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Ninguém acerta Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 72 milhões

  • Redação
  • 01 Set 2019
  • 08:33h

(Foto: Reprodução)

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.184 da Mega-Sena, que aconteceu na noite de sábado (31) em São Paulo. O prêmio ficou acumulado. As dezenas sorteadas foram: 15 – 36 – 45 – 51 – 52 – 59. A quina teve 64 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 55.232,15. Já a quadra teve 5.158 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 979,02. O próximo sorteio será na quarta-feira (4) e o prêmio é estimado em R$ 72 milhões.

Dólar encerra pregão em alta e fecha em maior patamar desde setembro de 2018

  • BN
  • 30 Ago 2019
  • 10:37h

Foto: Istoé

O dólar fechou em alta nesta quinta-feira (29) e atingiu o valor de R$ 4,1704, o maior valor desde 13 de setembro do ano passado e, portanto, mais alto desde que Jair Bolsonaro (PSL) assumiu a presidência da República.

O pregão desta quinta foi instável, principalmente por ter ficado de olho nas atuações do Banco Central, e na inconsistência econômica vivida pela Argentina. Outro fator de preponderante foram os números do Produto Interno Bruto (PIB) do país no segundo semestre, que mostraram uma alta de 0,4% sobre o trimestre anterior.

Fim do mistério: Queiroz é encontrado em bairro nobre de SP oito meses após desaparecer

  • BN
  • 30 Ago 2019
  • 09:32h

Foto: Reprodução

Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz tem morado no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, e tem se tratado de um câncer no Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Albert Einstein, que fica no mesmo bairro, segundo a edição desta semana da revista Veja.
Queiroz estava sumido desde janeiro e a Veja seguiu pistas e entrevistou dezenas de pessoas para identificar seu paradeiro. O ex-assessor tem feito o trajeto da casa até o hospital por meio de táxi e Uber. Queiroz, que raramente sai de casa, luta contra o mesmo câncer no intestino que o levou para a mesa de cirurgia no fim do ano passado, pouco antes do estouro do escândalo da movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão em sua conta na época em que trabalhava para Flávio Bolsonaro. Sua última aparição pública foi justamente no Einstein.
Uma pessoa próxima ao assessor afirmou que a operação não resolveu o problema do tumor. Um possível agravante é o de que Queiroz teria se descuidado por um tempo. Após o escândalo, o clã Bolsonaro tem procurado se distanciar do ex-policial, incluindo o presidente, amigão de Queiroz desde o início dos anos 1980, quando se conheceram no serviço militar da Brigada de Infantaria Paraquedista, no Rio de Janeiro. Procurado pela revista, Queiroz não quis se pronunciar. 

Membros de religiões afro buscam driblar preconceito por tradição

  • por Giacomo Vicenzo | Folhapress
  • 24 Ago 2019
  • 15:55h

Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente

Seria mais um dia comum para o empreendedor Ney Santos, 37, morador de Vila Curuçá, na zona leste de São Paulo. Ele buscaria o filho na escola e depois voltariam para casa. No entanto, as vestes que usava na ocasião, características de sua religião, foram motivo para que os colegas do garoto o olhassem de forma diferente nos dias seguintes.
“Tenho um filho de sete anos. Na escola, ele sofria preconceito, pois eu já fui buscá-lo com roupa de santo e por conta disso sofreu bullying”, afirma Ney, que depois do ocorrido evitou os trajes para ir encontrar o filho.
Há 12 anos, Santos se tornou babalorixá, nome dado aos sacerdotes do Candomblé, religião de matriz africana. Ele é adepto há 25 anos e mantém um terreiro na região de Itaquera, também na zona leste da capital.
Na página do Facebook do terreiro, já chegaram mensagens como "esses macumbeiros têm que morrer", "só Jesus salva". "Estou com três processos abertos por conta de intolerância religiosa", lamenta.
Para tentar aumentar a consciência sobre a religião, ele mantém o projeto “Herdeiros do Axé”, que ensina sobre cidadania e a criação do mundo de acordo com o Candomblé para crianças e adolescentes das periferias. “O objetivo é ensinar o que a religião afro traz de bom e ouvir os alunos”, explica Ney.
O projeto é aberto para os frequentadores do terreiro, mas Ney afirma que o plano é expandi-lo para o público. O babalorixá é a favor de uma educação religiosa plural. Ele conta que o filho participou de um evento religioso na escola que não era da crença da família. “Eu questionei que não há problema, mas que deveria haver um dia para o Candomblé também”, comenta. O pedido não foi atendido.

