BUSCA PELA CATEGORIA "Brasil"

Black Friday: cuidado para não cair em armadilhas

  • por Paulo Anderson Rocha
  • 29 Nov 2013
  • 11:05h

(Divulgação)

Nesta sexta-feira, 29 de novembro, acontece mais uma edição da “Black Friday”, que promete ser o dia do ano com os maiores descontos e melhores promoções. Iniciada nos Estados Unidos, a referência vêm se espalhando pelo mundo, sendo realizada no Brasil pela quarta vez. Na última edição, em 2012, contudo, o que marcou a data não foram as promoções, mas as manobras de empresas para mascarar os preços de produtos e não oferecerem descontos reais aos consumidores. Para coibir esse tipo de comportamento abusivo por parte das empresas e proporcionar melhores condições para os consumidores, a Câmara Brasileira de Comercio Eletrônico (camara-e.net) lançou o Código de Ética para o Black Friday (clique para conhecer o site), as lojas que aderiram ao código se comprometem a não realizar ofertas falsas e a divulgarem o preço real do produto. Também é possível ter acesso a uma ferramenta de monitoramento de ofertas, que elenca os destaques das promoções. Clique no “leia mais” e confira cinco dicas criadas pelos Procons de São Paulo e Goiás para orientá-los nas compras desta Black Friday.

1) Pesquise: verifique os preços cobrados pelos serviços e produtos pelos quais se interessa nos sites das empresas que participam da Black Friday e de outros fornecedores, inclusive na data da liquidação. Assim, torna-se menor o risco de cair na armadilha de promoções que não são tão vantajosas como o anunciado.

2) Compare: veja a descrição do produto, compare-o com outras marcas e certifique-se de que ele supre suas necessidades;

3) Compras na internet: leia a política de privacidade da loja virtual para saber quais compromissos ela assume quanto ao armazenamento e manipulação de senhas e dados; depois, imprima ou salve todos os documentos que demonstrem a compra e confirmação do pedido, como comprovante de pagamento, contrato e anúncios.

4) Compras por impulso: não se deixe levar pelo apelo emocional da oferta e comprar itens dos quais não tem necessidade no momento, mas aparece na promoção como preço “tentador”. O valor pode se somar ao acúmulo de outras dívidas e tornar difícil o pagamento.

5) Direitos do consumidor: vale lembrar que o fato de a compra ser feita em uma liquidação não elimina os direitos dos compradores. Você tem prazo de 30 dias para reclamar de defeitos (caso o produto seja não durável) e 90 dias para reclamar caso o produto seja durável. Além disso, pode devolver compras feitas pela internet até 7 (sete) dias após o recebimento do produto independente do preço ou da ocasião da compra.

CONTINUE LENDO

Definição do reajuste da gasolina acontece nesta sexta-feira (29)

  • Com informações da Agência Estado
  • 29 Nov 2013
  • 09:09h

Reprodução

O Conselho de Administração da Petrobras reúne-se, nesta sexta-feira (29), para discutir a relação entre os preços cobrados pela estatal aos motoristas brasileiros e o quanto paga para importar o combustível. Como resultado, a estatal deve definir um novo reajuste no valor do produto, que já sofreu alta com impacto direto no consumidor em 2013. O tema, porém, ainda divide a equipe econômica e a direção da petroleira, por isso será arbitrado pela presidente Dilma Rousseff, que dirigia o conselho no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Até o início da noite de qunta (28), não havia indicação de que Dilma apoiaria o pedido da Petrobras por um novo mecanismo automático de aumento dos combustíveis. 

