BUSCA PELA CATEGORIA "Curiosidades"

Proposta que permite cobrar preço diferente no cartão opõe varejo e Procon

  • 18 Dez 2016
  • 18:04h

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Entidades de defesa do consumidor e representantes de lojistas divergem sobre aproposta do governo, ainda não aprovada, que permite que os comerciantes possam cobrar preços diferentes nas compras com cartão, dinheiro ou cheque. Pela medida, anunciada nesta quinta-feira (15) em umpacote de estímulo à economia, o comerciante pode passar a dar descontos ao consumidor que comprar com dinheiro, por exemplo. O governo não especificou como a medida seria implementada. Hoje a prática é proibida pela resolução 34/1989, do Conselho Nacional de Defesa do Consumidor. As operadoras de cartões cobram dos lojistas uma taxa para operar com o "dinheiro de plástico". Esse custo, somado a impostos como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é geralmente repassado ao consumidor e pode encarecer a mercadoria ou serviço. Sem a cobrança extra, o pagamento em dinheiro poderia ser mais barato. Ao defender a proposta, o governo afirma que a diferenciação de preços é vantajosa para o consumidor e “regulariza uma prática informal no comércio”. Também argumenta que ela estimula a competição entre os comerciantes. Para o diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Luiz Augusto Ildefonso, se aprovada, a medida regulariza uma situação que não é comum, mas acontece “algumas vezes”. 

“Ela dá um amparo legal para essa modalidade entrar em vigor”, diz. A advogada especializada em direito do consumidor Denise Santos acredita, contudo, que a prática incentiva falsos descontos. “Se isso for permitido, o comerciante pode aumentar o preço de um produto e anunciar uma promoção que na verdade não existe”, argumenta. Para o Procon-SP, a diferenciação de preços nos meios de pagamento é considerada abusiva e resulta em vantagem excessiva ao fornecedor. “A Fundação Procon-SP reitera que o pagamento feito com cartões de crédito é considerado à vista e que os lojistas são responsáveis pelo ônus dos serviços contratados e que não podem ser repassados aos consumidores”, defendeu em nota enviada ao G1. A economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Ione Amorim, diz que cobrar um preço mais alto de quem usa cartão de crédito é uma prática que fere o inciso V do artigo 39 do Código do Consumidor. Esse artigo classifica como prática abusiva exigir do consumidor uma "vantagem manifestamente excessiva".Para Ione, a diferenciação transfere para o consumidor o impasse dos custos operacionais entre estabelecimentos comerciais e empresas de intermediação (bandeira, emissores, adquirentes) sobre os custos de taxas de operação, utilização de máquinas e prazos para pagamentos.

 

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Quando beber muita água pode ser prejudicial à saúde

  • 18 Dez 2016
  • 16:02h

(Foto: Reprodução)

A Recomendação dos médicos para quem está doente é clara: descanso e beber muito líquido. Mas, recentemente, médicos do Reino Unido começaram a destacar a importância de explicar exatamente quanta água precisamos beber quando não nos sentimos bem. A advertência veio dos médicos do King's College, de Londres. Eles trataram de uma mulher de 59 anos que estava sofrendo de hiponatremia depois de ingerir uma quantidade excessiva de água para tentar curar uma infecção urinária. A hiponatremia ocorre quando o nível de sódio, elemento que ajuda a controlar a quantidade de água nas células no sangue, fica abaixo do normal. Entre os sintomas estão náusea, vômitos e dor de cabeça. O paciente também pode apresentar confusão mental e até convulsões. Em casos mais graves, a pessoa pode morrer. O problema geralmente é observado em pessoas que praticam esportes de resistência, como maratonas, ou pessoas que consomem a droga ecstasy. Idosos também podem ser vulneráveis ao problema. Em um artigo na revista especializada BMJ Case Reports, os médicos explicaram que é o caso da mulher é raro em pessoas saudáveis, mas voltaram a alertar que é preciso especificar qual a quantidade de água os pacientes precisam. "Existe uma escassez de pesquisas que avaliem os riscos e benefícios do conselho 'beba mais fluidos'", escreveram os médicos.

