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CVM abre inquérito para apurar suspensão de propaganda do BB por Bolsonaro

  • Redação
  • 14 Mai 2019
  • 07:44h

(Foto: Reprodução)

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) foi acionada e abriu, na sexta-feira (10), inquérito administrativo para investigar a suspensão do comercial do Banco do Brasil que foi tirado do ar a pedido de Bolsonaro, de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. Vai apurar se os minoritários tiveram prejuízo com a derrubada da propaganda, avaliada em R$ 17 milhões.

Bilhete vencedor dos R$ 289 milhões foi aposta de R$ 3,50

  • Redação
  • 13 Mai 2019
  • 15:06h

(Foto: Reprodução)

O bilhete vencedor do maior prêmio regular da Mega-Sena (R$ 289.420.865,00) foi a aposta mais simples possível: a de R$ 3,50, quando se escolhe apenas seis números para acertar a modalidade. Os seis números sorteados na noite de ontem foram: 23 -- 24 -- 26 -- 38 -- 42-- 49.  A chance de acertar as seis dezenas da Mega com um jogo simples é de uma em 50 milhões de possibilidades de combinações. De acordo com a assessoria do banco, ainda não é possível descobrir de qual cidade foi realizada a aposta feita pelo serviço de internet banking. A Caixa informou ainda que outras 838 apostas acertaram a quina e terão direito cada uma a R$ 30.450,20. Outras 56.994 apostas acertaram a quadra e terão direito cada uma a R$ 639,59.

Aposta única leva prêmio de R$ 289 milhões da Mega-Sena; saiba mais

  • 12 Mai 2019
  • 10:23h

Foto: Reprodução

O prêmio de R$ 289 milhões da Mega-Sena sorteada neste sábado (11) saiu para apenas um apostador. De acordo com a Caixa Econômica Federal, a aposta vencedora foi feita pela internet. Não foi divulgada a cidade do ganhador. A única pessoa que acertou as seis dezenas (23-24-26-38-42-49) levou sozinha R$ 289.420.865,00. Em todo país, 838 apostas acertaram a quinta e ficaram com R$ 30.450,20 cada. Já a quadra, que saiu para 56.994 apostadores, vai pagar R$ 639,59.

Projeto tenta ampliar humanização de partos na rede pública da BA após difusão da prática

  • por Jade Coelho / Rafaela Souza
  • 12 Mai 2019
  • 09:18h

Foto: Reprodução

Em um movimento crescente, as mulheres baianas têm demonstrado maior interesse e procurado unidades especializadas em partos humanizados. Na prática, a mulher tem seu protagonismo respeitado e recebe o mínimo de intervenções médicas possíveis. Nesse sentido, a partir de uma demanda externa, um projeto de lei foi criado e está em tramitação na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), a fim de garantir a ampliação da oferta da técnica em unidades de saúde da rede pública da Bahia.

A Secretaria de Saúde do Estado Bahia (Sesab) informou que existem dois centros de parto normal na Bahia que são credenciados pelo Ministérios da Saúde e que oferecem esse serviço. O Centro de Parto Normal da Mansão do Caminho e o Centro de Parto Normal de Juazeiro.

De acordo com a médica e especialista em assistência humanizada, Camila Rabello, a demanda vem crescendo, assim como o aumento do número de profissionais especializados nos últimos anos. Além disso, a médica atribuiu ao empoderamento das mulheres, através de grupos de militância, o aumento do interesse e opção pelo parto humanizado. “Existe um trabalho forte da militância da humanização do parto, a partir da oferta de cursos, formação de doulas, caminhadas e passeatas. Isso faz com que as pacientes tenham mais acesso à informação e tenham a curiosidade despertada. A partir daí ela vai guiando e estruturando suas escolhas”, explicou Camila.

