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Fábricas de calçados geram 31 mil empregos diretos na Bahia

  • Redação
  • 23 Mai 2019
  • 15:04h

Foto: Fernando Vivas/GOVBA

A indústria de calçados emprega cerca de 31 mil pessoas em toda a Bahia atualmente. A descentralização do segmento, por meio da oferta de incentivos fiscais, promove o funcionamento de 51 fábricas, que estão espalhadas em 41 municípios. Instalada desde 2016 em Serrinha, a Minas Bahia gera cerca de 250 empregos diretos e supera a marca anual de 727 mil pares de calçados produzidos, abastecendo, além do nordeste brasileiro, as regiões sul e sudeste do país. No último dia 15 de maio, o grupo firmou compromisso com o governo baiano para ampliar a planta fabril. O Estado entrou com a cessão de um galpão e incentivos fiscais e, em contrapartida, a Minas Bahia vai investir R$ 3,8 milhões, gerando 200 novos empregos diretos e saltando a produção para 1,3 milhão de pares ao ano.    Além da Minas Bahia, Serrinha abriga a fábrica Nádia Talita, que, por sua vez, produz tênis esportivos e sapatilhas, ambos sintéticos. A empresa também fornece palmilhas e executa injeção de sola. São três linhas de produção responsáveis por confeccionar seis mil pares por dia, nas quais  trabalham mais de 300 pessoas. De acordo com a diretora de Desenvolvimento de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), Laís Maciel, novas fábricas devem se instalar na Bahia em breve. Ainda segundo a diretora, sete empreendimentos estão previstos para ser implantados nos próximos anos nas regiões de Castro Alves, Serrinha, Ubaíra e outros municípios. O investimento somado chega a R$ 48 milhões. Cerca de dois mil novos empregos diretos serão gerados com isso.

Caixa começa a chamar candidatos aprovados no concurso de 2014

  • Redação
  • 21 Mai 2019
  • 10:13h

Divulgação

Os candidatos aprovados no concurso da Caixa realizado em 2014 começam a ser chamados a partir do dia 3 de junho deste ano. De acordo com o banco, a convocação será feita conforme a necessidade e estratégia da instituição financeira. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que as contratações têm por objetivo o fortalecimento da rede de agências, valorizando o atendimento aos clientes. “É importante focar em colocar as pessoas na rede, que é o principal contato da Caixa com os mais de 93 milhões de clientes que temos”. Na segunda-feira (20), o banco colocou em execução o Programa de Desligamento de Empregado.

Período de teste do Cartão do Caminhoneiro começa nesta segunda-feira (20)

  • Redação
  • 20 Mai 2019
  • 10:16h

(Divulgação)

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, confirmaram na última quinta-feira (16) que o Cartão do Caminhoneiro, criado pela Petrobras, entrará em testes a partir do dia 20 de maio. A medida, que havia sido anunciado mais cedo pela estatal, foi um dos assuntos da última quinta-feira durante a transmissão semanal ao vivo do presidente em sua página oficial no Facebook. A live foi realizada diretamente do hotel onde Bolsonaro estava hospedado em Dallas, nos Estados Unidos, onde ele cumpriu agenda de dois dias. Além do ministro Bento Albuquerque, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também participou da transmissão, que durou 30 minutos. A operação com o Cartão do Caminhoneiro começará em caráter de teste em três estados a partir da desta segunda-feira: Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Nos demais estados, a previsão é que o serviço comece a operar no dia 25 de junho. "Cartão esse que possibilitará mais segurança, facilidade e flexibilidade e garantir o preço do combustível, na forma de um cartão pré-pago, por até 30 dias. Se o preço subir, o caminhoneiro vai ter a garantia do preço do diesel e, se o preço cair, ele pode pegar o dinheiro do cartão pré-pago e comprar mais combustível e assim utilizá-lo", explicou Bento Albuquerque. Além dos autônomos, o Cartão do Caminhoneiro Petrobras será disponibilizado para transportadores e embarcadores. A solução funcionará como cartão pré-pago na compra de diesel, em postos com a bandeira Petrobras nos principais corredores rodoviários do país.
 

