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Bebê nasce com franja branca em BH e faz sucesso nas redes sociais

  • 13 Dez 2018
  • 19:08h

Foto: Paula Beltrão/Divulgação

O sucesso da bebê Mayah Aziz Oliveira começou na sala de parto, ainda na maternidade onde nasceu, em Belo Horizonte. “Ela está com luzes no cabelo”, exclamou surpreso o cirurgião, assim que a criança apareceu. “Quando veio o meu xeroquinho foi muito legal”, contou a publicitária e produtora de eventos Talyta Youssef, de 40 anos, mãe da criança. As duas têm piebaldismo, que causa uma desordem na produção da melanina, o pigmento que dá cor à pele. A publicitária falou que foi um “reboliço” no Hospital Sofia Feldman já nos primeiros minutos da vida de Mayah, que completa 23 dias nesta quinta-feira (13). “Quando ela nasceu, o cirurgião falou assim: ‘olha, ela está com luzes no cabelo’. E aí a gente entendeu que ela tinha vindo de mechinha, porque tem aquele tecido verde, que tampa a nossa visão. E aí foi um furdunço na sala de parto e foi todo mundo querendo ver. Aquele reboliço”, relatou. E já na maternidade vieram as câmeras, celulares e os holofotes. “Lá na maternidade, as pessoas já começaram a tirar foto dela, e a visitar. Eu fiquei quatro dias internada e aí as enfermeiras, o pessoal da limpeza, o pessoal da equipe do Sofia [Feldman] começaram a ir visitar e a tirar foto. Aí essas fotos já começaram a rodar”, disse Talyta. A imagem da bebê chegou até a fotógrafa Paula Beltrão, que decidiu presentear a família com um ensaio. A mãe da Mayah contou que achou “ótimo” o presente, já que ela e o marido chegaram há pouco tempo da Austrália e estavam se organizando financeiramente. “Eu achei ótimo. Eu até achei estranho e pensei: ‘nossa, será que é de graça mesmo?’”. Depois das fotos da Paula, a Talyta disse que amigos de longa data a procuraram para contar que tinham visto a sua bebê. A produtora de eventos disse também que comentários de pessoas desconhecidas chegaram até ela. “É engraçado isso. Até porque eu tenho [a mecha]. E na minha época isso não era legal. A mechinha e a manchinha no corpo eu escondia com base, com corretivo. Eu arrancava meus cabelos quando eu era criança pra não ter o cabelo branco na frente. E é engraçado hoje isso ser uma característica que causa curiosidade e bem querer nas pessoas”, comentou a publicitária.

Seguro DPVAT 2019 tem redução média de 63,3%; veja os valores

  • Auto Esporte
  • 13 Dez 2018
  • 17:10h

Foto: Abraão Cruz/TV Globo

O seguro obrigatório, o DPVAT, terá redução média de 63,3% em 2019, anunciou o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que é vinculado ao Ministério da Fazenda, nesta quinta-feira (13).

  • Automóveis particulares: de R$ 41,40 (2018) para R$ 12,00 (2019), redução de 71%;
  • Táxis e carros de aluguel: de R$ 41,40 (2018) para R$ 12,00 (2019), redução de 71%;
  • Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete: de R$ 160,05 (2018) para R$ 33,61, redução de 79%;
  • Micro-ônibus com cobrança de frete, mas com lotação não superior a dez passageiros, e ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete: R$ 99,24 (2018) para R$ 20,84, redução de 79%;
  • Ciclomotores (cinquentinhas): R$ 53,24 (2018) para R$ 15,43 ( 2019), redução de 71%;
  • Motocicletas e motonetas: R$ 180,65 (2018) para R$ 80,11, redução de 56%;
  • Máquinas de terraplanagem, tratores de pneus com reboques acoplados, caminhões ou veículos "pick-up", reboques e semirreboques: de R$ 43,33 (2018) para R$ 12,56 (2019), redução de 71%.