PRECONCEITO
Ser vítima de atos preconceituosos é uma situação vivenciada por mais da metade dos praticantes de religiões de matriz africana no Brasil. De acordo com a pesquisa realizada pelo Datafolha, 68% dos adeptos afirmam já terem sofrido algum tipo de preconceito religioso.
Alguns eventos também têm buscado debater o tema. No começo deste ano, Cidade Tiradentes recebeu a ação “Um axé pela vida”, que reuniu frequentadores de religiões de matriz africana e empreendedores. A ação teve apoio da subprefeitura e foi organizado por terreiros da região.
Uma das participantes foi a programadora de produção Márcia Teixeira, 54, moradora de Diadema, na região metropolitana de São Paulo, e também é adepta do candomblé. Ela vende peças de artesanatos ligados à religião e faz parte do Coletivo de Afroempreendedorismo de Diadema. O projeto organiza eventos e feiras na região com foco na cultura afro.
Apesar do espaço, conta que já foi hostilizada nas ruas do bairro em que mora, enquanto estava no ritual de passagem de sua religião. “Quando eu raspei a cabeça algumas pessoas me chamaram de macumbeira e gritavam que a vaca estava vindo”, lamenta.
O pesquisador Miguel Farias faz doutorado em psicologia na universidade de Oxford, na Inglaterra, e visitou 15 centros de cultos no país, sendo nove destes dentro de regiões periféricas. Ele afirma que a sociedade tem dificuldades em aceitar situações de "transe" ou de "possessões" de outra personalidade.
“Creio que esse aparente preconceito é na verdade motivado por um medo profundo de verdadeiramente não sabermos quem somos e vermos que no mundo existem pessoas que deixam de ser quem são para terem no corpo uma outra entidade”, comenta.
Contudo, ele aponta que em outras religiões esse tipo de prática também acontece e não desperta a mesma reação comparada às religiões de matrizes africanas.
RELAÇÃO ENTRE RELIGIÕES
A operadora de telemarketing Andresa Tomaz, 28, moradora do distrito de Cidade Tiradentes, também na zona leste, conheceu o culto após o convite de uma amiga e se tornou uma praticante da Umbanda há seis anos.

Por quase toda vida, Andresa frequentou religiões pentecostais e afirma que sentia medo ao ver pessoas andando vestidas de branco na rua do bairro em que mora. “Eu era preconceituosa, conheci a religião por meio de uma amiga que ia no terreiro. A primeira vez que fui percebi que não era um bicho de sete cabeças”, lembra ela.
Andresa também conheceu sua mediunidade e é responsável pela incorporação dentro dos rituais do culto. “No começo meu esposo não aceitou que eu fosse, por conta das incorporações”, revela. O motorista Cleyton Tomaz Silva, 33, companheiro de Andressa, teve o primeiro contato com as religiões de origem africana quando ainda era criança. Havia um terreiro que pertencia a mãe de um amigo dele. “Ele tinha medo e acabava deixando toda nossa turma com medo também. Até imaginávamos barulhos na casa vazia”, diz.
Cleyton também relembra como os canais de televisão com conteúdo religioso acabavam reforçando o temor. “Existem muitos canais de igreja na televisão que falam sobre o que é certo e errado e por não conhecer na época ficava com muito medo”, explica.
Há cerca de três anos, Cleyton passou a frequentar a Umbanda com a esposa. Do outro lado, ele passou a conhecer um preconceito que já era enfrentado por ela como praticante da religião. “Já ouvi de um colega de trabalho que ele iria tirar o capeta que estava em mim. Em uma procissão que fizemos em Cidade Tiradentes ouvimos quando passávamos comentários como ‘Deus é mais’ e que ‘isso não era de Deus”, recorda.
“Andando aqui [dentro do bairro Cidade Tiradentes] vemos um monte de igrejas. E terreiros, você já viu? Nós nos escondemos nos fundos das comunidades com medo. Temos medo de nos mostrarmos de sair assim. As pessoas olham torto quando estou vestida de branco”, comenta Andresa.
Por outro lado, há exemplos de que a pluralidade é possível. É o que indica Alvina do Carmo Bertani, 70, conhecida como Mãe Vina. Ela tem um terreiro há 33 anos em Cidade Tiradentes e comenta ter uma convivência harmoniosa com outras religiões dentro do bairro.
“Tem uma igreja evangélica em frente ao terreiro e nós nunca tivemos atrito. Eles sempre nos respeitaram. Nossa missão é levar o bem e ajudar a comunidade com nossa religião”, afirma.