A militância a que a médica se referiu também motivou a criação do Projeto de Lei 23.112/2019, de autoria da deputada estadual Olívia Santana (PCdoB). “Várias mulheres que militam nessa frente de saúde nos trouxeram essa ideia, no sentido de garantir que no atendimento hospitalar da rede pública se tivesse acesso a esse conceito de parto humanizado, que garante ambiente de menor estresse, humaniza com profissionais que compunham essa filosofia”, explicou a deputada.

O texto prevê, além da oferta de partos humanizados em unidades de saúde da rede estadual de saúde, a garantia à gestante do direito à elaboração de um Plano de Parto Individual (PPI), no qual deverão ser indicados: o estabelecimento onde será prestada a assistência pré-natal, nos termos da lei, e a equipe responsável pela assistência pré-natal.

Sobre o perfil das mulheres que optam pelo parto humanizado, a médica destacou a busca por autonomia: “a mulher que gosta de poder decidir, que se informa e não segue o fluxo. É uma mulher que busca a suas escolhas através da informação, e a partir daí busca um parto que é considerado hoje, como sempre foi na verdade, um parto mais seguro por ter menos intervenções”.

A humanização vem pra dar características ao parto normal e evitar as intercorrências desnecessárias. Segundo Camila Rabello, os benefícios consagrados na literatura vem do parto normal. “O que o movimento da humanização traz e faz é questionar a prática clínica viciosa e sem respaldo científico, e tenta mudar isso”, argumentou a médica, ao destacar ainda que a prática atualiza a assistência e faz com que os profissionais revejam essas ações e tentem ser mais fiéis a literatura científica.

A escolha do profissional é um ponto importante no parto humanizado. Segundo a especialista, o profissional precisa acolher a mulher dentro da autonomia de cada uma. “A mulher deve ser a responsável por ditar como as coisas vão acontecer ali porque ela que está vivendo aquele processo. Buscar sobre o profissional, pois com o crescimento da oferta veio uma onda de modismo”, disse ao fazer um alerta sobre a utilização do termo “parto humanizado” em vários contextos que não necessariamente condizem com a filosofia da prática.

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Você sabia? É melhor jogar na loteria quando prêmio está acumulado

  • Agência Brasil
  • 11 Mai 2019
  • 10:47h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

A realização do sonho de virar milionário acertando na lotaria é mais vantajosa para os apostadores quando os prêmios estão acumulados, é o que diz a probabilista e professora emérita do Departamento de Matemática da Universidade de Brasília (UnB) Chang Chung Yu Dórea. Isso talvez explique as diversas filas de apostadores nas lotéricas nos vários cantos do país. No sábado (11), a Caixa sorteia o terceiro maior prêmio da história da Mega-Sena, perdendo apenas para duas Megas da Virada. Acumulado pela 14ª vez consecutiva, o sorteio do Concurso 2.150 da Mega-Sena vai pagar um prêmio de R$ 275 milhões. A chance de uma aposta de seis números ganhar o prêmio é de um em 50 milhões. Ou seja, probabilisticamente, é mais fácil ser acertado por um raio, cuja chance de acidente é de 1 em 1,5 milhão de acontecer, do que levar a bolada da Mega. A professora, diz que apesar de a chance de acerto continuar o mesmo, o valor do prêmio compensa o risco. “Eu sempre digo que vale a pena jogar quando o prêmio acumula. Vou pagar os mesmos R$ 3,50 pela aposta, a minha chance de ganhar continua a mesma, mas se acertar eu ganho mais”, disse Chang Chung. “Já que vai jogar; joga quando acumula. Nesse caso vale a pena ficar na fila, justifica a fila”.

 

Segundo a Caixa, o prêmio que será sorteado no sábado pode ser o maior prêmio já pago na modalidade, considerando-se apenas os concursos regulares (sem Mega da Virada). Caso apenas um ganhador leve o prêmio e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 1 milhão em rendimentos mensais (R$ 1.021.625).

