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Corrigindo assimetria muscular

  • Por Vitor Cotrim
  • 02 Mai 2017
  • 14:52h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Assimetria muscular é a diferença entre os membros direito e esquerdo, isso é normal e acontece com a maioria das pessoas, até um centímetro e meio é considerado normal e boa parte da população tem essa diferença e a olho nu é quase impossível de perceber. O recomendado é que se faça uma avaliação física para que se tenha essas comparações com exatidão, feito isso e confirmado essa assimetria o ideal é procurar um fisioterapeuta ou ortopedista e fazer uma avaliação postural para diagnosticar algum possível desvio postural. Corrigindo a postura ficara muito mais fácil de se corrigir essa assimetria.

Depois de identificar quais o músculos estão  assimétrico, devemos priorizar esse musculo, recomenda-se que o treino comece com um exercício unilateral e seja feito de 3 a 5 series só no musculo que está menor, depois segue o treino normal. A ideia é fadigar o musculo que está menor fazendo com que as medidas se igualem durante o treino, pois o volume sanguíneo no musculo que foi mais treinado será maior. Mas quando o corpo esfriar voltará ao normal com a assimetria, é importante que se faça as medições periodicamente antes do treino até que a musculatura volte a ficar simétrica. Procure sempre por orientação de um profissional especializado.   

É preciso falar sobre bullying, depressão e suicídio, alertam especialistas

  • 30 Abr 2017
  • 13:12h

(Foto: Reprodução)

“Depressão é uma doença que faz a gente parar de enxergar a realidade que está a nossa volta. Por mais que alguém diga que você é bonita, bem-sucedida, nada disso adianta quando a gente está com esse defeito na cabeça, que diz exatamente o contrário”, conta Nauzila Campos, de 25 anos. A jornalista, advogada e modelo convive com a doença desde 2015. No mês em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para o aumento de casos de depressão, especialistas e pessoas em tratamento destacam a necessidade de debater o assunto e de lidar com a influência do bullying sobre a depressão e da depressão sobre o suicídio. O número de pessoas que vivem com depressão, segundo a OMS, cresceu 18% entre 2005 e 2015. A estimativa é de que, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofram com a doença no mundo. “No pior dos casos, a depressão pode levar ao suicídio, segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos”, destaca a OMS. “O problema da depressão é que, mesmo que ela não seja crônica, ela é um fantasma que fica ali na moita, à espreita, pronta para atacar novamente”, acrescenta Nauzila. Em uma das crises, a advogada ficou horas vagando pelas ruas. Hoje, ela usa as redes sociais para falar do problema. 

A coordenadora da Comissão de Estudo e Prevenção ao Suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria, Alexandrina Meleiro, destaca que a falta de conhecimento faz com que o assunto se torne tabu, por isso, é tão importante discutir o tema. “Só sabe o que é depressão quem já passou ou está passando [por isso]. Quem está de fora claro que tem preconceito: é por que não tem o que fazer, é por que é preguiçoso. Então, [o doente] tem mil rótulos.” O quadro de diminuição de autoestima, tristeza, desânimo e perda cognitiva é resultado de alterações nos neurotransmissores. “Então, a pessoa fica mais lenta nas reações emocionais, no sono, no peso que pode alterar para mais ou para menos. Uma infinidade de sintomas vai expor o quadro depressivo”, conta Alexandrina. Segundo a OMS, a depressão será em uma década a doença que mais vai afastar as pessoas do seu dia a dia. Além das redes sociais, séries na internet, desafios virtuais e brincadeiras perigosas colocam esses assuntos em destaque.

Bullying

Rebeca Cavalcanti, de 24 anos, não tem boas recordações do primário. “Foi um período muito complexo para mim, e o tipo de bullying que eu sofri foi por causa das minhas características físicas. Hoje em dia em tenho um sério problema por causa da minha aparência”, lembra a estudante. Assim como Rebeca, dezenas de crianças e adolescentes são alvo de piadas e boatos maldosos, além de serem excluídos pelos colegas. Um em cada dez estudantes no Brasil é vítima frequente de bullying, de acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Dados do relatório mostram que 17,5% dos alunos brasileiros, na faixa dos 15 anos, sofreram algum tipo de bullying “pelo menos algumas vezes no mês”. Segundo a psiquiatra, estudos mostram que casos de ansiedade e depressão podem estar relacionados ao bullying. “Ele vai massacrando a autoestima e isso favorece desenvolver alguns quadros, entre eles, de ansiedade e principalmente de depressão. Há estudos nacionais e internacionais mostrando que pessoas vítimas de bullying são mais suscetíveis a desenvolver quadros depressivos.” Desde o ano passado, está em vigor a lei que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate o bullying por meio da capacitação de professores e equipes pedagógicas. A norma também estabelece que sejam oferecida assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores.