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Apresentador de programa policial sofre infarto quando defendia Bolsonaro

  • 24 Ago 2019
  • 13:52h

Foto: Reprodução I O Tempo

Um apresentador de telejornal em Belém do Pará teve um infarto quando defendia o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o jornal O Tempo, Joaquim Campos apresentava nesta sexta-feira (23) o programa policial “Metendo a Bronca", quando passou mal. No momento, comentava a situação dos focos de incêndio que têm ocorrido na Amazônia. O programa é exibido pela TV RBA, afiliada da Band em Belém.

Por meio de nota, a emissora disse que o quadro de saúde do apresentador é estável. Joaquim Campos foi submetido a um cateterismo e deve passar por um procedimento cirúrgico neste sábado (24).

STF dá 48 horas para governo opinar sobre uso de fundo da Petrobras em combate a incêndios

  • por Daniela Lima | Folhapress
  • 24 Ago 2019
  • 10:33h

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República, a Advocacia Geral da União e o Ministério da Economia se manifestem em até 48 horas sobre a proposta de usar recursos recuperados da Petrobras pela Lava Jato no combate aos incêndios da Amazônia.
O uso de R$ 2,5 bilhões pagos pela estatal em multa durante a operação no enfrentamento às queimadas foi sugestão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que fez uma petição sobre o assunto ao Supremo.
Alexandre de Moraes é o relator do caso. Ele impediu que o dinheiro fosse usado pela força-tarefa da Lava Jato em um fundo que seria criado e supervisionado pelos procuradores de Curitiba. Até a PGR, na ocasião, considerou a destinação pretendida por Deltan Dallagnol como irregular.
Desde então, o dinheiro está sob a guarda do STF.

‘Amazônia brasileira está segura’, afirma Mourão

  • Redação
  • 23 Ago 2019
  • 10:22h

Foto: IADC / Domínio Público/Wikimedia Commons

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, utilizou seu perfil oficial no Twitter para falar sobre as queimadas que têm destruído parte da floresta amazônia. Ele disse que “a Amazônia brasileira está segura”, e atribuiu o fogo ao período de seca. “A #Amazonia brasileira está segura! Lá morei e sei que incêndios são episódicos em período de seca”, escreveu, ao publicar uma foto em que aparece vestido com farda militar, na floresta. Para Mourão, estão tentando transformar o problema em uma crise internacional. “Transformá-los em crise, esquecendo as tragédias que o fogo causou nos EUA e Europa, é má-fé de quem não sabe que os pulmões do mundo são os oceanos, não a Amazônia”, acrescentou. Mais cedo, também pelo Twitter, o presidente da França, Emmanuel Macron, se posicionou sobre as queimadas na Amazônia, classificando o problema como uma “crise internacional” e pedindo que os líderes do G7 tratem urgentemente do tema. ” “Nossa casa está queimando. Literalmente. A Floresta Amazônica – os pulmões que produzem 20% do oxigênio do nosso planeta – está em chamas. É uma crise internacional. Membros da Cúpula do G7, vamos discutir em dois dias este tema emergencial!”, diz a postagem. Em resposta, o presidente Jair Bolsonaro rebateu o líder francês, também pela rede social, dizendo que Macron busca “instrumentalizar uma questão interna” dos países amazônicos “para ganhos políticos pessoais”. O próximo encontro do G7, que reúne os presidentes de EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá e Japão, ocorrerá nesse fim de semana, em Biarritz.