Sequência de números – Na última quarta-feira, mais uma vez ninguém acertou as seis dezenas sorteadas: 21-23-37-44-46-48. Questionada sobre a grande repetição de concursos acumulados, a professora disse que o motivo não se deve aos números sorteados. Chang Chung disse que, do ponto de vista da matemática, não há diferença entre as dezenas sorteadas e que os resultados anteriores, com números sorteados quase em sequência, não interferem no concurso seguinte. “Esses números em sequência ou próximos não tem nada a ver. Todos os números têm a mesma probabilidade de sair, tanto pode sair 1,2,3,4,5,6 como os sorteados na quarta”, disse.

Efeito da crise – A matemática levanta a hipótese de que talvez as pessoas atualmente estejam apostando menos nos concursos “normais”, sem prêmios acumulados, do que há cinco anos. Ela diz ainda que isso pode ser um efeito da crise na economia, o que explicaria a quantidade de pessoas tentando a sorte nas lotéricas. “Para explicar você teria que ter os dados de bilhetes vendidos há dez, cinco anos. Uma hipótese é que se está vendendo menos bilhetes do que antes. A recessão econômica pode ter feito com que as pessoas não apostem”, disse. “É do comportamento natural do ser humano tentar uma solução mágica nessas situações. Aí é que ele joga mesmo”. Fórmula mágica – Perguntada sobre os sites que oferecem dicas de como ganhar na loteria, fórmulas e outras receitas para conseguir acertar as seis dezenas, Chang Chung adverte que não existe fórmula mágica, mas concorda que cada vez que a palavra “acumulada” aparece, mais pessoas se mostram predispostas a tentar a sorte. “Não tem técnica para jogar, se tivesse técnica científica, eu já estaria milionária”, brinca. “Todos os números têm a mesma probabilidade científica de serem sorteados. É puro achismo de quem defende uma fórmula, até porque, cada um tem um número que gosta, uma superstição, mas isso não tem base científica”.

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Nova versão do ECA é lançado com proibição para menores de 16 viajarem sozinhos

  • Redação
  • 11 Mai 2019
  • 07:27h

(Foto: Reprodução)

A nova versão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), lançado nesta quinta-feira (10), instituiu a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e criou o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas. Dentro desses políticas, está a proibição de crianças ou adolescentes menores de 16 anos de viajarem desacompanhados. “Agora só pode viajar acompanhado ou com autorização. Não estamos retrocedendo, estamos protegendo as crianças. Vamos nos unir em defesa da infância”, defendeu ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Alvez. A ministra também destacou a criação do cadastro para agilizar a busca de desaparecidos. A Mudança no ECA vale para viagens rodoviárias ou aéreas. A nova regra não isenta menores de 12 anos de apresentar documento oficial com foto para embarcar em ônibus interestaduais. “Vamos trazer tecnologias avançadas na busca das crianças desaparecidas. E vamos entender o número, porque vamos ter um cadastro nacional. Então, o cadastro nacional vai nos dar a oportunidade de conhecer quantas são e trabalhar com tecnologia de busca com a polícia, com as redes sociais. De acordo com a Agência Brasil, para a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Petrúcia Melo, a pasta precisa de recursos para garantir a proteção das crianças. “São muitos desafios que estão aqui. Para efetivar a política pública precisamos de recursos. E estamos mobilizados a levantar esses recursos para garantir que crianças e adolescentes tenham direitos, que elas possam ter uma vida tranquila”, disse. 