13 Reasons Why

A série 13 Reasons Why, disponível no catálogo de filmes do Netflix, aborda casos de bullying entre adolescentes. A primeira temporada do enredo conta a história de um jovem estudante que encontra uma caixa com várias fitas cassete na porta de sua casa, gravadas por sua amiga que se suicidou. Em cada fita, a menina dá treze motivos pelos quais cada pessoa a quem as fitas foram enviadas, contribuíram para que ela se suicidasse.

CVV

A série fez com que aumentasse a procura pelo serviço do Centro de Valorização da Vida (CVV). Para a voluntária do CVV, que prefere ser chamada apenas de Leila, além de tratar como política pública, é preciso incentivar formas de ajuda em casos de depressão. “A gente não pode ficar de braços cruzados vendo isso. É uma questão de política pública. Quando a gente está com uma dor no pé, a gente vai ao ortopedista, se o problema é o coração, com taquicardia, a gente vai ao cardiologista. Então, quando a gente está com uma dor emocional uma dor que não é física, a gente tem que tratar também buscar auxílio para essas emoções.” Leila conta que as pessoas que recorrem ao CVV querem falar de suas angústias, de seus problemas de uma forma sigilosa, de uma forma acolhedora. “[Agimos] para que ela se sinta à vontade ali para falar coisas que talvez de outra forma ela não teria com quem falar. Ela se sentiria julgada.” Além das unidades em diversas regiões do país, o CVV atende pelo número 141.

Suicídio

De acordo com a OMS, o suicídio é atualmente um problema de saúde pública, sendo uma das três principais causas de morte, entre pessoas de 15 a 44 anos, e a segunda entre as de 10 a 24 anos. A cada ano, aproximadamente 1 milhão de pessoas tira a própria vida, o que representa uma morte a cada 40 segundos. O Brasil tem cerca de 10 mil registros anuais. Estudos revelam que a maioria dos suicídios está ligada a transtornos psiquiátricos como explica a psiquiatra Alexandrina Meleiro. Em meio a informações sobre desafios virtuais e suicídios supostamente associados a jogos o médico Daniel Martins de Barros, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, defende que o tema seja conversado entre pais e filhos. “Os pais têm o papel de ajudar os filhos a lidar com as informações que eles recebem do mundo. Não adianta você falar eu não vou conversar com o meu filho sobre isso, porque seu filho vai conversar sobre isso com outras pessoas. Então, é melhor você passar sua versão”, destacou o psiquiatra. “Às vezes, a criança e o adolescente não conseguem elaborar muito essa sensação de tristeza, mas ficam mais irritados, às vezes mais agressivos, mais inquietos. Começam a influenciar nos relacionamentos, no rendimento escolar. São mudanças que você só percebe estando atento, estando envolvido com seus filhos.” E é possível reagir. “Eu sei o que é chegar ao fundo do poço e eu sei que é possível sair, não importa quão fundo você chegue. Eu sei o que é você acreditar que nada tem saída em relação àquele problema, que nada se pode fazer em relação à doença que você tem. Mas eu quero dizer que tem sim. É possível sair dessa”, disse a advogada Nauzila Campos.

Baleia Azul

O jogo virtual Baleia Azul é praticado em comunidades fechadas de redes sociais como Facebook e Whatsapp e instiga os participantes, em maioria adolescentes, a cumprir 50 tarefas, sendo a última delas o suicídio. Pelo menos três mortes suspeitas de estarem relacionadas ao suposto jogo são investigadas pelas autoridades locais de Belo Horizonte, Pará de Minas (MG), Arcoverde (PE). No Rio de Janeiro, a Polícia Civil investiga, pelo menos, quatro casos suspeitos, todos envolvendo adolescentes a prática do jogo no estado. A Polícia Federal busca os envolvidos com o jogo. Na tentativa de proteger crianças e adolescentes nas redes sociais, o Safernet, entidade que aborda a questão da privacidade e segurança na internet, abriu uma linha para falar com os usuários sobre o Baleia Azul. Por meio de um post no Facebook, a instituição se põe à disposição para responder e-mail por 24h, para conversar em tempo real com os internautas e em oferecer atendimento psicológico a quem precisar.