Funcionamento

Segundo a Petrobras, durante o período de testes, os caminhoneiros poderão realizar um pré-cadastramento pelo site www.cartaodocaminhoneiro.com.br e utilizar o serviço de forma segura. Após o lançamento definitivo, o cadastro poderá ser feito também via aplicativo, call center ou presencialmente, em locais a serem divulgados.

Feito o cadastro, o caminhoneiro poderá transferir valores para seu cartão e fazer a conversão dos valores para litros de óleo diesel, que podem ser utilizados em até 30 dias na rede de postos Petrobras credenciada.

"O Cartão do Caminhoneiro Petrobras também é uma conta digital, permitindo que as transações sejam realizadas sem a presença do cartão físico, por meio do site e do aplicativo. Os valores em reais para conversão em litros de diesel estarão sempre disponíveis no site, no aplicativo e nos postos credenciados. O crédito em litros de diesel também pode ser revertido, a qualquer tempo, para reais, dentro dos 30 dias, descontando-se uma taxa cujo valor será previamente informado aos usuários", informou a estatal, em nota.

Sobre o preço do combustível, Bolsonaro disse tratar-se de uma política da Petrobras, baseado na variação cambial e no preço internacional do barril de petróleo, mas que poderia ser revista, caso se mostre "equivocada". "Lógico que se a gente puder rever isso aí sem prejuízo da empresa, não tem problema nenhum. Às vezes a política pode ter algum equívoco", disse.

O ministro das Minas e Energia defendeu que os preços vão cair se for ampliada a produção de combustível no país.  

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Proposta quer trocar crédito de ICMS por título

  • Redação
  • 20 Mai 2019
  • 07:33h

(Foto: Reprodução)

Circula entre empresários e advogados tributaristas uma proposta para acabar com o acúmulo de créditos de ICMS pelos exportadores e quitar os antigos débitos dos estados -uma conta que já ultrapassa os R$ 60 bilhões. A ideia é que o governo federal assuma as obrigações devidas pelos estados e securitize essa dívida, entregando aos exportadores títulos com vencimento em dez anos.

A proposta foi formulada por Roberto Giannetti da Fonseca, ex-secretário-executivo da Camex (Câmara de Comércio Exterior), a pedido dos exportadores. Diferentes setores seriam beneficiados, como celulose, siderurgia, suco de laranja e automotivo.

Segundo o economista, a troca de créditos de ICMS devido pelos estados em títulos de dívida do governo federal seria benéfica para as empresas, que poderiam repassar os papéis no mercado, melhorando a liquidez de seus balanços.

Em 2018, o crédito de ICMS a recuperar na Fibria, por exemplo, chegou a R$ 1,2 bilhão. O valor estava em R$ 420 milhões na Natura, em R$ 711 milhões na Oxiteno Nordeste e em R$ 2,6 bilhões na JBS.

Para resolver a questão, contudo, não basta apenas solucionar o passivo. Também é importante que deixe de haver o acúmulo desses créditos, gerados quando uma empresa compra insumos no mercado interno e depois exporta.

A lei prevê que as vendas para o exterior sejam isentas de tributos para aumentar a competitividade do produto nacional. Em razão disso, as empresas deveriam receber o ICMS pago na compra do insumo quando exportam.

O problema é que, muitas vezes, o tributo é pago onde o insumo é comprado e o crédito deve ser ressarcido pelo estado por onde o item é exportado.

Para acabar como acúmulo de crédito, Giannetti da Fonseca sugere que o ICMS seja inserido no chamado drawback integrado. O ICMS é o único imposto relevante que não faz parte desse sistema.

O drawback integrado suspende a cobrança de IPI, PIS e Cofins sobre os insumos comprados pelas empresas quando o produto final é destinado ao mercado externo. Se o imposto não é pago, também não é gerado o crédito.

"A proposta é um importante estímulo para a exportação", diz José Augusto de Castro, presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil).

Segundo apurou a reportagem, o projeto foi apresentado a Paulo Guedes (Economia) e ao governador João Doria (PSDB-SP), mas está sob análise para verificar a viabilidade.