Governo quer mudar regras de saque e elevar rentabilidade do FGTS

  • Redação
  • 10 Mai 2019
  • 06:40h

(Foto: Reprodução)

O secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues Junior, disse nesta quinta (9) que o governo Jair Bolsonaro trabalha em revisões das regras do FGTS, entre as medidas para fomentar a retomada da economia. Alguns dos objetivos são alterar regras para saques de recursos do fundo, hoje restritas a demissões sem justa causa e casos específicos, é ampliar a rentabilidade do fundo, que está abaixo da inflação. "O FGTS vai sofrer reformatações, incluindo mudanças em sua governança, gestão e rentabilidade", disse o secretário, em entrevista após participar da abertura do 31º Fórum Nacional, no Rio. Hoje, a rentabilidade é 3% mais TR (taxa referencial, que está zerada). "Em termos reais, descontada a inflação, [a rentabilidade] é negativa, funciona como um imposto sobre o cidadão", completou. Segundo ele, a ideia é garantir rentabilidade real, acima da inflação, ao fundo. O secretário sinalizou ainda com a possibilidade de mudanças nas alíquotas que garantem a arrecadação do fundo -hoje, o trabalhador paga 8% de seu salário. Rodrigues Júnior não detalhou quais as medidas em estudo e disse que a reforma do FGTS ficará para depois da liberação de recursos do PIS/Pasep, um dos planos de curto prazo para injetar dinheiro na economia. Nesse caso, a ideia é permitir o saque, pelos trabalhadores, de algo entre R$ 21 bilhões e R$ 22 bilhões recolhidos nos fundos em até quatro meses. O governo está avaliando mudanças em 228 fundos públicos que existem no país com o objetivo de melhorar a eficiência na gestão dos recursos.  "O FGTS é um fundo com mais de R$ 500 bilhões em estoque. Então mudanças serão estudadas de forma super cautelosa", disse o secretário da Fazenda.

Evangélicos articulam para derrubar decreto que flexibiliza porte de armas

  • Redação
  • 09 Mai 2019
  • 15:36h

(Foto: Reprodução)

A bancada evangélica da Câmara tentará derrubar o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que flexibiliza o porte armas. Segundo o jornal O Globo, ainda que outros partidos já tenham apresentado decretos legislativos para a revogação da matéria do governo, a intenção dos evangélicos é colocar um projeto próprio na pauta da Câmara. Com a força de 195 deputados, a frente evangélica pode impor um risco real de derrubada do decreto do Palácio do Planalto.

Transportadoras e caminhoneiros alertam para risco de nova paralisação

  • Informações da Agência Brasil
  • 09 Mai 2019
  • 11:31h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

Representantes dos caminhoneiros voltaram a defender, nesta quarta-feira (8), que a Petrobras reajuste o preço do óleo diesel com menos frequência, espaçando o máximo possível os aumentos do valor do combustível. Segundo representantes da categoria que participaram da audiência pública na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, a oscilação dos preços tem inviabilizado a definição do valor do frete cobrado, prejudicando os caminhoneiros autônomos e as transportadoras."Não temos a capacidade técnica de suportar aumento de preços diários, quinzenais ou mesmo mensais", disse o presidente da CNT (Confederação Nacional do Transportes), Vander Francisco Costa, ao apresentar a sugestão da entidade que representa as empresas de transporte de carga.

"Nossa proposta é que as variações de preços que acompanham o mercado internacional sejam feitas com intervalo mínimo de 90 dias. A Petrobras tem condições de fazer isso sem alterar sua política de preços", afirmou Costa, lembrando que a própria Petrobras, como contratante do transporte rodoviário, é prejudicada pela falta de previsibilidade que tende a prejudicar os caminhoneiros ou encarecer o frete.

Já o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, criticou os frequentes aumentos do óleo diesel e o descumprimento da tabela mínima de frete. A política do frete mínimo foi uma das reivindicações dos caminhoneiros que paralisaram as estradas de todo o país em maio de 2018.

A Lei 13.703, de agosto do ano passado, estabelece que os pisos mínimos de frete deverão refletir os custos operacionais totais do transporte, definidos e divulgados nos termos da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios. O que, segundo Fonseca, está sendo descumprido.

"Ninguém está cumprindo a lei. O que está acontecendo é que os caminhoneiros autônomos estão sendo penalizados, estão morrendo à míngua. Não temos mais trabalho. O óleo diesel aumenta todos os dias. Algo precisa ser feito urgentemente". 