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Atividade física x estética

  • Por Vitor Cotrim
  • 25 Abr 2017
  • 17:05h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Se você esta em busca de um padrão estético e alcançar esse padrão é o seu principal objetivo, deveremos então utilizar diversos tipos de estratégias para atingir esse objetivo. Para isso uma boa periodização de treinamento e um programa alimentar bem elaborado vai fazer toda diferença. Em se tratando de mudar o corpo com a pratica de  atividades físicas, a musculação é com certeza a mais indicada e segura, pois pode ser adaptada para qualquer pessoa respeitando sua individualidade biológica. 

Mas não se iludam, os resultados estéticos não vem a curto prazo e devem ser acompanhado por profissionais de Nutrição e Educador físico. Com certeza os benefícios não serão apenas estéticos, pois uma  rotina mais ativa consequentemente trará mudanças na qualidade de vida. Lembre-se procure sempre orientação de um profissional!

Agachamento x hipertensão

  • Por Vitor Cotrim
  • 13 Fev 2017
  • 09:31h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Sabemos que o agachamento é um potente exercício e envolve uma grande quantidade de massa muscular em sua execução. É um dos preferidos quando se trata de ganho de massa muscular, compreendendo que quando há um maior recrutamento de massa muscular maior será a oclusão dos vasos sanguíneos, aumentando assim a pressão sanguínea e elevando os batimentos cardíacos.

Logo podemos imaginar que o agachamento não é uma boa pedida para pessoas hipertensas por elevar rapidamente a frequência cardíaca é sugerido que se faça exercícios de forma unilateral e deitado, facilitando assim o retorno venoso. Para um treino com maior segurança e eficácia procure sempre por orientação de um profissional de educação física.  

Liberdade e Responsabilidade

  • Por Dr. Cleio Diniz
  • 20 Dez 2016
  • 08:55h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Conforme ensina o pai da psicanálise, Siegmund Freud “A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois a liberdade envolve responsabilidade, e a maioria das pessoas tem medo da responsabilidade.

Se formos fazer uma enquete, em primeiro plano, como resposta direta as maiorias das pessoas vão dizer que não se enquadram neste diagnóstico, mas ao estudarmos seus pensamentos, atos e ações, vamos perceber que contrariando o que dizem se encontram inseridos neste círculo de liberdade e responsabilidade.

Então vejamos um fato que está acontecendo: primeiro votamos em políticos que reiteradamente vêm se reelegendo, nada fazendo e constantemente envolvidos em escândalos e depois cobramos de terceiros, a exemplo do STF, do Juiz Federal Sérgio Moro para que corrija nosso erro, ou melhor dizendo, faça por nós aquilo que não tivemos coragem de fazer.

Queremos ter a liberdade de escolher, mas não queremos ter a responsabilidade de escolher.

Um dos maiores estadistas conhecidos, Wilson Churchill disse que “A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas.”, ou seja, temos sim que melhorar e reinventar um novo sistema de governo, pois o sistema de estado atual esta falido, mas isto requer responsabilidade e esta por sua vez requer coragem. Liberdade sem responsabilidade não existe e não há responsabilidade sem coragem e persistência.

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UNAJUF Repudia Gilmar Mendes

  • ASCOM / PROBUS
  • 16 Dez 2016
  • 09:25h

A UNAJUF repudia as reiteradas atitudes extra-autos e extramuros institucionais do Sr. Ministro Gilmar Mendes que, nessa condição e sem observar a liturgia do próprio cargo e a disciplina judiciária aplicável, critica com frequência e em público os demais Membros do STF bem assim outros segmentos da política nacional, colocando-se a si mesmo como bastião da moralidade e arauto da competência técnica que a Nação, todavia, não lhe reconhece, pelo que tem manchado a imagem da Suprema Corte brasileira. Suas inserções midiáticas têm causado constrangimentos e podem causar ranhuras à capacidade subjetiva de produzir decisões da parte dos demais Ministros do STF, como de resto de toda a Magistratura da qual o mesmo não é figura amistosa. Em respeito aos demais Ministros do Supremo Tribunal Federal, portanto, a quem esta Entidade de Classe respeita e considera, não só pelos atributos de urbanidade e elevação que professam, mas principalmente em razão das disposições da Lei Orgânica da Magistratura (LOMAN), que proíbe a veiculação por qualquer meio de juízos depreciativos às decisões judiciais, próprias ou alheias, quanto aos processos em curso, a UNAJUF delibera por sugerir ao Sr. Ministro Gilmar Mendes que se retire do Poder Judiciário ou defenda de uma vez o direito subjetivo de todos os Juízes brasileiros à plena participação eleitoral na vida política nacional. 

