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‘Não recebemos resposta do governo. Paralisação está de pé’, dizem caminhoneiros

  • Redação
  • 26 Jan 2021
  • 08:01h

Categoria defende redução no valor do combustível | Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil

Mesmo com alguns afagos recentes do presidente Jair Bolsonaro aos caminhoneiros, a categoria diz que a paralisação nacional marcada para o dia 1º de fevereiro está confirmada, segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo. De acordo com a coluna, em sua live de quinta-feira passada (21), Bolsonaro prometeu dar prioridade na fila de vacina da Covid-19 aos caminhoneiros; e rever o valor do frete e da multa de sobrepeso, entre outros agrados. Mas o que os caminhoneiros querem mesmo é a redução no valor do combustível. A principal reivindicação é que a política de preços da Petrobras seja revista (a oscilação do preço de acordo com a variação do dólar e do petróleo). Sobre este pedido em específico, o presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas, Plínio Dias, afirma: “Não recebemos resposta do governo. A paralisação está de pé”.

Acidente com ônibus deixa 21 mortos e mais de 30 feridos na BR-376

  • Redação
  • 25 Jan 2021
  • 18:39h

(Foto: Folha UOL)

Um ônibus com 54 ocupantes tombou e deixou 21 mortos na manhã desta segunda-feira (25), na BR-376, em Guaratuba, litoral paranaense. A informação foi confirmada pelo Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA). Segundo a polícia, 33 pessoas foram socorridas feridas, sendo sete delas em estado grave e seis com ferimentos moderados. Elas foram encaminhadas para hospitais da região.  O acidente aconteceu na altura do km 668, no trecho conhecido como Curva da Santa, por volta das 8h30, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A PRF informou que o ônibus, com placa de Belém, no Pará, descia a Serra do Mar em direção ao litoral catarinense quando bateu na mureta de contenção, saiu da pista e tombou às margens da rodovia. O veículo saiu de Ananindeua (PA) e tinha como destino Balneário Camboriú (SC).

Correios celebra Dia do Carteiro e 358 anos de serviço postal

  • Ascom | Correios
  • 25 Jan 2021
  • 11:49h

(Foto: Divulgação)

Nesta segunda-feira (25), os Correios comemoram 358 anos de serviço postal no Brasil, dedicando também o dia a um dos profissionais responsáveis pela credibilidade e reconhecimento da população à instituição: o carteiro.

Nas palavras do presidente da estatal, Floriano Peixoto, “estes profissionais, com seu trabalho na linha de frente, representam os Correios, mostrando à população que responsabilidade, compromisso com o resultado, respeito às pessoas e integridade são valores que definem os quadros da empresa”.

A comemoração da data reveste-se da singularidade que acompanha a empresa desde o início da pandemia do novo coronavírus: os Correios e seus empregados demonstraram o quão essenciais são esses serviços para a população, no momento em que ela mais precisou.

Nesse cenário, os empregados tiveram um papel determinante: o de continuar levando aos cidadãos brasileiros suas correspondências e encomendas, aproximando pessoas em um momento em que muitos precisaram ficar em casa e dependeram da nossa logística, mais do que nunca. Para as empresas, os Correios também se mostraram, em muitos casos, como a única alternativa para continuar movimentando as vendas.

No último ano, os Correios entregaram cerca de 3,8 bilhões de objetos postais em todos os cantos do país. Houve um significativo crescimento nos índices de qualidade operacional, superando as metas mês a mês, chegando a entregar mais de 96% das encomendas no prazo no mês de dezembro.

Ainda em 2020, a estatal foi premiada com o selo Bronze pelo EMS Performance Awards, em virtude de seu excelente desempenho operacional no ano de 2019. A premiação internacional é dada pela Cooperativa EMS (Express Mail Service) com o intuito de reconhecer os membros pela qualidade do serviço prestado durante o ano.

Com o prêmio, os Correios fazem parte de um grupo exclusivo da rede de serviço expresso internacional, que reúne países com performance operacional de expressiva relevância.

