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Paulo Guanais tem foto premiada em organização internacional de fotógrafos de casamento

  • Por Rodrigo Leão
  • 17 Jan 2014
  • 14:31h

(Foto: Paulo Guanais)

O fotógrafo Paulo Guanais, especialista em registro de fotografias de casamentos, teve uma de suas fotos premiadas pela FEARLESS, uma das associações de fotógrafos de casamento mais respeitadas do mundo. Para se ter uma ideia, no prêmio FEARLESS AWARDS, menos de uma em cada dez fotos enviadas por fotógrafos de todo o planeta é aprovada pelos curadores para que possam ser reconhecidas. A fotografia premiada foi a que registra a noiva Marcela Badaró sendo aclamada pelos convidados de sua festa de casamento com o noivo Júlio Assunção. Em uma nota de agradecimento em seu perfil no Facebook, Paulo Guanais expressou sua alegria pela conquista do prêmio, agradecendo, em especial, à sua noiva Larissa Domingues, sua família, equipe de trabalho (Teo Neto e Diuvan Caldeira) e aos amigos Paula Dórea, Rafael Dórea e Sandro Andrade. Ao longo de 2013, Paulo Guanais já registrou os momentos de 30 cerimônias de casamento, sempre impressionando pela originalidade e emoção que suas fotografias conseguem capturar.

Facebook cede às reclamações e encerrará posts patrocinados

  • TECHTUDO
  • 15 Jan 2014
  • 08:03h

(Foto: Reprodução Facebook)

O Facebook cedeu, após muitas reclamações de usuários, e anunciou que vai deixar de exibir posts patrocinados a partir do dia 9 de abril. A rede social revelou a medida em um post no blog para desenvolvedores na última semana. O serviço, que exibe no feed de notícias publicações pagas para ter determinado destaque entre grupos de usuários, já foi alvo de inúmeras queixas e até ações judiciais. Os posts do serviço “histórias patrocinadas” são exibidos no feed dos usuários quando um amigo da rede curte uma página de um anunciante do Facebook ou interage com a mesma. Ou seja, quando um de seus contatos comenta um “post pago” na rede social, o conteúdo (post, curtida, check-in) pode ser exibido no seu feed de notícias, ainda que você não curta aquela página autora do post patrocinado. Além do incômodo por serem obrigados a visualizar anúncios de empresas desconhecidas, os usuários reclamam de terem seus nomes associados às marcas nesse tipo de anúncio. A polêmica gerou até uma ação coletiva em 2011 e uma multa de US$ 20 milhões ao Facebook por utilizar nomes e fotos de internautas em posts com publicidade, sem a autorização dos mesmos. Desde agosto, porém, a rede social mudou sua política em resposta às reclamações e oferece aos usuários a opção de não ter seu nome veiculado a anúncios. Para fazer isso, basta acessar as configurações de privacidade da sua conta e desabilitar a publicidade social do Facebook. O Facebook já havia manifestado o interesse em dar fim às publicações patrocinadas em junho do último ano, mas só agora anunciou uma data para que isso ocorra. Em comunicado, porém, a rede social informou que busca alternativas para substituir o seu conteúdo patrocinado. Para os anunciantes, a mudança significa que eles não podem mais criar um anúncio cujo principal objetivo é mostrar curtidas de um usuário ou check-in em sua página de local. Entretanto, poderão anunciar seus produtos em feeds de notícias e nos painéis laterais do Facebook – incluindo curtidas e fotos de usuários que interagiram com sua página – desde que os usuários não sejam o foco principal.