Se assim não entender, esta Associação recomenda-lhe o mesmo que fez o Rei de Espanha, em relação às inconveniências do então presidente Hugo Chaves, da Venezuela. Pelo bem do Brasil e, especialmente, do Poder Judiciário do qual - ainda - faz parte: “¿Por qué no te callas?” É a censura que a UNAJUF, muito respeitosamente faz, ciente de que a Corregedoria dos Ministros do STF é a sociedade, a que devem prestar contas e à qual esta associação pertence, na certeza de que a tomará com elevação e serenidade republicanas, desfazendo, inclusive e desde logo, uma imagem que lhe vem sendo aplicada pela Nação de incompatibilidade entre o agente e o cargo que exerce.

Juiz Federal Eduardo Luiz Rocha Cubas - Presidente

Juiz Federal João Batista de Castro Júnior - Vice-Presidente

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O poder moderador

  • Por Dr. Cleio Diniz
  • 13 Dez 2016
  • 14:12h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Conhecendo o passado, melhor podemos entender o presente e menos erros cometer no futuro. Diante deste posicionamento, para melhor entendermos o hoje em nosso sistema de Governo, traçamos um paralelo com o ontem. 

Nesta seara, valendo de nossas lições de História, regressemos a primeira Constituição do Brasil, a qual, além dos três poderes conhecidos, foi incluído o quarto poder, O Poder Moderador, que na realidade é um dos quatro poderes de Estado instituídos pela Constituição Brasileira de 1824 e pela Carta Constitucional Portuguesa de 1826 (ambas saídas do punho do soberano D. Pedro de Alcântara, Imperador do Brasil e Rei de Portugal). O Poder Moderador é o que se sobrepõe aos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo, cabendo ao seu detentor força coativa sobre os demais. Isto como já dissemos na primeira Constituição promulgada ainda no Império. 

Esclarecido o conceito e definição do Poder Moderador, damos um salto a nossa última constituição, a Carta Magna de 1988, intitulada “Constituição Cidadã”, a qual, além dos três poderes conhecidos e ditos como pilares de nosso sistema de governo, também criou o Supremo Tribunal Federal. 

No modelo brasileiro, o Supremo Tribunal Federal assume funções híbridas, tanto de Suprema Corte, como de Corte Constitucional, assumindo portanto, no controle da jurisdição constitucional brasileira, características tanto do modelo norte americano (sistema difuso), como do modelo europeu (sistema concentrado). Trata-se assim, de um sistema diferenciado e complexo, com peculiaridades próprias, formando um terceiro modelo com natureza político- institucional autônoma. 

Diante deste quadro, desde a promulgação da Constituição de 1988 e a Criação do conhecido STF, originou-se uma discussão sobre a natureza jurídica desta corte, seria ela jurídica ou política? A resposta navega de acordo com noções técnicas, próprias do sistema judiciário e outras vezes por noções de interesses, próprias do sistema político. 

Em que pese ter características de uma corte do sistema judiciário, diferente deste, seus ministros não precisam ser juristas ou formação em Direito ou Ciências Jurídicas, ou seja, conforme preceitua o artigo 101 da Constituição federal basta ser cidadão com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada. 

Assim podemos dizer que o STF não é uma corte jurídica, é em sua função principal, a de defender os interesses da Constituição, atua como mediador e regulador entre os interesses dos poderes. Neste diapasão também podemos dizer que o STF figura como um Sistema Moderador. 

