BUSCA PELA CATEGORIA "Curiosidades"

Presente entregue fora do prazo vale indenização; saiba o que fazer

  • 26 Dez 2016
  • 14:26h

(Foto: Reprodução)

Encontrar o presente perfeito pode levar tempo e, às vezes, só dá para encontrá-lo pela internet. Mas, imagina se a lembrança comprada para o Natal atrasa e só chega após a festa? Pois é, o Natal passou e muita gente acabou enfrentando mesmo problema. Foi justamente o que aconteceu com o analista de sistemas Pedro Dantas, 27 anos.  “Eu comprei um livro para um amigo secreto, mas acabou que o livro atrasou e não chegou a tempo. Como não podia participar do amigo secreto sem presente, tive que comprar o presente na própria loja física, o que acabou saindo mais caro, quase o dobro do valor”, reclama. 

De acordo com informações do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor da Bahia (Procon-BA), dá para recuperar o prejuízo. Os clientes que não receberam seus produtos no prazo de entrega previsto podem acionar os fornecedores através dos Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor ou mesmo judicialmente. O Código de Defesa do Consumidor garante que ele receba o seu produto ou mesmo o dinheiro no valor da compra, nos casos em que o atraso tenha ocorrido por um erro da empresa fornecedora. Vender um produto pela internet exige não apenas a responsabilidade da empresa em enviar o item comprado no prazo determinado. O cliente ainda precisa que os Correios façam o transporte e a entrega em tempo hábil, conforme prazo acordado entre cliente e vendedor. 

Transtorno 
Foi por um erro dos Correios que o gastrônomo Frank Almeida, 34 anos, não recebeu no tempo acordado o presente que daria para a mãe no Natal do ano passado. Segundo ele, a compra foi efetuada com um período de 30 dias de antecedência à data do Natal, exatamente para garantir que o produto chegasse à tempo. Os itens comprados, um mixer e um conjunto de taças, chegaram apenas poucos dias antes do Ano-novo. “Eu comprei 30 dias antes para garantir que chegasse a tempo. Eles me deram um prazo de 11 dias para o produto ser entregue, mas demorou quase 40 dias para chegar. No final das contas, eu paguei por um frete mais caro, porque foi Sedex, e não recebi o produto a tempo”, afirma. Em resposta aos questionamentos do cliente, a empresa alegou que o erro foi dos Correios e que o material foi enviado na data prevista.  Frank conta que os Correios admitiram o erro e não cobraram pelo transporte da mercadoria - medida padrão quando a empresa se responsabiliza por um erro no transporte de mercadoria. Porém, o desconto foi passado à empresa fornecedora e não ao cliente, já que o reembolso ou isenção do frente é feito ao contratante e não ao destinatário do item. Segundo os Correios, é possível fazer reclamações sobre produtos que não chegaram ou não foram entregues no prazo até 90 dias após a data prevista para a entrega. A empresa também costuma pagar indenizações por atraso, extravio, roubo, entrega indevida, espoliação, avaria total ou parcial, devolução indevida e serviços não prestados. O gastrônomo conta que entrou em contato com a empresa fornecedora, mas chegou a ser tratado com grosseria. Até prometeram devolver o valor do frete, o que nunca foi feito. “O que a lei diz é que ele  tem o direito de ser ressarcido. Se ele pagou o frete,  tem o direito de receber o dinheiro de volta”, afirma o advogado Dori Boucault, especialista em Direito do Consumidor e também do Fornecedor.

Interesse em resolver 
Conforme Maurício Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), as lojas procuram oferecer um prazo de entrega maior do que o necessário justamente para evitar esses casos de atrasos. “Se uma loja demora quatro dias para entregar, por exemplo, ela informa seis ou oito. Dessa forma, a expectativa do consumidor fica mais controlada”, afirma Salvador. 

Cliente lesado pode acionar o Procon
Em casos de extravio ou perda da mercadoria, o Procon-BA explica que o consumidor pode obrigar que o fornecedor cumpra a oferta. Ou seja, quem vendeu tem que entregar o produto, enviar outro caso o cliente concorde, prestar um serviço equivalente ao contratado ou, ainda, rescindir o contrato. Nesse caso, o cliente tem direito a receber uma restituição da quantia paga antecipadamente, com  correção monetária referente a perdas e danos, conforme consta no artigo 35 do Código de Defesa ao Consumidor (CDC). “Essa correção monetária é calculada com base na inflação do período ou no chamado grave dano ocorrido. É uma compensação financeira que satisfaça o consumidor e penalize o comerciante. E tem que ser uma coisa que incomode financeiramente o comerciante, porque se for uma quantia muito irrisória não vai surtir efeito”, afirma o advogado Dori Boucault, especialista em Direito do Consumidor e do Fornecedor. Além de multa, o vendedor ou prestador de serviço que não cumprir o prazo especificado no momento da venda ou não entregar a mercadoria pode ser notificado pelo Procon.  “Se a loja já foi autuada e reincide na mesma infração, ela pode receber uma multa maior, por causa da chamada reincidência do ato”, conta o especialista em direito do Consumidor e do Fornecedor. Boucault esclarece ainda que outras posturas podem ser adotadas pelo Procon, como a suspensão temporária do funcionamento da loja ou mesmo a retirada do site do ar.  Há também a possibilidade do cliente prestar uma reclamação individual em qualquer posto de atendimento do Procon. Nesses casos, o órgão faz a abertura de um processo administrativo. O passo seguinte a ser adotado pelo Procon é marcar uma audiência conciliatória entre as duas partes.