Para incluir o ICMS no drawback integrado, é preciso aprovar, por unanimidade, uma resolução do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), composto pelos secretários de Fazenda estaduais. Conseguir esse aval pode ser bastante complicado, porque os estados que recolhem o ICMS tendem a resistir.

Também não será fácil convencer o governo federal a securitizar a dívida dos estados, dada a situação fiscal ruim.

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Criação de carneiro cresce no oeste baiano; região tem 46 mil cabeças de espécie

  • Redação
  • 19 Mai 2019
  • 08:30h

(Foto: Divulgação)

O consumo de carne de carneiro, ovelha e cordeiro tem crescido no oeste baiano. A região registra um rebanho de 46 mil cabeças, sendo que 22 mil são de Luís Eduardo Magalhães e São Desidério. Segundo o Bahia Rural, o consumo desse tipo de carne tem a ver também com a formação de muitos moradores da região, que tem origem no sul do país. Produtores ouvidos pela reportagem disseram que a ampliação do rebanho poderia ocorrer caso resolvessem problemas com energia elétrica e selo de autorização para venda em outros municípios e estados. Em resposta, a Coelba informou que está à disposição dos criadores para solucionar as questões. Em uma fazenda da região, os animais são desmamados quando completam 19 quilos. Depois, vão para fase de confinamento, que dura 45 dias. Ao final desse período, o animal chega a pesar 40 quilos, condição que já pode ter a carne vendida.

Pedidos de recurso e revisão do INSS passam a ser feitos por internet

  • bahia.ba
  • 13 Mai 2019
  • 17:02h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

A partir desta segunda-feira (13) os pedidos de revisão de valor do benefício, de recursos e de cópia de processos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão ser feitos apenas pela internet, no Meu INSS, ou pelo telefone 135.

A estimativa do INSS é que atualmente esses serviços levem mais de 70 mil pessoas por mês às agências. Com as solicitações feitas pela internet ou telefone, o órgão espera melhorar o atendimento ao público e poupar trabalho e gastos aos cidadãos que precisam se descolar em busca de uma agência do órgão.

A mudança faz parte do projeto de transformação digital implantado pelo INSS para ampliar a oferta de serviços digitais.

Como acessar o Meu INSS

O Meu INSS é acessível por meio de computador ou celular. Para usar o serviço é preciso se cadastrar e obter uma senha no próprio site. Também é possível obter a senha no internet banking de instituições da rede credenciada que são Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa, Itaú, Mercantil do Brasil, Santander, Sicoob e Sicredi. Em caso de dúvida, basta ligar para o 135.

Para acessar os serviços de cópia de processo, revisão e recurso basta ir em Agendamentos/Requerimentos, escolher o requerimento ou clicar em Novo Requerimento, atualizar os dados caso seja pedido e, em seguida, escolher a opção Recurso e Revisão ou Processos e Documentos. Este último é para aqueles que buscam uma cópia de processo.

Indústria intensifica pressão por reforma tributária

  • FolhaPress
  • 05 Mai 2019
  • 17:04h

(Foto: Reprodução)

Com a reforma da Previdência já pautada no Congresso, a indústria se articula para garantir a tramitação ainda neste ano de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altere o sistema tributário brasileiro. Entre empresários, a leitura é de que novas regras para as aposentadorias devem ajudar a macroeconomia do país no longo prazo e, no médio, atrair investimentos, mas é a reforma nos impostos que pode reduzir o chamado "custo Brasil" das companhias.

"A reforma da Previdência é a mais importante para o país. Mas a tributária é a principal para o setor produtivo. É imprescindível", diz José Velloso, presidente-executivo da Abimaq (associação da indústria de máquinas).

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinalizou a uma plateia de diretores e associados da Fiesp (federação das indústrias de SP) que não precisa esperar a conclusão da PEC da Previdência na Casa para pautar a reforma tributária.

A questão dos impostos foi a mais endereçada a Maia pelos participantes do encontro.

"Encerrando o ciclo de debates da Previdência na comissão especial, a gente passa a ter condição de discutir a tributária", disse Maia.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp e filiado ao MDB, reforçou que a Previdência deve ter prioridade, mas disse que a sinalização de Maia foi boa.