COBERTURA DA CORRUPÇÃO: Redundância e desinformação

  • Por Luciano Martins Costa / OI
  • 28 Nov 2013
  • 22:30h

A maneira mais eficiente de produzir desinformação em jornalismo é aumentar aleatoriamente a quantidade de elementos de informação sobre uma base condicionada de significados. Essa é uma lição que jornalistas formados em faculdades específicas de comunicação aprendem duramente, porque para entendê-la é preciso passar por algum conhecimento de matemática e estatística, além de compreender alguns fundamentos de linguística. Em geral, jornalistas não gostam de matemática e estatística. O processo da desinformação é uma das técnicas mais elaboradas para ludibriar o pressuposto da objetividade no jornalismo. Em publicidade, isso é virtude; no jornalismo, é pecado mortal. A técnica é até simples: manipulam-se os significados possíveis de uma informação e entulha-se o contexto com redundâncias, que irão ecoar continuamente a mesma base de significados, até exaurir o receptor do processo de comunicação. As manchetes, artigos e editoriais condicionam o significado; o noticiário produz a redundância desinformativa.

Pode-se afirmar que, quanto mais próximo o receptor estiver do contexto da informação, mais facilmente ele será ludibriado pelas redundâncias, porque o distanciamento ajuda a separar o som original de seus ecos. Se o produtor do conteúdo jornalístico quiser condicionar o entendimento de um determinado fato, ele destaca um significado específico e depois satura o receptor com informações aleatórias que irão dificultar a apreensão de outro significado para o mesmo acontecimento. Quanto mais próximo do evento, mais o receptor será iludido pelas redundâncias. Pode-se observar, por exemplo, que o noticiário sobre os escândalos envolvendo autoridades paulistas com a máfia dos fiscais da prefeitura de São Paulo e com a formação de um cartel nas obras do metrô e dos trens metropolitanos faz mais sentido quando é produzido com uma visão mais distante do local dos fatos.A quinta-feira (28/11) oferece uma oportunidade interessante para analisar esse fenômeno, que costuma ser explorado pela mídia tradicional, principalmente nos assuntos de política e economia. Por exemplo, se o leitor de jornais lembrar da “inflação do tomate”, vai perceber como o aumento do preço de um único produto agrícola foi usado para vender a ideia de que o Brasil estava mergulhando no abismo da inflação.

Personagens blindados

Para fazer o exercício que propomos, basta comparar as primeiras páginas dos jornais paulistas O Estado de S.Paulo e Folha de S. Paulo com o carioca O Globo, nas edições de quinta-feira (28).

O Estado, que no dia anterior havia feito estardalhaço com declaração de líderes do PSDB sobre um dos muitos documentos que compõem o inquérito sobre o cartel de trens, publica uma manchete na qual o principal acusado de organizar o esquema e a lavagem do dinheiro afirma que não pagou propina a políticos. A Folha, que na véspera também havia dado grande repercussão às queixas de políticos tucanos, abandona o assunto na primeira página mas reconhece, em reportagem interna, que os papéis que apontam para o envolvimento de autoridades mais graduadas estão sendo investigados desde 2009. O Globo, que na quarta-feira também havia destacado a denúncia dos políticos do PSDB, de que um dos documentos havia sido falsificado para envolver o partido, se distancia da controvérsia ao publicar, na manchete da quinta-feira, que “PT e PSDB fazem guerra de versões sobre dossiê”. Ao se afastar da guerra de declarações, o jornal carioca reapresenta ao leitor os significados originais do acontecimento: há uma investigação de corrupção que envolve autoridades paulistas e há uma disputa pela opinião do público que tem como horizonte as eleições de 2014. Em suas páginas internas, o Globo investe no aspecto mais objetivo da questão, avançando na investigação e revelando outro episódio de movimentação de dinheiro na Suíça, envolvendo um novo personagem, que foi secretário de Obras e é irmão de um ex-presidente da Companhia do Metrô de São Paulo. A reportagem do Globo remete o início do esquema para o ano de 1997, o que faz o leitor atento considerar que, se os governadores que ocuparam o cargo desde então nunca desconfiaram de nada, é porque olharam para o outro lado, como se diz no último filme de Woody Allen, “Blue Jasmine”. Há duas frentes de investigação que convergem para o mesmo ponto, mas a Folha e o Estado insistem em separar o caso iniciado pelas denúncias de ex-dirigentes da Siemens da apuração que tem como epicentro a empresa francesa Alstom. O Globo observa que os dois casos estão unidos por uma reportagem publicada em 2008 pelo Wall Street Journal, mas os dois diários paulistas se revezam num esquema de blindagem dos políticos que governaram São Paulo nos últimos quinze anos. A técnica é a da desinformação por redundância.