Mulher morre ao ser atingida por raio no litoral de São Paulo

  • FolhaPress
  • 14 Jan 2014
  • 18:10h

Foto: Rogério Soares / Folhapress

Uma turista de Ribeirão Pires, interior de São Paulo, morreu após ser atingida por um raio na Praia da Enseada, em Guarujá, no litoral paulista. Conforme informações do jornal A Tribuna, Rosangela Biavati, de 36 anos, recebeu a descarga elétrica na tarde da última segunda-feira, poucos minutos após entrar no mar. Um fotógrafo que estava no local registrou o momento em que Rosangela desceu de uma caminhonete branca com um grupo de amigos e entrou na água, apesar dos avisos de que uma tempestade se aproximava. Ainda segundo o jornal, a turista foi resgatada pelos amigos e recebeu ajuda de outras pessoas que estavam na praia. Durante aproximadamente dois minutos eles tentaram fazer massagem cardíaca, mas sem sucesso.

Criativa: Arquiteta cria abrigo instantâneo para moradores de rua

  • IBahia
  • 07 Jan 2014
  • 16:42h

Cardborigami pode ser facilmente dobrado (Foto: Reprodução)

Pensando no bem-estar das pessoas que vivem em situação de rua, a arquiteta norte-americana Tina Hevespian criou uma solução inusitada para os desabrigados. O Cardborigami, como ela nomeou a invenção, nada mais é do que uma peça de papelão reciclado que, depois de montada, se transforma em um abrigo. Resistente à água, a peça também protege da chuva e é grande o bastante para que uma pessoa caiba sentada ou deitada. Portátil, o abrigo pode ser dobrado e carregado para onde for necessário sem esforço. Além da invenção, Tina criou ainda uma organização que fornece Cardborigamis para pessoas inseridas em programas de habitação e de reintegração social em Los Angeles, cidade onde mora. A organização também emprega os moradores de rua na fabricação das peças de papelão.

 

Pesquisa de cientistas japoneses mostra que consumir banana madura aumenta a imunidade

  • Brumado Urgente
  • 05 Jan 2014
  • 11:07h

Foto: Divulgação

De acordo com uma pesquisa científica japonesa, a banana totalmente madura com manchas escuras na pele, produz uma substância chamada "fator de necrose tumoral", que tem a capacidade de combater células anormais. Quanto mais madura é a banana, o melhor da sua capacidade anti-câncer. Bananas com manchas escuras são mais alcalinas e oito vezes mais eficazes na melhoria das propriedades das células brancas do sangue, que, quando no seu estado de verde. Comer 1-2 bananas por dia vai aumentar a sua imunidade. 

Há salvação para as revistas impressas?

  • Tradução de Larriza Thurler, edição de Leticia Nunes. Informações de Peter Osnos
  • 04 Jan 2014
  • 10:28h

(Foto: Reprodução)

Para alguns amantes de revistas, folhear uma delas comprada na banca ou recebida em casa, por assinatura, ainda é um grande prazer. Há títulos tradicionais, como New Yorker, Vanity Fair, Economist, New York Review of Books e New York, que ainda oferecem uma variedade extraordinária de artigos que refletem as habilidades editoriais e críticas de jornalistas como nos dias gloriosos das revistas, quando elas eram fontes significativas de receita para seus proprietários e acionistas. Mas a grande era das revistas com equipes numerosas nas redações, belos anúncios e venda forte nas bancas ficou certamente no passado. A economia está em mudança drástica e muitas revistas sucumbiram aos desafios das mudanças nos hábitos e da tecnologia. Mas os livros impressos, um formato também em meio à transformação digital, parecem resistir. O rádio, outra forma tradicional de comunicação, que existe há quase um século, ainda é uma fonte importante de informação. Talvez a revista impressa não tenha um futuro tão pessimista, afirma Peter Osnos em artigo na The Atlantic. Por enquanto, as perspectivas para o impresso são, em geral, sombrias. Quando a New York divulgou que seria publicada quinzenalmente, David Carr, colunista de mídia do New York Times, escreveu que a decisão “representa o fim de uma era e ressalta a economia sombria do impresso e seu papel cada vez menor em um futuro que já está acontecendo.”