"Nos subterrâneos, em volta do que está acontecendo aqui, está se armando muita coisa ruim, muita coisa feia para desestabilizar este governo e este país. Vocês podem achar que isto não é verdade, mas é", afirmou Fonseca, explicando que diretores e membros da Abcam participam de centenas de grupos de Whatsapp onde o "descontentamento" de cerca de 150 mil caminhoneiros "está fervendo".

O presidente da CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos), Diumar Bueno, reforçou que a crescente insatisfação dos caminhoneiros autônomos pode resultar em uma nova crise. "É preciso uma definição, [são necessárias] ações diretas para o problema do óleo diesel. Ou acabaremos de forma calamitosa. E já estamos muito próximos do que aconteceu no ano passado, daquela situação estagnante."

"A previsibilidade de reajuste de preços a cada 15 dias não vai surtir nenhum reflexo para o setor. Nem para os autônomos, nem para as empresas. Isto [período] é muito pouco para a previsibilidade logística de que precisamos para [definir] o frete", afirmou o presidente da CNTA, defendendo medidas além da definição do frete mínimo.

"Já no ano passado, quando defendemos a tabela de frete, falávamos da regulação transparente, lógica, de um piso mínimo de frete. O atual governo reconhece que a indústria e o agronegócio estão pagando muito pelo frete, enquanto os caminhoneiros estão recebendo pouco. Isso é resultado da falta de regulamentação. A partir do estabelecimento do piso mínimo de frete, o caminhoneiro vai poder usufruir do livre mercado, podendo estabelecer sua margem de lucro", finalizou Bueno.

Presente na audiência, o secretário executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, assegurou que o governo federal vem procurando dialogar com os representantes do setor a fim de elaborar políticas públicas que assegurem a sustentabilidade da atividade.

Sampaio disse que a questão da tabela de frete está sendo "revista" com a "ampla participação das categorias". O secretário executivo afirmou que o governo vem atuando para reduzir a burocracia e aperfeiçoar a regulamentação das várias atividades envolvidas no setor. A superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da ANTT, Rosimeire Lima de Freitas, lembrou que, ao longo do mês, a agência realizará audiências públicas para discutir a questão da tabela do frete.

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Decreto presidencial dá direito a porte de armas a advogados, políticos, jornalistas e oficiais de justiça

  • Tadeu Rover | Conjur
  • 08 Mai 2019
  • 17:33h

(Foto: Divulgação)

decreto do presidente Jair Bolsonaro que amplia o porte de armas estende esse direito para diversos profissionais, como advogados em atuação pública, oficiais de Justiça, jornalistas, conselheiros tutelares, agentes de trânsito, políticos e caminhoneiros. Segundo o texto, esses profissionais não precisam comprovar "efetiva necessidade" para justificar a solicitação à Polícia Federal. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (8/5). "Eu estou fazendo algo que o povo sempre quis, levando-se em conta o referendo de 2005 [que manteve o comércio de armas no país]. O governo federal, naquela época, e os que se sucederam, simplesmente, via decreto, não cumpriram a legislação e extrapolaram a lei, não permitindo que pessoas de bem tivessem mais acesso a armas e munições", disse Bolsonaro nesta terça-feira (7/5), ao anunciar a assinatura do decreto. Segundo o decreto, o porte de arma passa a ser vinculado à pessoa, não mais à arma. Isso quer dizer que o cidadão não mais precisa tirar um porte para cada arma de sua propriedade. Além disso, o decreto facilita a importação de armas e permite a venda em comércios autorizados pelo Exército. Também amplia o uso da arma de fogo para moradores de áreas rurais. Até então, o uso era permitido apenas na casa-sede da propriedade. Com a nova lei, está autorizado o uso em todo o perímetro do terreno.  Para Márcio Arantes, professor da Escola de Direito do Brasil, o decreto contém disposições que contrariam as normas previstas na Lei 10.826, de 2003. "Uma mera condição pessoal de alguém ou a sua qualificação profissional, por si só, não são justificativas idôneas para a concessão de porte de arma de fogo", afirma. Segundo ele, conforme previsto em lei, é necessária a demonstração de “efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física”.