Perdendo o controle

A paciente cujo caso foi descrito pelos médicos foi internada em Londres para o tratamento de uma infecção. Logo ela começou a apresentar sintomas como tremores, confusão, problemas para falar e vômitos. "Lembro de ver minha mão tremendo muito e fiquei me perguntando se poderia parar, mas então percebi que meu corpo todo tremia. Naquele momento fiquei apavorada", explicou a paciente, cujo nome não foi divulgado. Ela pensou que estava tendo um derrame e lembra de não conseguir expressar o que estava sentindo e nem controlar os próprios movimentos. A paciente revelou que tinha bebido vários litros de água em apenas poucas horas, tomando como base o conselho médico de beber muita água para se livrar da infecção urinária. Os médicos então restringiram o consumo de água da paciente nas 24 horas seguintes, e ela se recuperou. A paciente relatou que se sentiu fraca depois do tratamento e ainda precisou de cerca de uma semana para se sentir normal de novo. Em um outro caso relatado, uma mulher morreu de hiponatremia depois de consumir grandes quantidades de água quando teve uma gastroenterite.

Quantidade específica

Os autores do estudo alertam que, quando a função renal da pessoa é normal, este problema não é comum. E uma das autoras justifica os conselhos de médicos para beber muitos fluidos. "Quando uma pessoa está doente, ela tende a não tomar muita água pois isso é a última coisa que quer fazer. Por isso, ela pode se desidratar facilmente", contou Maryann Noronha. "Para neutralizar este risco, os médicos dizem: 'beba muito líquido'. Isso perpetuou o mito de que é preciso beber litros e litros de água", acrescentou. Tom Sanders, professor emérito de nutrição no King's College de Londres, disse que estes casos não significam que o conselho de beber bastante água esteja errado. "Os pacientes precisam ter um suprimento de água adequado perto de suas camas e devem ser estimulados a beber ou ajudados a beber", explicou. Sanders afirma que isto é muito importante para pacientes idosos que, frequentemente, sofrem de desidratação. Os autores dos estudo afirmam que, no final das contas, a quantidade de água que devemos ingerir varia muito de pessoa para pessoa. Mas, o importante é quando estamos doentes manter o mesmo nível de consumo de quando estamos saudáveis. Ou até uns 50% a mais. Na Inglaterra o serviço de saúde público, o NHS, recomenda que uma pessoa beba entre seis e oito copos de líquido por dia, incluindo água, chá, café e outras bebidas frias ou quentes. Já o Ministério da Saúde brasileiro, em seu blog, afirma que a quantidade de líquido que uma pessoa deve consumir diariamente "é variável, pois depende de alguns fatores, como a idade e o peso da pessoa, a atividade física que ela realiza e o clima e a temperatura do ambiente onde ela vive. Para algumas pessoas, a ingestão de dois litros de água por dia pode ser suficiente, outras precisarão de três ou quatro litros ou mesmo mais, como no caso dos esportistas". Citando uma recomendação do Guia Alimentar da População Brasileira, o blog do Ministério explica ainda que "com relação à quantidade de água que devemos ingerir, (a recomendação) é extremamente simples: a quantidade que o organismo pedir". Mas é possível também observar alguns sinais. Como por exemplo: se você está tomando a quantidade suficiente de água, sua urina deve ser de cor amarela clara; se você bebe pouca água, a urina fica muito escura. Se estiver bebendo líquido demais a urina será de uma cor extremamente clara e transparente.

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Medo de dirigir afeta 2 milhões no Brasil

  • 18 Dez 2016
  • 14:03h

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Você pode nunca ter escutado falar na palavra Amaxofobia, mas com certeza já deve ter conhecido alguém que, mesmo habilitado, morre de medo de assumir o volante. Pois bem, uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina de Trânsito constatou que essa é a realizada de 10% da população brasileira apta para dirigir, o que corresponde a 2 milhões de pessoas em todo o país. As mulheres, 85%, e pessoas que têm de 30 e 45 anos são as que mais sofrem com esse tipo de fobia.   O pânico do volante, de acordo com a psicanalista e diretora do NitidaMente Instituto, Shirley Moraes, é mais comum em pessoas que sofreram algum acidente de trânsito – ainda que não estivessem no comando da direção. “Essas pessoas tendem a guardar traumas, o que torna mais difícil a retomada às atividades normais”, explica. A pesquisa corrobora com essa a afirmação, já que 40% dos entrevistados notificaram já ter sido vítima de algum acidente.  Mas, também existem aqueles que sofrem do problema logo após tirar a carteira de habilitação. De acordo com a especialista, o medo é normal no iniciante, já que faz parte da descoberta sobre o novo, mas é importante ficar atento ao nível deste receio da direção. 