Câmara aprova projeto que amplia posse de arma em propriedade rural

  • Redação
  • 22 Ago 2019
  • 07:11h

(Foto: Reprodução)

O Plenário da Câmara aprovou na noite da quarta-feira (21), por 320 votos a 61, o Projeto de Lei 3.715/19, que autoriza a posse de arma em toda a extensão de uma propriedade rural. A medida garante ao dono de uma fazenda, por exemplo, o direito de andar com uma arma de fogo em qualquer parte de sua propriedade. Atualmente, a posse só é permitida na sede. Durante a votação, os deputados rejeitaram uma emenda que permitiria incluir no projeto de lei um dispositivo que alteraria o Estatuto do Desarmamento para garantir porte de arma ao proprietário rural. A segurança no campo foi o elemento central durante as discussões do projeto da proposta. Os defensores da proposta argumentaram que os agricultores precisam ter condições de se defender da criminalidade, enquanto os que se posicionavam contra o PL diziam que a medida poderia agravar a violência no campo. O relator do projeto, deputado Afonso Hamm (PP-RS), disse a proposta tem o apoio do setor rural e que vai beneficiar os pequenos proprietários. “A arma, que nas mãos dos bandidos é uma ameaça à sociedade, nas mãos do cidadão de bem é garantia da paz social, porque ele vai usá-la em defesa da sua vida e de seus familiares”, disse. O deputado Jorge Solla (PT-BA) disse que a posse estendida vai fomentar ainda mais a violência no campo – seja contra movimentos sociais, índios ou trabalhadores. “Só quem tem a ganhar são as milícias, são os fabricantes de arma, são os que promovem a violência no campo”, disse. O projeto segue para sanção presidencial.

Sequestrador de ônibus no Rio de Janeiro era vigilante; família pediu desculpas

  • Redação
  • 20 Ago 2019
  • 14:17h

(Foto: Reprodução)

O homem que sequestrou um ônibus e fez 37 reféns, na manhã desta terça-feira (20), na ponte Rio-Niterói, foi identificado pela Polícia Militar (PM) como Willian Augusto da Silva, de 20 anos. A PM confirmou que ele chegou ao hospital com quadro de parada cardiorrespiratória e não resistiu aos ferimentos.

Willian era vigilante e morava em São Gonçalo, município da Região Metropolitana do Rio, segundo informou o porta-voz da corporação. O homem, que não tinha antecedentes criminais, morreu após ser baleado por um atirador de elite da PM.

O tenente-coronel Maurílio Nunes, comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), relatou que os psicólogos da corporação avaliaram que o sequestrador tinha perfil psicótico. “A negociação passou a ser tática, voltada para preservar vidas. A partir daí, foi tomada decisão e efetuado disparo”, disse.

Família pediu desculpas

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), esteve na ponte após o sequestrador ser baleado e disse que conversou com parentes de Willian. “Um dos familiares dele me pediu desculpas. Eu falei: ‘O senhor não precisa me pedir desculpa de nada’. Ele queria pedir desculpa e pediu a toda sociedade, pediu desculpas aos reféns, disse que alguma coisa falhou na criação”, relatou.

Em entrevista à imprensa no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, por volta das 12h30, Witzel disse ter falado com a mãe de Willian. “A mãe está muito abalada, se perguntando onde ela errou”. Ele disse, ainda, que prestará apoio às famílias dos reféns como também do sequestrador.

O sequestro

Willian fez reféns das 6h até as 9h, quando tiros foram ouvidos e policiais celebravam. A Ponte Rio-Niterói ficou fechada em todos os sentidos durante o ocorrido.

O sequestrador teria se identificado como policial militar, ordenado que o motorista parasse o veículo e o atravessasse na pista. Ele estava com um galão de combustível, um revólver e uma pistola de choque, e ameaçava atear fogo no interior do ônibus.

‘Não tem que ter pena’, diz Bolsonaro antes de fim de sequestro de ônibus

  • Redação
  • 20 Ago 2019
  • 11:46h

(Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que “não tem que ter pena” do homem que sequestrou um ônibus no Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (20). A declaração de Bolsonaro foi feita antes do término do episódio, que acabou com o sequestrador sendo baleado por um atirador de elite. Enquanto o sequestro estava em andamento, o presidente falou com jornalistas em frente ao Palácio do Alvorada. Ele lembrou do caso do ônibus 174, também no Rio, que acabou com o sequestrador morto.

Sequestrador que invadiu ônibus e fez reféns é morto por atirador de elite; veja vídeo

  • Redação
  • 20 Ago 2019
  • 10:12h

(Foto: Reprodução)

O sequestrador de um ônibus na Ponte Rio-Niterói foi baleado e morto por um atirador de elite do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Todos os 37 reféns foram liberados sem ferimentos, segundo informações da Polícia Militar. Os tiros foram disparados às 9h04 desta terça-feira (20), cerca de três horas e meia após o início do sequestro. O homem – ainda não identificado – desceu do coletivo e jogou uma mala para os policiais. Quando ia subir a escada, foi atingido.