"Se pudéssemos aprovar amanhã as duas, seria o ideal. Desde que uma coisa não atrapalhe a outra, é possível caminhar de forma paralela, com prioridade para a Previdência, mas em seguida colocando a tributária", afirmou.

A comissão especial da PEC da Previdência foi instalada em 25 de abril e tem até 40 sessões para analisar o projeto. Maia já disse que a tramitação nesta fase pode durar de 60 a 70 dias.

"Temos uma ansiedade grande de encontrar melhorias no ambiente tributário. Não temos por que ficar esperando uma reforma tramitar para começar outra. Acho normal que o Parlamento discuta mais de um tema", disse Humberto Barbato, presidente da Abinee (associação da indústria elétrica e eletrônica).

Para a indústria, o maior peso vem do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), cobrado pelos estados por meio de 27 legislações e alíquotas diferentes.

"A reforma da Previdência é estruturante. Mas a verdade é que, na hora de emitir nota, ela não vai me influenciar", afirma Renato Jardim, superintendente de políticas industriais do Sinditêxtil-SP.

Se tudo correr bem na política, diz ele, há chance de a reforma tributária estar avançada ou até aprovada no fim deste ano.

Baleia Rossi (SP), líder do MDB na Câmara, protocolou no início de abril uma PEC para alterar o sistema tributário, antes mesmo que o governo apresentasse a sua proposta.

A base para o texto de Rossi é do CCiF (Centro de Cidadania Fiscal) e encabeçada pelo economista Bernard Appy.

A ideia central é substituir, em dez anos, cinco tributos que incidem sobre o consumo (ICMS, PIS/Cofins, ISS e IPI) por um imposto único com alíquota estimada de 20%.

Mexer no sistema atual esbarra em governadores e prefeitos, que temem perda de receita, além do setor de serviços, que, em geral, paga menos imposto que a indústria.

Maia admitiu a empresários que uma reforma profunda exige "reorganizar o poder de estados e municípios na legislação tributária".

"A reforma da Previdência unifica a federação, mas não unifica a sociedade. Já a tributária unifica a sociedade, mas não a federação", disse.

Appy argumenta que, além da transição de dez anos para empresas, haveria uma transição de 50 anos para a distribuição da receita entre estados e municípios. "O efeito de mudança sobre as finanças é muito diluído no tempo", diz.

Para Velloso, da Abimaq, o projeto tributário deve caminhar com uma proposta de novo pacto federativo. "Estados querem menos obrigações e mais receitas. Por isso digo que a reforma tributária é muito complexa e mais difícil do que a da Previdência."

À reportagem o secretário da Receita, Marcos Cintra, disse que o governo quer substituir a contribuição previdenciária da folha de pagamentos por um tributo sobre todas as transações financeiras.

A CP (Contribuição Previdenciária) teria uma alíquota de 0,9%, rateada entre as duas pontas da operação.

Cintra nega que seja disfarce para uma nova CPMF, que incidia sobre movimentações bancárias até 2007 e assombra empresários ainda hoje.

A indústria não rechaçou. "Não tenho preconceito. Tudo é uma questão de fazer conta", disse João Carlos Basílio, presidente-executivo da Abihpec (associação da indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos). "Não deixa de ser uma CPMF disfarçada", disse.

Já o setor de serviços vê na desoneração da folha uma compensação para o aumento tributário gerado pela alíquota unificada. "Poderia ficar cerca de 28% mais barato contratar", diz João Diniz, presidente da Cebrasse (central do setor).