CONTINUE LENDO

Não conseguiu emprego em 2016? Veja o que avaliar na busca por vaga em 2017

  • 25 Dez 2016
  • 15:02h

(Foto: Reprodução)

Com  o desemprego em alta em 2016, superando a marca de 12 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho, quem está em busca de uma recolocação deve refletir sobre os rumos da carreira e sobre o que pode ser feito para conseguir o tão sonhado emprego no ano de 2017. “Encerrar o ano realizando autoavaliação sobre desempenho nos processos seletivos e os principais direcionadores de busca por vagas são passos importantes para a recolocação em 2017. Sempre que possível, peça feedback para os entrevistadores sobre sua participação, sendo o retorno positivo ou negativo”, afirma Roberto Didio, gerente de RH da unidade carioca da Luandre.  Segundo o especialista, se o candidato não foi chamado para nenhuma entrevista no período em que esteve desempregado, convém analisar a compatibilidade curricular com as oportunidades pretendidas. Podem fazer a diferença atualização de contatos, organização das informações e a síntese na elaboração do currículo. Segundo ele, não se deve economizar na prática de networking (contatos profissionais), ferramenta decisiva para promover conexão constante com o mercado de trabalho.

Veja oito dicas de Didio para recomeçar a busca com o pé direito:

1. O candidato não deve perder as esperanças. Apesar do ritmo ainda lento, as contratações continuam acontecendo e alguns setores já ensaiam retomada de crescimento.

2. Verifique se o seu perfil está condizente com as vagas pleiteadas. É contraproducente encaminhar currículo para oportunidades desalinhadas com sua experiência profissional e formação. Em casos de exceção, investigar com os consultores sobre as particularidades da vaga e a possibilidade de ingressar num processo fora da sua área de atuação.

3. Aproveite o tempo livre para o aperfeiçoamento e desenvolvimento, seja por meio de cursos gratuitos, online ou que exijam baixo investimento.

4. Esteja bem informado sobre o que está acontecendo no mundo. É extremamente importante que o profissional de seleção perceba que você está atualizado. Além disso, observando tendências de mercado, fica mais fácil saber onde estão as vagas em potencial.

5. Antes da próxima entrevista, pesquise sobre a cultura da empresa. Entenda se os valores da organização estão alinhados com seus próprios valores. Leia sobre missão, visão e valores da empresa que irá realizar a seleção.

6. Não descarte oportunidades de trabalho temporário. Há sempre chances consideráveis de efetivação, sobretudo em momentos de crise. Pontualidade, comunicação, participação e alto desempenho são fatores decisivos para garantir sua contratação. Dê o melhor de si.

7. Mantenha seus perfis nas redes sociais em harmonia com suas aspirações profissionais.

8. Nunca espere de forma passiva pelas oportunidades. Elas são criadas em cada acesso aos meios de comunicação, em cada troca de informação com outros profissionais, em cada visita aos sites de busca. Não desista.

CONTINUE LENDO

Celular se consolida como principal meio de acesso à internet no Brasil, aponta IBGE

  • 25 Dez 2016
  • 09:02h

(Foto: Reprodução)

O Celular se consolidou como o principal meio de acesso domiciliar à internet no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 92,1% do acesso à rede passou a ser feito pelo dispositivo móvel. O dado é de 2015 e faz parte do suplemento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgado nesta quinta-feira (22). Em relação à 2014, o uso do celular para acesso à internet aumentou em 11,7 pontos percentuais. Já o acesso por meio de tablete registrou queda de 0,8 p.p., correspondendo a 21,1% do acesso domiciliar. O acesso por meio da televisão correspondeu a 7,5% do total de acessos (aumento de 2,6 p.p.).