Jovem tenta resgatar prêmio da Mega-Sena com bilhete falsificado

  • informações do G1
  • 17 Ago 2019
  • 08:04h

(Foto: Divulgação)

Uma jovem de 22 anos tentou retirar o prêmio do concurso da Mega-Sena de número 2175 com um bilhete falsificado em uma loteria na cidade de São José do Rio Claro, Mato Grosso. Em contato com o G1, um representante da lotérica contou que antes de tentar retirar o prêmio de R$ 32 milhões pessoalmente, a mulher havia entrado em contato através de mensagens enviando fotos do bilhete e afirmando que era a vencedora. O golpe foi considerado pela Polícia Civil como um “crime impossível”. Segundo as autoridades a tática utilizada pela jovem foi absolutamente ineficaz. A moça teria recortado os números sorteados e colado em um bilhete. Na segunda tentativa de resgatar o prêmio a jovem circulou os números com caneta preta e novamente tentou argumentar que aquele se tratava de um bilhete premiado. A polícia rapidamente foi acionada e ao ser detida a moça tentou negar a falsificação, mas acabou confessando o crime logo em seguida.

Bolsonaro questiona ‘ganho jornalístico’ de reportagens sobre parentes de Michelle

  • Com informações da Folha de S. Paulo
  • 16 Ago 2019
  • 19:46h

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (16) que sua mulher está “arrasada” com a divulgação do histórico policial de parentes seus, como o caso de sua avó, presa por tráfico de drogas. Ao deixar um evento no Palácio do Planalto, o presidente admitiu que o conteúdo das reportagens publicadas pela revista Veja e pelo jornal Metrópoles sobre familiares da primeira-dama Michelle Bolsonaro é verdadeiro. O chefe do Palácio do Planalto questionou, porém, qual seria o “ganho jornalístico” com a publicação das matérias. “Quem ganha com isso? Para que esculachar a minha esposa e dizer que ela não tem legitimidade para fazer o trabalho social que ela faz? Ela está abatida, arrasada, para que isso?”, declarou Bolsonaro. 

