Dupla de Páscoa sorteia R$ 30 milhões neste sábado (17)

  • Redação
  • 17 Abr 2021
  • 13:31h

As apostas podem ser feitas por maiores de 18 anos nas lotéricas e também pelo portal www.loteriasonline.caixa.gov.br ou pelo app Loterias CAIXA.

Termina às 19h deste sábado (17) o prazo para apostar na Dupla de Páscoa. O primeiro concurso especial do ano tem prêmio estimado em R$ 30 milhões, que não acumula. As apostas podem ser feitas por maiores de 18 anos nas lotéricas e também pelo portal www.loteriasonline.caixa.gov.br ou pelo app Loterias CAIXA. O sorteio do concurso 2.212 da Dupla Sena será realizado a partir das 20h do sábado (17) no Espaço Loterias CAIXA, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP).  Se não houver ganhadores na faixa principal, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa, pela quina, e assim por diante. Com apenas uma aposta da Dupla Sena, o apostador concorre a dois sorteios no mesmo concurso. Ganha quem acertar 3, 4, 5 ou 6 números, tanto no primeiro quanto no segundo sorteio. Basta escolher de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis. O preço da aposta simples, com 6 números, é R$ 2,50.

Associação de Magistrados rechaça entrada de juízes na reforma administrativa

  • Redação
  • 17 Abr 2021
  • 11:40h

Possível entrada da classe no debate no Congresso foi levantada pela presidente da CCJ, Bia Kicis (PSL-DF) |

A possibilidade de os juízes serem incluídos na reforma administrativa foi rechaçada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Na análise da presidente da entidade, Renata Gil, qualquer proposta que envolva os magistrados é de competência privativa do STF (Supremo Tribunal Federal). “Não admitiremos qualquer ação em desacordo com os pressupostos da Carta Magna e da Lei Orgânica da Magistratura”, disse, segundo a coluna Painle, da Folha. A inclusão na reforma foi levantada esta semana pela presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Bia Kicis (PSL-DF).

Região: homem é preso por promover festa clandestina

  • Fonte: 79ªCIPM, ASCOM
  • 17 Abr 2021
  • 10:23h

Na noite da última sexta-feira (16), policiais militares da 79ªCIPM prenderam um indivíduo por descumprir decretos municipal e estadual na cidade de Barra do Choça. No local, havia aglomeração de cerca de 30 pessoas. Os militares realizavam o patrulhamento de rotina quando foram acionados pela CENOP (Central de Operações), para averiguar uma denúncia de aglomeração de pessoas e perturbação do sossego no Alto da Barra. Ao chegar no local indicado, a guarnição visualizou cerca de 30 pessoas aglomeradas em torno de um aparelho de som consumindo bebidas alcoólicas, sem o uso de máscara de proteção e em flagrante desacordo às medidas sanitárias que a atual situação de pandemia nos impõe. Além da violação contra medida sanitária preventiva, foi constatada também a contravenção penal de perturbação do sossego. Diante dos fatos, o organizador do evento e todo aparato sonoro foram encaminhados à presença da autoridade policial competente para que as medidas judiciais fossem adotadas.

 

'Mais arrasador, só as mais de 350 mil mortes': Forrozeiros lamentam 2º ano sem São João

  • Jamile Amine
  • 17 Abr 2021
  • 08:54h

Foto: Rosilda Cruz / SecultBa

“Mais arrasadora do que essa situação, somente as mais de 350 mil mortes dos brasileiros”. Com estas palavras Adelmário Coelho classificou o momento vivido pelos forrozeiros na Bahia, diante da pandemia do novo coronavírus, que já se arrasta por mais de um ano e paralisa todo o setor de eventos e entretenimento até os dias de hoje.

A frase clichê de que o setor cultural foi o primeiro a parar e será o último a retomar as atividades já é uma realidade compreendida por todos, tanto artistas quanto pelo poder público, mas os trabalhadores do ramo seguem em busca de soluções, ainda que paliativas. 

No caso dos forrozeiros, o drama pode ser ainda mais profundo, pois a perspectiva real é de que as festas juninas sejam canceladas pelo segundo ano consecutivo. Sem vacinação suficiente e com números de mortes e infecções ainda altos, dez prefeituras baianas já anunciaram que não realizarão os festejos, enquanto outras aguardam para bater o martelo. 

O governador Rui Costa, por sua vez, também se mostrou pouco otimista com relação ao evento nos moldes convencionais em 2021, mas ainda não descartou a possibilidade da Bahia permitir festas fora de época mais adiante. “Estamos chegando no meio do mês de abril e a essa altura não vejo horizonte de possibilidade de termos a festa de São João no período tradicional da festa. Eventualmente se for fazer alguma coisa fora de época para compensar a ausência do São João pode até ser no segundo semestre. Mas agora em junho acho muito difícil. Não vai ter ambiente sanitário para isso”, justificou. 

Em entrevista ao Bahia Notícias, um grupo de forrozeiros comentou o panorama do setor, falou sobre o que tem sido feito para manter viva essa expressão cultural durante a pandemia, deu sugestões para ajudar os artistas e trabalhadores envolvidos na área, além de cobrar “sensibilidade” do poder público na implementação de políticas compensatórias.

