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Mega-Sena acumula e prêmio pode chegar a R$ 170 milhões

  • Redação
  • 05 Mai 2019
  • 08:36h

(Foto: Reprodução)

A Mega-Sena acumulou depois de ninguém acertar as seis dezenas do concurso 2.148, que foi realizado no último sábado (4), em São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 08 - 15 - 32 - 33 - 58 - 59. O próximo concurso, número 2.149 será na próxima terça-feira (7), com prêmio em até R$ 170 milhões. A quina teve 296 acertadores e cada um levará R$ 37.666,84. Outros 21.684 apostadores acertaram a quadra e cada um receberá R$ 734,53. O prêmio está agora acumulado há 13 sorteios, um recorde desde a sua criação em 1996.

‘Não procede’, diz Damares sobre demissão

  • Redação
  • 03 Mai 2019
  • 12:20h

(Foto: Reprodução)

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, negou que tenha pedido para deixar o cargo no governo do presidente Jair Bolsonaro. Em contato com a reportagem de GaúchaZH, via WhatsApp, a ministra afirmou que “não procede” a informação divulgada nesta sexta-feira, 3, pela revista Veja sobre a renúncia.

Corpo da modelo Carol Bittencourt é encontrado

  • Redação
  • 29 Abr 2019
  • 17:48h

(Foto: Reprodução)

O corpo da modelo Caroline Bittencourt, de 37 anos, foi encontrado na tarde desta segunda-feira (29), no litoral norte de São Paulo. De acordo com o Jornal Extra, o Corpo de Bombeiros da região confirmou a identificação da modelo, que estava desaparecida desde a tarde deste domingo (28), após cair no mar durante uma forte ventania em Ilhabela (SP). A lancha onde Carol estava  junto com o marido, Jorge Sestini, foi encontrada submersa na região da  praia de Massaguaçu, em Caranguatuba (SP). Jorge, que revelou ter pulado no mar para tentar salvar a esposa, foi resgatado ainda no domingo (28). Caroline deixa uma filha, Isabelle Bittencourt, de 17 anos.

A cada 3 horas e 40 minutos uma pessoa morre por acidente de trabalho

  • Redação
  • 29 Abr 2019
  • 06:31h

O Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho registrou, entre 2012 de 2018, 17.200 falecimentos no Brasil em razão de algum incidente ou doença relacionados à atividade laboral. Em média, é como se o país acumulasse uma morte por acidente de trabalho a cada 3 horas e 40 minutos. Neste domingo, é comemorado o Dia Mundial e Nacional de Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças de Trabalho, uma data criada para alertar a sociedade sobre o problema. No comparativo por anos, houve queda nos registros, com 2.659 casos em 2014; 2.388 em 2015; 2.156 em 2016; 1.992 em 2017; e 2.022 em 2018. Já os acidentes de trabalho são mais frequentes e ocorrem a cada 49 segundos. No mesmo período, foram registrados 4,7 milhões incidentes deste tipo, conforme o Observatório.

De acordo com a Agência Brasil, os tipos de lesão mais comuns foram corte e laceração, com 734 mil casos (21%). Em seguida, vêm fraturas, com 610 mil casos (17,5%), contusão e esmagamento, com 547 mil (15,7%), distorção e tensão, com 321 mil (9,2%) e lesão imediata, com 285 mil (8,16%). As áreas mais atingidas foram os dedos (833 mil incidentes), pés (273 mil), mãos (254 mil), joelho (180 mil), partes múltiplas (152 mil) e articulação do tornozelo (135 mil).

 

As áreas com maior incidência de acidentes de trabalho foram atendimento hospitalar (378 mil), comércio varejista, especialmente supermercados (142 mil), administração pública (119 mil), construção de edifícios (106 mil), transporte de cargas (100 mil) e correio (90 mil). Já no ranking por ocupação, as ocorrências mais frequentes foram as de alimentador de linha de produção (192 mil), técnico de enfermagem (174 mil), faxineiro (109 mil), servente de obras (97 mil) e motorista de caminhão (84 mil).