Grande parte das assinaturas de revistas impressas tem versões digitais que são ou sites com um fluxo de conteúdo atraente ou réplicas de download das revistas para tablets. A queda vertiginosa na publicidade impressa para a maioria das revistas nos últimos anos é, provavelmente, irreversível, mas é muito cedo para saber se a receita de suas opções multimídia compensará essa diferença. Carr informou que as receitas digitais na New York têm crescido a uma taxa de 15% ano a ano e será maior do que as receitas do impresso no próximo ano, enquanto os anúncios impressos estão caindo acentuadamente novamente. Uma das maneiras de salvar as revistas impressas é manter a qualidade. A maior parte das assinaturas, com exceção do semanário britânico The Economist, que custa US$ 160 anuais, são muito baratas. A assinatura da Vanity Fair, por exemplo, é de US$ 24 por ano. Os preços baixos faziam sentido em uma indústria que era dependente de venda de publicidade, pois uma circulação maior significava taxas publicitárias mais elevadas, mas faz menos sentido quando os anúncios são uma fonte cada vez menor de receita. Enquanto isso, as pessoas gastam centenas de dólares ao mês com provedores para o acesso ao conteúdo por meio de cabo, internet e dispositivos móveis, incluídas aí as versões digitais de revistas e jornais. O fato é que o conteúdo digital é caro, e não se leva em consideração que um certo número de leitores pagaria mais para continuar recebendo publicações impressas que valorizam. A IBT Media, nova proprietária da Newsweek, diz que planeja trazer de volta a revista em versão impressa com 64 páginas, em edição semanal, em 2014. Segundo o editor Jim Impoco, as assinaturas, em vez da publicidade, seriam a base de sua receita e um “produto premium, de boutique”. Aumentar gradualmente o preço das revistas impressas é quase uma garantia de um futuro para elas, diz Peter Osnos.

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Relatório mostra que WhatsApp já separou mais de 28 milhões de casais

  • RT
  • 02 Jan 2014
  • 16:27h

(Ilustração)

É o que diz um relatório recente do jornal CyberPsychology e Jornal do Comportamento, que analisa os efeitos negativos de aplicações de texto como o WhatsApp ou o Facebook. Quando uma pessoa envia uma mensagem através do WhatsApp e ela chega ao receptor, você pode ver uma marca verde no lado direito, e quando o destinatário recebe, aparece uma segunda seleção verde. Isso, no entanto, não quer dizer que o destinatário leu a mensagem, apenas confirma que ele a recebeu.Só que nem todos os usuários sabem disso. Daí a “síndrome de verificação dupla”: ansiedade em ver que o destinatário recebeu a mensagem, que está online, mas não respondeu. De acordo com o relatório do CyberPsychology e Jornal do Comportamento, reproduzido pela CNN , o fenômeno já custou o fim de cerca de 28 milhões de casais. Autores do estudo explicam que aplicativos como o WhatsApp são “muito favorável” na primeira fase da relação, mas, eventualmente, começam a revelar os seus efeitos negativos, acompanhados pelo aumento de ciúmes e controle. 

Estudo confirma que comer devagar pode ajudar na perda de peso

  • Brumado Urgente
  • 31 Dez 2013
  • 08:08h

(Foto: Reprodução)

Gwyneth Paltrow é uma das adeptas da prática de se comer devagar e seu corpo mostra o resultado disso – magra, saudável e em excelente forma. Agora, pesquisadores comprovaram que mastigar a comida apropriadamente pode mesmo ajudar as pessoas a comerem menos diante da mesa. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail. O estudo mostrou que comer devagar e dar mordidas pequenas nos faz sentir menos famintos uma hora depois da refeição. As pessoas que comem devagar também tendem a beber mais, o que as ajuda a se sentir mais cheias, dizem os especialistas. Os pesquisadores da Texas Christian University exploraram a relação entre comer rápido e a ingestão de calorias. Eles questionaram voluntários sobre seus sentimentos de fome e saciedade antes e depois de refeições aceleradas e em ritmo lento, além da quantidade de água beberam durante cada uma delas. 