 

Conhecido como o “rei do forró temperado”, Zelito Miranda não tem medo de criar e se adaptar. Apesar do susto e de toda a carga negativa que a pandemia traz consigo, o artista revela que redescobriu o poder das redes, ainda que financeiramente elas não deem um retorno significativo. “O susto em 2020 foi uma coisa meio doida, porque foi abrupto, chegou em cima e a gente teve que se reinventar. E essa reinvenção aconteceu virtualmente”, conta o músico. “Foi compensatório do ponto de vista do prazer de tocar, mas não é a mesma coisa de você estar em um palco”, salienta.

Resignado sobre a impossibilidade da realização das tradicionais festas no período junino, ele revelou que pretende fazer um show de São João online. “Ano passado eu fiz algumas lives, com nome Arraiá do Rei, e eu vou repetir esse ano. Eu quero, inclusive, que isso vire um projeto virtual nosso para o mês de junho. Quando acabar tudo - com fé em Deus tudo acaba logo -, eu quero manter, porque descobri uma coisa interessante que estava alí do nosso lado, as redes sociais e a internet, que a gente usava para divulgação só”, diz o artista.

Zelito lembra que depois do primeiro baque, no ano passado, chegou a acreditar que a pandemia não se estenderia por tanto tempo, mas a esperança foi se desfazendo, ao passo que o vírus se propagava e a vacinação não. “Chegou em outubro e a gente teve aquela baixa da pandemia, até ali a gente ainda estava com uma luz no fundo do túnel que as coisas se transformariam, que a gente resgataria rapidamente essa coisa do mercado do São João. Só que chegou o Carnaval e não teve, aí o olhar já ficou mais embaçado”, relata. 

Diante do cenário, em 2020 ele revela que cancelou diversos trabalhos, a exemplo do tradicional Forró do Parque, realizado há 11 anos em Salvador, e que este ano ele pretende fazer uma versão virtual no mês de junho, “só pra não passar em branco”.

Isolado em casa e na incerteza sobre o futuro, Zelito Miranda diz que não nutre mais expectativas sobre haver ou não os festejos juninos em 2021, mas destaca a decepção pela falta de apoio aos artistas, sobretudo aqueles ligados às tradições juninas. “Está havendo um grande descaso com a cultura de todos os lados. Eu não imaginei que os nossos governantes ficassem tão apáticos perante a parte cultural”, diz o músico, destacando a importância do São João, enquanto patrimônio do Nordeste e do Brasil. “Tem raiz, tem um cabedal, tem uma história pra contar. É uma festa completa, tem tudo, comida, bebida, reza, santo, novena... O ciclo junino é muito rico culturalmente”, pontua. 

Ainda neste sentido, ele compreende a gravidade da pandemia e a necessidade de obedecer aos protocolos estabelecidos pela comunidade científica, mas cobra ações efetivas para apoiar os profissionais do setor. “Nós vamos torcer e pedir juízo a esses governantes, que eles deem atenção a essa questão, porque, claro e evidente, a gente não pode passar dois anos de São João sem faturamento, sem trabalhar. Tudo bem, a gente segura um ano, um ano e meio, mas acredito que ninguém aguenta mais. A real é essa, está barra pesada”, declara o forrozeiro, que admite uma solução a partir da adaptação das festas para o online. “Eu acho que tem que ter esse mundo virtual e o Estado e as prefeituras não podem mais ficar esperando para entrar nesse mundo virtual, porque é a arma que nós temos nesse momento”, afirma. 

Enfático, Zelito lança questionamentos: “Esse ano o bicho já começou a pegar pra todo mundo, porque você já vai para dois anos sem faturamento. Imagine se Deus o livre essa pandemia atravessa 2022, e aí? Vai ser extinta a profissão de ator? Vai ser extinta a profissão de cantor? Vão ser extintas as profissões que mexem com plateia, com o público? É uma coisa que a gente tem que ter um pensamento, está na hora de todo mundo pensar sobre isso”. 

Targino Gondim, por sua vez, classificou como “aterrador” o cenário, diante do segundo ano de São João cancelado. “Existem muitos, inúmeros artistas no Brasil todo e aqui na Bahia, que já sofrem durante esse tempo todo sem nenhum pouco de receita, só pedindo ajuda e sendo ajudado de diversas formas, mas sem nenhum tipo de dignidade, sem condição de exercer seu trabalho, sua profissão. E agora com essa notícia de cancelamento de São João, isso é horrendo”, avalia o forrozeiro. 

O músico conta que durante o período de “zero receita”, as transmissões online têm sido uma alternativa para continuar divulgando suas músicas. “É também uma forma de estar ajudando as pessoas com esse novo formato que se desenhou de ter que ficar mais em casa, de não poder sair, sem aglomeração. A gente vai ajudando para que as pessoas possam também sobreviver a tudo isso”, acrescenta o artista, que planeja para maio, junho e julho alguns shows virtuais com banda, para que possa criar alguma receita. Dentre os eventos online confirmados por ele estão as lives de Dia dos Namorados e de São João.

Um tanto quanto otimista, Targino diz ainda torcer para que a vacinação “venha com toda força” em 2021 e que a vida seja retomada com mais tranquilidade. “O coronavírus veio pra ficar essa certeza de que a gente precisa muito um do outro, que a gente precisa viver pensando sempre no próximo, e que a gente tem que se apegar menos à mesquinhez, a um pensamento único”, pondera. 

Nem mesmo o legado de 62 anos de trabalho blindou o Trio Nordestino da crise causada pela pandemia da Covid-19. Sem poder realizar shows, o grupo tem se mantido com os frutos da longa carreira, mas ainda assim precisou apertar os cintos. 