 

Entre os homens, os acidentes foram mais frequentes na faixa etária dos 18 aos 24 anos. Já entre as mulheres, no grupo de 30 a 34 anos.

 

Na distribuição geográfica, os estados com maior ocorrência destes incidentes foram São Paulo (1,3 milhão), Minas Gerais (353 mil), Rio Grande do Sul (278 mil), Rio de Janeiro (271 mil), Paraná (269 mil) e Santa Catarina (185 mil).

 

Para além dos impactos principais e graves dos danos à vida e à integridade de trabalhadores, os acidentes de trabalho também trazem outras consequências. No período monitorado pelo Observatório, 351 milhões de dias de trabalho foram “perdidos” em razão dos afastamentos. Os gastos estimados neste mesmo intervalo chegaram a mais de R$ 82 bilhões.

 

Na avaliação do coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, Leonardo Mendonça, o Brasil ainda tem muito o que avançar. Mendonça diz que, a despeito do discurso das empresas considerar a importância da segurança nos locais de trabalho, a preocupação com a produção ainda vem em primeiro lugar.

 

O procurador argumenta que empregadores devem investir tanto em prevenção como no fornecimento de materiais de segurança. “O ideal é ter um ambiente de trabalho organizado não apenas no sentido de um local limpo, mas saudável, que não seja propenso a adoecimentos”, defendeu, em entrevista á Agência Brasil.

 

Segundo o procurador, a construção desse ambiente para evitar acidentes e adoecimentos envolve uma preparação do conjunto das empresas, inclusive a formação de seus funcionários e pessoas em postos de chefia. “É preciso fazer capacitações com todos os setores da empresa. Desde o topo até o funcionário de chão de fábrica para que tenha carimbo de que realmente ela se preocupa com saúde”, argumenta.

 

Em abril, foi lançada a Campanha de Prevenção a Acidentes de Trabalho (Canpat 2019), uma iniciativa conjunta do governo federal, Ministério Público do Trabalho e entidades patronais e de empregadores. O objetivo da iniciativa foi alertar para o problema e estimular empregadores e trabalhadores a construírem ambientes mais saudáveis.

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Ministro do Meio Ambiente rebate manifesto ao Brasil feito por 602 cientistas europeus

  • BN
  • 27 Abr 2019
  • 10:07h

Foto: Reprodução / GloboNews

O Ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, rebateu um manifesto assinado por 602 cientistas, dos 28 países integrantes da União Europeia, que aconselha a Europa uma relação comercial com o Brasil por meio de medidas sustentáveis e de preservação das florestas e populações indígenas. O documento, que foi publicado na revista científica “Science”, prega a interrupção das importações brasileiras que em seu processo produtivo agridem o meio ambiente.  De acordo com o G1, durante entrevista ao canal GloboNews, Salles fez críticas diretas ao manifesto que foi categorizado por ele como sem “credibilidade”. Além disso, ele afirmou que a elaboração do documento faz parte de "discussão comercial disfarçada" e que o “Brasil é exemplo de sustentabilidade”. Sobre o agronegócio, o ministro defendeu a relação comercial ao afirmar que “é a mais comprometida com a preservação do meio ambiente no mundo”. Vale destacar, conforme consta no manifesto, que só em 2011 o Brasil desmatou cerca de mil quilômetros quadrados para a criação de pasto, produção e exportação de carne e ração para a União Europeia. "Nenhum desses países europeus faz nem de longe o que o agronegócio brasileiro faz pelo meio ambiente. [...] Nós é que mostramos como é que se faz", argumentou Salles. Em nota enviada ao portal de notícias, o Ministério do Meio Ambiente reafirmou o trabalho do Brasil em ser o país, no mundo, que presta o maior cuidado com a preservação ambiental por parte dos seus produtores rurais. Além disso, a pasta também criticou os cientistas europeus, afirmando que eles deveriam olhar para os problemas ligados ao meio ambiente de seus próprios países, antes de elaborarem algum tipo de manifesto. 