De acordo com a entidade, a redução dos prêmios tarifários foi possível devido ao valor de recursos acumulado em reservas superior às necessidades de atuação do Seguro DPVAT. O excesso de recursos vindos do pagamento do Seguro DPVAT é consequência das ações de combate a fraude, que levaram à uma redução significativa dos acidentes que geraram indenizações, somadas à "rentabilidade dos recursos acumulados", afirma o CNSP. O Ministério da Fazenda informa que o total de R$ 2 bilhões de indenizações são pagas pelo Seguro DPVAT por ano no Brasil.

Professor é preso após pedir vídeo íntimo de aluno em troca de boas notas

  • iBahia
  • 13 Dez 2018
  • 16:07h

Um professor foi preso em flagrante por ato libidinoso após trocar mensagens de cunho pornográfico com um aluno de 13 anos. De acordo com a polícia civil, o suspeito estava pedindo vídeos íntimos do adolescente em troca de boas notas. O caso aconteceu nesta segunda-feira (10), em São Sebastião da Bela Vista (MG). As informações são do G1 Sul do Minas.O professor de português e inglês tinha 33 anos e pertencia ao quadro docente da Escola Estadual Coronel Gabriel Capistrano há mais de 10 anos. Ele foi preso após a mãe flagrar uma conversa de cunho pornográfico dele com o filho através do WhatsApp.  "Suspeitaram que poderia haver algo de errado entre ele e o professor, então passaram a monitorar o celular da criança e encontraram algumas mensagens de cunho pornográfico", contou o sargento da Polícia Militar, Diego Fernando Pereira, ao G1. Na conversa, o suspeito pede para para o menor ir até a casa dele, já que a esposa iria viajar. Ainda segundo a polícia, eles trocavam mensagens há pelo menos um ano e no celular do professor não foi encontrado nenhum vídeo do adolescente, mas uma perícia será realizada no aparelho para verificar se há conteúdo dele e de outros menos possivelmente envolvidos. Após a prisão, pelo quatro outras crianças fizeram denúncia no Conselho Tutelar da cidade. "Nessa conversa tinha várias insinuações do professor, inclusive para que a criança se masturbasse para ele. Com base nisso, ele foi conduzido para a delegacia, foi preso por ato libidinoso na forma tentada", afirmou o delegado do caso, Renato Gavião, ao G1.

PF cumpre mandado na casa de suspeito de incitar a morte de Bolsonaro

  • 13 Dez 2018
  • 10:13h

Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Federal cumpriu na manhã desta quinta-feira (13) um mandado de busca e apreensão na casa de um homem que teria feito postagens incitando a morte de Jair Bolsonaro quando o presidente eleito ainda era candidato.Agentes estiveram num prédio no Maracanã, Zona Norte do Rio de Janeiro, e deixaram o local com um malote.De acordo com a PF, o investigado é um homem de 23 anos que teria também xingado o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão.O objetivo da operação é identificar outras pessoas que possam ter incitado a subversão da ordem política. A pena prevista na Lei de Segurança Nacional é de reclusão de 1 a 4 anos.