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Engenheiro implanta luz solar em residência e economiza mais de R$ 300 na conta de energia

  • Patrícia Nobre, Jornal Hoje
  • 05 Mai 2019
  • 09:39h

Casal separando material reciclável para entregar em posto da Coelba e ter desconto na conta de luz em Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia

Um engenheiro de Salvador decidiu aderir ao consumo consciente para economizar na conta de luz e, também para ter um consumo sustentável. Luís Carlos Faria implantou um sistema de luz solar na própria residência e economizou cerca de R$ 326 na conta de energia desde que aderiu ao programa, em janeiro deste ano. Assim como o engenheiro, outros baianos têm aderido a programas que promovem o cuidado do do meio ambiente e resultam na redução de valores das contas de água, luz e IPTU. Para a implantação do sistema de luz solar, o engenheiro Luís Carlos se cadastrou na Secretaria Cidade Sustentável e Inovação (Secis). A pasta municipal possui um programa criado para incentivar o uso de energia solar, que resulta na economia da conta de luz e o proprietário do imóvel ainda ganha desconto no IPTU. Conforme o programa, se a geração da energia solar da casa corresponder a 50% da energia elétrica consumida, o IPTU fica 5% mais barato. O descontou pode chegar a até 10%. No caso de Luís Carlos, em setembro de 2018, quando ele ainda não tinha o sistema de luz solar a conta de energia elétrica da casa dele foi de R$ 406. Em fevereiro deste ano, já utilizando a energia do sol, a conta de luz do engenheiro passou a ser R$ 80. Além desse desconto, ele comemora o redução do preço do IPTU. "Eu estava pagando em torno de R$ 1.550, mais ou menos, de IPTU. Com desconto de 10% vou pagar R$ 1.400", contou o engenheiro.

 

 

O desconto que o casal Marcelo e Cristina tem é também na conta de luz. Eles aderiram a um programa da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) para a reciclagem de resíduos.

O casal, que mora na capital baiana, separa o lixo doméstico reciclável e leva para um posto da Coelba que recebe esse material. No local, os recicláveis são pesados separadamente e em seguida, sai um relatório com o valor do desconto na conta de energia.

Os preços dos resíduos por quilo variam. O alumínio, por exemplo, custa R$ 2,50. Em 2018 foram recolhidas 460 toneladas de resíduos, através do programa, que resultou em mais de R$ 111 mil em descontos para 5.500 famílias.

Cristina teve cerca de R$ 2 em desconto na última vez que entregou os resíduos produzidos em casa. "Qualquer desconto é bem-vindo. Seja baixo, alto, o que vier é bom. Além de tudo, a gente está fazendo um bem pra natureza", disse a aposentada, Cristina Abreu.

 

Outro programa

O Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco criou um programa que dá descontos de até 44% na conta de água do produtor rural que adote medidas de economia.

"Se a gente conseguir se relacionar com a água de forma diferente, conseguir se relacionar com a energia de forma diferente, tendo ganho financeiro com isso, mudanças sociais e ganhos ambientais, é a prática do conceito de sustentabilidade", disse o especialista em educação ambiental, Thiago Siqueira.

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Mão no Bolso: Petrobras reajusta gás de cozinha em 3,43% a partir deste domingo (05)

  • Redação
  • 04 Mai 2019
  • 10:33h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

A Petrobras irá reajustar em 3,43%, em média, o preço do gás de cozinha a partir do próximo domingo (5). O aumento será para o botijão de 13 quilos (kg), sem a cobrança de tributos. O preço do botijão de 13kg vai custar R$ 26,20. De acordo com a Agência Brasil, o último reajuste ocorreu no dia 5 de fevereiro, exatamente há três meses, quando o valor do gás de cozinha subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras. Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas distribuidoras associadas à entidade foram comunicadas na tarde de hoje pela Petrobras que o GLP residencial para embalagens de até de 13kg ficará mais caro a partir do próximo domingo. De acordo com o Sindigás, o reajuste oscilará entre 3,3% e 3,6%, de acordo com o polo de suprimento.

IBGE estima aumento de 20% em safra de tomate da Bahia em 2019

  • Redação
  • 03 Mai 2019
  • 15:20h

(Foto: Reprodução)

A produção de tomates na Bahia deve ter alta de 20% em 2019. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste ano, a produção do produto deve chegar a 275,8 mil toneladas. Em 2018, a safra foi de 230,8 mil toneladas, o que dá 45 mil toneladas a mais em 2019. Segundo o G1, o aumento da produção baiana deve diminuir a necessidade de importar tomates de outros estados, o que deve reduzir o preço do produto para o consumidor. Com a safra esperada, a Bahia deve subir para a quarta posição no ranking nacional. O primeiro produtor continua sendo Goiás, com produção estimada de 1,1 milhão de toneladas neste ano.