Dia do ferroviário: histórias de quem faz o trem andar

  • Victor Hugo Fonseca | public relations
  • 26 Abr 2019
  • 17:31h

Foto: Brumado Urgente I Conteúdo

No dia 30 de abril, comemora-se o Dia do Ferroviário, uma homenagem a todos aqueles que trabalham nas estradas de ferro do Brasil. Essa data remete à inauguração da primeira linha ferroviária do Brasil, a Estrada de Ferro Petrópolis, que tinha mais de 14 quilômetros e, ligava o Rio de Janeiro até Raiz da Serra (RJ). Por trás dos vagões, locomotivas, dos trilhos e dormentes têm mãos, pessoas e muitas histórias. A VLI, empresa que administra a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), integra essa história e conta com um time de mais de 7 mil pessoas, muitas delas personagens das ferrovias brasileiras.

 

Nos bastidores de uma ferrovia há um grupo enorme de profissionais que contribuem para os trens estarem na linha e prontos. Josikelle Oliveira, supervisora de Manutenção é uma dessas figuras e integra esse grupo há 15 anos. Antes do estágio no curso técnico de eletrotécnica Josikelle nunca tinha visto uma locomotiva de perto. “No primeiro dia na oficina eu vi uma máquina e fiquei impactada. Nascia ali um sentimento especial”, lembra. Hoje, ela supervisiona uma equipe de 35 pessoas. O objetivo é garantir que os vagões e locomotivas que circulam entre Minas Gerais e Rio de Janeiro estejam nas melhores condições de uso. Antes de cada partida, as composições são inspecionadas. No dia a dia ela carrega o orgulho de ser ferroviária. “Eu nem conhecia o setor. Sinto que a ferrovia me ajudou a ser vencedora”, enaltece.

Na Bahia, Ednilson da Silva, 51 anos (32 de ferrovia) tem orgulho de ver a 4ª geração da família a trabalhar no setor.  Além de conhecer as histórias do avô e do pai, o ferroviário assiste a filha dar os primeiros passos no segmento. “Quando eu ingressei era sonho de muita gente ser concursado da Rede. Depois desse tempo todo ainda sinto a paixão. Trabalhar na ferrovia é diferente. Há uma dinâmica que nos desafia todo o dia e não tem rotina”, conta.

Nos incontáveis quilômetros de vai e vem do trem, Ednilson foi auxiliar, maquinista até ocupar o posto de inspetor de tração. Ele acompanha as equipes durante as manobras e atua para garantir o melhor fluxo possível. Compartilhar toda a experiência é uma missão. “Daqui a pouco eu vou parar, mas nem penso nisso no momento. Quero deixar todo meu conhecimento para os colegas. Sinto uma grande satisfação em fazer isso”, destaca.

 

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar pela revista Você S/A pelos últimos quatro anos e a melhor do segmento de Serviços de Transporte pela Istoé Dinheiro em 2018, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

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Bolsonaro veta campanha do Banco do Brasil marcada por diversidade e diretor é dispensado

  • Redação
  • 26 Abr 2019
  • 06:58h

(Reprodução)

O Palácio do Planalto recusou uma campanha publicitária do Banco do Brasil protagonizada por atrizes e atores negros, jovens com tatuagens, com anéis e cabelos compridos.  O comercial é direcionado para a população jovem, um dos públicos que o BB quer atrair. O presidente então se envolveu pessoalmente no caso e foi a procura de Rubem Novaes, presidente do banco para se queixar da peça publicitária, segundo o site O Globo. Rubem então tomou a frente da situação e decidiu vetar a veiculação do matérial, além de que o diretor de Comunicação e Marketing do BB, Delano Valentim, foi dispensado. Sem dizer o motivo do veto e da dispensa do alto executivo, Novaes diz: "O presidente Bolsonaro e eu concordamos que o filme deveria ser recolhido. A saída do diretor é uma decisão de consenso, inclusive com aceitação do próprio".