CONTINUE LENDO

Estudante pede R$ 27 mil por danos morais de aplicativo Lulu

  • Da Redação
  • 28 Nov 2013
  • 08:16h

Foto: Reprodução

O estudante de Direito Felippo de Almeida Scolari entrou, nesta quarta-feira (27), com um processo na Justiça contra o aplicativo Lulu, em que mulheres avaliam anonimamente seus amigos homens. Após ser avaliado no aplicativo, o estudante alegou que sua imagem foi utilizada sem autorização, e pediu uma indenização de R$ 27 mil. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) indeferiu a liminar, afirmando que o próprio usuário poderia remover o seu perfil. Ao Terra, o advogado Renato Ópice Blum, especialista em direito digital, explicou que “se um usuário é exposto de forma mais agressiva, mais contundente, isso pode gerar um pedido de indenização".

Você precisa saber: Consulta de nome sujo pela internet passa a ser gratuita

  • Priscila Yazbek
  • 27 Nov 2013
  • 20:34h

(Foto: Reprodução)

A partir de agora, consumidores podem consultar se seu nome está sujo gratuitamente pela internet. Antes, para fazer a consulta, era preciso se dirigir pessoalmente a um dos postos do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). E algumas empresas, extraoficialemente realizavam a consulta, mas cobravam pelo serviço. A consulta gratuita pela internet foi disponibilizada pela Boa Vista Serviços, administradora do SCPC. Ao fazer a busca, o consumidor pode identificar se possui dívidas, restrições ou pendências financeiras registradas no SCPC. Para fazer a consulta, basta entrar no Portal Boa Vista Consumidor Positivo e clicar em "consulta de débito". Quem não é cadastrado deve fazer então um cadastro e depois informar o e-mail e a senha. Em seguida, o site irá informar se consta algum registo no SCPC. Se houver, o consumidor pode verificar os detalhes sobre os débitos e identificar em qual empresa consta a pendência. Com essa nova opção, o consumidor pode verificar por conta própria quais são as empresas com as quais ele deve entrar em contato para negociar diretamente com elas o pagamento das dívidas, sem precisar contar com o intermédio de terceiros.

 

Nilton Santos, bicampeão mundial com o Brasil morre nesta quarta-feira (27)

  • (Com Estadão Conteúdo)
  • 27 Nov 2013
  • 17:44h

Nílton Santos com a camisa da seleção brasileira, em 1996 - Bruno Veiga

Morreu nesta quarta-feira, aos 88 anos, o ex-lateral esquerdo do Botafogo e da seleção brasileira Nilton Santos, que estava internado na Clínica Bela Lopes, na zona sul do Rio de Janeiro, com pneumonia. Nilton Santos passou mal na última sexta-feira e foi levado ao hospital com insuficiência cardíaca e respiratória. O ex-jogador já sofria com o Mal de Alzheimer desde 2007 e vivia há seis anos na Clínica da Gávea, também na zona sul do Rio. Nilton Santos, grande ídolo do Botafogo, nasceu em 16 de maio de 1925, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, e só vestiu duas camisas na vida: do Botafogo e da seleção. Pelo clube carioca, jogou 723 partidas, marcou 11 gols e conquistou seis títulos - Campeonato Carioca de 1948, 1957, 1961 e 1962 e Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1962 e 1964. Ele era conhecido como A Enciclopédia do Futebol, por seus conhecimentos sobre o esporte, dentro e fora dos gramados. Quando se aposentou, chegou a fazer parte da diretoria do Botafogo, mas saiu após acertar um soco no árbitro Armando Marques, no Maracanã. Pela seleção, Nilton Santos fez 84 jogos, marcou três gols e disputou três Copas do Mundo, em 1950, 1954, 1958 e 1962 - nestas duas últimas, foi bicampeão mundial. O lateral também ficou conhecido pelo famoso lance onde, após cometer um pênalti na Copa de 1962, contra a Espanha, deu um passo para fora da área e enganou o árbitro - que marcou apenas falta. Nilton Santos foi um dos primeiros laterais que também atacava - naquela época, os jogadores da posição tinham a função apenas de marcar os atacantes. Em 2000, foi eleito pela Fifa como o melhor lateral esquerdo de todos os tempos.