 

“Quando há incapacidade de dirigir, aliado a sintomas psicossomáticos, é interessante dar uma maior atenção ao caso e buscar ajuda de profissionais da área”, aponta Shirley.  Alguns desses sintomas são: taquicardia, tremor, sudorese, palpitações, medo de desapontar alguém ou de errar, sensação de paralisia, boca seca, dor de cabeça, tensão muscular, dentre outros.

Dicas de Superação:
 - Procure se ambientar ao veículo, antes de dar partida;
- Busque respirar calmamente para diminuir os níveis de ansiedade;
- Caso não se sinta bem, enquanto estiver dirigindo, pare e tente se acalmar antes de seguir viagem;
- Se ainda assim não se sentir seguro para dirigir sozinho, tente fazer as primeiras viagens na companhia de um amigo ou pessoa próxima. Um curso para habilitados também pode ajudar no auxílio da autoconfiança;
- Alie todas as dicas anteriores a sessões de terapia, para superar os medos.

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Andar e correr descalço faz bem à saúde? Estudo não encontra riscos nem benefícios

  • 11 Dez 2016
  • 10:02h

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Esudos que abordam os efeitos de longo prazo do hábito de andar ou correr descalço são escassos. Uma nova revisão concluiu que há evidências limitadas da ocorrência de mais problemas nos pés relacionada a esse hábito. Além disso, não há evidência de um risco maior de lesões entre pessoas que têm esse costume, segundo a análise publicada no mês passado na revista "Medicine and Science in Sports and Exercise". "Tendo o grande 'debate sobre andar descalço' em mente, esperávamos mais evidências de efeitos de longo prazo da locomoção sem sapatos", disse o principal autor do estudo, Karsten Hollander, do Instituto da Ciência do Movimento Humano da Universidade de Hamburgo, na Alemanha. Algumas populações, por exemplo na África do Sul, incluem muitas pessoas que têm o hábito de ficar descalças, disse Hollander à Reuters Health. Ele e seus colegas estão atualmente preparando um estudo maior comparando crianças que andam descalças na África do Sul om crianças que andam calçadas na África do Sul e Alemanha para avaliar o desenvolvimento dos pés e a performance motora. Na revisão publicada em novembro, Hollander e sua equipe incluiu 15 estudos que avaliaram mais de 8 mil pessoas comparando dados sobre biomecânica, performance motora e patologias observadas normalmente em pessoas que andam descalças e calçadas. 

Foi observado que pessoas que andam descalças tendem a ter pés ligeiramente mais largos do que pessoas calçadas. Os índices de lesões foram similares nos dois grupos. Não houve evidência de que pessoas descalças têm performance motora melhor em longo prazo e houve evidência muito limitada para benefícios à saúde, segundo os autores. O corpo se adapta bem a andar ou andar descalço, segundo Hollander, "mas o corpo precisa de mais tempo para adaptar a essa nova técnica e eu acho que a quantidade de treino e recuperação que um corpo precisa é diferente para cada indivíduo".

 

Correr descalço

A revisão concluiu que os tipos de lesões observadas em pessoas que correm descalças ou calçadas foram diferentes, mas não há evidência que mostra que uma opção gera mais lesões do que a outra. "Enquanto correr calçado leva a mais lesões na fascia plantar, joelho, quadril e costas, corredores descalços estão mais propensos a ter lesão no tendão de Aquiles e outros tendões na extremidade inferior", disse o autor. "Minha opinião pessoal é que muitas pessoas poderiam se beneficiar de andar descalças", tomando cuidado para evitar riscos, afirmou Hollander. Sapatos minimalistas podem proteger os pés de perigos como cacos de vidro ou pedras. "Mas o importante é que a transição para correr descalço ou com sapatos minimalistas precisa de tempo e alguma adaptação na técnica de corrida."