“Graças a Deus, a gente tinha outras rendas de composições, de gravações, acessos de Youtube, Spotify, e isso ajudou a gente a chegar até aqui. E a questão da nossa banda, os meninos também souberam se virar em questão de auxílio emergencial, Lei Aldir Blanc, então, claro que ficou ruim, mas deu para segurar. O impacto foi ruim, a gente teve que reduzir os custos ao mínimo possível, e não digo só com relação à banda, mas a questão familiar também. Esse ano que passou realmente foi muito difícil”, conta o empresário do grupo, Carlos Santana, conhecido como Coroneto por ser neto de Coroné, um dos fundadores do Trio Nordestino.

 Na avaliação dele, a pandemia, que foi um baque na carreira do trio e chegou a atrapalhar o lançamento de um projeto em homenagem a Gilberto Gil, é o “maior acontecimento negativo na carreira de todo mundo”. Coroneto contou ainda que no início acreditou que o problema não se arrastaria por tanto tempo, mas, ao ver a segunda onda, percebeu estar equivocado. “Entrou a pandemia e a gente ficou ‘ah, daqui a pouco passa’, mas a coisa foi se agravando, e você sabe que o artista, por mais que você tenha reserva, o que tira e não repõe uma hora acaba”, pontua. 

Sobre a possibilidade de, neste ano, as tradicionais festas juninas serem realizadas, ele, que já integrou o Trio Nordestino, disse não existir esperança, sobretudo por conta do processo lento de vacinação. “Então eu acho que São João mesmo, presencial, igual a gente costumava fazer, não vai ter”, opina, revelando que apesar do revés, neste ano, diferente de 2020, o Trio Nordestino tem recebido convites para fazer lives para empresas. “Então, alguma movimentação vai ter. Igual ao ano passado, que foi zerado, com certeza não fica”, revela.

“Graças a Deus, a carreira do Trio é cheia de sucessos, eu acho que não existe uma banda de forró que nunca tocou o Trio Nordestino. E isso nos dá uma bagagem musical e cultural muito grande pra que realmente aconteçam coisas bacanas com a gente. Pelo fato da gente ter 62 anos e ter prestígio no meio do forró, pra gente fica um pouco mais fácil, ou menos pior. Mas a luta é diária pra conseguir alguma coisa”, conclui Coroneto, que aposta na esperança de que a vacina chegue e em breve o grupo possa voltar a fazer o que sempre fez: “levar alegria pro povo”. 

ADELMARIO COELHO

Para Adelmario Coelho, um dos principais motivos do agravamento da pandemia e a consequente crise que tem abatido o setor cultural é a má gestão do governo Bolsonaro. “Nós estamos aqui, infelizmente, por falta da liderança nacional. Podíamos estar em um outro patamar de imunização. Agora é o mundo que precisa de vacina e o Brasil imaginava que somente fosse ele que podia pegar vacina ali rapidinho. Não vai acontecer isso. São 8 bilhões de pessoas do planeta que precisam de vacina e quem se antecipou a isso, quem correu e acreditou na ciência - que deve ser por aí - evidentemente que está levando vantagem. Nós estamos vendo aí países na frente, quase que com sua população imunizada, e nós estamos chegando agora quase a 10%, com 210 milhões faltando ser vacinadas, é brincadeira isso? Então, o caminho a ser perseguido ainda é com muita luta, não tenha dúvida”, avalia o forrozeiro.

Sensibilizado com a conjuntura sanitária do país e também com a derrocada da economia criativa, ele disse a frase que abre a matéria: “Só mais arrasadora do que essa situação [dos forrozeiros], somente as mais de 350 mil mortes dos brasileiros. Com certeza é uma dor imensurável”. Segundo o músico, além de triste, o cenário de dois anos sem festas juninas é “devastador”.  

Na sua visão, é compreensível o cancelamento do evento, pois defende a ciência e vê como “nenhum pouco razoável” fazer aglomerações em um momento crítico. Apesar disso, ele destaca a necessidade de viabilizar alternativas. “Já vi aqui que já temos ratificado pelos prefeitos mais de 10 cidades que já cancelaram [as festas juninas] vendo esse cenário. Isso traz uma tristeza muito grande. Compreendemos, mas, evidentemente, sentimos, porque essa decisão afeta dramaticamente toda essa população que vive essencialmente desse período. O forró, por mais que a gente tente quebrar a sazonalidade, ainda é uma festa sazonal. E as festas juninas - Santo Antônio, São Pedro e São João -, digamos assim, são o ápice da sobrevivência dos seus defensores”, pontua.

Diante da importância desta manifestação cultural, Adelmario diz torcer para que prefeitos e governador viabilizem a realização do evento, ainda que em outro momento. “Esperamos que haja essa sensibilidade da gestão pública de contemplar - pelo motivo justificado do vírus nesses dois anos nas datas tradicionais - um evento fora da época. É preciso que seja feito isso, porque imagine aí você esperar 2022 apenas pra você ter uma festa que lhe dá sustentação financeira para o ano todo, é muito complicado”, diz o músico, salientando, no entanto, que tudo seja feito de forma prudente e responsável. "Pode ter certeza que a classe forrozeira também não quer isso, quer fazer a coisa com segurança”, afirma.

“Mesmo que não seja na dimensão do mês tradicional de junho, com as três festas, que se faça alguma coisa para dar oportunidade e pelo menos um alívio nessa cadeia produtiva, seja em setembro ou outubro. Acho que nada disso vai ferir absolutamente nada. É preciso que seja feita alguma coisa e não esperar 2022, porque tem gente passando fome aí”, reitera o artista, que só em junho de 2020 precisou cancelar mais de 30 shows e atualmente vive de reservas financeiras construídas ao longo de 27 anos de carreira artística, além da poupança adquirida com o trabalho anterior no Polo Petroquímico.