Casal segura menino para que filho o agrida no DF; veja vídeo

  • G1
  • 13 Dez 2018
  • 09:04h

Uma partida de futsal entre crianças na quadra de um condomínio fechado, na Octogonal, em Brasília, acabou em cenas de violência no último domingo (9). Pais de um dos meninos que participavam da brincadeira foram flagrados pelas câmeras de segurança agredindo um garoto de 6 anos após um mal-entendido. Nas imagens é possível ver que, às 17h25, as crianças estão na quadra e um menino cai ao tentar fazer um drible com a bola.Dois minutos após a queda, um homem aparece ao lado do garoto machucado. É possível ver que ele segura uma outra criança, imobilizando seus braços. Nesse momento, o menino ferido bate no rosto do colega. Em seguida, uma mulher surge na imagem e empurra o garoto que já havia levado um soco. Enquanto a agressão acontece, as outras crianças ficam acuadas próximo às grades da quadra. Algumas delas aparecem nas imagens chorando. A tia da criança que sofreu as agressões, Jucinea das Mercês Nascimento, 43 anos, contou ao G1 que o homem e a mulher das gravações são os pais do menino que caiu no chão enquanto jogava bola. À reportagem, ela informou que teve acesso aos vídeos na segunda-feira (10). Na terça (11), Jucinea registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), denunciando a agressão contra o sobrinho, que tem 6 anos e visitava parentes no prédio. O G1 tenta contato com o casal suspeito. A tia do menino diz que, apesar das cenas fortes, a criança não ficou com marcas físicas, mas não vai esquecer o episódio. "A agressão psicológica que ele sofreu é um trauma para a vida.”

Mulher diz que chegou a engravidar após ser abusada por João de Deus, mas recebeu remédio para abortar

  • 13 Dez 2018
  • 08:10h

Foto: Reprodução/TV Globo

Uma mulher relatou nesta quarta-feira (12) que foi uma das vítimas do médium João de Deus e que chegou a engravidar após um abuso sexual em Abadiânia. A comerciante, de 53 anos, contou que recebeu um remédio para abortar a criança. O Ministério Público de Goiás pediu nesta tarde a prisão dele. A defesa do médium tem negado as acusações. Ana Maria Azevedo mora em Uberaba (MG) e diz que tinha 16 anos, quando foi trabalhar na Casa Dom Inácio de Loyola, onde João de Deus faz os atendimentos. O depoimento dela começa em 3 minutos e 44 segundos do vídeo abaixo. “Com três meses ele abusou de mim, tirou minha roupa. A peça íntima debaixo, aí ele fez o que fez e eu peguei uma gravidez dele”, contou. Na época, ela voltou para Taguatinga, no Distrito Federal, onde morava na época. Porém, um tempo depois ela retornou ao centro espírita para pedir ajuda. “Ele falou assim: ‘Não! Eu vou dar um remédio’. Eu pensei que remédio, garrafada para fazer um tratamento, mas ele me deu um remédio para matar a criança, para eu não complicar a vida dele”, completou. MP pede prisão preventiva do médium João de Deus, acusado de abuso sexual Outra vítima, de 42 anos e que mora em Caiapônia, no sudoeste de Goiás, prestou depoimento na polícia e disse que foi abusada duas vezes quando tinha 11 anos. Ela viajou com a família para levar a avó, que estava com câncer, para fazer tratamento com ele. “Na oração que ele foi fazer, ele colocou ela de frente para a parede e minha vó era surda, colocou minha vó de frente para a parede e começou os trabalhos dele. No dizer dele, né? Ai ele baixou a minha roupa e tentou fazer sexo comigo. Na hora eu não quis, aí ele começou a esfregar em mim”, contou. Além disso, ela conta que o médium ameaçou a família dela caso ela relatasse os abusos. “Ele falava no momento que se eu contasse para alguém, minha avó morreria, que Deus não ia abençoar para ela melhorar. Me ameaçou”, completou.

 

Futura ministra de Bolsonaro jura que conversou com Jesus num pé de goiaba; vídeo

  • Matheus Simoni
  • 12 Dez 2018
  • 18:10h

(Foto: Reprodução/G1)

Escolhida por Jair Bolsonaro para cuidar das políticas de mulheres, índios e direitos humanos, a advogada Damares Alves revela que já se encontrou com Jesus. Segundo ela, em relato durante um sermão, houve um encontro aos 10 anos de idade, após subir em um pé de goiaba para se matar, tomando veneno. No momento que iria consumar o ato, Damares declarou que Jesus apareceu e subiu na árvore, sentando a seu lado num galho. "Ele era tão lindo”, contou a futura ministra.