Enriquecimento ilícito de agentes públicos terá punição mais dura

  • Brumado Urgente
  • 27 Nov 2013
  • 15:00h

(Foto: Ilustrativa)

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado vota nesta quarta-feira (27) projeto de lei que endurece a legislação que trata da perda de bens de agentes públicos acusados de enriquecimento ilícito. A proposta, do senador Humberto Costa (PT-PE), estabelece a imediata indisponibilidade dos bens do gestor e abre a possibilidade de extensão da medida sobre o patrimônio de terceiros ou empresa envolvidos na facilitação da prática ou ocultação do produto do crime. O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), relator da matéria, já apresentou parecer favorável à aprovação do texto.

Hotel que pagará salário de R$ 20 mil a Dirceu é ligado a aliado de Dilma

  • Da Redação
  • 27 Nov 2013
  • 07:41h

O Saint Peter Hotel, em Brasília, que decidiu integrar um dos condenados do processo do mensalão, o ex-ministro José Dirceu, ao seu quadro de funcionários, com um generoso salário de R$ 20 mil, pertence ao irmão do presidente do PTN, um dos dez partidos que compuseram a base da candidatura de Dilma Rousseff em 2010. De acordo com informações obtidas pelo jornal Valor Econômico, o dono da empresa é Paulo Masci de Abreu, que pertence à mesma família de José Masci de Abreu, mais conhecido no meio político como Dr. José de Abreu. Os dois, segundo a publicação, são amigos de longa data de Dirceu. Antes de concretizar a proposta de emprego, a família Abreu teria realizado uma análise jurídica para saber se causariam problemas ao ajudar o amigo petista.

Deputados votam mudanças no ensino médio

  • Brumado Urgente
  • 26 Nov 2013
  • 10:02h

Foto: Reprodução

Membros da comissão especial que avalia a reformulação do ensino médio na Câmara Federal votam nesta terça-feira (26) o relatório do deputado Wilson Filho (PTB-PB), apresentado na semana passada. O texto reorganiza o currículo do ensino médio por áreas - linguagens, matemática, ciências da natureza e humanas - e inclui temas transversais, como prevenção ao uso de drogas e álcool, educação sexual e noções básicas da Constituição e do Código de Defesa do Consumidor. “A opinião quase unânime dos palestrantes [ouvidos pelo colegiado] foi de que o atual currículo do ensino médio é ultrapassado, extremamente carregado com excesso de conteúdos, com muitas disciplinas obrigatórias, em uma dinâmica que não reconhece as diferenças individuais e geográficas dos alunos”, argumentou o parlamentar à Agência Câmara. O parecer também traz a obrigatoriedade do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com validade de três anos e a participação do aluno registrada no histórico escolar. O relator também sugere mudanças na educação profissional técnica de nível médio.

O coração da Amazônia está em risco

  • Informações do Avaaz
  • 25 Nov 2013
  • 19:15h

Foto Ilustrativa

Em poucos dias, as autoridades paraenses podem dar a uma empresa mineradora do Canadá autorização para construir uma enorme mina de ouro a céu aberto, que poderá injetar toneladas de produtos químicos venenosos no coração da Amazônia. Mas nós podemos impedir esta corrida colonialista do ouro em pleno século XXI. Para extrair os metais preciosos, córregos tóxicos de cianeto, arsênio e montanhas de resíduos químicos serão despejados no rio Xingu, podendo contaminá-lo totalmente. Esta megamina é tão arriscada que o próprio Ministério Público Federal está exigindo que as autoridades neguem a concessão da licença. Mas mesmo assim as autoridades no Pará pressionam pela aprovação, esperando que consigam fazê-lo antes que o país inteiro descubra. Vamos soar o alarme agora e impedir este projeto venenoso. A não ser que façamos algo, a autorização pode ser concedida em questão de dias. A empresa canadense terá um enorme lucro às custas dos nossos rios e da destruição de comunidades indígenas que estão nos arredores. Vamos nos unir e mostrar ao presidente do Ibama, Volney Zanardi Júnior, que o país demanda sua intervenção para impedir que seja dada uma injeção letal na Amazônia.