 

Acesso por computador caiu pela 1ª vez em todo o país
A pesquisa mostrou que caiu pela primeira vez no Brasil o número de domicílios que utilizam microcomputador para acesso à internet. A queda foi de 2,4% em relação à 2014, passando de 28,2 milhões para 27,5 milhões o número de domicílios com acesso à internet por meio de PC. Em termos percentuais, o acesso domiciliar à internet por meio de microcomputador caiu de 76,6% em 2014 para 70,1% em 2015. Segundo o IBGE, em 2014 já havia ocorrido a redução da proporção de domicílios com acesso à internet por meio de microcomputador. Porém, o número absoluto de domicílios que tinham acesso à internet por meio deste tipo de equipamento ainda havia aumentado. Na divulgação dos dados gerais da Pnad de 2015, ocorrida em novembro passado, o IBGE já havia apontado que o número de casas com computador havia caído pela primeira vez no Brasil, passando de 32,5 milhões para 31,4 milhões entre 2014 e 2015 (-3,4%). A queda no uso do PC se deve, segundo o IBGE, justamente pelo aumento no acesso à por meio de outros equipamentos. O crescimento no uso dos outros equipamentos foi de 36,8% entre 2014 e 2015, passando de 8,6 milhões para 11,8 milhões. Este aumento, porém, foi mais modesto que o observado entre 2013 e 2014, quando foi de 137,7%. “Quando a gente abre estes dados pelas grandes regiões, até 2014 nas regiões Sul e Sudeste ainda era superior o acesso por microcomputador. Em 2015 isso se reverte e a proporção passa a ser maior com o acesso por meio de outros aparelhos. As demais regiões já tinham feito essa reversão em 2014”, destacou a analista do IBGE Helena Oliveira.

CONTINUE LENDO

Coelba dá dicas de como usar o ar condicionado para economizar na conta de energia

  • 24 Dez 2016
  • 16:04h

(Foto: Reprodução)

Com a chegada do verão o uso do ar-condicionado é ainda mais constante. Mas é importante estar atento ao valor da conta de energia que também aumenta nessa época do ano com o uso do eletrodoméstico por mais tempo. A Coelba dá algumas dicas para evitar sustos na hora de receber a conta no fim do mês.

  • Escolha a potência do ar condicionado adequada para o ambiente, isso vai evitar gastos excessivos;
  • Confira o consumo de energia antes da compra, os equipamentos vêm com SELO PROCEL e ENCE/INMETRO que informa o consumo de energia de todos os tipos e modelos de ar condicionando presentes no mercado

  • Prefira modelos com tecnologia Inverter, eles alcançam a temperatura desejada mais rapidamente e a mantêm por todo o tempo de uso;
  • Instale o aparelho corretamente. Instale o ar-condicionado em locais altos e de forma que não fique exposto ao sol;
  • Nunca utilize o ar-condicionado com as portas e janelas do ambiente aberto. Isso dificulta o resfriamento e, consequentemente, o aparelho terá que “trabalhar” mais para refrigerar o local, aumentando o consumo de energia;
  • Verifique se o termostato está funcionando corretamente e regule de forma adequada. Quanto menor a temperatura apresentada nele, maior será o consumo;
  • Mantenha os filtros limpos. Além de facilitar a circulação do ar e economizar energia, ajuda a manter a qualidade do ar do ambiente, evitando a propagação de bactérias que causam doenças.

CONTINUE LENDO

Negócios: Quantos empregos poderiam ser gerados com os Cassinos e Bingos no Brasil?

  • 23 Dez 2016
  • 20:01h

(Foto: Reprodução)

Lugares como o Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, que chegou a lançar a cantora mais famosa do nosso país, símbolo dos tupiniquins, a incrível Carmem Miranda. Neste artigo, fique sabendo mais sobre o assunto: quantos empregos seriam gerados com os cassinos e bingos no Brasil? No Brasil, casas que trabalham com qualquer tipo de jogos foram completamente proibidas de funcionar no país a partir de 1946. Os motivos que levaram ao fechamento de tantos locais em pleno trabalho não ficaram muito claros na época, mas muitas pessoas dizem que o maior estímulo para que isso acontecesse foi a religião – por mais que o Brasil seja um país laico, somos o único país que não está sob a religião islâmica que proíbe o funcionamento de cassinos e bingos. Agora, vamos parar para pensar no assunto: com tamanha crise que passamos no atual momento da nossa economia, será que é mesmo uma boa ideia deixar as casas de jogos de fora? Imagine quantos empregos poderiam ser gerados com a reabertura de grandes lugares, que podem ajudar a aquecer novamente o turismo em muitas cidades e, consequentemente, melhorar a economia do país?! 

Além disso, se cassinos e bingos voltassem a funcionar por aqui, os locais clandestinos – que sabemos funcionar a toda prosa independente da vigilância policial – seriam inibidos com mais eficácia, até mesmo porque eles não trazem nenhum tipo de retorno positivo e ainda estimula a participação de malfeitores, que apenas visam tirar dinheiro das pessoas. Por esses e outros motivos é que se fala, hoje em dia, sobre legalizar os cassinos e bingos aqui em nosso país. Entre os objetivos, estão a geração de empregos com vagas regulamentadas – a estimativa é de, aproximadamente 500 mil novos empregos; geração de renda que poderia ser aplicada de diversas formas com a arrecadação de impostos sobre as casas de jogos – estimada em até 20 bilhões de reais por ano; entre muitos outros motivos que colocamos os cassinos e bingos como uma ótima opção de comércio no país.A internet e a globalização