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Cinco formas de evitar a armadilha de viver em sua própria 'bolha' no Facebook

  • 11 Dez 2016
  • 08:02h

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Quando comecei a trabalhar em um documentário, no começo de 2016, sobre as bolhas nas redes sociais, sabia pouco sobre este assunto que acabaria se transformando em uma das histórias que definiram este ano. Estava preocupado com as limitações de nossa presença digital em um sentido político e social. Devido a causas alheias à nossa vontade, a maioria de nós transformou nossas redes sociais em bolhas muito limitadas e agradáveis, fazendo com que as pessoas com pontos de vista políticos e sociais muito diferentes dos nossos não apareçam em nossas páginas no Facebook, por exemplo, apesar de, provavelmente, elas viverem ao lado de nossas casas. A culpa é das empresas que criam algoritmos para as redes sociais, cujas modificações estão programadas para nos mostrar o que "gostamos" na internet e coisas com as quais estamos de acordo. Curiosamente tudo isso tem como objetivo nos fazer mais felizes. Depois de conversar com vários especialistas, gurus da web e filósofos futuristas, descobri algumas formas de romper com esta bolha das redes sociais e caminhar para um futuro mais brilhante e, possivelmente, mais real. Veja alguns destes passos abaixo.

1) Desative a seleção automática de notícias

O Facebook mostra uma seção de notícias criada por seus algoritmos. O que se vê nelas é o que estes algoritmos "acreditam" ser o que você quer ver e o que você acha interessante. Frequentemente isto significa que seus amigos ou contatos que pensam de forma diferente de você a respeito de algum assunto nem sempre aparecem na sua timeline do Facebook. Com isso a sua exposição a pontos de vista diferentes fica reduzida. No entanto é possível mudar isso se você configurar o Facebook para ver as histórias na ordem em que foram publicadas ativando a opção "Mais recentes" (em sua página inicial, clique em "notícias" e escolha a opção "mais recentes"). O Facebook adverte que, mesmo que você faça esta mudança, "a sua configuração predeterminada voltará depois". Por isso você precisa refazer esta mudança a cada vez que se conectar. Se optar por esta mudança poderá ver em sua timeline histórias que talvez não signifiquem nada para você, de pessoas que talvez não conheça tão bem e muitas fotos que provavelmente sejam mais uma chateação do que algo bonito para olhar. Mas, pelo menos, terá uma seção de notícias de verdade.

 

2) Curta tudo

Se você clicar em "curtir" para tudo o que aparece em suas redes sociais, a inteligência artificial que controla os algoritmos ficará sabendo que você gosta de saber de tudo: todos os pontos de vista e todo tipo de política. Isso abre a possibilidade para que as coisas se repitam em sua timeline, inclusive as duas ou mais versões de uma mesma história. Se você incluir mais pontos de vista diferentes em seu perfil, sua informação será mais completa É jeito meio grosseiro de enganar o sistema, mas pelo menos você estará fazendo algo para ter uma visão mais ampla das notícias.

3) Não clique nos links

Existe uma outra opção, mais radical: limite seus cliques apenas aos aniversários e fotos de seus contatos, mantendo tudo o que for relacionado a assuntos políticos e sociais fora de sua timeline (pelo menos temporariamente). Uma vez que você conseguiu converter sua presença digital na coisa mais chata do mundo, então você poderá colocar em prática velhas habilidades como ler cada ponto de vista sobre uma história política, vindos de fontes diferentes e veículos de imprensa diferentes. E, partir do que você conseguir ler, poderá chegar às suas conclusões.

4) Organize e e pregue o evangelho do conteúdo sem filtro

É inútil abandonar o sistema se o resto do mundo continua dentro da "Matrix". As empresas de redes sociais e os algoritmos não são uma força do mal com o objetivo de mudar nossa espécie, são apenas reflexos de nós mesmos. Se mudarmos de coletivamente a forma com que consumimos a informação nas redes sociais, teremos um mundo com mais variedade, mais aberto e mais complexo.

5) Delete sua conta, desconecte e abandone tudo!

Esta opção, para alguns, parece impossível.