Sem novas receitas, Adelmario Coelho fala da dificuldade de amparar os mais de 40 pais de família que integram sua equipe. “É muito difícil, porque onde você não irriga, a fonte seca”, diz o músico, revelando que tem feito um “esforço muito grande” para, diante do cenário, ajudar seus funcionários. “Evidentemente que fizemos ajustes, tivemos que também tirar pessoas, porque não temos de onde, financeiramente, contrapor uma normalidade. Realmente somos impactados diretamente e aí ficamos impotentes”, conta o forrozeiro, que descarta as apresentações virtuais como alternativa. “Porque as lives não nos trazem rentabilidade, eu tive que investir pra poder fazer, pra poder dialogar com meu público. É muito importante falar com eles [os fãs], mas financeiramente, pelo contrário, eu tive que bancar para que fossem viabilizadas as lives”, lamenta. 

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Após ter combustível furtado em aeroporto de Itapetinga, avião de deputado escapa de acidente por pane seca

  • Aratu OnLine
  • 17 Abr 2021
  • 08:27h

(Fotos: Aratu Online)

O piloto de um deputado federal pela Bahia por pouco não sofre um acidente aéreo em Salvador, segundo informou a Secretaria da Segurança Pública nesta sexta-feira (16/4). É que a aeronave teve parte do combustível furtado por dois homens enquanto estava parada no aeroporto do município de Itapetinga, a 455 km da capital.

A dupla foi apresentada na 21ª Coordenadoria Regional de Polícia de Interior (Coorpin/Itapetinga), na quinta-feira (15/4). Um deles, que trabalhava como vigilante, confessou o crime. De acordo com a Polícia Civil, o piloto do bimotor, após 40 minutos de voo de volta Salvador, percebeu uma pane seca no motor direito.

Ainda assim, o piloto, que estava sozinho, conseguiu pousar no Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, onde foi constatada a falta de aproximadamente 200 litros de combustível. O nome do político, que voltou do município localizado no Sudoeste em um outro avião, não foi revelado pela polícia.

“A subtração do combustível por pouco não causou a queda da aeronave. O vigilante contou em depoimento que o comparsa subtraiu o combustível porque precisava de dinheiro. O vigilante ainda mostrou aos policiais como era retirado o combustível, através de um dreno que fica sob as asas das aeronaves”, informou o coordenador da 21ª Coorpin, Antônio Roberto Gomes Silva Júnior.

Segundo o autor confesso do furto, o combustível foi colocado em um barril e levado em um veículo. “O carro foi localizado e apreendido. No porta-malas, foi encontrado um vasilhame com um resto do combustível. Havia um forte odor no carro. O material foi levado para a perícia. O outro homem se apresentou na delegacia, mas negou o envolvimento”, acrescentou o coordenador.

Outros pilotos fizeram contato com a 21ª Coorpin e afirmaram que o furto de combustível pode ter ocorrido com diversas aeronaves que pernoitaram no Aeroporto de Itapetinga. Um inquérito policial foi instaurado para apurar os fatos.

Governadores pedem ajuda à ONU para obter vacinas

  • Agência Brasil
  • 17 Abr 2021
  • 07:54h

Até agora Brasil recebeu apenas 1 milhão de doses do Covax Facility | Foto: Reprodução

O Fórum de Governadores se reuniu hoje (16) com representantes da secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU), Amina Mohamed, e com representantes da Organização Mundial de Saúde (OMS) para solicitar auxílio na viabilização de mais doses de vacinas. Os governantes estaduais defenderam um tratamento especial ao Brasil como uma “ajuda humanitária” diante do reconhecimento dos órgãos internacionais de que o país é o novo centro da pandemia.

Os governadores solicitaram apoio das instituições internacionais para destravar o repasse de doses previstas no acordo do mecanismo Covax Facility, consórcio coordenado pela OMS. Segundo o coordenador do Fórum, o governador do Piauí, Wellington Dias, o Brasil teria direito a 9,1 milhões de doses oriundas do mecanismo, mas só recebeu até o momento 1 milhão.

“Haverá esforço para que uma entrega que estava prevista para maio possa ser antecipada para até o fim de abril, de 4 milhões de doses. Vamos tratar com Coreia, Índia e China, que estão neste esforço de produção [dos imunizantes]. Até o mês de maio completa essa entrega e maio-junho tem perspectiva de regularização”, declarou Dias em entrevista coletiva após a reunião.

IFA

Outro pleito foi a participação de tratativas junto à Índia para enviar 15 milhões de Ingredientes Farmacêuticos Ativos (IFAs) – as matérias-primas chave da fabricação de uma vacina – para a produção e novas doses da vacina CoronaVac, desenvolvida a partir de uma parceria entre Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Os 15 milhões de IFAs foram prometidos e seriam disponibilizados pelo laboratório Serum, da Índia. Contudo, com a explosão de casos nesse país os insumos e produção de imunizantes estão sendo voltados para atender ao mercado interno.

A demanda dos governadores é que sejam entregues até o fim de abril pelo menos 10 milhões de IFAs ou de doses prontas da Coronavac pela China. Isso porque eles alertam para o risco da falta desta quantidade deixar pessoas desprotegidas sem a aplicação da 2ª dose ainda no mês de abril.