Sob pressão para sair do cargo, Pazuello viaja a Manaus sem 'voo de volta'

  • por Gustavo Uribe | Folhapress
  • 24 Jan 2021
  • 18:06h

Foto: Marcos Corrêa/ PR

Sob pressão para deixar o cargo, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, desembarcou na noite de sábado (23) em Manaus, cidade que enfrenta um colapso de saúde por causa da epidemia do coronavírus.

Segundo relatos feitos à Folha, a viagem foi sugerida pelo Palácio do Planalto, que tenta diminuir o desgaste de imagem do ministro.

O objetivo é também rebater discurso dos partidos de oposição de que o Poder Executivo não tem atuado de maneira efetiva no combate à doença.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que o ministro "não tem voo de volta a Brasília" e que "ficará no Amazonas o tempo que for necessário".

No sábado (23), a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao STF (Supremo Tribunal Federal), abertura de inquérito para apurar a conduta do ministro em relação à crise enfrentada em Manaus.

O pedido aumentou a pressão, sobretudo entre integrantes da cúpula militar, para que Pazuello deixe o comando da Saúde para não prejudicar a imagem das Forças Armadas.

Apesar de estar incomodado com a postura do ministro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem afirmado que, por enquanto, não pretende trocar Pazuello

O presidente escalou o ministro das Comunicações, Fábio Faria, para comandar um plano de reação ao desgaste, o que inclui a divulgação de balanços sobre iniciativas capitaneadas pelo governo contra a pandemia.

Segundo a Saúde, Pazuello transportou a Manaus 132,5 mil doses da vacina AstraZeneca para integrar o plano de imunização no Amazonas.

"A meta é imunizar 1,5 milhão de pessoas no estado até o final do ano, mas a expectativa do governo do Amazonas é que a meta seja cumprida ainda no primeiro trimestre", ressaltou.

Na nota à imprensa, a pasta faz questão de salientar que a Saúde "está cumprindo sua determinação de dar prioridade ao Amazonas na imunização".

No pedido feito ao STF, o procurador-geral da República, Augusto Aras, ressalta que, em relação à crise enfrentada por Manaus, Pazuello tem "dever legal e possibilidade de agir para mitigar os resultados".

Ele ressalta ainda que uma eventual omissão seria passível de responsabilização cível, administrativa ou criminal.

"Mostra-se necessário o aprofundamento das investigações a fim de se obter elementos informativos robustos para a deflagração de eventual ação judicial', disse.

O documento salienta ainda que chama a atenção, entre as aparentes prioridades da pasta, a entrega de 120 mil unidades de hidroxicloroquina como tratamento ao coronavírus, "quase a mesma quantidade de testes" para detecção da doença.

"Ainda que tal medicamento tivesse sido adquirido de forma gratuita, é provável que tenha havido gasto de dinheiro público na distribuição do fármaco", ressaltou.

Após um ano de pandemia e dezenas de estudos, a cloroquina e a hidroxicloroquina não mostraram efeito benéfico no tratamento da Covid-19.

"Além disso, informou-se que a distribuição de cloroquina como medicamento para tratamento da Covid-19 foi iniciada em março, inclusive com orientações para o tratamento precoce da doença, todavia sem indicar quais os documentos técnicos serviram de base à orientação", observou.

Em 16 de janeiro, reportagem da Folha mostrou que Pazuello ignorou uma série de alertas sobre a falta de oxigênio em Manaus.

O ministro foi avisado por integrantes do governo do Amazonas, pela empresa que fornece o produto e até mesmo por uma cunhada sua que tinha um familiar "sem oxigênio para passar o dia".

Pazuello também foi informado sobre problemas logísticos nas remessas. Os avisos foram dados pelo menos quatro dias antes do absoluto colapso dos hospitais da cidade.

A situação já havia levado a PGR a dar 15 dias para que o ministro explicasse porque não agiu para garantir o fornecimento aos hospitais de Manaus.

Na petição, Aras observa que, "apesar de ter sido observado o aumento do número de casos de Covid-19 já na semana do Natal", Pazuello optou por enviar representantes da pasta a Manaus apenas no dia 3 de janeiro.

"Uma semana depois de ter tomado conhecimento da situação calamitosa em que se encontrava aquela capital", ressaltou.