Por mais que os cassinos e bingos tenham sido proibidos aqui no Brasil, quem gosta de jogos pode satisfazer a sua vontade por meio da internet. Se tem uma coisa que as novas tecnologias fizeram de muito bom pelo ser humano, além de nos auxiliar como instrumento – quase fundamental – foi abrir as portas do mundo para qualquer um que esteja conectado à uma rede! Você já ouviu falar sobre bingo online? O bingo online e o bingo físico, ou seja, tradicional, quase não possuem nenhuma diferença, a não ser pelo fato de você estar jogando da sua própria casa, no conforto do seu lar. Se quiser experimentar, basta acessar bingogratis.com.br, não precisa fazer cadastro. Fique atento as novidades sobre a legalização dos bingos, cassino e jogos de azar no Brasil!

CONTINUE LENDO

Proposta que permite cobrar preço diferente no cartão opõe varejo e Procon

  • 18 Dez 2016
  • 18:04h

(Foto: Reprodução)

Entidades de defesa do consumidor e representantes de lojistas divergem sobre aproposta do governo, ainda não aprovada, que permite que os comerciantes possam cobrar preços diferentes nas compras com cartão, dinheiro ou cheque. Pela medida, anunciada nesta quinta-feira (15) em umpacote de estímulo à economia, o comerciante pode passar a dar descontos ao consumidor que comprar com dinheiro, por exemplo. O governo não especificou como a medida seria implementada. Hoje a prática é proibida pela resolução 34/1989, do Conselho Nacional de Defesa do Consumidor. As operadoras de cartões cobram dos lojistas uma taxa para operar com o "dinheiro de plástico". Esse custo, somado a impostos como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é geralmente repassado ao consumidor e pode encarecer a mercadoria ou serviço. Sem a cobrança extra, o pagamento em dinheiro poderia ser mais barato. Ao defender a proposta, o governo afirma que a diferenciação de preços é vantajosa para o consumidor e “regulariza uma prática informal no comércio”. Também argumenta que ela estimula a competição entre os comerciantes. Para o diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Luiz Augusto Ildefonso, se aprovada, a medida regulariza uma situação que não é comum, mas acontece “algumas vezes”. 

“Ela dá um amparo legal para essa modalidade entrar em vigor”, diz. A advogada especializada em direito do consumidor Denise Santos acredita, contudo, que a prática incentiva falsos descontos. “Se isso for permitido, o comerciante pode aumentar o preço de um produto e anunciar uma promoção que na verdade não existe”, argumenta. Para o Procon-SP, a diferenciação de preços nos meios de pagamento é considerada abusiva e resulta em vantagem excessiva ao fornecedor. “A Fundação Procon-SP reitera que o pagamento feito com cartões de crédito é considerado à vista e que os lojistas são responsáveis pelo ônus dos serviços contratados e que não podem ser repassados aos consumidores”, defendeu em nota enviada ao G1. A economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Ione Amorim, diz que cobrar um preço mais alto de quem usa cartão de crédito é uma prática que fere o inciso V do artigo 39 do Código do Consumidor. Esse artigo classifica como prática abusiva exigir do consumidor uma "vantagem manifestamente excessiva".Para Ione, a diferenciação transfere para o consumidor o impasse dos custos operacionais entre estabelecimentos comerciais e empresas de intermediação (bandeira, emissores, adquirentes) sobre os custos de taxas de operação, utilização de máquinas e prazos para pagamentos.

 

CONTINUE LENDO

Quando beber muita água pode ser prejudicial à saúde

  • 18 Dez 2016
  • 16:02h

(Foto: Reprodução)

A Recomendação dos médicos para quem está doente é clara: descanso e beber muito líquido. Mas, recentemente, médicos do Reino Unido começaram a destacar a importância de explicar exatamente quanta água precisamos beber quando não nos sentimos bem. A advertência veio dos médicos do King's College, de Londres. Eles trataram de uma mulher de 59 anos que estava sofrendo de hiponatremia depois de ingerir uma quantidade excessiva de água para tentar curar uma infecção urinária. A hiponatremia ocorre quando o nível de sódio, elemento que ajuda a controlar a quantidade de água nas células no sangue, fica abaixo do normal. Entre os sintomas estão náusea, vômitos e dor de cabeça. O paciente também pode apresentar confusão mental e até convulsões. Em casos mais graves, a pessoa pode morrer. O problema geralmente é observado em pessoas que praticam esportes de resistência, como maratonas, ou pessoas que consomem a droga ecstasy. Idosos também podem ser vulneráveis ao problema. Em um artigo na revista especializada BMJ Case Reports, os médicos explicaram que é o caso da mulher é raro em pessoas saudáveis, mas voltaram a alertar que é preciso especificar qual a quantidade de água os pacientes precisam. "Existe uma escassez de pesquisas que avaliem os riscos e benefícios do conselho 'beba mais fluidos'", escreveram os médicos.