Mortes no Ceará, Realengo e perseguição: veja trechos do diário do autor de ataque em Campinas

  • G1
  • 12 Dez 2018
  • 16:12h

Foto: Lilian de Souza/EPTV

O autor do ataque na Catedral de Campinas (SP) relatou, em um diário encontrado pela Polícia Civil nesta quarta-feira (12), o que ele chama de "massacre" no estado do Ceará em janeiro deste ano, citou "Realengo", em uma referência à chacina com 11 mortes em uma escola do bairro carioca em 2011, e afirmou que era perseguido. Na terça (11), Euler Fernando Grandolpho abriu fogo contra fiéis dentro da igreja durante uma missa, matou cinco e depois se suicidou. Quatro homens morreram no local do crime e uma quinta vítima morreu no dia seguinte no Hospital Mario Gatti. Outras três pessoas ficaram feridas, foram atendidas em unidades médicas e liberadas. A Polícia Civil apreendeu na casa de Euler, além do diário, documentos e um computador. A EPTV teve acesso à uma das páginas que ele faz referências às mortes. No dia 27 de janeiro deste ano, criminosos invadiram a casa de show Forró do Gago, no Bairro Cajazeiras, em Fortaleza (CE), e mataram 14 pessoas a tiros. Em uma página datada de 31 de janeiro, o atirador fala em "massacre dias atrás" e diz que uma pessoa o provocou sobre o assunto, por isso ele retrucou lembrando de "Realengo". "Passei com meu cão em frente a uma construção ao lado da casa Q. Os moradores tem (sic) uma veterinária e uma delas gritou com "as paredes": "E aí Ceará", sobre o massacre ocorrido dias atrás. Ok. Hj (sic), 31/01/2018 passei por lá e falei alto com o celular desligado na orelha. E aí Realengo", diz um trecho do diário. Em outra página, ele relata que era perseguido há mais de dez anos e que a "pena" para essas pessoas seria uma viagem pelo mediterrâneo com direito a acompanhante com tudo pago. "No começo cometiam crimes com a maior naturalidade. Agora estão em pânico, espalharam pela cidade o que está prestes a acontecer. Meu deus", afirma no diário.

Governo expulsa 566 servidores, maior número em 15 anos, aponta CGU

  • 12 Dez 2018
  • 13:24h

Foto: Hélio Marinho/TV Globo

O governo federal expulsou 566 servidores públicos federais em 2018 por irregularidades, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira (12) pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da República (CGU).Segundo a CGU, o principal motivo foi corrupção, que resultou na demissão de 371 pessoas, aproximadamente 65% dos casos.Durante a divulgação do levantamento, o ministro da CGU, Wagner Rosário, disse que a identificação e investigação dos casos de corrupção estão sendo aprimorados.“Nós estamos com os mecanismos cada vez funcionando mais. A gente vai aprendendo com os casos de corrupção, criando mecanismos preventivos para combater a corrupção. Então, todo esse conjunto para detectar casos, para fazer investigações, eles vão sendo aprimorados", afirmou.O número de expulsões em 2018 é o mais alto desde 2003, quando o levantamento começou a ser feito.Ainda segundo a CGU, 467 demissões foram de servidores efetivos, 26 de cargos em comissão e 73 cassações de aposentadorias. De 2003 a novembro de 2018, 7.281 servidores federais foram expulsos.O último levantamento da CGU, referente a 2017, apontou que 506 servidores foram expulsos por irregularidades. Neste período, o principal motivo das expulsões também foi a corrupção, em 335 dos 506 casos (66%).Entre os atos relacionados à corrupção, a CGU aponta uso do cargo para proveito pessoal, recebimento de propina ou vantagens indevidas, utilização de recursos do local de trabalho em serviços ou atividades particulares, improbidade administrativa (ato de agente público contra a administração pública), lesão aos cofres públicos e ao patrimônio nacional.