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Impeachment, Olimpíada e Pokémon Go são assuntos mais falados no Facebook do Brasil em 2016

  • 10 Dez 2016
  • 16:01h

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O impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a Olimpíada do Rio de Janeiro e o game “Pokémon Go” foram os assuntos mais comentados do Facebook no Brasil em 2016, informou a rede social nesta quinta-feira (8). A pauta política dominou as conversas no site de Mark Zuckerberg. Outros dos dez tópicos mais discutidos na rede social foram a Lava-Jato e as eleições dos Estados Unidos. A lista traz ainda a tragédia que derrubou o avião da Chapecoense e as mortes de David Bowie ao 69 anos e de Fidel Castro, aos 90 anos. Outro dos assuntos mais falados é o vírus da zika. O curioso é que, em novembro, a própria rede social admitiu que três dos dez artigos mais compartilhados sobre a epidemia eram falsos. A rede social também liberou vídeos de retrospectiva do ano, em que os usuários poderão ver uma compilação de momentos marcantes publicados por eles ou sobre eles no Facebook. É possível ver esses vídeos no seguinte endereço: facebook.com/yearinreview2016.

Veja abaixo os assuntos mais comentados do ano:

1) Impeachment
2) Jogos Olímpicos de 2016 do Rio de Janeiro
3) Pokémon Go
4) Carnaval
5) Acidente de avião da Associação Chapecoense de Futebol
6) Eleições nos EUA
7) Operação Lava-Jato
8) Zika
9) David Bowie
10) Fidel Castro

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Uso moderado de redes sociais é bom para saúde mental, diz pesquisa

  • 10 Dez 2016
  • 10:02h

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O uso regular de redes sociais contribui para a saúde mental, de acordo com uma pesquisa australiana. O estudo, publicado pela Universidade de Melbourne e pela Universidade de Monash nesta sexta-feira (9), analisou 70 pesquisas que examinaram a relação entre as redes sociais e depressão, ansiedade e bem-estar. Pesquisadores descobriram que as redes sociais muitas vezes se revelaram úteis para conectar as pessoas e fazer com que elas recebam apoio social, além de fornecerem uma fonte única de apoio para indivíduos que têm dificuldade com interações face a face. No entanto, as redes sociais não foram boas para todos, já que algumas pessoas frequentemente se comparavam a outras, afixavam pensamentos negativos ou eram viciadas em redes sociais, correndo maiores riscos de desenvolverem depressão e ansiedade. 

Peggy Kern, líder do estudo da Universidade de Melbourne, disse que as pessoas com ansiedade social eram mais propensas a usar passivamente as redes sociais ao invés de se envolver diretamente, enquanto indivíduos com sintomas depressivos eram mais suscetíveis a postar seus pensamentos negativos. "A mídia social fornece não apenas uma janela para os pensamentos e emoções que as pessoas escolhem compartilhar, mas também alguns de seus padrões comportamentais que podem ajudar ou prejudicar a saúde mental", disse Kern em um comunicado na sexta-feira. "Ao compreender as ligações entre as redes sociais e a saúde mental, podemos fazer melhores escolhas sobre como usar de maneira produtiva as redes sociais e promover uma boa saúde mental". Elizabeth Seabrook, pesquisadora da Universidade de Monash, disse que a pesquisa mostra que as mídias sociais poderiam ser usadas no futuro para identificar e prever a presença de depressão e ansiedade social em um usuário. "A continuidade da pesquisa pode ser uma ferramenta poderosa para a identificação precoce do risco da saúde mental," disse Seabrook.

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Feriados 2017: veja a lista de pontos facultativos e feriados nacionais

  • 04 Dez 2016
  • 10:02h

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O Governo federal publicou nesta quarta-feira (30), em portaria no "Diário Oficial da União", a lista dos feriados federais de 2017. Além do 1º de janeiro, são mais 13 datas, entre feriados e pontos facultativos.