Vereador lascivo é preso por prática de atos obscenos na beira da praia

  • As informações são do Portal do Extremo Sul.
  • 31 Dez 2013
  • 07:44h

(Foto: Reprodução)

O vereador de Alacobaça, litoral do Extremo Sul da Bahia, Almir Silva Oliveira, 33 anos, solteiro, também conhecido como Almir Miranda (PDT), foi detido na tarde desta segunda feira, 30, em flagrante praticando atos obscenos na orla da praia. Segundo informações de um tenente que estava na viatura, a polícia recebeu uma ligação de populares denunciando um homem que estava praticando a masturbação na beira da praia. O edil foi flagrado pela PM. O vereador que também é taxista, recebeu ordem de prisão por atos obscenos e foi levado para a delegacia de polícia onde foi apresentado ao delegado Robson Marocci. Após ouvir o vereador e os policiais, o representante do legislativo municipal foi liberado. A polícia instaurou inquérito e vai encaminhar o caso à justiça para as devidas providências. 

De 19 marcas de azeite extravirgem testadas, quatro sequer podem ser consideradas azeite

  • Informações de O Globo
  • 29 Dez 2013
  • 09:30h

(Foto: Divulgação)

A Proteste – Associação de Consumidores testou 19 marcas de azeite extravirgem e constatou que quatro (Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real) não podem nem ser consideradas azeites, e sim uma mistura de óleos refinados.Menos da metade dos produtos avaliados, apenas oito, apresentam qualidade de extravirgem. São eles: Olivas do Sul, Carrefour, Cardeal, Cocinero, Andorinha, La Violetera, Vila Flor, QualitáOs outros sete (Borges, Carbonell, Beirão, Gallo, La Espanhola, Pramesa e Serrata) são apenas virgens. Dos quatro testes que a entidade já realizou com esse produto, este foi o com o maior número de fraudes contra o consumidor. As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são o principal atrativo do produto, devido ao efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias. Os quatro produtos declassificados pela entidade são, na verdade, uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

Outros sete não chegam a cometer fraude como esses, mas também não podem ser vendidos como extravirgens. A entidade ressalta que o consumidor paga mais caro, acreditando estar comprando o melhor tipo de azeite e leva para casa um produto de qualidade inferior. É considerado fraude o produto vendido fora das especificações estabelecidas por lei. Para as análises, foram considerados parâmetros físico-químicos para detectar possíveis adulterações: espectrofotometria (presença de óleos refinados); quantidade de ceras, estigmastadieno, eritrodiol e uvaol (adição de óleos obtidos por extração com solventes); composição em ácidos graxos e esteróis (adição e identificação de outros óleos e gorduras); isômeros transoleicos, translinoleicos, translinolênicos e ECN42 (adição de outras gorduras vegetais). A entidade vai notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura, exigindo fiscalização mais eficiente. Nos três testes anteriores foram detectados problemas. Em 2002, foram avaliados os virgens tradicionais e foi encontrada fraude. Em 2007, a situação se repetiu com os extravirgens. Em 2009, uma marca que dizia ser extravirgem não correspondia à classificação. Para a Proteste, isso demonstra que os fabricantes ainda não são alvos da fiscalização necessária. A reportagem procurou os quatro fabricantes dos óleos desclassificados. A importadora do óleo Quinta d’Aldeia não possuía porta-voz imediatamente disponível para comentar o assunto. As outras três marcas não tiveram representantes localizados.