Para reforçarmos esta tese temos o episódio sobre a sucessão presidencial por agente público que é Réu em ação criminal, onde decidiu de forma a não interferir no regimento interno, mantendo a Presidência do Senado Federal, respeitando a independência e autonomia dos poderes, mas vedando tão somente a ocupação da vacância do cargo presidencial por agente público que figure como Réu em ação penal. Uma decisão complexa e, contrária ao anseio popular, mas adequada a suas funções e a manutenção das instituições e o Princípio da Segurança Jurídica. Um remédio amargo, mas que condiz com a doença, neste caso, criado por nossa trajetória política e participativa. 

Uma questão de cultura Política.

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A importância do descanso na pratica de exercício físicos

  • por Vítor Cotrim
  • 12 Dez 2016
  • 13:41h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Quando falamos que exercício físico faz bem a saúde e que deve ser feito diariamente para que se tenha bons resultados, não quer dizer que quanto mais melhor, devemos nos atentar para o descanso necessário para que se tenha uma total recuperação de corpo e mente.

É durante o descanso que reestruturamos o glicogênio e recuperamos nossa musculatura, se o descanso for insuficiente não haverá ganhos significativos e ainda aumentara o risco de lesões. Treinar mais não quer dizer que terá mais resultados, portanto a rotina de exercícios deve ser bem elaborada, respeitando sempre a individualidade biológica e integridade física do indivíduo.

Procure sempre por orientação de um professor de Educação Física 

Atividade física e Saúde do trabalhador

  • por Vítor Cotrim
  • 29 Nov 2016
  • 10:15h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Hoje em dia com as novidades tecnológicas e a concorrência, criou-se uma necessidade de adaptação maior ao ambiente de trabalho provocando praticamente uma competição entre funcionários, que são pressionados a serem mais eficientes e produzirem mais. Com essa necessidade de produção muitos funcionários acabam sacrificando sua saúde, pois submetem - se a um alto nível de estresse físico e mental que podem acarretar futuros problemas de saúde.

Funcionários que passam muito tempo sentados, por exemplo, podem desenvolver hábitos posturais errados e ainda uma má circulação sanguínea, além de outras patologias, para amenizar esses transtornos é interessante que o ambiente de trabalho seja agradável e que a empresa se preocupe em ter um funcionário saudável e feliz.

A implementação de programas de atividades físicas realizados no local de trabalho e sempre orientadas por um profissional de Educação Física, estimulam hábitos saudáveis e geram satisfação ao trabalhador, favorecendo um melhor desempenho do mesmo.

Pratique atividade física e mantenha hábitos saudáveis sempre com a orientação de um profissional.

O Uso de Cintas e Acessórios na Musculação

  • por Vítor Cotrim
  • 09 Nov 2016
  • 09:31h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Hoje em dia é muito comum vermos pessoas indo para a academia com algum tipo de acessório sejam elas: cintas, joelheiras, tensores, luvas, straps..etc., com o intuito de melhorar a performance durante a atividade física, mas será que elas estão levando em conta se realmente é necessário o uso de tal acessório? Ou apenas usam por que viram algum atleta profissional usando e copiaram? A maioria dos freqüentadores de academias estão no nível recreativo, portanto o treino é muito diferente do treino de um atleta profissional.

 Sem contar que a maioria faz o uso de forma inadequada, o cinto por exemplo algumas pessoas utilizam em todos os exercícios, o que é desnecessário. O uso continuo desses acessórios pode causar enfraquecimento muscular, pois o músculo habituado a essa “ajuda” deixa de fazer sua função. Utilize o cinto apenas nos exercícios realizados em pé e com cargas mais elevadas. Procure sempre orientação de um profissional de Educação Física.

Matemática Eleitoral

  • Por Dr. Cleio Diniz
  • 01 Out 2016
  • 07:05h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Uma fórmula de certa forma até injusta, mas a matemática eleitoral não favorece ao eleitor, porém, imputa a este toda responsabilidade pelo resultado.

Então vejamos, a campanha eleitoral dura pouco mais de 01 (um) mês, o momento do voto, da escolha em si, em torno de 01 (um) minuto, mas a escolha feita terá como resultado uma procuração por 04 (quatro) anos para alguém decidir o rumo da administração do governo em que vivemos, e suas decisões terão reflexos por décadas... 