Planejada para ser construída a apenas alguns quilômetros de Belo Monte, a Belo Sun Mining Corporation, empresa baseada em Toronto, afirma que sua nova mina vai ajudar as comunidades indígenas, impulsionando a economia local, e ajudando a financiar novas escolas e hospitais. Mas o relatório de impacto inicial da mina estava repleto de irregularidades, e foi produzido sem qualquer consulta aos povos Arara e Juruna que vivem nas proximidades – uma violação direta da Constituição brasileira. A hidrelétrica de Belo Monte já está causando grandes transtornos na região – grupos indígenas ocuparam várias vezes o canteiro de obras e dezenas de processos questionam sua legalidade. Esta nova mina de ouro, obviamente, criará alguns postos de trabalho, mas o custo é muito alto, prejudicando ainda mais o delicado ecossistema da região, e canalizando a maioria das centenas de milhões em lucros para os bolsos de um consórcio de empresas privadas. Numa época pré-campanha eleitoral, com Dilma provavelmente enfrentando a oposição de candidatos verdes, como Marina Silva, essa mina poderia ser uma pedra no sapato – uma pedra da qual ela vai preferir se livrar, se pressionada. O processo de concessão está acontecendo silenciosamente, e ainda não se tornou uma prioridade política. Nós podemos mudar isso com um enorme apelo para impedir esta devastadora conquista do ouro no coração da Amazônia. Assine agora:   http://www.avaaz.org/po/uma_mina_de_ouro_na_amazonia_full/?bkGelgb&v=31541 

CONTINUE LENDO

A cada 12 segundos, em média, ocorre uma tentativa de fraude no Brasil

  • Brumado Urgente
  • 25 Nov 2013
  • 16:07h

Foto: Reprodução

O número de tentativas de fraudes no Brasil continua crescendo, e outubro bateu o recorde histórico de 224.025 roubos de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos, de acordo com a Serasa. Isso representa uma tentativa de fraude a cada 12 segundos no País. O setor de telefonia respondeu por quase metade (49,3%) do total das investidas contra o consumidor realizadas em outubro deste ano, alta em relação aos 40,2% registrados pelo setor no mesmo mês de 2012. 

Entre janeiro e outubro deste ano, ocorreu 1,81 milhão de tentativas de fraude. Entre janeiro e outubro de 2012, houve 1,76 milhão de registros e, no mesmo período em 2011, 1,63 milhão. O recorde registrado em outubro decorre de um efeito sazonal da fraude observado próximo ao Dia das Crianças. Neste período, o risco de fraude tende a ser maior. O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes. Consumidor mostra ainda que, em outubro de 2013, lideraram os registros o setor de telefonia, com 110.470, representando 49,3% do total. Já o setor de serviços que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos etc.), teve 59.743 registros, equivalente a 26,7% do total, o maior valor mensal do ano até agora. No mesmo período no ano passado, esse era o setor que mais sofria tentativas de fraudes, respondendo por 28,6% das ocorrências. O setor bancário é o terceiro do ranking de registros em outubro de 2013. Embora não tenham tido recorde histórico, bancos e financeiras atingiram 36.411 tentativas, 16,3% do total, o maior valor em 12 meses. No mesmo período de 2012, o setor respondeu por 22,6% dos casos. O ranking de tentativas de fraude de outubro de 2013 é composto ainda por varejo (6,2%) e demais (1,6%). (R7)