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Estudo mostra que atividade sexual desta geração é menor do que as das gerações anterirores

  • Brumado Urgente
  • 29 Dez 2013
  • 08:19h

A atual geração apresenta queda em sua prática sexual (Foto Ilustrativa)

Pesquisa Nacional da Grã-Bretanha de Atitudes Sexuais e Estilos de Vida entrevistou mais de 15 mil pessoas, com idades entre 16 e 74 anos, entre setembro 2010 e agosto 2012. Os resultados foram reunidos numa série abrangente de seis documentos, considerado “um dos maiores e mais completos estudos realizados sobre o comportamento sexual”. Uma das conclusões do estudo é a de que nossos pais e avós tinham mais relações sexuais do que temos hoje. Como resultado do estudo, que comparou a vida sexual de diversos casais em 1990 e hoje, os pesquisadores descobriram três aspectos: As pessoas estão fazendo sexo com menos frequência; Estão mais aptas do que antes a ampliar o seu repertório sexual; As mulheres estão se envolvendo sexualmente com mais parceiros do que antes. O estudo revelou que 50% dos participantes relatou ter mantido relações sexuais pelo menos 3 vezes durante o mês anterior à entrevista. Quando o levantamento foi feito em 1990, cerca de metade dos participantes afirmou que manteve relações sexuais pelo menos 5 vezes durante o mês anterior.

'Ladrão do século', Ronald Biggs morre aos 84 anos

  • 18 Dez 2013
  • 21:03h

Foto: Andrew Cowie / AFP

Conhecido como o “ladrão do século”, o britânico Ronald Biggs morreu nesta quarta-feira (18), aos 84 anos, em um asilo para idosos em East Barnet, no norte de Londres, informou a família. Os detalhes da causa da morte não foram divulgados. Biggs ficou famoso pelo assalto ao trem pagador entre Glasgow e Londres, ocorrido em 1963. A quantia roubada (2,6 milhões de libras) por uma quadrilha de 11 pessoas era o equivalente a US$ 4,2 milhões. Na madrugada de 7 para 8 de agosto de 1963, o condutor de um trem postal, que fazia o trajeto entre Glasgow, na Escócia, e a estação londrina de Euston, parou em um ponto isolado, ao atender a ordem de um sinal vermelho. Os ladrões agrediram o condutor, desengancharam a locomotiva e os dois primeiros vagões para, depois, descarregar 120 sacos que continham 2,5 toneladas de dinheiro em espécie. A ação ocorreu sem que os funcionários nos outros vagões percebessem o roubo. Durante o assalto, Biggs feriu gravemente o maquinista, Jack Mills, que morreu seis anos depois, de acordo com o jornal britânico Telegraph. Detido, ele foi sentenciado a 30 anos de cadeia, mas escapou 15 meses depois da prisão de Wandsworth, ao pular o muro com uma corda de pano e fugir em uma caminhonete. Depois de passar por Bélgica, França, Panamá e Austrália, o britânico chegou ao Brasil em 1970. Biggs viveu mais de 30 anos em liberdade no Rio de Janeiro, onde fez cirurgias plásticas para modificar sua aparência. Já com a saúde frágil, o “ladrão do século” se rendeu à polícia britânica em 2001 e retornou à Inglaterra, onde foi levado à prisão de segurança máxima de Belmarsh. Em 2009, foi libertado por questões de saúde.

Empresa B: um novo conceito de negócio sustentável

  • Bruno Mirra
  • 08 Dez 2013
  • 07:40h

Foto: Reprodução

Mais de 800 empresas no mundo todo aderiram ao "conceito B", que valoriza o desenvolvimento social para todos os envolvidos em suas atividades. Em seu livro e primeira obra "A teoria dos Sentimentos Morais", o economista e filósofo escocês Adam Smith argumenta que é natural dos seres humanos buscarem agradar outras pessoas e sentirem-se acolhidos por elas. Segundo Smith, na natureza do homem "há princípios que o fazem interessar-se pela sorte dos outros e considerar a felicidade deles necessária para si mesmo, embora não extraia senão o prazer de assistir à felicidade de seu semelhante".  Muitas pessoas desconhecem esse lado mais "simpático" do economista, mais conhecido como um dos criadores do liberalismo econômico e por sua obra mais famosa Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações, simplesmente reconhecida como A Riqueza das Nações - ele é frequentemente associado ao capitalismo selvagem, que gera concentração de renda e desigualdades sociais. Porém, como grande parte dos teóricos da humanidade, Adam Smith acreditava que era necessário formular maneiras de se estabelecer uma ordem social que buscasse o bem comum, apesar do ser humano ser dotado de sentimentos egoístas. Ao reconhecer tais sentimentos, Smith reforça que os homens, em geral, têm um certo altruísmo que se contrapõe ao auto-interesse e que faz com que busquem formas de compensar o sofrimento alheio.