Câmara aprova projeto que amplia pena de maus-tratos a animais

  • Estadão
  • 12 Dez 2018
  • 11:11h

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (11) um projeto de lei que eleva a pena para crimes de maus-tratos a animais quando forem constatados atos de zoofilia. Atualmente, a legislação prevê o aumento de um sexto a um terço da pena só no caso de ocorrer a morte do animal. A matéria agora inclui a prática sexual de seres humanos com animais como agravante. A aprovação do projeto acontece em meio à polêmica da morte de uma cão em Osasco. O fato teria acontecido no dia 30 de novembro no estacionamento de um hipermercado. Conforme relatos, o funcionário teria oferecido veneno de rato ao cão em meio a um pedaço de mortadela. Em seguida, agrediu o animal com uma barra de ferro.O tema também está na pauta do Senado nesta terça. Os parlamentares devem votar projeto do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que determina uma multa, que pode chegar a mil salários mínimos, para estabelecimentos comerciais que de alguma forma maltratem ou abusem de animais.

Ex-motorista de Flávio Bolsonaro recebia depósitos em dias de pagamento na Alerj, indica relatório

  • 12 Dez 2018
  • 07:06h

A análise do relatório do Coaf revela que a maior parte dos depósitos em espécie na conta do ex-motorista de Flávio Bolsonaro coincidem com as datas de pagamento na Assembleia Legislativa do Rio. Nove ex-assessores do filho do presidente eleito repassaram dinheiro para o motorista. Uma das filhas do assessor Fabrício José Carlos de Queiroz continua contratada do gabinete do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro, do PSL. O JN tentou falar com Evelyn Mello de Queiroz nos últimos dois dias, mas ela não estava. Além de Evelyn, uma irmã, Nathalia, e mãe delas, Márcia, também trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro, mas até agora ninguém da família apareceu para explicar a quantidade de depósitos e saques nas contas de Fabrício de Queiroz. O Coaf apontou que Fabrício teve uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão durante um ano. O Jornal Nacional fez o cruzamento das datas dos depósitos feitos em dinheiro nas contas do ex-assessor com os dias de pagamento dos salários da Alerj entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 e encontrou uma coincidência: em praticamente todos os meses, a maior parte do dinheiro entra na conta de Fabrício no mesmo dia ou poucos dias depois de os servidores receberem o salário. Em março, abril, maio, junho, agosto e novembro houve depósitos no mesmo dia do pagamento. Em dezembro, teve depósitos um dia depois do salário e no mesmo dia em que foi pago o décimo-terceiro para os funcionários da Alerj. O levantamento do Coaf mostra que as movimentações financeiras na conta de Fabrício Queiroz há nove pessoas que foram ou são funcionários da Assembleia Legislativa do Rio. O JN também analisou as datas em que Fabrício sacou dinheiro. Nos meses de março, abril, maio, junho e novembro ele começa a tirar dinheiro da conta no mesmo dia em que são feitos os depósitos ou nos dias seguintes. Na maioria das vezes, o saque é de R$ 5 mil. Isso tem uma explicação: é o limite diário por agência no banco dele. Quando queria mais do que isso, ia várias agências. Em pelo menos dois dias, ele foi a três para sacar R$ 15 mil no total. Fabrício José Carlos de Queiroz pediu exoneração do gabinete de Flávio Bolsonaro no dia 15 de outubro. Em novembro, Fabrício também deixou a polícia depois de 35 anos de trabalho. A aposentadoria dele como subtenente saiu no Diário Oficial. O Coaf mostrou que Fabrício ganhava nos dois empregos R$ 23 mil. Em 2002, numa ação contra a Polícia Militar, ele declarou que não tinha condições de pagar custas do processo nem honorários do advogado e pediu o benefício da gratuidade de justiça. O endereço informado por ele no documento fica num prédio, na Zona Oeste do Rio, mas o porteiro disse que Fabrício não mora mais no local. O jornal “O Globo” descobriu um outro endereço dele. A casa simples fica numa vila no bairro da Taquara, também na Zona Oeste do Rio. O JN foi até lá nesta terça-feira (11), mas não havia ninguém da família. Vizinhos, que não aparecem na imagem, confirmaram que a casa é de Fabrício, mas disseram que a família não está sempre por ali. O relatório do Coaf levanta a possibilidade de que os saques e os depósitos tenham sido feitos para ocultar a origem ou o destino final do dinheiro que passava todos os meses pela conta de Fabrício. Investigadores dizem que a quebra do sigilo bancário dos envolvidos poderia ajudar a esclarecer essas dúvidas. A investigação está com o Ministério Público estadual e corre em segredo.