Transferência de tecnologia

Tanto no caso da CoronaVac quanto no da vacina de Oxford/AstraZeneca, o Fórum defendeu a atuação da ONU e OMS na interlocução com as farmacêuticas para antecipar a transferência de tecnologia aos laboratórios brasileiros: o Instituto Butantan e a Fiocruz, respectivamente.

Tal antecipação permitiria que as duas instituições passassem a produzir novas doses inteiramente no Brasil, sem dependência do envio de insumos de outros países, o que agilizaria o atendimento do mercado interno.

Os governadores requisitaram aos representantes dos dois organismos internacionais ajuda na intermediação também junto ao governo e Congresso dos Estados Unidos para alterar a proibição de exportação do excedente de vacinas produzidas no país.

A expectativa do governo estadunidense é imunizar toda a sua população até maio. A previsão de é que sobrem doses. Os governadores querem que a venda ou empréstimo de parte deste excedente sejam autorizados ao Brasil como uma situação excepcional de “ajuda humanitária”.

Insumos e patentes

Os governadores também trataram do colapso no sistema de saúde nacional e da falta de insumos, especialmente dos medicamentos que fazem parte do chamado “kit intubação”, usado no suporte ventilatório de pacientes com covid-19. Eles requisitaram à secretária-geral adjunta da ONU auxílio no diálogo com países que possuam estoques desses medicamentos que possam disponibilizá-los.

Outra proposta apresentada foi que, a exemplo do que ocorreu no caso das drogas para tratamento de pessoas com HIV/AIDS, ocorra uma quebra das patentes para que outros laboratórios possam também produzir as vacinas.

Governo prorroga toque de recolher e proibição de shows e festas em toda a Bahia

  • Redação
  • 17 Abr 2021
  • 07:29h

(Foto: Reprodução)

O Governo do Estado decidiu prorrogar as medidas restritivas em toda a Bahia. O toque de recolher noturno e a suspensão de shows, festas e atividades esportivas coletivas continuam até o dia 26 de abril. A prorrogação das medidas, que têm o objetivo de conter a disseminação da Covid-19, será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (17).

A restrição de locomoção noturna vale das 20h às 5h, sendo vedado a qualquer indivíduo a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas. Os shows e as festas, públicas ou privadas, continuam proibidas, independentemente do número de participantes, em todo território baiano.

Excepcionalmente, desde que respeitados os protocolos sanitários, os eventos exclusivamente científicos e profissionais podem ocorrer com público limitado a 50 pessoas. A exceção fica por conta de 99 municípios, onde permanecem suspensos eventos e atividades independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados, que envolvam aglomeração de pessoas.

Também fica proibida a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por delivery, das 18h de 23 de abril até as 5h de 26 de abril, em toda a Bahia.

 

Transporte

A circulação dos meios de transporte metropolitanos segue suspensa das 20h30 às 5h, até 26 de abril. A circulação dos ferry boats deve ser suspensa das 20h30 às 5h de 19 de abril a 23 de abril, ficando vedado o funcionamento nos dias 24 e 25 de abril.

Já a circulação das lanchinhas permanece suspensa das 20h30 às 5h, até 26 de abril, limitada a ocupação ao máximo de 50% da capacidade da embarcação nos dias 17, 18, 24 e 25 de abril.

Região de Irecê

Por conta do alto índice de contaminação da Covid-19, o Governo do Estado também decidiu prorrogar as restrições na região de Irecê. O toque de recolher permanece das 18h às 5h, em 23 municípios, até 26 de abril: América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Bonito, Cafarnaum, Canarana, Central, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Irecê, Itaguaçu da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Morro do Chapéu, Mulungu do Morro, Presidente Dutra, São Gabriel, Souto Soares, Tapiramutá, Uibaí e Xique-Xique.

Fica vedada ainda, nesses municípios, a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por delivery, até as 5h do dia 26 de abril.

Eventos proibidos

Ao todo, 99 municípios não podem realizar qualquer tipo de evento, independentemente da quantidade de pessoas. São eles: América Dourada, Angical, Baianópolis, Barra, Barra da Estiva, Barra dos Mendes, Barreiras, Barro Alto, Bom Jesus da Lapa, Bonito, Boquira, Botuporã, Brejolândia, Brotas de Macaúbas, Brumado, Buritirama, Caculé, Caetité, Cafarnaum, Canápolis, Canarana, Candiba, Carinhanha, Catolândia, Caturama, Central, Cocos, Contendas do Sincorá, Coribe, Correntina, Cotegipe, Cristópolis, Dom Basílio, Érico Cardoso, Feira da Mata, Formosa do Rio Preto, Gentio do Ouro e Guanambi.

Os eventos estão proibidos ainda em Ibiassucê, Ibicoara, Ibipeba, Ibipitanga, Ibititá, Ibotirama, Igaporã, Ipupiara, Irecê, Itaguaçu da Bahia, Ituaçu, Iuiu, Jaborandi, Jacaraci, João Dourado, Jussara, Jussiape, Lagoa Real, Lapão, Licínio de Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Luís Eduardo Magalhães, Macaúbas, Malhada, Mansidão, Matina, Morporá, Morro do Chapéu, Mortugaba, Mulungu do Morro, Muquém do São Francisco, Oliveira dos Brejinhos, Palmas de Monte Alto, Paramirim, Paratinga, Pindaí, Presidente Dutra, Riachão das Neves e Riacho de Santana.