Ou seja, na matemática eleitoral ao eleitor é exigido o máximo e qualquer falha trará graves consequências. Ora, dizem os mais velhos que passamos a vida ao lado de uma pessoa e ainda assim não o conhecemos direito, então como fazer isto em tão pouco tempo, ou quase nenhum? A resposta é simples, não precisamos conhecer a pessoa, mas sim o que ele representa, o que ele fez, com quem e no que ele esta envolvido. Neste ponto, a lei da ficha limpa é um tapa na cara dos eleitores, pois transferiu para o poder judiciário, que tem fama de letárgico, a responsabilidade que compete ao eleitor, o qual deveria extirpar da vida pública e política todo candidato que não conseguiu cumprir sua plataforma de governo, ou até mesmo aquele que apresenta plataformas e projetos mirabolantes ou incompatíveis com os cargos pretendidos. 

Um processo trabalhoso, mas que permite uma decisão responsável e mais acertável no ato do voto e garante a evolução administrativa do poder público. Não adianta reclamar após uma decisão de voto tomada sem esta análise, tomada com descuido, negligência, ou até mesmo por venda em razão de interesse pessoal momentâneo. 

Somente com a evolução social, o desenvolvimento da comunidade que os indivíduos passaram a obter vantagens concretas e benefícios reais e duradouros.

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Estelionato eleitoral

  • Por Dr. Cleio Diniz
  • 30 Set 2016
  • 10:12h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Com a aproximação do pleito eleitoral e diante das restrições legais para campanha e propaganda política, acirra a disputa e aguça a mente maquiavélica de alguns candidatos.

 Recentemente me deparei com um folheto de um candidato que me remeteu ao estudo do estelionato eleitoral, ou o famoso 171. A Legislação eleitoral não é específica neste sentido, apesar da existência de algumas tentativas de projetos de lei, os quais naufragaram por ameaçar a conduta de políticos que praticam de forma contumaz a conduta do estelionato eleitoral. 

Trata-se de promessas impossíveis, mirabolantes e que não condizem com as funções e os poderes do cargo de quem prometeu, mas que, se arquitetadas com maestria fazem brilhar os olhos do eleitor mais carente, e em muitos casos dos eleitores mais desavisados, desinformados ou ate mesmo angustiados por mudanças rápidas, coisa que não existe na politica. 

Assim, o candidato elabora um plano de governo com promessas que, ao ser eleito e assumir seu posto, passa a trabalhar em justificativas e empurrar a culpa para outras esferas, contudo o resultado é o mesmo, as promessas não se realizam. Tem-se também o candidato mais ousado, que faz um plano de governo estupendo e após ser eleito pratica outra forma de condução de seu mandato, forma esta distinta do projeto de campanha.

 Em todos os casos, o eleitor é literalmente ludibriado e cai no “conto do vigário”, como dizem os mais antigos. 

A única vacina para evitar o estelionato político é conhecer bem a função e competência de cada cargo a ser disputado e assim saber se a promessa é ilusória. Se a promessa for condizente com o cargo disputado, analise e procure conhecer a vida pregressa do candidato, tanto profissional como particular e desta forma você poderá ate não fazer uma boa escolha, mas com certeza não será vitima do golpe político conhecido por estelionato eleitoral.

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Atividades físicas e adultos mais velhos

  • por Vítor Cotrim
  • 14 Set 2016
  • 17:02h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

São considerados adultos mais velhos homens e mulheres com 65 anos ou mais, e também indivíduos de 50 a 60 que se encontram em condições clinicas crônicas ou com limitações funcionais. Apesar da idade e das limitações não devemos pressupor que a idade cronológica seja equivalente a idade fisiológica ou funcional, pois pessoas da mesma idade podem apresentar diferenças em suas capacidades físicas, motoras e funcionais, sendo assim terão respostas diferente aos exercícios. Portanto para uma programação de treino segura e efetiva é preciso ter um profundo conhecimento dos efeitos do envelhecimento na função fisiológica em repouso e durante o exercício, é importante que o treinador se atente a esses aspectos.

Para se ter bons resultados e benefícios a saúde alguns  aspectos fisiológicos que mudam com envelhecimento devem ser observados: queda na freqüência cardíaca e volume sistólico máximos, queda no debito cardíaco máximo, aumento  da pressão arterial em repouso e durante o exercício, queda no consumo máximo de oxigênio, menor tolerância ao frio e calor, perda de massa magra, aumento no percentual de gordura, diminuição na força muscularna densidade mineral óssea e na flexibilidade, perda de equilíbrio e aumento no tempo de reação.Procure sempre a orientação de um profissional de Educação Física.