Confira a lista dos feriados de 2017:

1º de janeiro (domingo): Confraternização Universal (feriado nacional)

- 27 de fevereiro (segunda), Carnaval (ponto facultativo);

- 28 de fevereiro (terça), Carnaval (ponto facultativo);

- 1º de março, quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14 horas);

- 14 de abril (sexta), Paixão de Cristo (feriado nacional);

- 21 de abril (sexta), Tiradentes (feriado nacional);

- 1º de maio (segunda), Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);

- 15 de junho (quinta), Corpus Christi (ponto facultativo);

- 7 de setembro (quinta), Independência do Brasil (feriado nacional);

- 12 de outubro (quinta), Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);

- 28 de outubro (sábado), Dia do Servidor Público (ponto facultativo);

- 2 de novembro (quinta), Finados (feriado nacional);

- 15 de novembro (quarta), Proclamação da República (feriado nacional);

- 25 de dezembro (segunda), Natal (feriado nacional)

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Cresce proporção de mulheres que são referência nos lares brasileiros, diz IBGE

  • 03 Dez 2016
  • 18:01h

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A Proporção de mulheres que são consideradas referência nos lares brasileiros teve um aumento considerável nos últimos 10 anos, mostra a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2016, publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (2). O percentual de mulheres enquadradas nesta condição em domicílios particulares saltou de 30,6% para 40,5% entre 2005 e 2015, especialmente nos lares habitados por casais, diz o levantamento. Nas famílias formadas por casais com filhos, a proporção de lares em que a mulher era a pessoa de referência passou de 6,8% para 22,5%, de 2005 para 2015. O IBGE considera como pessoa de referência quem é responsável pela unidade domiciliar (ou pela família) ou assim considerada pelos outros membros. Segundo o estudo, as mudanças nos arranjos familiares foram influenciadas pela queda da fecundidade, o aumento da escolaridade e da inserção das mulheres no mercado de trabalho.

Casais sem filhos
Nos arranjos de casais sem filhos, o percentual em que a mulher era a pessoa de referência também subiu: passou de 8,4% para 22,0% no mesmo período, segundo a SIS. Dos casais sem filhos, o estudo chamou a atenção para famílias com casais em que as duas pessoas (de referência e o cônjuge) tinham rendimento de qualquer fonte, a mulher não tinha filhos nascidos vivos, e este casal vivia sem a outros parentes ou agregados.

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Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, aponta IBGE

  • 01 Dez 2016
  • 20:02h

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A expectativa de vida do brasileiro nascido em 2015 é de 75,5 anos, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado foi publicado no Diário Oficial da União. No ano de 2014, o número era de 75,2 anos. As informações são usadas como parâmetro para o fator previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

Veja como fugir das fraudes mais comuns na rede

  • 01 Dez 2016
  • 19:03h

Nada melhor do que atualizar os dados bancários no aconchego do lar, não é ? Basta uma ligação do banco e problema resolvido. É contando com essa expectativa que bandidos se passam por representantes de instituições bancárias para coletar dados pessoais de inúmeras vítimas e assim realizar diversos tipos de fraude. Em boa parte dos casos, a própria vítima fornece as informações, sem sequer imaginar que está colaborando com o criminoso. “As pessoas precisam saber que nenhuma instituição financeira faz atualização ou complementação de dados por telefone ou por meio eletrônico”, afirma o coordenador do Grupo de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos (GME), delegado João Cavadas. Ele lembra ainda a importância de evitar repassar dados pessoais por telefone para desconhecidos e ter cuidado com cópias de documentos. De acordo com o delegado, com dados pessoais, como nome completo, RG, CPF e data de nascimento, é possível fazer contratação de serviços sem a necessidade de apresentação de documentos originais, o que facilita a ação dos bandidos. 

Por isso, ele orienta bastante cautela na divulgação dessas informações, principalmente nas redes sociais. “Quanto mais conhecimento uma pessoa má intencionada tem ao seu dispor, maior será a facilidade desta se passar pela vítima”, explica. A promessa de dinheiro fácil também costuma atrair boa parte das vítimas, diz o especialista. Promoções mirabolantes e e-mails com destinatários desconhecidos também devem ser ignorados. Para Cavadas, as fraudes cometidas atualmente são as mesmas aplicadas há anos, mudando apenas a plataforma utilizada. “São crimes aplicados, na maioria das vezes, aproveitando-se da cobiça das pessoas em ser beneficiadas com dinheiro, produtos, serviços ou, até mesmo, comodidade”, continua, citando o famoso ‘conto do paco’, como ficou conhecida a ação de bandidos que oferecem ‘recompensas’ em troca de uma ação simulada por eles, resultando no furto da vítima. Outro golpe comum hoje realizado com a ajuda de meios digitais é a venda de produtos a preços muito abaixo do mercado, quando, na verdade, eles nem existem.