Completam a lista os municípios de Rio de Contas, Rio do Antônio, Rio do Pires, Santa Maria da Vitória, Santa Rita de Cássia, Santana, São Desidério, São Felix do Coribe, São Gabriel, Sebastião Laranjeiras, Serra do Ramalho, Serra Dourada, Sítio do Mato, Souto Soares, Tabocas do Brejo Velho, Tanhaçu, Tanque Novo, Tapiramutá, Uibaí, Urandi, Wanderley e Xique-Xique.

Latino causa polêmica ao afirmar que macaco Twelves foi morto por macumba; veja vídeo

  • Redação
  • 16 Abr 2021
  • 19:50h

O animal morreu ao ser atropelado por um ônibus escolar dentro do condomínio em que Latino mora, no Rio de Janeiro em 2018 | Foto: Arquivo Pessoal

O cantor Latino ficou entre os assuntos mais comentados das redes sociais na última quinta-feira (15) após um trecho da entrevista do artista para o podcast Flow viralizar. Na ocasião, o cantor foi duramente criticado pelo “show” de intolerância religiosa que deu no programa ao afirmar que seu macaco de estimação, Twelves, foi morto em 2018 devido a um trabalho feito por alguém do candomblé.

O animal morreu ao ser atropelado por um ônibus escolar dentro do condomínio em que Latino mora, no Rio de Janeiro. “Dizem que foi macumba. Que os caras fizeram trabalho pra mim e o macaco foi no meu lugar. Quem conhece o mundo espiritual aí pode dizer melhor. É o que uma médium e um profeta me falaram. ‘Fizeram um bagulho pra tentar levar tua vida e ele pediu pra ir no teu lugar’. O macaco nunca saiu de casa, tomava café comigo, tinha uma vida como se fosse filho. Fiquei muito mal”, contou o artista.

Latino, que se considera uma pessoa espiritualizada e chega a realizar célula evangélica em casa para se comunicar com Deus, disse respeitar todas as religiões, mas em outro momento voltou a ser intolerante com as religiões de matriz africana.

“Nessa parada de centro espírita, nesse bagulho de macumba, os caras fazem trabalhos pesados pra infernizar a vida do outro. E aí fizeram um trabalho, sei lá, de ebó… Sei lá que porra que chama essa merda de ‘macumbaria’. Eu não acredito nessa porra. Acredito que o mal está na gente (…) Ficar falando da vida alheia. A gente vê muito no meio artístico”.

Na web, internautas questionaram a relevância do intérprete de ‘Me Leva’ para alguém se preocupar a ponto de fazer um trabalho desejando mal para ele.

eu fico chocada como as pessoas tem a facilidade de associar sua incompetência á macumba. queria saber quem ia perder tempo e dinheiro fazendo trabalho p Latino?

Projeto de lei define teto para reajuste de aluguel e gera críticas no setor

  • Danielle Brant | Folhapress
  • 16 Abr 2021
  • 17:29h

(Foto: Reprodução)

Em resposta à disparada do IGP-M, índice que reajusta o valor do aluguel, a Câmara dos Deputados aprovou regime de urgência para um projeto de lei que limita a correção dos contratos à inflação. A iniciativa, no entanto, vem sendo criticada como uma tentativa de intervir em uma relação de mercado.

A proposta que tramita na Câmara prevê que o teto para reajuste dos contratos seja o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ou outro índice oficial de inflação, caso ele seja extinto.

Em março, o IGP-M acumulava alta de 31,1% em 12 meses, enquanto o IPCA subiu 6,10% no mesmo período. Assim, um aluguel de R$ 2.000 corrigido pelo IGP-M aumentaria para R$ 2.622, já pelo IPCA esse valor seria de R$ 2.122 --uma diferença de R$ 500.

A discrepância entre o IGP-M e a inflação já fez com que algumas imobiliárias, como a QuintoAndar, mudassem o índice utilizado como referência nos reajustes.

De autoria do deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), o projeto permite correção do valor acima do índice de inflação convencionado apenas se o inquilino concordar.

Na justificativa, o congressista diz que inquilinos "estão desesperados com os índices de reajuste dos contratos de aluguel neste período de pandemia". Ele destaca que a alta recente do IGP-M em 2020 respondeu a uma aceleração de variáveis como dólar e commodities.

A aprovação da urgência no dia 7 de abril ocorreu em votação simbólica, o que dispensa o projeto de exigências ou formalidades regimentais, acelerando sua tramitação.

A discussão expôs divergências dentro da própria Câmara, com respaldo de partidos de oposição e críticas de legendas de centro e centro-direita.

Quem se opõe à mudança afirma que contratos de aluguel são celebrados a partir de uma relação privada, o que limita a interferência do Estado.

Por esse motivo, o líder do Cidadania na Câmara, deputado Alex Manente (SP), afirma que o projeto é inconstitucional.

"Precisamos amadurecer juridicamente para poder, de fato, aprovar um projeto que tenha viabilidade de ser implementado", diz o deputado.

Também crítico ao projeto, o líder do Partido Novo na Câmara, deputado Vinicius Poit (SP), afirma que "o congelamento de aluguéis é mais um exemplo de boa intenção com efeitos extremamente negativos".

"Berlim, na Alemanha, também achou que era solução e viu os preços dispararem e a procura por imóveis diminuir, gerando problemas de habitação", afirmou. "Precisamos parar de olhar para o que deu errado e prestar mais atenção nos bons exemplos e nas lições que essas políticas públicas executadas ao redor do mundo podem nos trazer."