O Pior cego é aquele que não quer ver

  • Por Dr. Cleio Diniz
  • 25 Ago 2016
  • 14:04h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

Uma mudança lenta pode ocultar perigos que quando percebidos já tomaram proporções irreversíveis e um dos maiores perigos de uma lenta mudança é o caminho que ela toma, e quanto mais lenta maior o perigo. Pode até parecer uma filosofia de devaneios, mas que se confirma no transcorrer da história.

Noticias do aumento da violência alimentam diariamente os jornais informativos, onde todos se espantam, mas se recusam em falar nas ações que vem sendo adotadas e que fomentam a criminalidade, pior, se recusam a tomar atitude.

Neste sentido, as ações do estado em suas politicas sociais tem se mostrado um desastre ao ser comparada ao constante crescimento da criminalidade onde o cidadão de bem, o qual deveria receber a proteção do estado esta sendo jogado para segundo plano e deixado a própria sorte.

Varias ações conflitantes, sustentadas por razões hipócritas e teimosas perante os resultados falhos em todas as searas do estado poderiam ser mencionadas, todavia a mais assustadora vem sendo compartilhada por nosso sistema judiciário, o qual deveria promover o equilíbrio em defesa do direito e da justiça.

Neste campo, apenas para entendimento, recentemente o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul ao promover um julgado contra um criminoso processado por trafico de entorpecentes e porte ilegal de armas, manteve a condenação por trafico, mas absolveu o réu pelo crime do porte ilegal sob a alegação de que, a dupla condenação iria majorar a pena final e o porte de arma é um agravante, mas não crime por ser instrumento de proteção da atividade, em suma, para o criminoso a arma é um instrumento, mas para o cidadão é um crime, a exemplo de processo que corre em nossa região onde um cidadão ao ser abandonado pelo estado e para defender sua propriedade adquiriu uma arma e esta sendo processado pelo crime de porte ilegal. Um caso claro de dois pesos e duas medidas.

Tais entendimentos que beneficiam o criminoso e joga o cidadão de bem aos leões vem se espalhando. Em nossa região, para não falarmos apenas do que acontece no extremo de nosso País, nosso Tribunal de Justiça, mesmo sem pedido da defesa, ou seja, ex officio (por conta própria), anulou uma sentença de reclusão, convertendo a mesma em trabalhos sociais sob a alegação de ausências de circunstancias judiciais negativas, apesar já ter sido o réu condenado por trafico em outra região, responder por porte ilegal de arma de fogo e dois inquéritos por furto, tendo sido preso em flagrante delito. Ora, mesmo em um leigo entendimento o réu não pode ser considerado um cidadão decente, estando propensa a qualificação de criminoso contumaz. Aliás este posicionamento legal e jurisprudencial leva um condenado em primeira instancia, que responde em liberdade, voltar a cometer crime e mesmo assim ser novamente posto em liberdade, sob o condão de não representar perigo a sociedade. Ou seja, na atual concepção, indiferente do volume de crimes, que um individuo possa a vir cometer, (salvo hediondos) ele somente passa a representar perigo a sociedade após transitar em julgado, o que em nosso letárgico sistema pode levar décadas. Até lá ele é um santo. 

Pelo andar da carruagem, a preocupação com o social do criminoso cada dia mais expõe o cidadão de bem, que não pode mais andar tranquilo pelas ruas e passou a morar encarcerado em cercas elétricas e de arames farpados, câmaras e sistema complexos de alarmes, ou seja, os criminosos usufruem a liberdade enquanto os cidadãos constroem suas próprias prisões.

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10 anos da Lei Maria da Penha

  • Por Dr. Cleio Diniz
  • 11 Ago 2016
  • 11:01h

(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)

A lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006, popularmente conhecida como Lei Maria Da Penha, diferente do que muitos entendem em ser um benefício a mulher que contraria o princípio da igualdade do artigo 5º da Constituição Federal, e em consonância com um dos princípios basilares do direito e alicerce do sentido das leis, ou seja, o de “tratar os desiguais de forma desigual para que se tornem iguais”, coíbe e previne a violência familiar, a qual era jogada na vala comum do direito, e por ser considerada de menor potencial ofensivo, pelo menos inicialmente na origem das agressões, era fadado a cair no esquecimento e compor as fileiras da impunidade.