VÍDEO: imagem mostra momento do tiroteio que matou cinco na Catedral de Campinas

  • 11 Dez 2018
  • 19:12h

Foto: Fernando Evans/G1

Um vídeo do circuito de segunça da Catedral Metropolitana de Campinas (SP) registrou o momento em que um atirador abre fogo contra fiéis durante uma missa no início da tarde desta terça-feira (11). Euler Fernando Grandolpho matou quatro pessoas e depois se matou ainda dentro da igreja. No total, nove pessoas ficaram feridas.Nas imagens, é possível observar que o homem levanta, atira primeiro em três pessoas que estavam no banco atrás do dele, e começa a andar atirando de maneira aleatória. O vídeo ainda mostra algumas pessoas correndo para fora da igreja.

Homem abre fogo em igreja, mata 4 e se suicida em Campinas

  • 11 Dez 2018
  • 14:40h

Foto: Denny Cesare/código19/Estadão Conteúdo

Um homem matou quatro pessoas e deixou quatro feridas durante uma missa na Catedral Metropolitana, no Centro de Campinas (SP), na tarde desta terça-feira (11), segundo o Samu, Bombeiros e Polícia Militar. O suspeito pelos disparos na igreja cometeu suicídio em seguida. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o suspeito teria entrado na Catedral com uma pistola e um revólver calibre 38, e se matado em frente ao altar após os crimes. A PM chegou a falar que o atirador havia matado cinco pessoas, mas depois corrigiu a informação.

O que já se sabe sobre o ocorrido:

  • Um homem armado invadiu a Catedral, por volta das 13h;
  • Uma missa havia começado por volta das 12h15;
  • Ele sentou em um dos bancos da igreja e, ao final da celebração, fez cerca de 20 tiros;
  • Ele matou quatro pessoas, deixou quatro feridos e cometeu suicídio na sequência;
  • A motivação do crime não foi esclarecida pela polícia;
  • Os feridos foram levados ao Mário Gatti e Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp - o estado de saúde de cada um deles não foi divulgado;