O procurador-geral afirma ainda que desde 6 de janeiro constava como recomendação "considerar a possibilidade" de remoção de pacientes de Manaus.

"Todavia, apesar dessa recomendação e da informação de que os estados disponibilizaram 345 leitos para apoio aos pacientes provenientes de Manaus, os primeiros deslocamentos ocorreram apenas em 15 de janeiro", ressaltou.

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Conquista: Carreata ‘Fora Bolsonaro’ percorre as ruas da Suíça Baiana

  • Redação
  • 23 Jan 2021
  • 14:37h

(Foto: Reprodução)

Uma carreata circula pelas ruas de Vitória da Conquista na manhã deste sábado (23) em protesto contra o presidente Jair Messias Bolsonaro. A concentração aconteceu no Bosque da Paquera e agora passa por ruas e avenidas da terceira maior cidade da Bahia. Intitulada ‘Fora Bolsonaro’ a carreata é a favor do impeachment do presidente.

Justiça condena Eduardo Bolsonaro a indenizar repórter por danos morais

  • 21 Jan 2021
  • 17:10h

Foto: Agência Brasil

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), foi condenado a indenizar a repórter da Folha de S.Paulo, Patrícia Campos Mello, em R$ 30 mil por danos morais. A decisão, divulgada pelo portal nesta quinta-feira (21), foi divulgada na última quarta-feira (20).

O juiz Luiz Gustavo Esteves, da 11ª Vara Cível de São Paulo também determinou o pagamento de custas processuais e honorários advocatícios no valor de 15% da condenação. Mas a condenação ainda cabe recurso. Para o magistrado, a indenização cumpre a dupla finalidade "de punir pelo ato ilícito cometido" e "reparar a vítima pelo sofrimento moral experimentado".

Segundo a Folha, a repórter do veículo acionou a Justiça após sofrer ataque, com ofensa de cunho sexual, feito em uma live e em publicação em rede social. Durante a transmissão, Eduardo afirmou que a jornalista "tentava seduzir" para obter informações que fossem prejudiciais ao presidente. A live foi ao no canal do YouTube Terça Livre TV, em 27 de maio do ano passado.

"É igual a Patrícia Campos Mello. Fez a fake news de 2018, para interferir na eleição presidencial, entre o primeiro e segundo turno, e o que ela ganhou de brinde? Foi morar no Estados Unidos, correspondente, né? Acho que da Folha de S.Paulo, lá nos Estados Unidos", afirmou Eduardo.

O deputado também afirmou que a repórter tentou seduzir o empresário Hans River. "Não venha me dizer que é só homem que assedia mulher não, mulher assedia homem, tá. Tentando fazer uma insinuação sexual para obter uma vantagem, de entrar na casa do Hans River, ter acesso ao laptop dele e tentar ali, achar alguma coisa contra o Jair Bolsonaro, que não achou", completou.

Eduardo se referiu a Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário de uma agência de disparos de mensagens em massa que, segundo o jornal, mentiu e insultou Patrícia em uma sessão da CPMI das Fake News, no Congresso, em fevereiro. A ofensa já havia levado Patrícia a apresentar ação de indenização por danos morais contra Hans, o presidente Jair Bolsonaro, o deputado estadual André Fernandes (Republicanos-CE) e Allan dos Santos, blogueiro e apresentador do canal Terça Livre no YouTube.

Os advogados da jornalista afirmaram que "o depoimento de Hans já foi desmentido por diversas oportunidades, pública e imediatamente. Tanto isso é verdade que Hans foi denunciado por falso testemunho, de modo que nada justifica que o réu [Eduardo Bolsonaro] (e os demais contra os quais moveu processo) siga propagando mentiras vexatórias a seu respeito".

A Folha afirma que Patrícia teria sido promovida a correspondente internacional nos Estados Unidos em razão da reportagem sobre a fraude para o disparo de mensagens eleitorais. A defesa da jornalista apontou que ela nunca ocupou a função de correspondente no jornal e que "cobre algumas viagens internacionais presidenciais, como é habitual em sua carreira".