CONTINUE LENDO

Sociedade é ‘sexista’ e ‘preconceituosa’, critica Dilma no Twitter

  • Brumado Urgente
  • 25 Nov 2013
  • 15:42h

Foto: Reprodução

A presidente Dilma Rousseff declarou nesta segunda-feira (25), Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, que a agressão é uma “forma de preconceito” do “mais forte” somente “pelo fato de ser mulher”.  “A violência contra a mulher envergonha uma sociedade que, infelizmente, ainda é sexista e preconceituosa. #ViverSemViolência”, escreveu a mandatária, em postagem no Twitter. Ela afirmou que combater a violência contra a mulher é condição para uma nação mais justa, cidadã e igualitária. Dilma também defendeu que o Brasil está em processo de mudança graças às lutas femininas, com o alicerce da Lei Maria da Penha. “Agora, as Casas da Mulher- programa da @SPMulheres - são o caminho para garantir um combate permanente e sistemático a essa violência. Nessas casas estarão os serviços para o atendimento à mulher, com delegacia, Judiciário, Defensoria Pública, Ministério Público e atendimento psicossocial”, afirmou. O Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher foi criado pela ONU em 1999. A data homenageia três irmãs ativistas, Pátria, Minerva e Maria Teresa Mibal, que foram assassinadas, em 1961, pela ditadura de Leonidas Trujilo (1930-1961), na República Dominicana. A presidente citou as Casas da Mulher, que fazem parte do programa Mulher Viver sem Violência, coordenado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres. A iniciativa pretende reunir em um mesmo espaço serviços públicos necessários ao combate à violência contra a mulher.

A praga do jornalismo declaratório

  • Carlos Castilho / OI
  • 24 Nov 2013
  • 20:09h

(Foto Ilustrativa)

Os desdobramentos da matéria publicada pelo jornal Estado de S.Paulo na sexta feira (22/11) sobre o escândalo dos trens em São Paulo ofereceram uma prova a mais do batido recurso do “ele disse, ela disse” que engana o leitor ao divulgar uma declaração como se ela fosse um dado, quando na realidade é apenas a desculpa canhestra de suspeitos de corrupção. A maioria dos jornais que repercutiu a matéria do Estadão se limitou a publicar negativas e explicações sem aprofundar um milímetro nas investigações sobre as denúncias feitas pelo ex-funcionário da Siemens, Everton Rheinheimer, contra dirigentes de partidos oposicionistas como PSDB, DEM e PPS. O uso extensivo da técnica declaratória dá uma falsa impressão de imparcialidade ao leitor ou telespectador, que acaba ainda mais confuso depois de ler ou assistir ao noticiário sobre o caso. Os envolvidos obviamente negam tudo porque a consulta do repórter foi burocrática, do tipo “o que o senhor tem a dizer sobre a denúncia?” O leitor que se vire para entender a notícia.