Para melhor entendimento, a lei nasceu após Maria da Penha Maia Fernandes, (a quem foi concedido o nome em homenagem), uma brasileira e farmacêutica, que sofreu várias agressões, inclusive duas tentativas de homicídio que a deixaram paraplégica, todas promovidas por seu marido, um professor universitário. Incansavelmente lutou por seus direitos, onde após ver o processo contra seu agressor ser manipulado pelo sistema processual falho e letárgico conseguiu contato com duas organizações – Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL) e Comitê Latino Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM) – que ajudaram a levar seu caso para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), sendo que o Estado Brasileiro foi condenado por negligência, omissão e tolerância em relação à violência doméstica contra as mulheres.

 

Ao Estado Brasileiro foi recomendado a finalização do processo penal contra o agressor de Maria da Penha com as devidas medidas, além de instauração de investigação sobre atrasos e irregularidades em processos da mesma natureza, além da adoção de políticas públicas voltadas à prevenção, punição e erradicação da violência contra a mulher. Nascendo a partir deste momento, a Lei Maria da Penha.

Até este momento, muitas mulheres tinham medo de denunciar seus agressores. Pelo menos três fatores colaboravam para isso: 1) dependência financeira do agressor; 2) muitas vítimas não têm para onde ir, por isso preferiam não denunciar seus agressores por medo de sofrer represálias piores ao fazer a denúncia; e 3) as autoridades policiais muitas vezes eram coniventes com esse tipo de crime.

Uma pesquisa realizada entre as mulheres em geral, mostra o grau de seriedade do problema e a importância do tratamento direcionado pela lei como modo de saneamento da questão, e neste capo, a violência familiar não se restringe a agressões físicas com lesões aparentes. Diante de 20 modalidades de violência citadas no momento da entrevista, duas em cada cinco mulheres (40%) já teriam sofrido alguma, ao menos uma vez na vida, sobretudo algum tipo de controle ou cerceamento (24%), alguma violência psíquica ou verbal (23%), ou alguma ameaça ou violência física propriamente dita (24%).

O gráfico abaixo nos permite um melhor entendimento do panorama da situação:

Isoladamente, entre as modalidades mais frequentes, 16% das mulheres já levaram tapas, empurrões ou foram sacudidas, 16% sofreram xingamentos e ofensas recorrentes referidas a sua conduta sexual e 15% foram controladas a respeito de aonde iriam e com quem sairiam. Aliás, temos que lembrar que no âmbito da Lei Maria da Penha não encontra tutelado apenas o direito da Mulher, mas de toda a família em si, incluindo filhos e parentes que residente e compõe o ambiente familiar.

Algumas mudanças foram implantadas para melhor adequar a aplicação da lei, inicialmente a mulher podia retirar a queixa na própria delegacia, o que ocorria em razão de ameaças, falsas promessas ou outros subterfúgios promovidos pelo agressor, todavia em uma primeira alteração, o STF entendeu que o crime de violência doméstica constitui delito de ação penal pública incondicionada, ou seja, não depende de representação da vítima, qualquer pessoa pode noticiar o crime e a autoridade competente deverá dar o devido andamento, e a parte agredida não poderá retirar a queixa, sendo que o processo somente poderá ser extinto por um juiz no transcorrer da ação penal, o que impede a intervenção do agressor na possível extinção da queixa.

Neste processo evolutivo da legislação, tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei 7/2016, o qual busca conferir maior celeridade na proteção da mulher agredida e afaste um dos principais receios ao apresentar a queixa, ou seja, a retaliação pelo agressor, ao conferir a Autoridade Policial que preside o Inquérito a possibilidade de conceder medidas protetivas além de atendimento a mulher agredida de forma que coíba a inibição por vergonha de exposição.

Em síntese, apesar das críticas embasada em formalidades do conjunto normativo de nosso sistema jurídico, a Lei Maria da Penha foi um dos grandes avanços da nossa legislação, e apesar de em alguns casos remotos se depararem com problemas ocasionados por deficiência do sistema tem demonstrado um marco em nossa seara legal e um porto seguro às pessoas agredidas no ambiente familiar e que antigamente tinham que se submeterem a tais agressões ou em regra ver seus esforços por justiça se perder nas mazelas do sistema. Um avanço social no contexto literal e que atingiu seu objetivo de forma impar.

 

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