Em outras palavras, para Smith, fazemos boas ações porque, como espectadores, podemos nos colocar na pele dos outros e imaginar seu sofrimento ou dificuldades, mesmo sem passar por isso. Mas o economista escocês ressalta que "A simpatia não surge tanto de contemplar a paixão, mas da situação que a provoca". Para ilustrar isso, Smith enfatiza que essa simpatia só pode ser alcançada à medida que o espectador "esforça-se tanto quanto possível para colocar-se na situação do outro (...) ". 

Apesar de A Teoria dos Sentimentos Morais estar repleta de conceitos complexos, este descrito acima mostra bem como iniciativas que visam ao bem-estar social surgem em qualquer tipo de sistema econômico. Esse é o caso da chamada economia solidária.

O que é Economia Solidária?

De acordo com o Ministério do Trabalho e do Emprego"Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem."

Um grande expoente dessa economia no Brasil é Paul Singer, economista e professor. Em seu livro "Introdução à Economia Solidária" salienta que nos acostumamos a ver uma sociedade inserida num capitalismo de mercado, onde a competitividade gera pontos positivos para os ganhadores, mas reserva consequências sociais àqueles que não conseguem conquistar os consumidores. De modo geral, o destino daquelas empresas que quebram, dos estudantes que não passam no vestibular, dos trabalhadores que não conseguem emprego é visto apenas como uma consequência do jogo.

E é exatamente nesse momento que as palavras de Smith ganham força, pois, nesse sistema puramente competitivo, como empresários falidos que não conseguem ter o crédito aprovado nos bancos podem se reerguer e gerar novos negócios e empregos?

Em princípio, colocar as ideias smithianas nesse contexto de economia solidária parece ser algo extremamente controverso. Afinal, em seu livro mais conhecido, A Riqueza das Nações, o economista afirma que mercados competitivos são uma das melhores formas de induzir o uso eficiente e produtivo dos recursos de um país. Mas diante disso, considere suas palavras em Teoria dos Sentimentos Morais: "Na corrida pela riqueza, honra e privilégios, [o homem] poderá correr o mais que puder, tencionando cada nervo e cada músculo para superar todos os seus competidores. Mas se empurra ou derruba qualquer um deles, a tolerância do espectador acaba."

Adam Smith sabia que nenhuma sociedade é perfeita: nem aquelas adeptas de economias de livre-mercado e nem as de economia centralizada. Isso se dá pelo próprio egoísmo dos homens, segundo o autor. Portanto, seja por conta de empresas que montam cartéis, pagam baixos salários e fazem lobby ou devido a governos corruptos, os sistemas tendem a gerar desigualdades e insatisfação. Por isso, muito dependeria de nós, enquanto sociedade consciente e altruísta (espectadores), o atendimento a tais necessidades. Como exemplo podemos citar que mesmo que uma empresa esteja inserida no contexto da competitividade do mercado, quando ela usa de artifícios "desonestos", como explorar mão de obra infantil em países subdesenvolvidos para baratear seus custos, a "tolerância do consumidor (espectador)" se esvai e essa empresa é punida pelos mesmos, pois estes podem optar por pagar mais pelo mesmo produto, desde que este seja fabricado em conformidade com as leis e com o bom senso coletivo.

Porém, a história mostra que, apesar da teoria de Adam Smith encaixar todas essas variantes, a prática não se mostrou tão eficaz e novos adendos surgiram para complementá-la. A Economia Solidária abraça aqueles que se encontram na situação descrita por Singer - os excluídos do jogo capitalista movido pela competição - e propõe formas igualitárias de empreendimentos, cooperativas, clubes de troca e outros. Em poucas palavras, a economia solidária é uma tentativa de humanização do sistema capitalista. E não é a única.