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Netflix libera download de filmes e séries no Brasil

  • 30 Nov 2016
  • 19:02h

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A Netflix liberou ao usuário brasileiro, nesta quarta-feira (30), a visualização de seus filmes e séries offline. A ferramenta está disponível após atualização do aplicativo, bastando o usuário escolher um título, baixar na memória do celular ou tablet e assistir offline. “Agora você pode assistir suas histórias favoritas em qualquer lugar, mesmo sem internet. Atualize seu app e boa maratona. #NetflixOffline”, anunciou o serviço de streaming, por meio de suas redes sociais. 

'Verdades secretas' ganha o Emmy Internacional 2016

  • 22 Nov 2016
  • 18:00h

A produção brasileira "Verdades secretas", exibida pela TV Globo, ganhou nesta segunda-feira (21) o Emmy Internacional, considerado o Oscar da TV mundial. A cerimônia de entrega do evento organizado pela Academia Internacional de Artes & Ciências Televisivas aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos (veja abaixo a lista de ganhadores). Com autoria de Walcyr Carrasco e direção artística de Mauro Mendonça Filho, "Verdades secretas" concorria com outra produção da emissora, "A regra do jogo", de João Emanuel Carneiro. Também disputavam uma produção canadense e outra filipina. "'Verdades secretas' foi uma novela onde mergulhei profundamente, um trabalho feito com a alma", afirmou Carrasco, que foi ao palco da premiação acompanhado das atrizes Camila Queiroz, Grazi Massafera, Guilhermina Guinle e Agatha Moreira, dos diretores-gerais André Felipe Binder e Natalia Grimberg, do diretor Allan Fiterman e da produtora de elenco Bruna Bueno. O autor citou que a trama "foi uma novela inovadora, que trouxe assuntos polêmicos, como a prostituição no mundo da moda – o famoso book rosa – e a destruição humana causada pelo crack". 

E concluiu: "Foi libertador escrevê-la. Em si só, uma viagem profunda ao meu interior como artista". Em nota, o diretor Mauro Mendonça Filho, que não pôde estar em Nova York, parabenizou o autor: "Estou muito feliz pelo Walcyr. Ele merece, pois foi uma novela ousada". Ao todo, a Globo tinha seis nomes entre os indicados ao prêmio, em cinco categorias diferentes. Na história, a emissora tem agora 15 prêmios Emmy Internacional. O diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, comemorou a premiação da edição 2016: "Acho que tem uma preocupação constante de buscar temas que a sociedade gostaria de ver no ar. E a gente tenta ouvir a sociedade e traduzir através de conteúdos, através de uma produção que – seja de ficção ou seja de realidade – traga de volta para ela aquilo que ela deseja ver no ar".Grazi e Nero não levaram
Grazi Massafera ("Verdades secretas") e Alexandre Nero ("A regra do jogo") estavam entre os concorrentes aos prêmios de melhor atriz e ator. Em entrevista ao "Bom Dia Brasil" ainda no tapete vermelho, Nero, que na novela interpretou o ex-vereador corrupto Romero Rômulo, comemorou a indicação. "É meio fantasioso, uma brincadeira de criança. É muito mais longe do que a gente esperava", disse. O vencedor na categoria foi o americano Dustin Hoffman ("Roald Dahl's esio trot") Já na categoria de Grazi, que na novela viveu uma modelo viciada em crack, a escolhida foi a atriz britânica Christiane Paul ("Under the radar"). Após a entrega do prêmio de melhor novela para "Verdades secretas", Grazi disse sentir "muito orgulho" do trabalho.