Governo finaliza propaganda pró-reforma: 'Quem ganha mais vai contribuir com mais'

  • Redação
  • 03 Mai 2019
  • 10:29h

(Foto: Reprodução)

O Palácio do Planalto finalizou a formatação da publicidade a favor das mudanças nas regras de aposentadoria, de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. O mote, “Nova Previdência, pode perguntar”, tenta desmontar críticas à proposta e apresentar de maneira palatável os principais troncos do projeto de Jair Bolsonaro.  As peças dizem que nada muda para quem já é aposentado, que as alterações vão ampliar a margem para investimentos e que quem ganha menos vai contribuir com menos e quem ganha mais vai com contribuir mais. A campanha foi formulada pela Artplan. As peças feitas para a TV apostam na simulação de diálogos, no formato pergunta e resposta. A ideia central é apontar para uma gestão capaz de justificar e defender os principais pontos da proposta. Há ainda uma espécie de selo que classifica as informações oficiais como “Essa é a verdade”.

Rede Bahia emite nota de posicionamento sobre a demissão de 120 profissionais

  • Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses
  • 03 Mai 2019
  • 06:58h

(Foto: Reprodução)

Após a confirmação dos “boatos” de que a Rede Bahia estaria iniciando um processo de demissão de cerca de 120 empregados da casa, nesta quinta-feira (2) (relembre aqui), a afiliada da Rede Globo no estado emitiu uma nota de posicionamento esclarecendo os motivos para o desligamento de profissionais integrantes da TV, sites, rádio e jornal impresso.  Em nota, a Rede Bahia afirma que “está realizando um redesenho no seu portfólio de produtos e na governança das suas empresas” e que “o grupo tem investido na modernização dos processos de trabalho, evoluindo no uso de tecnologias avançadas, o que vem permitindo aumentar a produtividade e manter a segurança operacional”. As recentes modificações internas são justificadas pelo grupo como motivo principal para que “alguns profissionais finalizem seus ciclos, seja por aposentadoria, para assumirem novos desafios ou por decisão empresarial”. Até então, foram confirmados as demissões da jornalista Anna Valéria, uma das mais antigas integrantes da casa e segundo informações internas, Ramon Ferraz é outro nome entre os demitidos. Na área da produção foram dispensadas Telma Verçosa, Mara Viana e Márcia Freire. De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, a IContent, empresa de eventos do grupo, terá toda sua equipe dispensada. Os grandes eventos realizados no estado, como o tradicional Festival de Verão, serão realizados a partir de agora em parceria com três outras empresas de evento de grande porte, entre elas a Salvador Produções do empresário Marcelo Britto. Profissionais integrantes de outras emissoras locais prestaram solidariedade aos demitidos da Rede Bahia nesta quinta-feira (2). Entre eles está o apresentador do “Que Vem O Povo”, da TV Aratu, Casemiro Neto, que fez parte da TV Bahia por 18 anos.  

 

 

Rede Bahia promove demissão em massa de funcionários

  • BNews
  • 02 Mai 2019
  • 18:09h

(Foto: BNews)

O mês de maio começou com cortes na equipe da Rede Bahia. Em crise, a afiliada da Globo no estado deu início nesta quinta-feira (2) a um processo de demissões. Cerca de 100 funcionários devem ser desligados da emissora. O principal motivo da redução no quadro de colaboradores seria o corte de gastos. Outro motivo que corre nos bastidores é que a emissora estaria sofrendo com a baixa audiência que vem desde 2018. Entre os nomes que foram cortados da emissora estão os de Telma Verçosa, responsável pela documentação da Rede Bahia, Mara Viana e a produtora Márcia Freire. A demissão em massa sensibilizou o apresentador Zé Eduardo, que comentou a situação da concorrente durante a apresentação do Balanço Geral desta quinta-feira (2).