Outras iniciativas com um viés social têm surgido e se destacam por estimularem novos modelos organizacionais que encorajam o uso do poder dos negócios para resolver problemas socioambientais. Nesse cenário é que surgem as empresas B.

Empresas B

Empresas B são aquelas que usam seus negócios para o desenvolvimento de comunidades e para a redução da pobreza, além disso busca também soluções para os problemas climáticos. O conceito das “B Corps” foi criado pelo B-Lab nos EUA em 2006, com a proposta de redefinir o sucesso para os negócios. Hoje, há mais de 830 companhias – 75 delas na América Latina - em 28 países e 60 setores. No Brasil, esse conceito chegou há pouco tempo, liderado pelo Comitê pela Democratização da Informática (CDI) em parceria com o Sistema B, representante do movimento na América Latina.

Ouro Verde Amazônia é a primeira empresa certificada como B no país. A certificação é concedida após ampla análise das práticas empresarias, em todos os âmbitos, como a relação com trabalhadores, comunidade, meio ambiente, fornecedores, governo, além de práticas de transparência. 

Segundo o site www.sistemab.org, as Empresas B têm como valores e missão:

1. Resolver problemas sociais e ambientais a partir dos produtos e serviços oferecidos pelas próprias empresas; e nas práticas laborais e socioambientais, atender as comunidades, os fornecedores e os públicos de interesse;

2. Um rigoroso processo de certificação, que examina todos os aspectos da empresa e que deve atender aos padrões de desempenho mínimos, além de ter um forte compromisso com a transparência no relatar publicamente seu impacto socioambiental;

3. Também fazer as mudanças legais para proteger sua missão ou finalidade comercial e, portanto, combinar o interesse público com o privado. Isso também irá construir uma confiança com os cidadãos, clientes, colaboradores e novos investidores.

Requisitos Básicos para se tornar uma Empresa B

Para se tornar uma empresa B é necessário:

A) Fazer a avaliação de impacto B: a Avaliação de Impacto B avalia o impacto global da empresa em suas partes interessadas. A avaliação varia de acordo com o tamanho da empresa (número de funcionários), setor e localização de operação primária. O procedimento leva normalmente de 1-3 horas; depois de ter concluído a avaliação, você receberá um Relatório de Impacto B com uma nota geral.

B) Completar uma Revisão da Avaliação: em seguida, uma revisão de Avaliação com um membro da equipe B Lab é agendada. Nessa chamada, a equipe  irá rever questões que podem ter sido difícil de responder ou não estão claras, além de ajudar a entender mais sobre as circunstâncias e quais seriam as melhores práticas para a sua empresa. Em média, leva cerca de 60-90 minutos para completar uma revisão. 

C) Apresentar Documentação de Apoio: em seu comentário de Avaliação, a equipe também irá mostrar à empresa como apresentar a documentação de apoio e se a pontuação desta está acima de 80 dos 200 pontos possíveis. A avaliação irá selecionar aleatoriamente 8-12 perguntas que foram respondidas de forma afirmativa e pedir à empresa para demonstrar essas práticas de forma mais detalhada através de documentação. A lista de documentos será gerada após a sua revisão e avaliação. 

D) Completa Divulgação Questionário: o Questionário de Divulgação permite que a empresa divulgue de forma confidencial para a B Lab quaisquer práticas sensíveis, multas e sanções relacionadas com a empresa ou seus parceiros. Esse componente não afeta o rating da empresa. Normalmente, a maioria destas respostas é menores na natureza e, portanto, não é necessária nenhuma ação adicional. No entanto, se identificado um ou mais itens do Questionário de Divulgação ou em uma verificação da Companhia e de sua alta administração de fundo material (práticas suspeitas envolvendo pagamento de tributos e coisas do gênero), pode ser necessário fornecer informações adicionais. A aceitação e participação contínua na comunidade B Corp é de exclusivo critério do Conselho Consultivo de Normas e Conselho de Administração da B Lab.