'Zorra' e 'Os experientes' concorreram
O humorístico "Zorra", reformulado no ano passado, foi indicado a melhor série de comédia. O prêmio foi para a produção britânica "Hoff the Record". Também disputou "Os experientes", coprodução da Globo com a O2 Filmes, indicada a melhor minissérie. O prêmioi foi para "Capital", da BBC. Pelo Brasil, também concorria "Adotada", da MTV, na categoria melhor programa de entretenimento não roteirizado. A produção suíça "Allt För Sverige" venceu a categoria. No ano passado, duas produções da Globo foram premiadas com o Emmy Internacional. "Império" levou o prêmio de melhor novela e o especial "Doce de mãe" ganhou como melhor comédia.

Veja a lista dos indicados nas categorias com brasileiros (em negrito os vencedores):

Melhor ator
Dustin Hoffman  ("Roald Dahl's esio trot") - Reino Unido
Alexandre Nero  ("A regra do jogo") - Brasil
Florian Stetter  ("Nackt unter wölfen") - Alemanha
James Wen  ("Echoes of time") - Cingapura

Melhor atriz
Judi Dench ("Roald Dahl's esio trot") - Reino Unido
Jodi Sta. Maria  ("Pangako sa'yo") - Filipinas
Grazi Massafera  ("Verdades secretas") - Brasil
Christiane Paul  ("Under the radar") - Alemanha

Comédia
"Dix pour cent"  - França
"Hoff the record" - Reino Unido
"Puppet nation ZA" - África do Sul
"Zorra" - Brasil

Novela
"30 Vies - Samuel Pagé" - Canadá
"Bridges of love" - Filipinas
"A regra do jogo" - Brasil
"Verdades secretas"  - Brasil

Minissérie
"Capital" - Reino Unido
"Nackt unter wölfen" - Alemanha
"Os experientes" - Brasil
"Splash splash love" - Coreia do Sul

Programa de entretenimento não-roteirizado
"Adotada" - Brasil
"Allt för sverige" - Suécia
"Gogglebox" - Reino Unido
"I can see your voice" - Coreia do Sul

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99% dos dermatologistas acham que pacientes não usam filtro solar suficiente

  • 13 Nov 2016
  • 20:04h

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Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista "Jama Dermatology" apontou que quase todos os dermatologistas acreditam que seus pacientes não estão seguindos os seus conselhor acerca do uso de protetor solar de maneira adequada. "Existe uma longa e compreensível lista de razões pelas quais a maioria das pessoas não usa filtro solar o suficiente: a loção é desconfortável, inconveniente de aplicar, nem sempre disponível, cara e a lista continua", diz o principal autor do estudo, Aaron Farberg. O estudo realizou uma pesquisa com 156 dermatologistas americados e cada um deles concordou que o protetor solar reduz o envelhecimento da pele e 97% concordaram que também reduz o risco de câncer. No entanto, 99% também acreditam que seus pacientes não aplicam filtro solar de forma suficiente. De acordo com a Associação Americana de Dermatologia (AAD), a maior parte das pessoas precisa de quase 30 ml de filtro para cobrir todas as partes expostas do corpo.

Cientistas criam lista de músicas capaz de reduzir ansiedade

  • 13 Nov 2016
  • 18:01h

(Foto: Reprodução)

Um estudo realizado pela organização britânica Mindlab teve como resultado uma playlist que promete combater a ansiedade. Para selecionar um total de 10 músicas, a equipe de cientistas analisou um grupo de voluntários durante algumas tarefas de lógica elaboradas para induzir níveis de stress. Durante as atividades, os participantes ouviram uma série de músicas, segundo a revista Exame. Por meio de sensores, foi possível medir a atividade cerebral dos voluntários, além de obter informações como batimentos cardíacos, pressão sanguínea e o ritmo da respiração. A primeira música da lista é "Weightless", do grupo Marconi Union, composta em parceria com a British Academy of Sound Therapy com o objetivo de provocar relaxamento. Essa canção é capaz de reduzir a ansiedade em até 65%, de acordo com os especialistas. Essas são as 10 músicas da playlist: "Weightless",  Marconi Union; "Electra", Airstream; "Mellomaniac – Chill Out Mix", DJ Shah; "Watermark", Enya; "Strawberry Swing", Coldplay; "Please Don’t Go", Barcelona; "Pure Shores", All Saints; "Someone Like You", Adele; "Canzonetta Sull’aria", Mozart; "We Can Fly", Café Del Mar.