Em resposta, o deputado afirma que, apesar de fixar o IPCA como reajuste máximo, o texto deixa a porta aberta para a livre negociação. Se o dono do imóvel não concordar, poderá propor índice superior, mas caberá ao inquilino aceitar ou não.

"Defendemos a livre negociação, mas também não podemos deixar o lado mais fraco dessa relação à mercê das regras do mercado", indica a justificativa.

O líder do PC do B na Câmara, Renildo Calheiros (PE), está entre os que defendem a proposta. "Neste ambiente econômico em que vivemos de pandemia, não pode o Brasil conviver com os reajustes que estamos vendo", diz. "O projeto tem o mérito, ao menos, de colocar uma referência razoável para esses reajustes."

Na mesma linha, o líder do PSB na Câmara, Danilo Cabral ( PE), afirma que a pandemia aprofundou as desigualdades no acesso à moradia.

"Houve um claro aumento da população de rua em função da vulnerabilidade social. É preciso adequar a legislação para, onde for possível, estabelecer regras de transição que procurem preservar o direito à moradia", disse.

No setor imobiliário, o projeto é visto como engessamento. "Isso é um absurdo. Estamos voltando ao tempo da tabela, de congelamento de preços. Essa interferência do Legislativo no acordo privado é completamente desnecessária", diz Adriano Sartori, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP (sindicato da habitação).

Segundo ele, a negociação quanto ao reajuste já está acontecendo entre as partes.

Sartori afirma ainda que a aprovação do projeto poderia criar insegurança jurídica. "Isso afasta investidores. Eles não se sentem confortáveis com esse tipo de medida, com esse tipo de interferência", diz. "O maior problema é a interferência governamental numa relação privada."

Ele critica também a escolha do IPCA para reajustar aluguéis, porque não seria um índice que captura a realidade do mercado imobiliário.

"O grande desafio de desenvolver um índice de aluguéis é que tem de considerar variações regionais e o nicho de mercado. Uma coisa é relação de oferta e demanda no mercado residencial, outra no galpão e logística e uma terceira em comercial ou shopping center", diz. "Não dá para adotar um índice que capta variação de mercado olhando só para nicho ou região."

Thiago Lins, sócio conselheiro do Bichara Advogados, destaca que a Lei do Inquilinato, de 1991, não define um índice de correção monetária.

O texto diz ser livre a convenção do aluguel quanto a preço, periodicidade e indexador de reajuste, e proíbe que seja vinculado à variação do salário mínimo, variação cambial e moeda estrangeira.

"O problema é que o mercado imobiliário tem como praxe usar o IGP-M, que bateu 31% em 12 meses", diz. "Gerou uma realidade que não está de acordo com a inflação brasileira."

Segundo ele, está havendo negociação entre proprietários e inquilinos para tentar ajustar um índice que atenda as duas partes.

"O Legislativo tem de tomar cuidado para não engessar o mercado imobiliário e prever substituição do IGP-M, que nem sequer está previsto na lei de locação, por um índice como o IPCA", diz. "Tem de tomar cuidado para não deixar as partes sem poder de negociar o índice que elas entendem ser mais adequado."

Teixeira de Freitas: Carga de 130 mil cigarros falsificados avaliada em R$ 650 mil é apreendida

  • Redação
  • 16 Abr 2021
  • 16:45h

Foto: Reprodução / SSP - BA

Uma carga com 130 mil carteiras de cigarros falsificados foi apreendida com um homem na noite desta quinta-feira (15),na cidade de Teixeira de Freitas, no Extremo Sul baiano. De acordo com a Polícia Civil (PC), o valor estimado da mercadoria apreendida é de R$ 650 mil.  Os cigarros estavam distribuídos em 180 caixas que foram encontradas em um fundo falso de um caminhão e em uma van. O coordenador em exercício da 8ª Coorpin, delegado Ricardo Amaral explicou como se deu o momento da prisão. “O homem foi preso em flagrante por contrabando de cigarros. Ele estava descarregando o caminhão, dando voltas com uma van branca, quando o interceptamos e apreendemos a carga”, relatou.  De acordo com a PC,  o homem contou em depoimento que a carga veio de São Paulo e seria distribuída em Teixeira de Freitas. “Recebemos denúncias anônimas e fomos averiguar, quando encontramos a carga”, finalizou.  O acusado está preso e segue à disposição da Justiça. 

Lula liberado, oposição a Bolsonaro ganha fôlego. E na Bahia, turbina Jaques Wagner

  • Levi Vasconcelos
  • 16 Abr 2021
  • 15:42h

Rejeição a Bolsonaro e a Lula abre espaço para uma terceira via, aposta que ACM Neto faz, já que não tem nada a ver com nenhum dos dois | Fotos Reprodução

O PT, que governa a Bahia há 14 anos e meio (oito de Jaques Wagner + seis e meio de Rui Costa), já dava sinais de exaustão, mas ontem ganhou um gás novo, com a decisão do STF que carimba a anulação das condenações de Lula.

Lula, por ironia do destino, volta à cena turbinado exatamente por seu inimigo maior, Bolsonaro com sua governança atabalhoada, vezes tresloucada, que na pandemia caminha a galope para o fundo do poço, com os 362 mil mortos do país numa circunstância que preocupa o planeta pelo desgoverno.

E se Lula lá está livre, os petistas baianos cá batem palmas. Jaques Wagner é amigo pessoal dele e admite que fala com ele toda semana. É o maior ganhador com a situação que se configurou.