Na decisão, o juiz cita que fake news poderiam ter sido evitadas nesse, segundo ele, "momento tão sensível", com prudência das figuras públicas. "Ocupando cargo tal importante no cenário nacional, sendo o deputado mais votado na história do país, conforme declarado na contestação- e sendo filho do atual presidente da República, por óbvio, deve ter maior cautela nas suas manifestações, o que se espera de todos aqueles com algum senso de responsabilidade para com a nação", argumenta o juiz no documento.

'Não sou o primeiro nem serei o último', diz Manno Góes após desejar morte de Bolsonaro

  • Redação
  • 21 Jan 2021
  • 10:18h

(Foto: Reprodução)

O músico baiano Manno Góes resolveu apagar o post em que deseja a morte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e dos filhos,  Eduardo, Carlos, Flávio e Renan Bolsonaro, em um acidente de avião tendo "uma morte lenta. Queimando, aos poucos, gritando". Através do seu Facebook, o artista se justificou: "Apesar de ter sido apenas um exercício do sentimento de ódio de muitos pela falta de competência desse governo absurdo, que resulta em mortes e tristezas, a pedidos de pessoas próximas, apaguei o posto no qual escrevo que 'desejo a morte de Bolsonaro'. Não sou o primeiro nem serei o último a escrever isso", reforçou.  Já a postagem do Instagram a respeito do filme "Bastardos Inglórios" segue no perfil. A história do produto audiovisual de 2009 conta dois planos para  assassinar os líderes políticos da Alemanha nazista, um planejado por uma jovem francesa judia proprietária de cinema - vivida por Mélanie Laurent - e o outro por um grupo de soldados judeus aliados liderados pelo tenente Aldo Raine (Brad Pitt). Na legenda, ele escreveu: "ah, quem me dera".

 

Nascido em 1970, Manno Góes é compositor, escritor, cantor e baixista brasileiro. Obteve projeção nacional ao fundar a banda baiana Jammil e Uma Noites em 1997. Entre seus sucessos estão "Milla", "Praieiro", "Celebrar", "Mil Poemas" e"Tchau, I Have to Go Now". Além disso, ele fez faculdade de jornalismo e publicidade.

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 17 milhões nesta quarta-feira (20)

  • Redação
  • 20 Jan 2021
  • 09:15h

(Foto: Reprodução)

A Mega-Sena acumulou e pode pagar o prêmio estimado de R$ 17 milhões nesta quarta-feira (20) para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.336. O sorteio será realizado a partir das 20h, no Espaço Loterias CAIXA, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP). As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas, pelo portal Loterias CAIXA e pelo app Loterias CAIXA, disponível para usuários da plataforma iOS e Android. Clientes da CAIXA também apostar na Mega-Sena pelo Internet Banking CAIXA. Caso apenas um apostador leve o prêmio da Mega-Sena e aplique todo o valor na Poupança da CAIXA, receberá R$ 19.703 de rendimento no primeiro mês. O valor de uma aposta simples na Mega-Sena é de R$ 4,50.

Buscas no Google por impeachment de Bolsonaro aumentaram 1.400% em uma semana

  • 20 Jan 2021
  • 08:14h

Trata-se da maior marca desde abril de 2020 | Foto: Reprodução

As buscas no Google sobre o impeachment do presidente Jair Bolsonaro aumentaram 1.400% na última semana. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época. Segundo a publicação, trata-se da maior marca desde abril de 2020, quando Sergio Moro se demitiu do Ministério da Justiça acusando Bolsonaro de interferir na PF.O levantamento é da consultoria de inteligência de dados Eight Technologies. O maior volume de pesquisas aconteceu na última sexta-feira por volta das 21h, quando Bolsonaro foi alvo de panelaços em todo o país, em meio ao caos da falta de oxigênio no Amazonas. Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro lideram as buscas.