Perdendo o controle

A paciente cujo caso foi descrito pelos médicos foi internada em Londres para o tratamento de uma infecção. Logo ela começou a apresentar sintomas como tremores, confusão, problemas para falar e vômitos. "Lembro de ver minha mão tremendo muito e fiquei me perguntando se poderia parar, mas então percebi que meu corpo todo tremia. Naquele momento fiquei apavorada", explicou a paciente, cujo nome não foi divulgado. Ela pensou que estava tendo um derrame e lembra de não conseguir expressar o que estava sentindo e nem controlar os próprios movimentos. A paciente revelou que tinha bebido vários litros de água em apenas poucas horas, tomando como base o conselho médico de beber muita água para se livrar da infecção urinária. Os médicos então restringiram o consumo de água da paciente nas 24 horas seguintes, e ela se recuperou. A paciente relatou que se sentiu fraca depois do tratamento e ainda precisou de cerca de uma semana para se sentir normal de novo. Em um outro caso relatado, uma mulher morreu de hiponatremia depois de consumir grandes quantidades de água quando teve uma gastroenterite.

Quantidade específica

Os autores do estudo alertam que, quando a função renal da pessoa é normal, este problema não é comum. E uma das autoras justifica os conselhos de médicos para beber muitos fluidos. "Quando uma pessoa está doente, ela tende a não tomar muita água pois isso é a última coisa que quer fazer. Por isso, ela pode se desidratar facilmente", contou Maryann Noronha. "Para neutralizar este risco, os médicos dizem: 'beba muito líquido'. Isso perpetuou o mito de que é preciso beber litros e litros de água", acrescentou. Tom Sanders, professor emérito de nutrição no King's College de Londres, disse que estes casos não significam que o conselho de beber bastante água esteja errado. "Os pacientes precisam ter um suprimento de água adequado perto de suas camas e devem ser estimulados a beber ou ajudados a beber", explicou. Sanders afirma que isto é muito importante para pacientes idosos que, frequentemente, sofrem de desidratação. Os autores dos estudo afirmam que, no final das contas, a quantidade de água que devemos ingerir varia muito de pessoa para pessoa. Mas, o importante é quando estamos doentes manter o mesmo nível de consumo de quando estamos saudáveis. Ou até uns 50% a mais. Na Inglaterra o serviço de saúde público, o NHS, recomenda que uma pessoa beba entre seis e oito copos de líquido por dia, incluindo água, chá, café e outras bebidas frias ou quentes. Já o Ministério da Saúde brasileiro, em seu blog, afirma que a quantidade de líquido que uma pessoa deve consumir diariamente "é variável, pois depende de alguns fatores, como a idade e o peso da pessoa, a atividade física que ela realiza e o clima e a temperatura do ambiente onde ela vive. Para algumas pessoas, a ingestão de dois litros de água por dia pode ser suficiente, outras precisarão de três ou quatro litros ou mesmo mais, como no caso dos esportistas". Citando uma recomendação do Guia Alimentar da População Brasileira, o blog do Ministério explica ainda que "com relação à quantidade de água que devemos ingerir, (a recomendação) é extremamente simples: a quantidade que o organismo pedir". Mas é possível também observar alguns sinais. Como por exemplo: se você está tomando a quantidade suficiente de água, sua urina deve ser de cor amarela clara; se você bebe pouca água, a urina fica muito escura. Se estiver bebendo líquido demais a urina será de uma cor extremamente clara e transparente.

CONTINUE LENDO

Medo de dirigir afeta 2 milhões no Brasil

  • 18 Dez 2016
  • 14:03h

(Foto: Reprodução)

Você pode nunca ter escutado falar na palavra Amaxofobia, mas com certeza já deve ter conhecido alguém que, mesmo habilitado, morre de medo de assumir o volante. Pois bem, uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina de Trânsito constatou que essa é a realizada de 10% da população brasileira apta para dirigir, o que corresponde a 2 milhões de pessoas em todo o país. As mulheres, 85%, e pessoas que têm de 30 e 45 anos são as que mais sofrem com esse tipo de fobia.   O pânico do volante, de acordo com a psicanalista e diretora do NitidaMente Instituto, Shirley Moraes, é mais comum em pessoas que sofreram algum acidente de trânsito – ainda que não estivessem no comando da direção. “Essas pessoas tendem a guardar traumas, o que torna mais difícil a retomada às atividades normais”, explica. A pesquisa corrobora com essa a afirmação, já que 40% dos entrevistados notificaram já ter sido vítima de algum acidente.  Mas, também existem aqueles que sofrem do problema logo após tirar a carteira de habilitação. De acordo com a especialista, o medo é normal no iniciante, já que faz parte da descoberta sobre o novo, mas é importante ficar atento ao nível deste receio da direção. 