 

Bancos passam a compartilhar dados de clientes com integração de plataformas

  • Redação
  • 25 Abr 2019
  • 19:09h

(Foto Ilustrativa)

Através da abertura e integração de plataformas e infraestruturas de tecnologia, as instituições financeiras do Brasil passarão a compartilhar dados, produtos e  serviços. O chamado "open banking" começou a ser implementado pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (24). Segundo o BC, o objetivo do compartilhamento de dados é o aumento da “eficiência e a competição no Sistema Financeiro Nacional e abrir espaço para a atuação de novas empresas do setor”. O BC publicou o Comunicado 33.455, que estabelece as diretrizes que orientarão a proposta de regulamentação do modelo a ser adotado no Brasil. “Por meio do open banking, clientes bancários poderão, por exemplo, visualizar em um único aplicativo o extrato consolidado de todas as suas contas bancárias e investimentos. Também será possível, por este mesmo aplicativo, fazer uma transferência de recursos ou um pagamento, sem a necessidade de acessar diretamente o site ou aplicativo do banco”, esclareceu o Banco Central através de nota.  Os requisitos estabelecidos pelo Banco Central indicam que deverão ser compartilhados, inicialmente, os produtos e serviços oferecidos pelas instituições participante, como localização de pontos de atendimento, características de produtos, termos e condições contratuais e custos financeiros; dados cadastrais dos clientes, como nome, CPF, filiação e endereço; dados transacionais dos clientes, relativos a contas de depósito, a operações de crédito, a demais produtos e serviços contratados pelos clientes; além de serviços de pagamento.

Três baianos votam a favor e um contra reforma da Previdência na CCJ; confira nomes

  • BN
  • 24 Abr 2019
  • 07:13h

(Foto: Agência Brasil)

Dos quatro deputados federais baianos integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, três votaram a favor e um contra o relatório do deputado Marcelo Freitas (PSL-MG) sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência. Os democratas Paulo Azi e Arthur Maia, além  de João Roma (PRB) votaram a favor. Já Nelson Pelegrino (PT) votou contra o texto.  Esta foi a primeira etapa da tramitação da reforma. O parecer foi aprovado por 48 votos a 18.

Homem torna-se o mais rico do Brasil por alguns dias após erro da Caixa

  • Rede TV
  • 23 Abr 2019
  • 13:29h

Foto: Print rede TV News

Um erro da Caixa Econômica Federal fez com que um designer no Rio de Janeiro saísse do cheque especial e se tornasse o homem bilionário mais rico do Brasil. A fortuna repentina de R$ 120 bilhões de Paulo de Oliveira ultrapassou a do banqueiro Joseph Safra, que lidera a lista com R$ 98 bilhões. Mas só por alguns dias. O erro no sistema fez com que o banco bloqueasse a conta do "beneficiado" por cinco dias até apurar a origem do dinheiro.

"Fiquei com medo. De onde vinha tanto dinheiro? Então no sábado à noite fiquei até pensando: 'Não vou dormir aqui em casa sozinho porque podia de repente eu estar sendo usado como ponte, alguma coisa. Alguém depositou na minha conta para depoir vir atrás'", disse o designer.

"Fiquei sem dinheiro o final de semana e sorte que eu tinha alguma comida em casa", completou Paulo, que entrou com uma ação contra o banco na Justiça Federal por danos morais. "Ele [Paulo] ficou impossibilitado de movimentar a sua conta durante um bom período e ainda foi alvo de uma investigação na Caixa Econômica que gerou bloqueio até apurar a origem deste dinheiro", explicou o advogado Raphael Tatagiba. 

Advogados de Lula pedem para adiar julgamento de recurso no STJ

  • Bahia Notícias
  • 23 Abr 2019
  • 12:21h

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediram ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que seja adiado o recurso do petista.