XP/Ipespe: Cresce índice da população que considera governo Bolsonaro ruim ou péssimo

  • Redação
  • 18 Jan 2021
  • 17:55h

(Foto: Reprodução)

Nova rodada da pesquisa XP/Ipespe  mostra crescimento de má avaliação do presidente da República Jair Bolsonaro em comparação com o levantamento anterior. Os dados mostram que passaram de 35% para 40% o índice da população que considera ruim ou péssimo o governo. O percentual é semelhante ao do início da pandemia da Covid-19, em abril de 2020. Houve queda entre aqueles que classificam a gestão como ótima ou boa o índice passou de 38% para 32%. É a primeira vez, desde maio do ano passado, em que há aumento no percentual dos críticos ao governo e redução no de apoiadores.  É também a primeira vez, desde julho, em que a avaliação negativa supera a positiva.  Na análise é possível identificar que o movimento coincide com uma piora na percepção da atuação de Bolsonaro para enfrentar o coronavírus. São 52% os que a consideram ruim ou péssima, 4 pontos a mais que em dezembro. A avaliação dos governadores, por sua vez, oscilou um ponto percentual para baixo no mês tanto no ótimo e bom, para 35%, quanto no ruim e péssimo (25%). A avaliação regular passou de 35% para 38%. Houve ainda melhora gradual, mas contínua, dos governadores da região sudeste, cuja aprovação passou de 23% em agosto para 32% agora.

Riodoantoniense morre em trágico acidente em São Paulo

  • Informações do G1
  • 18 Jan 2021
  • 13:27h

(Fotos: Reprodução)

Natural da fazenda Junco dos Caires em Rio do Antônio, na região Sudoeste, o jovem Thiago Caires (31 anos) se envolveu em um acidente fatal na tarde deste sábado (16), na rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Martinópolis (SP). De acordo com a PM, o carro transitava no sentido norte e, quando atingiu a altura do km 428, por motivos ainda desconhecidos, colidiu contra uma defensa metálica, por volta das 17h40. Segundo a corporação, em seguida, ainda ocorreu uma colisão transversal entre o carro e uma caminhonete, com placa de Toledo (PR). Os passageiros que seguiam na caminhonete tiveram ferimentos leves e foram encaminhados para atendimento médico. Familiares e amigos de Thiago lamentaram a fatalidade em posts nas redes sociais.

Prazo para recorrer ao auxílio-doença negado pelo INSS acaba neste sábado (16)

  • Agência Brasil
  • 16 Jan 2021
  • 11:16h

O pedido pode ser feito pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135 | Foto: Agência Brasil

O prazo para recorrer ao auxílio-doença negado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2020 termina neste sábado (16). Pode recorrer da decisão o segurado que pediu o adiantamento do auxílio e teve o benefício negado, e quem requereu o auxílio-doença a partir do dia 1º de fevereiro de 2020, mas não conseguiu realizar a perícia, que voltou a ser presencial nas 491 agências do INSS em setembro. O pedido pode ser feito pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135. Caso seja aprovado, ao ir para a perícia o segurado deverá levar todos os documentos que comprovem o motivo do afastamento do trabalho, como laudos, exames, atestados e receitas médicas. O auxílio-doença é pago a empregados que não podem ir ao trabalho por mais de 15 dias em decorrência de enfermidade ou de acidente.

Associação confirma greve dos caminheiros em 1º de fevereiro; Bahia vai aderir

  • Jade Coelho
  • 15 Jan 2021
  • 16:44h

Foto: Marcelo Brandt/G1

Está confirmada uma paralisação dos caminheiros em todo o Brasil no dia 1º de fevereiro e a Bahia está preparada para aderir. A informação foi anunciada pelo presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, nesta sexta-feira (15), durante entrevista ao Bahia Notícias no Ar, da rádio Salvador FM 92,3. Ele ainda criticou o posicionamento do governo, descaso e falta de negociação do presidente Jair Bolsonaro e fez críticas a representação da categoria.

Stringasci destacou que a principal pauta dos caminhoneiros está relacionada aos preços dos combustíveis. “A questão primordial é a do combustível. O preço está um absurdo, não temos condição de trafegar assim”, sinalizou o representante.

“Toda semana aumenta combustível. Então a categoria está pedindo redução imediata do preço para que tenha um preço nacional do combustível com reajuste anual ou a cada seis meses. A categoria não suporta o aumento”, disse durante a entrevista.