O delegado do 1º Distrito Policial, Hamilton Caviola Filho, viu imagens do circuito de segurança dentro da igreja no momento da ação. Ele estima pelo menos 20 disparos. "Ele sentou a uns dez metros para a frente da porta. Ele não entrou atirando, primeiro ele senta em um banco", afirma. De acordo com o delegado, logo após a entrada do atirador, três pessoas sentaram no banco atrás dele e foram as primeiras a serem atingidas. Entre elas, uma morreu. "Ele usou uma arma, mas estava com duas. Motivação a gente só vai saber quando a gente identificar, para saber o histórico dele. Por enquanto, eu estou me reportando às imagens. Ele [atirador] parou, pensou e executou o plano que tinha na cabeça [...] Ele se matou, mas o policial deve ter alvejado ele porque estava com um tiro na costela, depois desse tiro ele caiu e se matou", destaca."A maioria idosos, pessoas inocentes, e ele [suspeito] acabou disparando contra todas essas pessoas. A cena é desesperadora, uma tragédia muito grande", diz o guarda Alexande Moraes. Os mortos não foram identificados e a polícia investiga a motivação do crime. A princípio, a informação recebida pela EPTV é de que houve um assalto antes, mas autoridades negaram. "As vítimas não foram identificadas ainda. Socorremos quem poderia ser socorrido e investimos em quem nós achamos que poderia retornar do quadro grave [...] Não temos informação sobre motivação e sobre quem são as vítimas", explica o bombeiro Alexandre Monteiro. Equipes do Samu e dos Bombeiros foram enviadas ao local, por volta das 13h20, para atender aos feridos. A informação inicial é de que uma mulher de 65 anos, com lesões na região da cervical, foi socorrida ao Hospital Mário Gatti, mas está fora de risco; e para a mesma unidade foi encaminhado um homem, de 84, que foi atingido nas regiões do tórax e abdômen e passará por cirurgia. Uma mulher, de 40 anos, foi levada ao Hospital de Clínicas da Unicamp, e não há informações sobre para qual unidade a quarta pessoa ferida foi levada. O entorno da Catedral está isolado e câmeras de monitoramento da CinCamp registraram a movimentação na área. 

 

Fernanda Lima processa Eduardo Costa após ofensas em rede social

  • G1
  • 11 Dez 2018
  • 13:04h

Foto: Reprodução/Instagram

Fernanda Lima entrou com um processo contra o cantor Eduardo Costa. A queixa cita os crimes de calúnia, injúria e difamação. A ação foi movida pela apresentadora após o sertanejo ofendê-la nas redes sociais depois que Fernanda fez um discurso feminista no encerramento de uma das edições do programa “Amor & Sexo”, em novembro. “Vamos sabotar a engrenagem desse sistema de opressão. Vamos sabotar a engrenagem desse sistema homofóbico, racista, patriarcal, machista e misógino”, citou Fernanda no editorial. Entre as palavras de Eduardo na rede social, o cantor chama a apresentadora de “imbecil”. A audiência preliminar do processo acontece no dia 19 de dezembro, às 14h30, no Rio de Janeiro. Procurada, a assessoria informou que Eduardo “não vai se pronunciar sobre o assunto. É o jurídico que está analisando”.

PF faz buscas em imóveis de Aécio e Paulinho da Força em operação que investiga 6 parlamentares

  • 11 Dez 2018
  • 11:01h

Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal cumprem, nesta terça-feira (11), mandados de busca e apreensão em imóveis de Aécio Neves (PSDB-MG) e da irmã dele, Andréa Neves, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Atualmente senador, Aécio termina o mandato neste ano e no próximo assume uma vaga na Câmara dos Deputados. Também há equipes em endereços do deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), em São Paulo. São investigados ainda os senadores Agripino Maia (DEM-RN) e Antonio Anastasia (PSDB-MG) e os deputados federais Benito da Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ). A operação, chamada de Ross, surgiu a partir de delação de executivos da J&F e apura denúncias de compra de apoio político. Segundo a PF, Aécio Neves comprou apoio do Solidariedade por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias. Outros partidos também teriam sido beneficiados. Além dos políticos, as buscas miram empresários que são suspeitos de emitir as notas fiscais frias para Aécio. A PF chegou a solicitar buscas em imóveis de Maia, Cristiane e Benito, mas os pedidos não foram aceitos pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota, a defesa de Aécio Neves informou que o senador "sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos e apresentar todos os documentos que se fizessem necessários às investigações, bastando para isso o contato com seus advogados". Os advogados do senador informaram ainda que o inquérito policial é baseado nas delações de executivos da JBS que tentam "transformar as doações feitas a campanhas do PSDB, e devidamente registradas na Justiça Eleitoral, em algo ilícito para, convenientemente, tentar manter os generosos benefícios de seus acordos de colaboração". A defesa afirmou ainda que uma investigação "correta e isenta" vai apontar a verdade e a legalidade das doações feitas.