Terceira via

Óbvio que o jogo está só começando, mas agora com ingredientes de peso. Lula, que já estava quase de malas prontas para morar em Lauro de Freitas, condenado como estava, seria mais estorvo do que ajuda. Desistiu do projeto, prefere ficar em São Paulo.

A rejeição a Bolsonaro e a de Lula na qual ele surfou abre espaço para uma terceira via, aposta que ACM Neto faz, já que não tem nada a ver com nenhum dos dois.

Dizem os aliados de Neto que um novo nome haverá de surgir. Quem? Sabe-se lá. Ciro Gomes aposta, como diz o deputado Félix Mendonça Jr., que Lula e Bolsonaro, um apontando os podres do outro, abrem espaço para isso. E abre. Fica para adiante saber quem o ocupará.

Tristeza: Identificadas 4 mulheres que morreram em acidente trágico na BR-101

  • 16 Abr 2021
  • 15:05h

Policial suspeito de matar companheira em Minas Gerais é preso em Cândido Sales

  • Redação
  • 16 Abr 2021
  • 14:33h

(Foto: Reprodução)

O policial militar, Amauri Araújo, suspeito de matar a companheira Ana Luiza Dompsi, de 25 anos, foi preso nesta quinta-feira (15) na cidade de Cândido Sales, no sudoeste da Bahia. A prisão foi feita por policiais da cidade de Pedra Azul, do estado de Minas Gerais. A vítima, que era dentista, foi encontrada morta dentro de casa com um tiro na nuca na madrugada do dia 23 de março, no município de Divisa Alegre, localizado na divisa de Minas Gerais e Bahia. O policial estava com ela no local e contou que a dentista teria cometido suicídio com a arma dele. Segundo informações da polícia mineira, havia um mandado de prisão preventiva em aberto para o suspeito desde 5 de abril. Ainda segundo informações da polícia de Minas Gerais, a morte de Ana Luiza era investigada como suicídio. No entanto, após investigações, análise de laudos técnicos e depoimentos, o caso passou a ser investigado como feminicídio. O policial militar foi encaminhado para custódia no Batalhão de Choque da Polícia Militar, em Salvador, e está à disposição da Justiça. 

Região: abate clandestino resulta em prisões; 2 toneladas de carne e seis mil galinhas apreendidas

  • LH
  • 16 Abr 2021
  • 12:22h

(Foto: Divulgação ADAB)

O Setor de Repressão e Combate de Abate Clandestino da ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia) tem recebido crescentes denúncias em territórios distintos do estado e, nos últimos cinco dias, as operações culminaram com a prisão de duas pessoas que continuam à disposição da justiça, em Poções. Foram apreendidas duas toneladas de carne bovina e 6 mil galinhas de descarte. Em Itambé, a Procuradoria de Justiça solicitou o apoio da Vigilância Sanitária local para ações e diligências da autarquia agropecuária sobre graves denúncias de abate e comercialização de carne, em condições inadequadas de higiene e que oferecem sérios riscos à saúde pública. Outra ação conjunta resultou na apreensão de carne clandestina nos municípios de Planalto e Poções. Os autores e responsáveis pelo transporte foram encaminhados à delegacia por policiais da 79ª CIPM e presos em flagrante por crimes contra a saúde pública, sem direito à fiança. No sudoeste, região de Vitória da Conquista, também resultado de denúncias, dois caminhões carregados com 6 mil galinhas de descarte foram apreendidos circulando sem documentação legal. A Guia de Trânsito Animal (GTA) é obrigatória e traz informações gerais sobre as condições do plantel. “Sem a guia não conseguimos atestar se as galinhas estão em condições salutares, se os criatórios passaram por inspeção e se existe higiene e ração adequada, por isso, como já tem ocorrido nos últimos meses, as galinhas que estão vindo de Minas Gerais sem documento, são destruídas em graxaria. A tentativa insistente prejudica o mercado baiano e ameaça os empregos do segmento da avicultura”, ressalta Maurício Bacelar, diretor-geral da ADAB. “Receptadores e comerciantes que estão atuando no comércio ilegal devem ser punidos pois os riscos que oferecem à saúde pública são imensuráveis”, atesta o médico veterinário Delcarlos Martinez, coordenador da equipe que atuou no Território do Sudoeste.

Rafainha Bastos, PC Siqueira e Cauê Moura podem ser presos por calúnia; entenda

  • Redação
  • 16 Abr 2021
  • 11:36h

O empresário que registrou a queixa contra os três não tem interesse em fazer um acordo entre as partes | Foto: Youtube

O humorista Rafinha Bastos e seus ex-colegas do canal ‘Ilha de Barbados’, Cauê Moura e PC Siqueira, podem ser presos por calúnia e difamação. O empresário Ramiro Sanchez, sócio do Clube do Valor Empreendimentos Digitais, registrou uma queixa-crime contra o trio após ser chamado de golpista por seus cursos de investimentos financeiros. De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, do jornal ‘O Dia’, a ocorrência foi registrada no dia 22 de julho de 2019. Na acusação, Ramimo cita vídeos feitos pelo antigo canal, como por exemplo o ‘Como não cair em golpes’, no qual os youtubers afirmam que “quem compra um curso de R$ 1,5 mil dado por um banana são trouxas e otários”. Caso sejam condenados, os três podem ter que cumprir penas que vão de 3 meses a 1 ano de prisão, porém, por serem réus primários, eles podem responder em regime aberto com pagamento de multa. O empresário não tem interesse em fazer um acordo entre as partes.