Nesta terça-feira (23), a 5ªTurma do STJ marcou a análise recurso do petista contra a sua condenação a 12 anos e um mês de prisão na Operação Lava Jato.

A defesa alega que não foi formalmente informada e não houve tempo hábil de 72 horas úteis a fim de se preparar para o julgamento.

Governo acena com repasse do diesel, e caminhoneiros desistem de greve

  • Redação
  • 23 Abr 2019
  • 08:43h

(Foto: Brumado Urgente)

Depois de 4 horas de reunião com representantes de caminhoneiros em que sinalizou com o repasse dos aumentos do diesel à tabela do frete, o governo conseguiu a garantia de que não haverá paralisação por parte da categoria.  Na reunião com o presidente da CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos), Diumar Bueno, e outros líderes da categoria, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, comprometeu-se com a divulgação de uma agenda poistiva para resolver uma nova crise.

multas – estudar a eliminação de multas desnecessárias aos caminhoneiros;

diesel – transferência do custo do diesel para a tabela do frete;

fiscalização – fiscalização “efetiva” quanto ao cumprimento da tabela do frete.

caminhoneiros fiscalizam – assinatura de 1 termo de compromisso com as entidades representantes da categoria para tornar mais efetiva a fiscalização.

Esses pontos serão detalhados ao longo da semana, informou o ministério. Não está claro, por exemplo, se a tabela do frete será corrigida de imediato, antes mesmo de os aumentos do diesel acumularem 10%.

A lei diz que a tabela do frete é reajustada todo mês de janeiro e julho e, extraordinariamente, quando o preço do diesel acumula variação superior a 10% para cima ou para baixo.

Na semana passada, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) informou ao Poder360 que os aumentos ainda não haviam atingido esse nível. Mas é possível que o gatilho seja disparado ainda esta semana, quando a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) atualizar a tabela de preços de referência.

“Não vamos parar”, confirmou o caminhoneiro Wanderlei Alves, o Dedeco, que vinha mobilizando a paralisação para a próxima semana. Ele foi recebido em audiência.

No vídeo em que aparece ao lado de Bueno e Tarcísio, Dedeco ressalta que a fiscalização quanto ao cumprimento da tabela será reforçado por um acordo celebrado entre o governo e as entidades representativas dos caminhoneiros. Eles poderão formalizar denúncias contra casos de descumprimento da tabela, para a ANTT tomar as providências.

A fiscalização deficiente é a principal queixa dos caminhoneiros desde o encerramento da greve de 2018. Eles dizem que a tabela do frete, uma conquista histórica da categoria, não tem surtido efeito porque as empresas não cumprem os pisos mínimos e ameaçam deixar de contratar os autônomos que se recusarem a trabalhar abaixo da tabela.

“Acendeu uma luz maior que já tínhamos apostado nesse governo, com relação à solução do piso mínimo do frete”, comemorou Diumar ao final da reunião.

Ao chegar, Diumar e os líderes que o acompanhavam se queixaram do fato de o governo haver dialogado com pessoas que, a seu ver, não representam a categoria. Há entre os caminhoneiros uma disputa aberta pela liderança do movimento. Por causa dessa divisão, a paralisação do dia 29 tinha poucas chances de atingir grandes proporções.

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Bolsonaro defende que invasão de terra tem que ser tipificada como terrorismo

  • Redação
  • 19 Abr 2019
  • 09:37h

(Foto: Reprodução Redes Sociais)

O presidente Jair Bolsonaro anunciou a pretensão de enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei que tipifique a invasão de terras como crime de terrorismo. A informação foi divulgada durante uma transmissão ao vivo em sua página no Facebook nesta desta quinta-feira (18). O presidente ressaltou a redução no número de registros de "invasão" de terra no primeiro trimestre deste ano, contra 43 no mesmo período do ano passado. "No que depender de mim, será tipificado como terrorismo", afirmou. Ele disse que conversará com parlamentares para buscar uma proposta que seja viável para aprovação no Legislativo. Na ocasião o presidente também defendeu um projeto de lei que possa estender o direito de legítima de defesa para quem atira contra pessoas que tentem invadir domicílios privados. "Invasão de domicílio ou de propriedade outra, uma fazenda ou uma chácara, o proprietário pode se defender atirando, e se o outro lado resolver morrer, é problema dele. Propriedade privada é sagrada", disse. Ele também alegou que uma medida dessa natureza precisa ser costurada com parlamentares para ter alguma viabilidade.