Veja na íntegra o que é preciso para uma empresa fazer parte do conceito

Benefícios de se tornar uma Empresa B

Além do óbvio benefício de se tornar uma empresa oficialmente engajada com a sustentabilidade em seu ramo de atividade, outros fatores tornam a certificação fornecida pela B Lab ainda mais atraente, como economizar em serviços de acesso (CRM-Salesforces, e-commerce etc), atrair investidores ligados à economia solidária (os chamados empreendedores sociais) e participar de campanhas publicitárias promovidas pela B-Corp.

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Cirurgião americano afirma que homens que fumam maconha podem desenvolver seios

  • Brumado Urgente
  • 06 Dez 2013
  • 12:58h

(Foto:Reprodução)

Um cirurgião plástico de Detroit, nos Estados Unidos, afirmou em entrevista à CNN, que homens que fumam maconha podem desenvolver ginecomastia (crescimento das glândulas mamárias), por causa dos efeitos da droga sobre os níveis de hormônios. De acordo com Anthony Youn, o consumo da droga provoca um distúrbio do equilíbrio entre a testosterona e o estrogênio. "Quando a relação favorece o estrogênio, o corpo responde criando um excessivo tecido nos seios. Portanto, mamas masculinas", explicou. Youn afirmou também que este efeito só não está já confirmado devido ao estatuto ilegal da droga, que impede várias investigações, e que espera poder conduzir novos estudos em estados onde a droga é legalizada. Além do aumento das glândulas mamárias, o médico afirmou que estudos com animais mostram que a exposição ao THC (tetrahidrocanabinol, substância psicoativa da maconha) pode baixar os níveis de testosterona, a redução do volume testicular e anormalidades no sêmen. 

Curiosidade: Porque as muriçocas zunem nos ouvidos das pessoas?

  • Com Informações do Terra
  • 03 Dez 2013
  • 15:06h

(Imagem Ilustrativa)

Há poucas coisas melhores do que uma boa noite de sono após um dia cansativo – e poucas coisas piores que o zunido de pernilongos interrompendo o que era uma boa noite de sono. E, mais do que incomodar com sua irritante sinfonia ao pé do ouvido, esses mosquitos podem transmitir algumas doenças. O professor Carlos Fernando de Andrade, especialista em controle de insetos do Departamento de Zoologia da Unicamp, explica que são duas as principais espécies de pernilongos que frequentam as casas. O Culex, de hábitos noturnos, e o Aedes aegypti, que transmite a dengue e tem hábitos diurnos. “Como os insetos são animais de sangue frio, eles ficam mais ativos nas estações quentes, quando temos que redobrar nossa atenção”, diz. Ambos costumam invadir as residências durante o dia, e se abrigam em lugares escuros e úmidos, aguardando o melhor momento de entrar em ação. Entre os espaços preferidos por eles estão armários embutidos e gavetas. “Infelizmente, a única maneira realmente eficaz de evitar que eles entrem em casa é instalando telas nas portas e janelas. Mas, uma vez que eles estejam dentro, todos os outros métodos são paliativos”, afirma. Ele cita como exemplo as velas de citronela, amplamente usadas, mas de eficiência bastante restrita. “Seu raio de ação é de no máximo um metro em torno da vela – e ainda assim ele é suscetível ao vento, que pode levar a essência para apenas um dos lados. Então, é preciso estar atento, pois muitas pessoas acendem a vela no quarto e acham que a casa toda está protegida.” Mas por que os insetos insistem em rondar nossa cabeça? É que são atraídos pela respiração durante o sono. Nesses casos, um ótimo aliado pode ser o ventilador e o ar-condicionado. “Se a temperatura do ambiente for baixa, eles terão menor atividade, garantindo uma noite mais tranquila para os moradores.”