Trabalhador: 'Nem de longe penso em parar', diz dentista de 92 anos que exerce a profissão há quase 7 décadas

  • Por Maiana Belo, G1 BA
  • 01 Mai 2019
  • 15:15h

Igínio Rosse tem 92 anos e há quase 7 décadas atua como dentista — Foto: Egi Santana/G1

Quase 70 anos de carreira em um consultório não foram suficientes para o dentista baiano Igínio Rossi deixar de trabalhar após a aposentadoria. Aos 92 anos, ele atua como dentista em Salvador e surpreende pela disposição na hora de exercer a profissão que começou a ser trilhada quando ele entrou na faculdade de odontologia, na década de 40, com apenas 17 anos. O dentista não trabalha como antes, todos os dias da semana. Ele faz atendimento voluntário nas segundas e quartas-feiras. O trabalho é desenvolvido em um consultório, através de serviços gratuitos disponibilizados por uma igreja católica no bairro da Graça, em Salvador.  A vontade de continuar na área, segundo ele, foi uma forma de se manter atualizado e em movimento. “Quando me aposentei já estava cansado, muitos anos de trabalho. Comecei a perceber que o que eu já tinha era suficiente, já dava para comprar a farinha. Eu atendi no meu consultório particular até quatro anos atrás, com 88 anos. Mas depois que larguei o consultório, o dia passou a ter 26 horas. Então resolvi voltar”, contou.

Dedicação, trabalho e persistência sempre fizeram parte da vida de Igínio, um dos 12 filhos de um italiano dono de uma fábrica de macarrão na capital baiana. Antes mesmo de ter um consultório, Igínio já era funcionário público. Aos 20 anos, após se formar, ele passou no concurso público do Instituto de Aposentadoria de pensões dos Comerciários (IPCA), onde atuou como dentista por 36 anos. “Naquela época eram três anos de faculdade e a gente tinha mais greve do que aula. Logo me formei e em seguida, concorri a uma vaga [do concurso] junto com cinco professores meus da faculdade”, relembrou. Aos 21 anos, Igínio adquiriu o primeiro consultório em Salvador. Diante de tantas conquistas na carreira da odontologia, ele revelou que a profissão nunca fez parte dos sonhos dele e que, na verdade, ele nem sabe dizer o que fez escolher a odontologia. “Tem determinadas coisas na vida que a gente não sabe porque escolhe. Só sei que fiz, depois gostei e pensei: ‘Vou viver disso’”, contou. Além da profissão que ainda exerce, Igínio se divide entre o trabalho e ajuda no cuidado à esposa, de 88 anos, que sofre de Alzheimer. Juntos o casal tem duas filhas. Quando perguntado se as filhas eram do mesmo casamento, ele brincou: ‘Monogâmico’. Em seguida, carregou um tom mais sério na voz para contar sobre o amor e respeito que tem pela esposa. “Meu casamento é estável, sem brigas, nunca briguei com minha esposa”, revelou.

 

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Petrobras anuncia novo aumento do preço da gasolina em 3,5% nas refinarias a partir de hoje (30)

  • Redação
  • 30 Abr 2019
  • 10:01h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

Segundo informações do G1, a Petrobras informou nesta segunda-feira (29) que o preço médio do litro gasolina nas refinarias vai subir 3,5%, para R$ 2,045, a partir de terça-feira (30). É o maior patamar desde 23 de outubro do ano passado (R$ 2,0639). O preço do litro do diesel segue estável em R$ 2,2470. O preço médio da gasolina não mudava desde 23 de abril. A Petrobras reduziu a frequência de reajustes na gasolina. Para evitar perdas, tem utilizado mecanismo de proteção financeira que permite aumentar os intervalos de reajustes nos preços da gasolina nas refinarias em até 15 dias. O repasse do reajuste ao consumidor final, nos postos, irá depender de uma série de variáveis, como a margem de revendedores e distribuidores, de impostos e da mistura obrigatória de biocombustível. Segundo a Petrobras, a mudança na publicação dos preços atende a pedidos do mercado e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que se queixavam de que a média nacional não dava a transparência necessária sobre como a petroleira estava atuando em seus pontos de venda.