Funcionário falso, tiro e ato obsceno são crimes no dia a dia da Câmara

  • por Angela Boldrini | Folhapress
  • 16 Ago 2019
  • 11:24h

Foto: Wilson Dias I Agência Brasil

De 1º de janeiro de 2015 a 3 de junho de 2019, a polícia legislativa da Câmara dos Deputados registrou 778 crimes. Entre eles, nada de corrupção ou lavagem de dinheiro, tipificações comuns no noticiário político. No tapete verde, por onde circulam em média 18 mil pessoas por dia, o maior número de registros tipificados são os de furtos. Foram 59 no período, segundo dados obtidos pela reportagem por meio da Lei de Acesso à Informação.
O número pode ser maior, uma vez que há 468 crimes não tipificados e registrados nos boletins da Casa apenas como "em apuração". Não é a única modalidade de delito no prédio. Há boletins de ocorrência por importunação ofensiva ao pudor, disparo de arma de fogo, fingir-se de funcionário público, fraude bancária, lesão corporal, posse de drogas e até "possível prática de prostituição".
Apesar disso, quem passeia pelo Congresso vê uma sensação de segurança: bolsas e mochilas são espalhadas pelo tapete do salão verde, computadores de jornalistas ficam largados nos balcões de comissão enquanto os repórteres correm atrás de entrevistados, e celulares de deputados ficam desassistidos sobre as mesas do plenário.
A criminalidade atinge as duas pontas do espectro político. "Na portaria do anexo 2, o referido deputado foi agredido por manifestantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores)", diz, por exemplo, uma ocorrência de abril de 2015. Na outra ponta, em junho do mesmo ano, uma pessoa foi ao Depol (Departamento de Polícia Legislativa) registrar uma agressão física no corredor que leva à liderança do PT. "Levou um soco no olho esquerdo por uma pessoa que se manifesta a favor da redução da maioridade penal", lê-se no documento.
O acesso aos documentos só foi permitido depois que os dados pessoais fossem retirados, o que impossibilita a identificação dos envolvidos. Em 2016, enquanto a Câmara pegava fogo com o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff, o número de alguns crimes também subiu: foram oito desacatos, cinco danos ao patrimônio público e 22 fraudes bancárias --o pico deste tipo de crime nos anos pesquisados.
Para o presidente da comissão de segurança pública, Capitão Augusto (PL-SP), o clima político acirrado tem ligação com a subida de determinados crimes. "Toda pauta como foi a reforma trabalhista, como foi o impeachment, que mostra as paixões políticas, é óbvio que aumenta a ocorrência, porque algumas pessoas se excedem", disse. "Quando a pauta é tranquila, ninguém vem se manifestar."
Os crimes só podem ser registrados quando envolvem servidores, visitantes ou um deputado enquanto vítima. É que no caso em que a autoria seja de um político cabe ao STF (Supremo Tribunal Federal) e à Corregedoria decidir sobre o destino do parlamentar.
O crime na Câmara tem suas especificidades. Dentro do Congresso, quem manda é a Polícia Legislativa --há uma da Câmara e outra do Senado. Lá, só eles podem andar armados, por exemplo. Policiais de outras corporações, como a Federal e a Militar, têm que deixar suas armas em uma caixa de areia. Foi nela que um policial disparou acidentalmente em março deste ano --gerando um registro alarmante à primeira vista, de "disparo de arma de fogo" no Congresso Nacional.
Reservadamente, alguns policiais contaram à reportagem que lidar com colegas é uma das partes mais trabalhosas. Segundo eles, alguns insistem em manter suas armas. Há também relatos de pessoas com porte específico para caça ou coleção que tentam entrar na Casa.
A função do Depol não se limita à fiscalização do prédio ou à apuração dos registros. Na 56ª Legislatura, iniciada em fevereiro de 2019, os 271 agentes viram crescer a demanda de escolta de parlamentares. Tradicionalmente, apenas o presidente da Casa é obrigado a ter a proteção dos policiais. No entanto, em caso de ameaça outros podem solicitá-la.
Neste ano, são seis os parlamentares que contam com escolta. Segundo agentes, o número é alto em relação às legislaturas passadas. Uma das protegidas é a ex-vereadora de Niterói, Talíria Petrone (PSOL-RJ), por causa de ameaças sofridas. "Quando eu cheguei, a gente até pensou em procurar o presidente Rodrigo Maia [DEM-RJ], mas eu preferi tentar viver normalmente", afirmou.
Mas, em abril, ela diz que a PF entrou em contato com a Câmara e pediu que os colegas da Legislativa começassem a escoltar a parlamentar. A reportagem perguntou à Câmara sobre os demais parlamentares escoltados, mas, por meio de nota, a assessoria informou que se trata de dado sigiloso "em razão da própria natureza do serviço".

"Descomunicando": Recém-nomeado, secretário de imprensa é demitido por Bolsonaro

  • Redação
  • 14 Ago 2019
  • 07:43h

(Foto: Divulgação)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) demitiu na noite de terça-feira (13) o recém-nomeado secretário de imprensa do Palácio do Planalto, Paulo Fona. Ele foi o quarto profissional a ocupar o cargo desde que Bolsonaro assumiu a presidência da República. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, antes da nomeação dele ter sido publicada no Diário Oficial da União, na última quarta-feira (7), o cargo estava vago havia mais de um mês. O secretário anterior, Fernando Diniz, ficou menos de 30 dias na função. Fona foi escolhido pelo chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), Fábio Wajngarten, que tem perdido poder. Nesta semana, o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, retirou da Secom a estrutura do porta-voz da Presidência da República, que passará a responder diretamente à pasta. Procurado pela reportagem da Folha, Fona afirmou que a decisão o “pegou de surpresa”. Segundo a reportagem apurou, a exoneração se deveu ao histórico do profissional, que atuou para quadros do MDB, do PSDB e do PSB. “A decisão da minha exoneração pelo presidente me pegou de surpresa. Fui convidado para assumir a Secretária de Imprensa, alertei-os de meu histórico e minha postura profissional e a intenção de ajudar na melhoria do relacionamento com a mídia em geral”, disse. Ele ressaltou que sempre soube que o desafio “era imenso”, mas que “esperava maior profissionalismo”. “O que não encontrei”, ressaltou. “Construí minha carreira profissional com meus próprios méritos e defeitos. Obrigado a todos os jornalistas que me acolheram de maneira calorosa e esperançosa de que o relacionamento mudaria”,