Brasil cai três posições em ranking de liberdade de imprensa

  • Redação
  • 19 Abr 2019
  • 07:23h

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pela organização internacional Repórteres sem Fronteiras (RSF) revelou que o Brasil caiu três posições Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa. O país ocupava a 102ª posição, em uma lista de 180 países, mas passou para o o 105º lugar. Segundo o relatório, o mundo passa por um momento de uma “mecânica do medo”, mostrando que o ódio aos jornalistas se transformou em violência, o que aumenta o temor entre os profissionais de imprensa. O ranking divide o mapa de países em cinco cores. Mesmo naqueles que oferecem melhores condições aos jornalistas, os critérios de liberdade de imprensa caíram. No ano passado, 26% dos países analisados estavam classificados em situações “boa” ou “relativamente boa”. Este ano, a proporção caiu para 24%. A Noruega se manteve na liderança da liberdade de imprensa. A Finlândia subiu duas posições e alcançou o segundo lugar, deixando a Suécia em terceiro. No total, 15 países são considerados com situação boa, com a cor branca no mapa. No ano passado eram 17.

Assessoria de imprensa não é atividade jornalística, decide TST

  • Redação
  • 16 Abr 2019
  • 18:24h

(Foto: Divulgação)

A 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) considerou que a atividade de assessoria de imprensa não pode ser enquadrada como de jornalista. Por isso, não reconheceu o direito à jornada especial de jornalista a uma assessora de imprensa. Para o colegiado, a atividade se enquadra como comunicação corporativa e não como atividade jornalística. O caso envolve uma empresa de comunicação de São Paulo. Na ação, a assessora diz que trabalhou na empresa de maio de 2011 a março de 2015 como jornalista profissional diplomada na área de assessoria de imprensa, produzindo textos jornalísticos distribuídos para agências de notícias e para sites corporativos, além de produzir revistas institucionais e eletrônicas. Por isso, pediu seu enquadramento como jornalista e o reconhecimento do direito à jornada especial de cinco horas, a fim de receber diferenças referentes a horas extras.,A 26ª Vara do Trabalho de São Paulo negou o pedido, mas a sentença foi modificada pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP). Os desembargadores entenderam que as atividades eram de jornalista. A empresa recorreu ao TST e verificou que o TRT de São Paulo utilizou como fundamento a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), aprovada pela Portaria Ministerial 397/2002. A norma inclui a ocupação de assessor de imprensa entre os profissionais de jornalismo, para enquadrar a função da assessora como atividade jornalística com base na nomenclatura de seu cargo. A empresa entendeu que a CBO não tem efeito na relação de emprego e que o enquadramento depende da análise das atividades efetivas do emprego. Segundo o acórdão, “ainda que algumas atividades de jornalistas possam se confundir com as de outros profissionais de comunicação, deve-se ter em conta que o objetivo dessas tarefas é diferente em cada área de atuação profissional”. Ainda é dito que a função do jornalista é “essencialmente informativa e comprometida com a verdade dos fatos”, enquanto a atividade do assessor de imprensa, do profissional de relações públicas, de comunicação corporativa e assemelhados dirige-se à defesa dos interesses do cliente, com seleção de informações a serem divulgadas ao público ou repassadas ao cliente para fins de desenvolvimento e orientação de seu negócio. “A essência da atividade não é a busca da verdade dos fatos, mas a construção da imagem da empresa”, concluiu. A decisão foi unânime, mas ainda cabe embargos.