'MP da privatização da água' é aprovada em Comissão Mista

  • Redação
  • 08 Mai 2019
  • 06:49h

(Foto Ilustrativa)

Após obstrução pela oposição, foi aprovado, na tarde desta terça-feira (7), o relatório do Medida Provisória (MP) 868, do senador Tasso Jereissati (PSDB), que permite a privatização e aumento de tarifas de empresas que atuam em serviços de saneamento. Após votação nominal apertada, de 15 votos a 10, o relatório passa a tramitar como um projeto de lei de conversão (PLV) e segue para votação no Plenário. Membro da Comissão, o deputado federal Afonso Florence (PT-BA) denunciou pontos do relatório considerados como violações à Constituição. “A extinção da dispensa de licitação para contratação das empresas estaduais pelos municípios acaba com os contratos de programa. Com isso, as empresas estaduais serão sucateadas e inviabilizadas. São inúmeras inconstitucionalidades por isso, nós temos uma expectativa positiva de derrotar a MP no Plenário”, explicou Florence. A MP 868 é criticada pelas entidades do setor do saneamento que lutam pelo direito à água. Os movimentos denunciam o provável aumento de tarifa tanto para os sistemas superavitários, operados por empresas privadas, quanto para os sistemas deficitários, operados pelas empresas estaduais, com o fim do subsídio cruzado.

Mega-Sena acumula e prêmio pode chegar a R$ 170 milhões

  • Redação
  • 05 Mai 2019
  • 08:36h

(Foto: Reprodução)

A Mega-Sena acumulou depois de ninguém acertar as seis dezenas do concurso 2.148, que foi realizado no último sábado (4), em São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 08 - 15 - 32 - 33 - 58 - 59. O próximo concurso, número 2.149 será na próxima terça-feira (7), com prêmio em até R$ 170 milhões. A quina teve 296 acertadores e cada um levará R$ 37.666,84. Outros 21.684 apostadores acertaram a quadra e cada um receberá R$ 734,53. O prêmio está agora acumulado há 13 sorteios, um recorde desde a sua criação em 1996.

‘Não procede’, diz Damares sobre demissão

  • Redação
  • 03 Mai 2019
  • 12:20h

(Foto: Reprodução)

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, negou que tenha pedido para deixar o cargo no governo do presidente Jair Bolsonaro. Em contato com a reportagem de GaúchaZH, via WhatsApp, a ministra afirmou que “não procede” a informação divulgada nesta sexta-feira, 3, pela revista Veja sobre a renúncia.

Corpo da modelo Carol Bittencourt é encontrado

  • Redação
  • 29 Abr 2019
  • 17:48h

(Foto: Reprodução)

O corpo da modelo Caroline Bittencourt, de 37 anos, foi encontrado na tarde desta segunda-feira (29), no litoral norte de São Paulo. De acordo com o Jornal Extra, o Corpo de Bombeiros da região confirmou a identificação da modelo, que estava desaparecida desde a tarde deste domingo (28), após cair no mar durante uma forte ventania em Ilhabela (SP). A lancha onde Carol estava  junto com o marido, Jorge Sestini, foi encontrada submersa na região da  praia de Massaguaçu, em Caranguatuba (SP). Jorge, que revelou ter pulado no mar para tentar salvar a esposa, foi resgatado ainda no domingo (28). Caroline deixa uma filha, Isabelle Bittencourt, de 17 anos.