 

“Quando há incapacidade de dirigir, aliado a sintomas psicossomáticos, é interessante dar uma maior atenção ao caso e buscar ajuda de profissionais da área”, aponta Shirley.  Alguns desses sintomas são: taquicardia, tremor, sudorese, palpitações, medo de desapontar alguém ou de errar, sensação de paralisia, boca seca, dor de cabeça, tensão muscular, dentre outros.

Dicas de Superação:
 - Procure se ambientar ao veículo, antes de dar partida;
- Busque respirar calmamente para diminuir os níveis de ansiedade;
- Caso não se sinta bem, enquanto estiver dirigindo, pare e tente se acalmar antes de seguir viagem;
- Se ainda assim não se sentir seguro para dirigir sozinho, tente fazer as primeiras viagens na companhia de um amigo ou pessoa próxima. Um curso para habilitados também pode ajudar no auxílio da autoconfiança;
- Alie todas as dicas anteriores a sessões de terapia, para superar os medos.

CONTINUE LENDO

Andar e correr descalço faz bem à saúde? Estudo não encontra riscos nem benefícios

  • 11 Dez 2016
  • 10:02h

(Foto: Reprodução)

Esudos que abordam os efeitos de longo prazo do hábito de andar ou correr descalço são escassos. Uma nova revisão concluiu que há evidências limitadas da ocorrência de mais problemas nos pés relacionada a esse hábito. Além disso, não há evidência de um risco maior de lesões entre pessoas que têm esse costume, segundo a análise publicada no mês passado na revista "Medicine and Science in Sports and Exercise". "Tendo o grande 'debate sobre andar descalço' em mente, esperávamos mais evidências de efeitos de longo prazo da locomoção sem sapatos", disse o principal autor do estudo, Karsten Hollander, do Instituto da Ciência do Movimento Humano da Universidade de Hamburgo, na Alemanha. Algumas populações, por exemplo na África do Sul, incluem muitas pessoas que têm o hábito de ficar descalças, disse Hollander à Reuters Health. Ele e seus colegas estão atualmente preparando um estudo maior comparando crianças que andam descalças na África do Sul om crianças que andam calçadas na África do Sul e Alemanha para avaliar o desenvolvimento dos pés e a performance motora. Na revisão publicada em novembro, Hollander e sua equipe incluiu 15 estudos que avaliaram mais de 8 mil pessoas comparando dados sobre biomecânica, performance motora e patologias observadas normalmente em pessoas que andam descalças e calçadas. 

Foi observado que pessoas que andam descalças tendem a ter pés ligeiramente mais largos do que pessoas calçadas. Os índices de lesões foram similares nos dois grupos. Não houve evidência de que pessoas descalças têm performance motora melhor em longo prazo e houve evidência muito limitada para benefícios à saúde, segundo os autores. O corpo se adapta bem a andar ou andar descalço, segundo Hollander, "mas o corpo precisa de mais tempo para adaptar a essa nova técnica e eu acho que a quantidade de treino e recuperação que um corpo precisa é diferente para cada indivíduo".

 

Correr descalço

A revisão concluiu que os tipos de lesões observadas em pessoas que correm descalças ou calçadas foram diferentes, mas não há evidência que mostra que uma opção gera mais lesões do que a outra. "Enquanto correr calçado leva a mais lesões na fascia plantar, joelho, quadril e costas, corredores descalços estão mais propensos a ter lesão no tendão de Aquiles e outros tendões na extremidade inferior", disse o autor. "Minha opinião pessoal é que muitas pessoas poderiam se beneficiar de andar descalças", tomando cuidado para evitar riscos, afirmou Hollander. Sapatos minimalistas podem proteger os pés de perigos como cacos de vidro ou pedras. "Mas o importante é que a transição para correr descalço ou com sapatos minimalistas precisa de tempo e alguma adaptação na técnica de corrida."

CONTINUE LENDO

Cinco formas de evitar a armadilha de viver em sua própria 'bolha' no Facebook

  • 11 Dez 2016
  • 08:02h

(Foto: Reprodução)

Quando comecei a trabalhar em um documentário, no começo de 2016, sobre as bolhas nas redes sociais, sabia pouco sobre este assunto que acabaria se transformando em uma das histórias que definiram este ano. Estava preocupado com as limitações de nossa presença digital em um sentido político e social. Devido a causas alheias à nossa vontade, a maioria de nós transformou nossas redes sociais em bolhas muito limitadas e agradáveis, fazendo com que as pessoas com pontos de vista políticos e sociais muito diferentes dos nossos não apareçam em nossas páginas no Facebook, por exemplo, apesar de, provavelmente, elas viverem ao lado de nossas casas. A culpa é das empresas que criam algoritmos para as redes sociais, cujas modificações estão programadas para nos mostrar o que "gostamos" na internet e coisas com as quais estamos de acordo. Curiosamente tudo isso tem como objetivo nos fazer mais felizes. Depois de conversar com vários especialistas, gurus da web e filósofos futuristas, descobri algumas formas de romper com esta bolha das redes sociais e caminhar para um futuro mais brilhante e, possivelmente, mais real. Veja alguns destes passos abaixo.