Nesta quinta-feira (15) o ministro da Infraestrutura do governo de Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, se reuniu com entidades e representantes da categoria para discutir o tema. Stringasci reclamou do fato da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil não ter sido convidada para a discussão.

A única chance dos caminhoneiros recuarem na decisão de realizar a greve em 1º de fevereiro é se o próprio presidente Jair Bolsonaro entrar na negociação, afirmou o presidente da ANTB. “Primeiro lugar pedindo que na reunião o presidente se faça presente, uma vez que todo esse tempo que categoria vem aguardando solução, e que não foi dado, agora quer que o presidente esteja junto”, ponderou.

Segundo ele, a estimativa da Associação é de que 60% da categoria vai aderir à paralisação. Stringasci aproveitou a oportunidade para convocar mais caminhoneiros para aderirem a greve.

STF passa a mediar conversa entre governo e caminhoneiros para evitar greve

  • Redação
  • 15 Jan 2021
  • 09:59h

Presidente da Corte, ministro Luiz Fux pediu aos dois lados para que evitem uma paralisação em meio à pandemia | Foto: Brumado Urgente Conteúdo

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu intervir e mediar as conversas entre o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) e os caminhoneiros que sinalizaram para a possibilidade de uma nova paralisação nas estradas. De acordo com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, que também é relator de ações sobre frete rodoviário no Supremo, se reuniu com representantes da categoria e com o ministro de Infraestrutura Tarcísio Freitas na quinta-feira (14). Fux pediu na reunião aos dois lados que evitem uma paralisação que pode prejudicar ainda mais o país em meio à pandemia do novo coronavírus, que provoca a Covid-19.

Bonner defende jornalismo e desabafa sobre pandemia: ‘Esgrimando com loucos’

  • Paloma Teixeira
  • 15 Jan 2021
  • 06:27h

Apresentador falou sobre as fake news e alegou que 'tem gente que faz isso [espalha mentiras] investido de cargo público' | Foto: Reprodução / TV Globo

O âncora do Jornal Nacional, da TV Globo, William Bonner fez um desabafo sobre o trabalho jornalístico durante a pandemia do novo coronavírus. Na noite desta quinta-feira (14), o apresentador defendeu o jornalismo profissional e afirmou que os profissionais da imprensa estão “esgrimando com loucos”.

“Nesse momento, infelizmente, além de dar as notícias, de trazer as informações corretas, nós estamos esgrimando com loucos, com irresponsáveis, com gente que é capaz de entrar num WhatsApp da vida e sair espalhando mentira a bel-prazer, mas as mentiras mais absurdas, crendices. Tem gente que faz isso investido de cargo público. Tem gente que faz isso sistematicamente”, afirmou.

“Mas a gente aqui, nós jornalistas profissionais, nós não vamos desistir, porque esse é o nosso dever profissional. A gente está defendendo aqui a nossa profissão, mas a gente tá defendendo aqui, a sociedade. A nossa, aqui no Brasil, e cada colega nosso jornalista em cada país desse planeta”, continuou.

Em seguida, ele pediu atenção aos números do novo coronavírus que seriam transmitidos ao vivo no Jornal Nacional. Ele citou ainda a criação do consórcio de veículos de imprensa. Em junho do ano passado, os portais online G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL se uniram para divulgar os dados da pandemia da Covid-19 após o Ministério da Saúde atrasar a divulgação dos números e se recusar a informar quantas pessoas haviam morrido no país em decorrência da doença.

“Agora eu vou pedir para vocês que prestem muita atenção nas informações que o Alan está trazendo porque elas foram colhidas por um consórcio de veículos da imprensa, empresas, independentes da imprensa, se juntaram para oferecer para você em diversos meios e veículos, números e informações confiáveis como essas que o Alan vai trazer agora e ele tem uma notícia péssima para trazer para você. A média de casos da pandemia do Brasil também bateu um recorde”, concluiu.

Conforme o boletim oficial divulgado pela Saúde nesta quinta, o Brasil contabilizou 1.131 mortes em decorrência do novo coronavírus nas últimas 24 horas. Com isso, o país chegou ao terceiro dia consecutivo em que o número de óbitos pela doença ultrapassa mil.