Mas os excessos no uso do “ele disse, ela disse” têm um aspecto ainda pior, pois tratam, como fato ou dado, declarações às vezes flagrantemente falsas ou distorcidas, sem que o leitor ou telespectador seja alertado pelo texto, áudio ou imagens do repórter ou editor. Tudo isso configura uma clara omissão de grande parte das redações, que preferem seguir procedimentos burocráticos em vez de meter a cara na investigação cumprindo a missão que todos os leitores, ouvintes, telespectadores e internautas esperam dos jornalistas: dados, fatos e notícias capazes e facilitar a tarefa de entender o que está acontecendo. A investigação de tantos escândalos e denúncias simultâneas complica extraordinariamente o trabalho dos jornalistas, ainda mais se levarmos em conta que os suspeitos ou acusados usam, rotineiramente, técnicas de omissão ou distorção de fatos. Mas a complexidade das situações não é desculpa, pois quando o noticiário não vai mais a fundo nos problemas quem sai beneficiado é quase sempre quem está sob suspeita. Muitos profissionais alegam, com razão, que o jornalista não dispõem dos mesmos recursos materiais e legais atribuídos à policia e ao ministério público para fazer investigações ou esclarecer denúncias. Mas o fato de não poder indiciar suspeitos não elimina a responsabilidade dos jornalistas em ajudar os leitores, ouvintes, telespectadores e internautas a compreender o que acontece à sua volta. O compromisso dos jornalistas é com o público, e não com as autoridades ou com quem estiver envolvido nas denúncias. Se as versões dos implicados, da polícia, juízes ou advogados são incompletas, incoerentes, contraditórias ou distorcidas, a função do jornalista é dar conhecimento ao público dessas questões. Os problemas com coberturas de escândalos, cada vez mais frequentes, impõem aos jornalistas uma obrigação adicional de estar sempre bem informado para poder fazer avaliações das declarações. A maioria dos entrevistados sempre sabe mais do que o jornalista. É uma situação normal porque é justamente por esse maior conhecimento que está sendo consultado. Isto cria um desequilíbrio informativo em que o entrevistado sempre tem maior capacidade para manipular ou criar contextos verossímeis para fatos, eventos e dados. Para neutralizar esse desequilíbrio, o profissional depende de seu conhecimento e experiência. É um risco enorme usar intensivamente repórteres muito jovens ou inexperientes para entrevistar “raposas” da política, porque normalmente o resultado será o recurso ao “ele disse, ela disse” como padrão para a reportagem. É a forma de o repórter inexperiente salvar a sua pele, mas a responsabilidade é de quem o destacou para o trabalho. O jornalismo declaratório começa a se tornar endêmico nos jornais, revistas, telejornais e páginas Web causando uma grande irritação entre leitores, ouvintes, telespectadores e internautas que, ao não conseguirem entender o que realmente está acontecendo, acabam diante de um dilema: ignorar tudo ou passar a não acreditar na imprensa.

CONTINUE LENDO

Latas de alumínio e a importância da reciclagem

  • Brumado Urgente
  • 24 Nov 2013
  • 18:45h

O alumínio é o metal não ferroso mais utilizado pela humanidade, está presente no computador, nos automóveis, nos talheres, nas latas de bebidas, nas bicicletas e numa infinidade de itens. Por ser leve, macio, resistente, maleável (dos cerca de 68 metais existentes, é o segundo mais maleável), e resistente à corrosão, ele é bastante usado nas indústrias. Apesar de ser um metal abundante na crosta terrestre (8,1%), raramente é encontrado livre. Para o obtenção do alumínio, há diversas maneiras, mas a maior parte delas utiliza a extração de bauxita. O método mais utilizado atualmente é o de Hall-Héroult,que consiste em um processo elétrico do refinamento da bauxita a elevadas temperaturas e tratamentos químicos. Um dos problemas desse método é o seu elevado custo energético (utiliza-se cerca de 14,5 kW/h para a produção de um quilo de alumínio). No entanto, após a extração, ele tem inegáveis vantagens. A extração de bauxita ocorre em menor escala - são necessários cerca de quatro toneladas para produzir uma tonelada de alumínio primário, enquanto a proporção de bauxita é bem maior com outros métodos; e o índice de gasto de energia é bem mais baixo na hora da reciclagem dos materiais (pode-se produzir cerca de 20 novas latas recicladas com a mesma quantidade de energia usada na produção de uma lata feita com minérios virgens).

Como reciclar?

O processo de reciclagem do alumínio é bastante praticado no Brasil: mais de 98,1% de todas as latas de alumínio do país foram recicladas em 2011, principalmente por cooperativas de reciclagem e catadores de lixo, segundo dados da associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE). O alumínio é um material atraente para o mercado de reciclagem devido ao seu preço elevado: em novembro de 2011, a tonelada de alumínio reciclado chegava a custar R$ 300 – para efeito de comparação, o quilo do papel custa R$ 0,10 e 20 garrafas PET dois litros têm o preço de R$ 0,30. O processo de reciclagem começa com o recolhimento da sucata do alumínio por ONGs, cooperativas e catadores. Depois da coleta, as sucatas de alumínio são enviadas aos centros de coletas das indústrias de reciclagem, onde passam por esteiras para que todas as impurezas sejam removidas. Após a remoção das impurezas, a sucata de alumínio é prensada em fardos e, então, enviada aos centros de fundição, onde passam por um novo processo de triagem. Depois, as latas são trituradas e passam por um processo químico, para a retirada de substâncias que possam estar presentes no alumínio, como tintas e vernizes. Depois da remoção de todas as impurezas, a sucata de alumínio é colocada em fornos e fundida até alcançar o estado líquido, momento no qual é transformada em lingotes; após isso, a sucata é laminada e vendida para as indústrias de alumínio. Um dos grandes problemas deste processo é o elevado volume de escória produzido. A escória possui um elevado teor de produtos tóxicos e perigosos, como nitretos,carbetos e metais pesados, e, por isso, é classificada como resíduo perigoso pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Contudo, a escória pode ser aproveitada em outras áreas industriais, como a de concreto. O concreto constituído por escória apresenta um maior poder de aglutinação e tempo de secagem muito menor do que o concreto normal, o que a torna aproveitável.