1) Desative a seleção automática de notícias

O Facebook mostra uma seção de notícias criada por seus algoritmos. O que se vê nelas é o que estes algoritmos "acreditam" ser o que você quer ver e o que você acha interessante. Frequentemente isto significa que seus amigos ou contatos que pensam de forma diferente de você a respeito de algum assunto nem sempre aparecem na sua timeline do Facebook. Com isso a sua exposição a pontos de vista diferentes fica reduzida. No entanto é possível mudar isso se você configurar o Facebook para ver as histórias na ordem em que foram publicadas ativando a opção "Mais recentes" (em sua página inicial, clique em "notícias" e escolha a opção "mais recentes"). O Facebook adverte que, mesmo que você faça esta mudança, "a sua configuração predeterminada voltará depois". Por isso você precisa refazer esta mudança a cada vez que se conectar. Se optar por esta mudança poderá ver em sua timeline histórias que talvez não signifiquem nada para você, de pessoas que talvez não conheça tão bem e muitas fotos que provavelmente sejam mais uma chateação do que algo bonito para olhar. Mas, pelo menos, terá uma seção de notícias de verdade.

 

2) Curta tudo

Se você clicar em "curtir" para tudo o que aparece em suas redes sociais, a inteligência artificial que controla os algoritmos ficará sabendo que você gosta de saber de tudo: todos os pontos de vista e todo tipo de política. Isso abre a possibilidade para que as coisas se repitam em sua timeline, inclusive as duas ou mais versões de uma mesma história. Se você incluir mais pontos de vista diferentes em seu perfil, sua informação será mais completa É jeito meio grosseiro de enganar o sistema, mas pelo menos você estará fazendo algo para ter uma visão mais ampla das notícias.

3) Não clique nos links

Existe uma outra opção, mais radical: limite seus cliques apenas aos aniversários e fotos de seus contatos, mantendo tudo o que for relacionado a assuntos políticos e sociais fora de sua timeline (pelo menos temporariamente). Uma vez que você conseguiu converter sua presença digital na coisa mais chata do mundo, então você poderá colocar em prática velhas habilidades como ler cada ponto de vista sobre uma história política, vindos de fontes diferentes e veículos de imprensa diferentes. E, partir do que você conseguir ler, poderá chegar às suas conclusões.

4) Organize e e pregue o evangelho do conteúdo sem filtro

É inútil abandonar o sistema se o resto do mundo continua dentro da "Matrix". As empresas de redes sociais e os algoritmos não são uma força do mal com o objetivo de mudar nossa espécie, são apenas reflexos de nós mesmos. Se mudarmos de coletivamente a forma com que consumimos a informação nas redes sociais, teremos um mundo com mais variedade, mais aberto e mais complexo.

5) Delete sua conta, desconecte e abandone tudo!

Esta opção, para alguns, parece impossível.

CONTINUE LENDO

Impeachment, Olimpíada e Pokémon Go são assuntos mais falados no Facebook do Brasil em 2016

  • 10 Dez 2016
  • 16:01h

(Foto: Reprodução)

O impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a Olimpíada do Rio de Janeiro e o game “Pokémon Go” foram os assuntos mais comentados do Facebook no Brasil em 2016, informou a rede social nesta quinta-feira (8). A pauta política dominou as conversas no site de Mark Zuckerberg. Outros dos dez tópicos mais discutidos na rede social foram a Lava-Jato e as eleições dos Estados Unidos. A lista traz ainda a tragédia que derrubou o avião da Chapecoense e as mortes de David Bowie ao 69 anos e de Fidel Castro, aos 90 anos. Outro dos assuntos mais falados é o vírus da zika. O curioso é que, em novembro, a própria rede social admitiu que três dos dez artigos mais compartilhados sobre a epidemia eram falsos. A rede social também liberou vídeos de retrospectiva do ano, em que os usuários poderão ver uma compilação de momentos marcantes publicados por eles ou sobre eles no Facebook. É possível ver esses vídeos no seguinte endereço: facebook.com/yearinreview2016.

Veja abaixo os assuntos mais comentados do ano:

1) Impeachment
2) Jogos Olímpicos de 2016 do Rio de Janeiro
3) Pokémon Go
4) Carnaval
5) Acidente de avião da Associação Chapecoense de Futebol
6) Eleições nos EUA
7) Operação Lava-Jato
8) Zika
9) David Bowie
10) Fidel Castro

CONTINUE LENDO

Uso moderado de redes sociais é bom para saúde mental, diz pesquisa

  • 10 Dez 2016
  • 10:02h

(Foto: Reprodução)

O uso regular de redes sociais contribui para a saúde mental, de acordo com uma pesquisa australiana. O estudo, publicado pela Universidade de Melbourne e pela Universidade de Monash nesta sexta-feira (9), analisou 70 pesquisas que examinaram a relação entre as redes sociais e depressão, ansiedade e bem-estar. Pesquisadores descobriram que as redes sociais muitas vezes se revelaram úteis para conectar as pessoas e fazer com que elas recebam apoio social, além de fornecerem uma fonte única de apoio para indivíduos que têm dificuldade com interações face a face. No entanto, as redes sociais não foram boas para todos, já que algumas pessoas frequentemente se comparavam a outras, afixavam pensamentos negativos ou eram viciadas em redes sociais, correndo maiores riscos de desenvolverem depressão e ansiedade. 

