade e gás (+4,1%), devido ao aumento no nível do reservatório de Sobradinho. O setor de serviços, principal da economia baiana, registrou expansão de 0,3% no segundo trimestre. Comércio (-1,4%), e transportes (-3,0%) foram os segmentos que registraram queda no setor. Já a administração pública, com o avanço de 2,1%, contribuiu de forma positiva para o valor adicionado do setor ser positivo. Em comparação ao primeiro trimestre deste ano, o segundo trimestre de 2018 apresentou alta de 17,8% na agropecuária e de 0,3% nos serviços. A retração verificada no trimestre ficou por conta da indústria, com -1,9%. A respeito da economia nacional, a agropecuária brasileira foi o grande destaque negativo dentre os setores. A retração em volume foi de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na indústria, a transformação cresceu 1,8%, influenciada, principalmente, pela alta da produção veículos. A indústria extrativa cresceu 0,6%, resultado do recuo da extração de petróleo e de gás natural, compensada pelo aumento da extração de minérios ferrosos. A atividade de eletricidade e gás expandiu 3,1%, beneficiada pela alta do consumo de energia elétrica. Apenas a construção civil apresentou resultados negativos (-1,1%). Nos serviços, destaque para alta de 3,0% das atividades imobiliárias e avanço de 1,9% no comércio.

Consumidores pagarão R$ 1,937 bi a mais na conta de luz para cobrir déficit do setor

  • 05 Set 2018
  • 09:14h

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta terça-feira (4) que os consumidores de energia elétrica terão que cobrir o déficit do orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de 2018. O valor chega a R$ 1,937 bilhão e será cobrado para todos os consumidores nas contas de luz. O valor aprovado nesta terça-feira é maior do que o colocado em audiência pública no dia 7 de agosto. Na época a Aneel havia proposto um aumento de R$ 1,446 bilhão na cota paga pelos consumidores de energia. Após a audiência pública, o valor que os consumidores de energia terão que pagar para cobrir o déficit na CDE aumentou. A CDE é responsável pelo financiamento de medidas como o pagamento de indenizações a empresas, subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda, compra de parte do combustível usado pelas termelétricas que geram energia para a região Norte do país, e o programa Luz Para Todos.

BNDES anuncia edital de R$ 25 milhões para projetos de segurança e prevenção contra incêndio de museus

  • 04 Set 2018
  • 20:08h

(Foto: Clauber Cleber Caetano/Presidência da República)

O governo federal anunciou nesta terça-feira (4) que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançará um edital de R$ 25 milhões para que museus, arquivos e instituições que lidam com acervos façam projetos de segurança e prevenção de incêndio e modernização de instalações.O anúncio do edital foi feito pelo presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, após reunião com o presidente Michel Temer e ministros, na qual foi discutida a recuperação do Museu Nacional do Rio de Janeiro, destruído por um incêndio no domingo (2).“Nessa reunião de hoje nós sugerimos, e o presidente acatou, o lançamento de um novo edital do BNDES no valor de R$ 25 milhões para projetos de segurança e prevenção contra incêndio e modernização das instalações”, disse Dyogo durante entrevista ao lado de ministros.Em 2014, o Museu Nacional conseguiu incluir no orçamento da União uma verba de R$ 20 milhões que seria usada para seus projetos mais urgentes, como a retirada de objetos guardados em álcool e, portanto, inflamáveis. O valor, porém, não foi utilizado pelo governo federal.

Gasolina estará mais cara a partir de quarta-feira (05), anuncia Petrobras

  • Veja
  • 04 Set 2018
  • 12:07h

Petrobras anunciou aumento dos combustíveis para as refinarias a partir desta quarta-feira (5). O litro da gasolina ficará 1,68% mais caro, passando de 2,1704 reais para 2,2069 reais. Já o diesel terá o seu preço estável, a 2,2964 reais até o próximo reajuste no início de outubro. Na semana anterior, a Petrobras havia anunciado aumento de 13% do diesel nas refinarias, levando em conta a alta do dólar no mês de agosto. Esse foi o primeiro reajuste desde junho, quando os preços foram congelados a 2,0316 reais o litro como parte da subvenção econômica oferecida pelo governo para acabar com a greve dos caminhoneiros.A partir de agora, o reajuste do preço do diesel será feito mensalmente. O valor referência é composto pela cotação do petróleo negociado no mercado internacional e do dólar no mês de referência.

Entidades de caminhoneiros se posicionam contra nova paralisação

  • G1
  • 03 Set 2018
  • 09:10h

Representantes das principais entidades de caminhoneiros disseram neste domingo (2) que negociam com o governo após a alta do preço do diesel anunciada pela Petrobras. O aumento de 13% foi anunciado na última sexta (31). No sábado (1º), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que atualizará a tabela que define os preços dos fretes justamente em razão da variação no preço do combustível. De acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, não há chance de paralisação entre os associados da entidade. A Associação Brasileira dos Caminheiros (Abcam) também afirma que não apoia uma eventual nova paralisação e acrescenta que não há indicativo de nova greve por parte dos caminhoneiros. Juntas, as associações reúnem 1,5 milhão de caminhoneiros. Segundo a Casa Civil, o governo federal está cumprindo o que foi combinado com os caminhoneiros em maio e continua dialogando com a categoria. Em nota, a pasta informou ainda que as ameaças de paralisação não são dos líderes que comandaram a greve há pouco mais de três meses. A CNTA e a Abcam reiteram desconhecer uma entidade cujo nome aparece em imagens que circulam nas redes sociais. Nessa imagem, a União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC) anuncia paralisação em até 10 dias, contados a partir de 30 de agosto. Segundo Diumar Bueno, da CNTA, não há chance de paralisação entre os associados. Ele afirma ainda que nenhuma entidade sindical que coordenou e participou do movimento anterior está se organizando para uma paralisação. A Abcam, por sua vez, informou neste domingo (2) ter pedido uma reunião com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, para discutir o preço do óleo diesel. Segundo a associação, o pedido foi feito na sexta (31). Em nota, a Abcam disse também que, independentemente do aumento do preço internacional, o governo deve cumprir a medida provisória nº 838/2018 e manter a subvenção de R$ 0,46 do valor do diesel até o final do ano.

Caixa irá oferecer empréstimos consignados com garantia do FGTS

  • iBahia
  • 02 Set 2018
  • 11:07h

A Caixa Econômica Federal se comprometeu com o governo a começar a oferecer crédito consignado com garantia do FGTS aos trabalhadores do setor privado no dia 26 de setembro. A taxa de juros a ser cobrada dos tomadores ainda está sendo definida com o Ministério do Trabalho. Mas, segundo resolução do Conselho Curador do FGTS, o teto é de 3,5% ao mês e o prazo máximo de pagamento, de 48 meses. Nessa modalidade de crédito, o trabalhador pode oferecer como garantia até 10% do saldo da conta vinculada do FGTS mais a multa integral nas demissões sem justa causa, de 40%. Na tentativa de destravar o crédito em condições mais favoráveis, o governo aprovou há dois anos uma lei que permite usar os recursos do FGTS como garantia de consignado. Mas os bancos não se interessaram, alegando que os juros não cobriam o custo da operação, além de dificuldades em fiscalizar se os tomadores não usariam a mesma garantia em mais de uma operação. Diante disso, o governo decidiu fazer ajustes operacionais e usar os bancos público para puxar os concorrentes. Segundo o Ministério do Trabalho, essa linha de financiamento estará à disposição de 36,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada, que poderão solicitar empréstimo com taxas de juros mais baratas, nas agências da Caixa. A pasta também negocia a mesma medida com o Banco do Brasil.