A cada 3 horas e 40 minutos uma pessoa morre por acidente de trabalho

  • Redação
  • 29 Abr 2019
  • 06:31h

O Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho registrou, entre 2012 de 2018, 17.200 falecimentos no Brasil em razão de algum incidente ou doença relacionados à atividade laboral. Em média, é como se o país acumulasse uma morte por acidente de trabalho a cada 3 horas e 40 minutos. Neste domingo, é comemorado o Dia Mundial e Nacional de Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças de Trabalho, uma data criada para alertar a sociedade sobre o problema. No comparativo por anos, houve queda nos registros, com 2.659 casos em 2014; 2.388 em 2015; 2.156 em 2016; 1.992 em 2017; e 2.022 em 2018. Já os acidentes de trabalho são mais frequentes e ocorrem a cada 49 segundos. No mesmo período, foram registrados 4,7 milhões incidentes deste tipo, conforme o Observatório.

De acordo com a Agência Brasil, os tipos de lesão mais comuns foram corte e laceração, com 734 mil casos (21%). Em seguida, vêm fraturas, com 610 mil casos (17,5%), contusão e esmagamento, com 547 mil (15,7%), distorção e tensão, com 321 mil (9,2%) e lesão imediata, com 285 mil (8,16%). As áreas mais atingidas foram os dedos (833 mil incidentes), pés (273 mil), mãos (254 mil), joelho (180 mil), partes múltiplas (152 mil) e articulação do tornozelo (135 mil).

 

As áreas com maior incidência de acidentes de trabalho foram atendimento hospitalar (378 mil), comércio varejista, especialmente supermercados (142 mil), administração pública (119 mil), construção de edifícios (106 mil), transporte de cargas (100 mil) e correio (90 mil). Já no ranking por ocupação, as ocorrências mais frequentes foram as de alimentador de linha de produção (192 mil), técnico de enfermagem (174 mil), faxineiro (109 mil), servente de obras (97 mil) e motorista de caminhão (84 mil).

 

Entre os homens, os acidentes foram mais frequentes na faixa etária dos 18 aos 24 anos. Já entre as mulheres, no grupo de 30 a 34 anos.

 

Na distribuição geográfica, os estados com maior ocorrência destes incidentes foram São Paulo (1,3 milhão), Minas Gerais (353 mil), Rio Grande do Sul (278 mil), Rio de Janeiro (271 mil), Paraná (269 mil) e Santa Catarina (185 mil).

 

Para além dos impactos principais e graves dos danos à vida e à integridade de trabalhadores, os acidentes de trabalho também trazem outras consequências. No período monitorado pelo Observatório, 351 milhões de dias de trabalho foram “perdidos” em razão dos afastamentos. Os gastos estimados neste mesmo intervalo chegaram a mais de R$ 82 bilhões.

 

Na avaliação do coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, Leonardo Mendonça, o Brasil ainda tem muito o que avançar. Mendonça diz que, a despeito do discurso das empresas considerar a importância da segurança nos locais de trabalho, a preocupação com a produção ainda vem em primeiro lugar.

 

O procurador argumenta que empregadores devem investir tanto em prevenção como no fornecimento de materiais de segurança. “O ideal é ter um ambiente de trabalho organizado não apenas no sentido de um local limpo, mas saudável, que não seja propenso a adoecimentos”, defendeu, em entrevista á Agência Brasil.

 

Segundo o procurador, a construção desse ambiente para evitar acidentes e adoecimentos envolve uma preparação do conjunto das empresas, inclusive a formação de seus funcionários e pessoas em postos de chefia. “É preciso fazer capacitações com todos os setores da empresa. Desde o topo até o funcionário de chão de fábrica para que tenha carimbo de que realmente ela se preocupa com saúde”, argumenta.

 

Em abril, foi lançada a Campanha de Prevenção a Acidentes de Trabalho (Canpat 2019), uma iniciativa conjunta do governo federal, Ministério Público do Trabalho e entidades patronais e de empregadores. O objetivo da iniciativa foi alertar para o problema e estimular empregadores e trabalhadores a construírem ambientes mais saudáveis.

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