Peggy Kern, líder do estudo da Universidade de Melbourne, disse que as pessoas com ansiedade social eram mais propensas a usar passivamente as redes sociais ao invés de se envolver diretamente, enquanto indivíduos com sintomas depressivos eram mais suscetíveis a postar seus pensamentos negativos. "A mídia social fornece não apenas uma janela para os pensamentos e emoções que as pessoas escolhem compartilhar, mas também alguns de seus padrões comportamentais que podem ajudar ou prejudicar a saúde mental", disse Kern em um comunicado na sexta-feira. "Ao compreender as ligações entre as redes sociais e a saúde mental, podemos fazer melhores escolhas sobre como usar de maneira produtiva as redes sociais e promover uma boa saúde mental". Elizabeth Seabrook, pesquisadora da Universidade de Monash, disse que a pesquisa mostra que as mídias sociais poderiam ser usadas no futuro para identificar e prever a presença de depressão e ansiedade social em um usuário. "A continuidade da pesquisa pode ser uma ferramenta poderosa para a identificação precoce do risco da saúde mental," disse Seabrook.

CONTINUE LENDO

Feriados 2017: veja a lista de pontos facultativos e feriados nacionais

  • 04 Dez 2016
  • 10:02h

(Foto: Reprodução)

O Governo federal publicou nesta quarta-feira (30), em portaria no "Diário Oficial da União", a lista dos feriados federais de 2017. Além do 1º de janeiro, são mais 13 datas, entre feriados e pontos facultativos.

Confira a lista dos feriados de 2017:

1º de janeiro (domingo): Confraternização Universal (feriado nacional)

- 27 de fevereiro (segunda), Carnaval (ponto facultativo);

- 28 de fevereiro (terça), Carnaval (ponto facultativo);

- 1º de março, quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14 horas);

- 14 de abril (sexta), Paixão de Cristo (feriado nacional);

- 21 de abril (sexta), Tiradentes (feriado nacional);

- 1º de maio (segunda), Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);

- 15 de junho (quinta), Corpus Christi (ponto facultativo);

- 7 de setembro (quinta), Independência do Brasil (feriado nacional);

- 12 de outubro (quinta), Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);

- 28 de outubro (sábado), Dia do Servidor Público (ponto facultativo);

- 2 de novembro (quinta), Finados (feriado nacional);

- 15 de novembro (quarta), Proclamação da República (feriado nacional);

- 25 de dezembro (segunda), Natal (feriado nacional)

CONTINUE LENDO

Cresce proporção de mulheres que são referência nos lares brasileiros, diz IBGE

  • 03 Dez 2016
  • 18:01h

(Foto: Reprodução)

A Proporção de mulheres que são consideradas referência nos lares brasileiros teve um aumento considerável nos últimos 10 anos, mostra a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2016, publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (2). O percentual de mulheres enquadradas nesta condição em domicílios particulares saltou de 30,6% para 40,5% entre 2005 e 2015, especialmente nos lares habitados por casais, diz o levantamento. Nas famílias formadas por casais com filhos, a proporção de lares em que a mulher era a pessoa de referência passou de 6,8% para 22,5%, de 2005 para 2015. O IBGE considera como pessoa de referência quem é responsável pela unidade domiciliar (ou pela família) ou assim considerada pelos outros membros. Segundo o estudo, as mudanças nos arranjos familiares foram influenciadas pela queda da fecundidade, o aumento da escolaridade e da inserção das mulheres no mercado de trabalho.

Casais sem filhos
Nos arranjos de casais sem filhos, o percentual em que a mulher era a pessoa de referência também subiu: passou de 8,4% para 22,0% no mesmo período, segundo a SIS. Dos casais sem filhos, o estudo chamou a atenção para famílias com casais em que as duas pessoas (de referência e o cônjuge) tinham rendimento de qualquer fonte, a mulher não tinha filhos nascidos vivos, e este casal vivia sem a outros parentes ou agregados.

CONTINUE LENDO

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, aponta IBGE

  • 01 Dez 2016
  • 20:02h

(Foto: Reprodução)

A expectativa de vida do brasileiro nascido em 2015 é de 75,5 anos, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado foi publicado no Diário Oficial da União. No ano de 2014, o número era de 75,2 anos. As informações são usadas como parâmetro para o fator previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.