Onde Reciclar?

As latas de alumínio demoram de 200 a 500 anos para serem decompostas, enquanto a reciclagem desse material ocorre em um tempo bem menor. O alumínio é um material 100% reciclável e pode passar por esse processo infinitas vezes sem causar a perda de suas características. Para isso, existem muitas cooperativas de reciclagem espalhadas pelo país e muitas indústrias que se especializaram na reciclagem do alumínio. Para dar esse destino aos itens de alumínio, basta descartá-los no local específico das lixeiras de reciclagem.

CONTINUE LENDO

Fotógrafo inglês lamenta falta de homenagens a Senna no GP Brasil

  • Folha Esporte
  • 24 Nov 2013
  • 13:08h

Ormuzd Alves - 28.mar.1993/Folhapress

"É triste, muito triste. Ele não pode ser esquecido." Foi assim que Keith Sutton resumiu, com olhos fitando o horizonte, a falta de homenagens a Ayrton Senna em meio à semana do GP Brasil de F-1. Sutton, fotógrafo até hoje, registrou muito da carreira de Senna antes da chegada à F-1. Ambos se conheceram em 1981, na etapa de Thruxton da Fórmula Ford, e logo depois foi contratado pelo piloto. A relação se intensificou com o passar dos anos, mesmo com a consolidação do brasileiro como astro.

 

Mais de três décadas depois, o temor do inglês pelo esquecimento do amigo se dá porque, exatos 20 anos após a segunda e última vitória de Senna em Interlagos, não há qualquer celebração à façanha. A organização do GP Brasil não fará qualquer menção ao acontecimento e nem a F-1. "Algo deveria ser feito. Foi há vinte anos que ele [Senna] ganhou sua última corrida. Ele tinha o apoio maciço dos brasileiros. Quando Ayrton morreu, milhões foram às ruas [em São Paulo]", lembra Sutton. Enquanto a data passa batida, no próximo ano Senna será tema de samba enredo da carioca Unidos da Tijuca. Pior é saber que o esquecimento não algo exclusivo a Senna. O autódromo de Interlagos, mais tradicional palco do automobilismo brasileiro, não tem qualquer acervo das provas e pilotos históricos que recebeu em seus 73 anos. "Já houve um projeto para a criação de um museu aqui, em 2005, e até o Emerson Fittipaldi se envolveu. Mas tudo é decisão política, não é simples", afirma Chico Rosa, administrador do autódromo. De acordo com o dirigente, não existem artefatos históricos mantidos no circuito. As memórias foram apagadas. "Muita coisa se perdeu no tempo. Não sou de guardar objetos. Na minha sala, há apenas fotos dos brasileiros que foram campeões mundiais. Mas é mais para enfeitar que qualquer outra coisa", diz. Interlagos já recebeu 30 corridas de F-1 e foi palco da definição de seis campeões do Mundial de Pilotos. Apesar de nenhum de tais títulos acabarem com brasileiros, o circuito teve momentos de exaltação nacional. Um dos maiores foi justamente a vitória de Senna em 1993, quando fãs invadiram o traçado logo após a bandeirada final. "Se nos lembrarmos bem, Senna ficava mais feliz de vencer no Brasil do que conquistar um título mundial", afirma Felipe Massa, da Ferrari.

CONTINUE LENDO